Minha irmã quis dar para mim, e deu! Pecado? - FINAL

  • Temas: incesto, casual, romance
  • Publicado em: 27/03/26
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  • Autoria: Dakeng
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Private Muse

O capítulo PRIMEIRO encerrou com os irmãos se pegando, mas conversando Laura disse ao irmão: - Não me beije, esse tipo de amor não sinto por você e nem você por mim, só estamos num momento de tesão. Deixe chupar seu pinto outra vez, ele é muito gostoso, não consigo colocar inteiro na boca. - Deitou-se novamente na cama, abriu um pouco as pernas e pediu para chupar sua bucetinha, e comecei primeiro a beijar como ela queria, e depois o serviço completo, depois de um tempo ela disse: - Eu gozei irmão, e gozei gostoso. - Desculpe Laura, estar fazendo isso com você, não fui forte para resistir à tentação. - Não se sinta culpado irmão, eu que quis, já não estou bêbada, estou consciente, foi só um momento, mas vou aproveitar para lhe contar que quando Fábio veio me deixar depois do casamento, ele queria conversar com você, pois queria que eu fosse morar com ele e não estou preparada para isso, não posso deixar você sozinho por enquanto, você é tudo para mim, ainda preciso de você, queria ser sua primeiro, antes de ir morar com Fábio.


- Ele te ama querida, é um bom rapaz, quer ser dono desse seu corpo gostoso, algum dia vamos ter que nos separar, com certeza você com Fábio e eu com Cristina, mas continuaremos irmãos e isso ninguém consegue separar. - Venha irmão, quero ser sua, vamos cometer pecado, seja carinhoso, sei que não vai ser fácil sentir essa "tromba" grande e grossa, Cristina me contou que era virgem e sentiu muito quando a penetrou pela primeira na bucetinha e no cuzinho, mas que hoje tem vontade de fazer toda hora. Eu não sou mais virgem, sempre dou para Fábio, mas o pinto dele é bem menor que o seu, mas juro que não vou reclamar, quero te deixar feliz.


- E meu pinto, centímetro por centímetro foi entrando, ela me abraçava, gemia, ela não queria saber de beijos, mas acabou me beijando quando gozava. Fiz amor com ela em todas as posições, estava insaciável, queria e queria mais, acabei enchendo aquela bucetinha familiar de porra, e ela disse: - Está gozando né irmão, sinto a porra do irmão dentro da bucetinha da irmã, se não tomasse anticoncepcional íamos ter um filho, gozei duas vezes irmão, não tire ainda o pinto de dentro de mim, quero sentir ele amolecendo. Vamos nos lavar, a hora que você se recuperar vou chupar ele novamente até endurecer, Fábio costuma demorar mais de uma hora para conseguir dar outra.


Depois do banho fomos a cozinha e preparamos um lanche, pelo fogo que Laura estava a noite ia ser longa. Não se via nela nenhum sentimento de arrependimento. Voltamos ao quarto, ela se aninhou em meu peito e com uma das mãos segurava meu pinto e falou: - Seu pinto é bonito, a cabeça dele é maior que a do Fábio, por falar em Fábio hoje eu o traí e você traiu Cristina, mas nunca na vida eles vão saber disso. - Continuou brincando com meu pinto e ele continuava nem mole e nem duro, e ela querendo mais, e eu estranhei porque quando dormia com Cristina ele se recuperava logo, será por que ela era minha irmã, mas, apesar de ser minha irmã não ia passar vergonha. Lembrei-me que no meu quarto tinha guardado comprimido estimulante quando usava para passar a noite inteira com Cristina.


- Levantei, fui ao quarto e tomei. Passei pela cozinha e peguei um copo de refrigerante para Laura. Ela pediu para pegar seus peitinhos e mamar gostoso. Depois ela veio até mim, pegou o pinto e começou a chupar, claro, ficou duríssimo e pedi para ela fazer como a primeira vez que foi muito gostoso. A partir daí fizemos amor em todas as posições, e quando estava na posição de quatro ela disse: - Sei por que está olhando e passando o dedo em meu cuzinho, sei que você quer, mas deixe para amanhã que vou dar ele de presente para meu irmão querido, Fábio também gosta de enfiar nele, mas hoje quero enjoar de tanto gozar, mas passado um tempo ela disse: - Goze logo irmão, não aguento mais. Gozamos exaustos. No banheiro nos limpando ela perguntou: - Você gostou irmão? - Claro que sim Laura, mas foi errado o que fizemos. - Não se culpe, fui eu que quis que acontecesse, não estou arrependida, estou é satisfeita. Olhando no relógio, eram quatro horas e trinta minutos. - Vamos dormir, irmã!


- Acordei surpreso, meu pinto estava sendo tocado, acendi a luz, era Laura ao meu lado e mexendo nele para endurecer, olhei no celular para ver que horas eram, marcava nove e cinquenta da manhã. - O que foi irmã? - Um cuzinho pela manhã de presente não seria bom para você? - Será um presentão, mas você não quer desistir, vai doer. - Não, de jeito nenhum, se Cristina aguentou eu aguento também. - Se virou, segurou meu pinto e começou a chupar, ficou duro na hora, mas nesse momento o celular dela toca, para de chupar, pega ele, olha na tela, mostra para mim, era Fábio, fez um sinal de psiu com o dedo na boca, atende e diz: - O que foi querido, agora não dá amor, bebi muito ontem no casamento, misturei bebidas, depois que você me trouxe em casa, vomitei muito e estou com muita dor de cabeça, ainda nem levantei, meu irmão cuidou muito bem de mim a noite inteira, se melhorar eu te ligo para sairmos. Tchau querido.


- Nossa irmão, que situação hein, mas sei o que ele quer, ele queria me comer ontem, mas pedi para deixar para hoje, mas não vai ter jeito, você me deixou toda arregaçada com essa "tromba" e ele vai desconfiar que está tudo alargado. - Já são mais de dez horas irmã, precisamos preparar o almoço, vamos deixar para fazer isso à noite. - Pode ser, vou ligar para Fábio trazer um frango assado, faço uma macarronada e almoçamos todos juntos, com os dois que me comem, mas você ainda está com esse pinto duro, vamos aproveitar, quero que enfie agora só a cabeça para ver se de noite aguento o resto. A cabeça entrou e mais um pouco, Laura aguentou firme.


Por volta do meio-dia Fábio chegou com o frango e uma marmitex só com maionese que também tinha comprado. Almoçamos gostoso, fui para meu quarto e eles ficaram na sala assistindo televisão. Bem mais tarde, para deixá-los sossegados, peguei minha moto e fui dar uma volta. Quando voltei, estavam no quarto, curioso olhei pelo buraco da fechadura, Fábio estava chupando os peitinhos dela e com um dedo passando na bucetinha, depois se viraram, ele deitado e ela em cima, num 69 excitante, e nessa posição a bunda de Laura ficava claramente toda a mostra para meu lado e vi Fábio chupando e enfiando a língua em sua bucetinha, acabei ficando com o pinto duro, e para não constrange-los quando saíssem do quarto, tornei a sair de moto. Quando voltei Fábio já tinha ido embora, com certeza todo feliz por divertir-se com o corpo de minha irmã.


Mas não deixei de perguntar se ela tinha dado para Fábio, e ela disse que não, tinha feito ele gozar de outro jeito. Ali pelas dezenove horas, Laura me pediu para encomendar uma pizza para o jantar. A pizza logo chegou, comemos e Laura disse que ia deitar um pouco. Tomei banho, fiquei só de cueca e fui para a sala esperando o jogo de bola começar. No intervalo percebi que Laura estava tomando banho. O jogo foi reiniciado e eu de olho na televisão, mas de repente surge Laura peladinha, tira minha cueca e começa a chupar meu pau que logo fica duríssimo e começa a mamar, para, sobe em mim, pega meu pau e coloca em sua bucetinha, foi descendo devagar até entrar tudo, se inclina e dá seus peitinhos durinhos para mamar: - Está gostoso assim? - Está uma delícia, irmã.


Ela começou a cavalgar devagar, as vezes mais rápido, sempre dando os peitinhos para mamar, e pedindo para acariciar suas coxas e a bundinha. Percebi que ela ia gozar quando acelerou os movimentos, e quando gozou caiu sobre meu peito, e ofegante ficou por um tempo. - Vamos descansar um pouco Laércio e depois vamos para meu quarto, quero dar o cuzinho para você na minha cama para quando estiver deitada nela ficar a recordação do meu querido irmão que comeu o cuzinho da irmã na cama que ela dorme.


Ali na cama, aconchegada em meu peito e brincando com meu pinto duro disse: - Fábio gosta de meter em mim na posição de quatro para ficar olhando seu pinto entrando e saindo, pede para rebolar e dá tapinhas, segura meus peitinhos, brinca com meu grelinho, tem dia que chego a gozar, mas quando ele vai gozar, tira até o início da cabeça do seu pinto e goza bem na entradinha, depois fica esparramando a porra em todo o rego e até na rachinha, fica toda lambrecada, mas com você quero dar de forma diferente. - Laura se levantou, abriu uma gaveta e voltou com um tubinho e já percebi que era lubrificante que usava com Fábio. Pegou meu pinto e passou lubrificante em todo ele, depois se virou para mim, abriu as nádegas e pediu para passar nela, e com jeito passei, até enfiei a ponta do dedo para lubrificar mais.


- Ela veio por cima, pegou meu pinto e encaixou na entrada de seu cuzinho, ficou segurando o pinto até a cabeça entrar, e quando entrou ela sentiu, ficou parada, depois fazia força para entrar mais um pouco e assim foi até entrar tudo, e parou por um tempo, aí começou a se movimentar, seu canal anal foi laceando e já trazia até a cabeça do pinto e descia, eu queria que durasse mais tempo, estava gostoso demais, mas ela parou e disse: - Fábio gosta de ficar vendo o pinto entrando e saindo, você quer que eu fique de costas para você ficar também vendo seu pinto entrando e saindo no cuzinho de sua irmã?


- Não Laura, assim está gostoso demais, muito gostoso, Cristina também fica de costas para que eu veja, mas com você quero continuar como está, só se incline um pouco para que eu possa chupar seus peitinhos. Um pinto grosso em um cuzinho apertadinho logo gozei. - Gozou né irmão, gostou? - Você é maravilhosa Laura. - Mas Laércio, parece que não ficou satisfeito, o pinto ainda está duríssimo, quer que eu continue até você gozar? Ah não irmã, para encerrar a noite gostaria de gozar em sua boca. - Vamos ao banheiro que vou acalmar ele de uma forma diferente. Água caindo, lavou com capricho meu pinto, se agachou e começou a chupar, parava e batia uma punhetinha e assim foi fazendo, mas disse: - Na hora que for gozar, me avise. Mais umas chupadas e punhetinhas, avisei que ia gozar, ela colocou o pinto na boca, chupou até eu gozar, abriu a boca e disse: - Olha aqui sua porra na boca de sua irmã e engoliu tudo, passando a língua nos lábios. Nos secamos e ali pelados no banheiro, ela me abraçou forte, corpo bem colado e disse: - Agora vou dormir, boa noite meu irmão querido.


Levantamos cedo na segunda-feira para trabalhar, e foi até interessante, ela agia como se nada tivesse acontecido, nem tocava no assunto e desse jeito continuou por dias, sem tocar no que tinha acontecido. Mas, passado uns dias, estava assistindo filme na sala, quando de surpresa chega Laura com uma camisolinha branquinha de renda e aberta na frente, praticamente nua. Eu estava num canto do sofá e ela sentou no outro. Estava eu com um calção bem largo e sem cueca, um pé no chão e outro no sofá. Ficamos ali conversando sobre o dia de serviço, ela perguntou da Cristina e perguntei do Fábio, que estávamos com saudades de papai e mamãe, fazer uma programação em nossas férias para ir visitá-los.


Vendo ela daquele jeito com as coxas à mostra, um biquinho dos seios estava durinho e fazia marca na camisolinha, e o outro estava à mostra. Era minha irmã, mas o pinto endureceu. Ela percebeu mas não falou nada, mas logo olhou de novo e falou: - A cabeça do seu pinto duro está aparecendo fora do calção, ficou excitado vendo sua irmã desse jeito. Deu um jeito de se aproximar, pegou nele, procurou tirar mais para fora, deu um jeito de ficar meio deitada no sofá e começou a chupar a cabecinha dele. - Tire o calção irmão, vai ser mais gostoso. - As vezes chupando, tirava da boca e olhava em meus olhos, falava: - Quer me comer outra vez, estou com saudade desse pinto, anteontem dei para o Fábio, mas fiquei pensando em você.


- Levante do sofá irmão, deixe eu me deitar para você chupar meus peitinhos e essa bucetinha que está com muito tesão, me chupe para eu gozar. - Devia estar mesmo com muito tesão, depois das mamadas nos peitinhos e na bucetinha ela gozou se estremecendo toda. - Irmão, você me fez gozar gostoso, espere só um pouco, deixe-me recuperar, aí você deita no sofá e vou em cima de você para que possa gozar outra vez, e você também, quero novamente a porra do meu irmão dentro da bucetinha da irmã.


- E eu deitei, antes porém ela deu aquele show maravilhoso de mamada, com a ponta da língua acariciava a cabeça do meu pinto, com os lábios trazia a "pelinha" do pinto, isso era maravilhoso. Depois subia, pegou o pinto e encaixou na entradinha daquela grutinha quentinha e entra tudo e minha irmã começou a cavalgar compassadamente e pedindo: - Irmão, vai acariciando meu grelinho, é muito mais gostoso. - E a cavalgada estava gostosa, mas, Laura parou e disse: - Naquele dia você não quis ver seu pinto entrando e saindo de minha bucetinha, mas hoje vou querer que você veja e é para meu irmão pelo resto da vida, nunca esquecer da cena do seu pinto penetrando gostoso na bucetinha de sua irmã.


- Nesse dia, ela estava meio diferente, dava a impressão que ela queria fazer pela última vez. De costas ela veio, mas não se posicionou na altura do pinto, praticamente quase sentando em meu rosto e disse: - Chupe mais um pouco minha bucetinha, ela está toda melecada por causa da esfregação de seu pinto, com isso vai sentir o gosto do seu pinto.


- Do jeito que estava ficou toda arreganhada, tudo a mostra, e como ela queria comecei a chupar. Saiu, pegou o pinto e encaixou em sua bucetinha toda melecada, entrou tudo e se movimenta, logo vira a cabeça um pouco e diz: - Irmão, está gostando de ver seu pinto entrando e saindo na bucetinha de sua irmã? - Sua bucetinha é linda, meu pinto preencheu todo o buraquinho dela. - Quando for gozar irmão, não deixe dentro, faça bem na entradinha e com a cabeça do pinto lambuze toda a rachinha e até o cuzinho, depois vamos ao banheiro e você vai limpar a sujeira gostosa que fez na sua irmã. Depois dessa loucura, parecia que tinha sido a última vez. A vida seguiu normal, sem sequer no assunto de nossa relação ser tocada. Ela dava para Fábio e eu comia também minha gostosa Cristina.


Alguns meses se passaram e certo dia Fábio veio conversar comigo e pedir autorização para levar Laura para morar com ele, que já tinha mobiliado o pequeno apartamento. Laura estava junto e perguntei se ela queria isso mesmo e ela disse que sim, que já estava na hora e que depois iam casar no cartório e na igreja. Só a aconselhei a não arranjar filho logo, pois a união talvez não poderia dar certo e seria ela a prejudicada. Dois meses depois Laura arrumou suas coisas e foi morar com Fábio, mas num momento que estávamos sozinhos ela disse: - Quero que vá me visitar sempre, passe no shopping para a gente conversar, mas quando surgir uma boa oportunidade durante o mês venho fazer amor com você, para que não me esqueça. E assim foi por pelo menos quatro meses, mas me conscientizei que isso não estava certo e só tinha um jeito para acabar com isso.


Conversei com Cristina se ela aceitava vir morar comigo e ela aceitou, mas precisava conversar também com os pais dela. Eles não exigiram o casamento imediato para que a filha fosse vir morar comigo, nos pediram que pelo menos que fizéssemos a cerimônia de união no cartório e em outra oportunidade depois na igreja, pois Cristina era filha única e desejava ver a filha casando na Igreja. Dentro de 45 dias já estávamos casados no cartório e morando juntos. Nunca mais eu e Lura transamos, ora no apartamento de Fábio e Laura, ora em minha casa com Cristina, todos demonstrando felicidade.


Mas antes de encerrar o conto vou contar um fato que foi motivo de vergonha, mas engraçado. Numa certo sábado, num descuido esquecemos de trancar a porta da sala, eu e Cristina no quarto transando gostoso em plena tarde com a porta aberta, quando entra Laura e não percebemos e ficou olhando e disse: - Gemendo gostoso hein cunhada, também com um pau desse tamanho guardado até o talo no rabinho e meu irmão pegando nos peitinhos, que bundinha gostosa você tem cunhada, podem terminar, vou esperar na sala. Logo chegaram os dois todos envergonhados, dando risada Laura ainda disse: - Conseguiram gozar?


PARA ENCERRAR gostaria de saber se algum leitor do Clímax já teve relacionamento com a irmã, ou a irmã que transou com o irmão e que se sentiram arrependidos do que fizeram.




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