Chuva e geleia de morango

  • Temas: Amor, amizade, chuva, sexo, sexo oral, geleia de morango
  • Publicado em: 29/03/26
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  • Autoria: Brafra
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Private Muse

Neste ano, o inverno está rigoroso. Na nossa cidade, chove quase diariamente durante várias horas. Em um dia chuvoso, eu me encontrei com a minha amiga especial, Charli, no restaurante onde almoçamos juntos.


A linda mulher de olhos azuis, sorriso travesso e corpo escultural me convidou para passar o final de semana em seu apartamento, a nossa amizade avançava também para um relacionamento tecnicamente romântico.


Eu fui para casa, arrumei uma bolsa com algumas roupas e, no final da tarde, eu estava à porta do apartamento da atraente Charli, que me recebeu em um vestido curto florido e com aquele olhar fascinante que fazia o meu coração acelerar.


Nós fomos ao supermercado para fazer compras e a chuva aumentou; no estacionamento do local, ficamos no meu carro esperando que a chuva diminuísse, porque eu esquecera de colocar sombrinhas no veículo.


Charli pôs música para ficarmos ouvindo enquanto conversávamos; eu olhava o seu rosto lindo, os seios firmes sem sutiã e as coxas longas e macias. Ela percebeu os meus olhares e também que eu passava a língua umedecendo os meus lábios secos por aquela visão paradisíaca.


A garota travessa se recostou no banco, fechou os olhos, suspirou fundo, erguendo os seios redondinhos, e me disse que estava cansada por causa de uma agitada semana de trabalho. Discretamente, ela levantou um pouco o seu vestido para, com certeza, me atiçar mais ainda com as pernas perfeitas.


A chuva não afina. Em dado momento, Charli abriu a porta, saiu e correu para a frente do carro, rindo, levantando os braços; soprava um vento forte que levantou o vestido e eu vislumbrei a sua calcinha rosa-claro de cetim, ela me puxou do carro e nós tomamos banho de chuva. O vestido colou no seu corpo, mostrando as suas formas esculturais.


Nos abraçamos e nos beijamos um bom tempo debaixo do telhado do estacionamento deserto, entre dois carros, com nossas mãos percorrendo os nossos corpos molhados pela chuva e também molhados nos órgãos genitais pela excitação que tomava conta de nós.


Corremos juntos ao supermercado; ao entrarmos no estabelecimento, os mamilos da Charli ficaram mais endurecidos devido ao ar-condicionado do ambiente. As tetinhas quase furavam o vestido que colara em seu corpo alto, com o contorno da calcinha rosa-claro sendo visível no tecido fino branco florido.


Ela notou que eu a devorava com os olhos da cabeça aos pés; nós pegamos um carrinho e começamos a andar pelos corredores escolhendo o que queríamos. Eu conduzia o carrinho, Charli escolhia os produtos que ela pegava nas prateleiras mais altas ou mais baixas, sempre mostrando a sua calcinha e as coxas roliças e sedosas.


Ela sorria, ria e me envolvia no seu jogo de sedução que me deixava cada vez mais com o pênis ereto. Nós compramos pizzas, bebidas, pães, manteiga de amendoim e geleia de morango para comermos com pão.


Eu a deixei no apartamento e fui buscar garrafas de vinho tinto que eu esquecera em casa. No percurso, o olhar meigo, o sorriso travesso e o corpo sarado de Charli não me saíam da mente, e voltei rapidamente para ela, que tinha tomado banho e trajava uma camisa de meia de mangas compridas bege e uma saia longa cinza-escuro.


Eu coloquei o vinho em um armário; tomei um banho, vesti uma camiseta azul-escuro e uma bermuda marrom-claro e fui ajudar a Charli a fazer a pizza para o nosso jantar. Ela estava maravilhosa cortando as verduras na pia; o bumbum arrebitado, o contorno da calcinha minúscula na saia e o seu perfume suave me empurraram rumo ao corpo quente e delicioso.


Eu abracei ternamente a mulher que embalava os meus sonhos mais picantes; ela se voltou, sorriu, segurou o meu rosto e me beijou na boca. O meu pênis roçou em sua vagina tufada que queria sair da calcinha, nossos corações bateram mais forte e suspiramos quando nos separamos para terminar a pizza.


Após o jantar, nós fomos assistir a séries na TV, na sala de estar, sentados em um sofá com chaise, bastante confortável, sobre um grande tapete felpudo. Eu pousei a minha mão direita sobre a coxa esquerda da Charli, que entrelaçou os seus dedos nos meus, apoiou a cabeça no meu ombro, depois virou o rosto olhando dentro dos meus olhos, se aproximando lentamente, respirando fundo, movendo seu corpo, levantando minha perna e colocando-a entre meus joelhos, sentando na minha coxa e passando seus braços em volta da minha cabeça enquanto se inclinava, roçando seus lábios nos meus, indo até a minha orelha, onde deu uma mordidinha suave antes de descer para meu pescoço, me lambendo carinhosamente com a língua macia.


A minha respiração ficou mais devagar, a minha boca secou; ela percorria a língua no meu pescoço, rosto, lábios e entrou na minha boca. A chuva continuava forte, os pingos de água escorriam pelos vidros das janelas enquanto os nossos líquidos escorriam das nossas fontes de amor.


Charli permanecia sentada nas minhas coxas sentindo o pênis duro no bumbum roliço; eu acariciei os seios sem sutiã e os mamilos endureceram, ela é uma delícia de mulher. Ela saiu de cima de mim e se ajoelhou entre as minhas pernas, baixando a bermuda e a cueca, acariciando o pênis com as mãos macias e beijando a glande melada.


Ela se levantou, foi à cozinha e retornou com o pote de geleia de morango na mão e um sorriso safado no rosto. O meu pênis estava duro, latejante e molhado pela sua saliva; Charli se abaixou novamente entre as minhas pernas e passou geleia de morango no pênis que estava gotejando sêmen.


A bela mulher começou a chupar o pau com vontade, o engolindo inteiro com geleia, lambeu os testículos, esfregou o rosto que ficou com geleia e sêmen e me sorriu meigamente. Charli lambeu toda a geleia do meu pênis, se levantou, tirou a calcinha branca de cetim molhada pelo seu mel e sentou no meu colo.


Ela colocou a vagina depilada no pau quente e levantou a camisa, lançando os seios deliciosos em meu rosto. Eu passei a língua ao redor dos mamilos durinhos, mordisquei, lambi, chupei e engoli os seios pontiagudos e gostosos, as minhas mãos acariciaram as costas macias e a bunda redonda.


Charli gemia com os meus toques e com a cavalgada que ela dava, fazendo o pênis entrar e sair da vagina apertada. A fogosa gata me beijava devorando a minha língua; a xana comprimia o pau que ficava coberto pelo seu líquido do amor.


O corpo de Charli estremeceu, eu senti a vagina pulsando em meu pênis, ela se ergueu e esguichou em meu púbis em um orgasmo magnífico. Ela se aconchegou em meus braços, ficou quieta poucos minutos e voltou a passar geleia de morango no meu pênis, que ela chupou com carinho misturando a geleia ao seu líquido e ao meu sêmen.


Eu estava quase gozando. Charli notou o meu êxtase chegando e aumentou as mamadas no pênis avermelhado pela geleia; o meu corpo foi percorrido por um arrepio, eu segurei a cabeça da garota boazuda e tive um orgasmo maravilhoso lançando esperma na sua boquinha macia, que não deixou escapar uma gota de sêmen misturado ao seu líquido e à geleia de morango.


Nós ficamos abraçados vários minutos; fomos tomar banho, trocamos de roupa e voltamos para ver séries televisivas até de madrugada, quando o sono nos venceu e dormimos juntos no sofá. A chuva continuava e o vinho ficou para outro dia...



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