A testemunha de Jeová voltou casada e faminta.

  • Temas: sexo, casada, safada, corno, anal, oral, puta, safadeza, traição
  • Publicado em: 01/04/26
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  • Autoria: Empresario55ES
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Private Muse

Se você nunca foi acordado por uma testemunha de Jeová, você provavelmente deve viver em outro planeta e se você não conhece a Sirlene, sugiro ler o conto Em nome do pai que eu escrevi alguns meses atrás.


Sábado, 7 horas da manhã, um calor insuportável tomava conta da minha casa, o ar condicionado do quarto aplaca as altas temperaturas de janeiro. Todos haviam saído para trabalhar, exceto eu que não trabalhava aos sábados. Mesmo com o ar ligado, eu me encontrava usando apenas um short de dormir e mais nada.


Eu até estava cogitando em levantar e ir para a academia quando meu interfone tocou, saltei da cama achando que poderia ser uma encomenda, mas pela voz que chamou meu nome era ela, a Sirlene, a mesma que havia desaparecido após ter feito de putinha por mim na minha casa.


- Bom dia Antônio, sou eu, Sirlene.


Não respondi, apenas apertei o botão e abri o portão, não sabia se ela estava acompanhada ou não, foi no automático mesmo. Segundos depois ela chegou na varanda do meu apartamento.


- Bom dia! Tudo bem? - Me disse ela olhando para mim com um ar meio sem graça.

Tudo e você? Está sumida.

- É.... Eu me casei.

- Parabéns! Quem é o felizardo?

- Um irmão da minha igreja. Ele era viúvo, é mais velho que eu.... Uma boa pessoa.


Quando ela disse que ele era mais velho que ela e era uma boa pessoa, eu entendi o que ela queria. Sirlene estava atrás de pica. Mas ela estava diferente, estava mais bonita, mais cuidada, cabelos impecáveis, vestido bonito que mesmo comportado mostrava que ela ainda era dona de um belo corpo.

- Aceita uma água, suco, café?

- Água por favor... Esta calor demais lá fora.

- Seu marido veio com você?

- Não.... Ela esta do outro lado do bairro.


Me aproximei dela com um copo em mãos, entreguei e fiquei reparando-a beber aquela água com vontade. Realmente estava muito quente lá fora. Eu permaneci de pé na sua frente, em uma das suas mãos uma bíblia com capa preta e letras douradas. Ela terminou de beber e me entregou o copo, coloquei em cima de uma mesa lateral e fiquei olhando dentro dos seus olhos.


- O que foi? – ela me questionou.

- Você está mais bonita. O casamento está te fazendo bem.

- Até certo ponto não tenho do que reclamar.

- Ah é.... O que é que não está te agradando?


Sirlene não respondeu, ficou me observando. Eu me aproximei dela, ela me encarava, puxei meu short e liberei meu pau que já latejava. Sirlene me encarava, olhava meu pau, salivava.

- Chupa! Não é isso que você quer?


Ela nem respondeu. Soltou a bíblia em cima do sofá, pegou a pica com a mão esquerda e meteu a rola na boca. Passou a me chupar com vontade, com fome, com urgência. A aliança de casamento brilhava em seu dedo, sua boca me engolia, eu segurava seus cabelos ditando o ritmo daquela chupada insana.


Passei a foder a sua boca, o pau ia até o talo, ela engasgava , mas não parava de chupar. A rola foi ficando babada e antes que eu gozasse eu tirei meu cacete da sua boca e me ajoelhei entre suas pernas.


Coloquei a calcinha de lado, a gente tinha pressa, Sirlene estava com fome de pica. Comecei a chupar aquela buceta linda, depilada, cheirosa. O brilho já denunciava que ela estava completamente ensopada, o grelo estava duro, implorando para ser sugado. Meus dedos deslizavam dentro da sua buceta com facilidade, eu tirava os dedos melados e enfiava na sua boca para que ela sentisse o gosto do seu tesão.


Chupei a sua buceta até ela explodir num orgasmo intenso. Nem precisei fazer força, não demorou. O tesão acumulado era tão grande que Sirlene foi tendo orgasmo atrás de orgasmo deixando o meu sofá melado.

- Fica de quatro. Quero te foder agora.


Sirlene se posicionou na beirada, se livrou do vestido e manteve a calcinha de lado, abriu as pernas, empinou o rabo e gemeu quando meu pau invadiu a sua intimidade. Sua pele brilhava de suor, minhas mãos ficadas em suas ancas mantinham ela na posição para que eu fodesse cada vez mais rápido, cada vez mais forte e mais fundo. Sirlene só gemia, não falava, não pedia, apenas gemia sentindo o seu corpo explodir em orgasmos avassaladores.


Mudamos de posição e eu voltei a chupar a sua buceta. Estava melada, já dando sinais de vermelhidão e inchaço. Quando ela gozou na minha boca de novo eu voltei a meter. Pincelei o pau e soquei de novo. Agora era ela quem cravava as unhas na minha pele. Nossas bocas grudadas abafavam seus gemidos, nossas línguas travavam uma verdadeira batalha. Ela gozou de novo, gozou me apertando com as mãos e com a buceta.


Pedi que ela viesse por cima de mim. Me sentei no sofá e ela veio por cima. Sirlene estava tão afoita que sequer lembrava da calcinha que estava de lado, melada, cheirando a sexo. Minhas mãos apertando seus seios, ela rebolando, quicando, gemendo e pedindo leite na buceta.


Mais duas reboladas e eu gozei. Sentia meu pau pulsando dentro dela, jorrando leite quente, sentindo meu coração acelerando, a boca seca e o corpo dela exuasto sobre o meu.


Quando demos conta, ela saiu de cima de mim, arrumou a calcinha que certamente deve ter segurando todo meu gozo. Ela se vestiu rapidamente, pediu para ir ao banheiro. Lavou o rosto, certamente limpou a buceta. Saiu afoita, pegou a bíblia, me deu um beijo no rosto e antes de sair disse que voltaria.


Fim





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