Meu sogro aproveitou da situação

  • Temas: Sogro, nora, carência, marido descuidado, traição, prazer
  • Publicado em: 23/03/26
  • Leituras: 40307
  • Autoria: new_lorde
  • ver comentários
Private Muse

Meu nome é Karina, estou com trinta anos e casada há cinco. O relacionamento emocional com meu marido é dos melhores e o sexual, que eu até achava bom, começou a esfriar. Sozinha eu tentava entender o que aconteceu, não sou nenhuma referência de beleza, dessas tipo miss, que é bonita e gostosa em tudo, mas, devo confessar, tenho sim lá meus atributos físicos, o que mais gosto no meu corpo são os seios, fartos, empinados e firmes, fora a isso, tem o fato de ser fogosa. Sexo para mim é muito importante, estou sempre pronta, seja qual for a hora, dia ou lugar. No entanto, sexo em casa se tornou raro e passei a sentir falta.


Meu marido está com trinta e cinco anos, é médico e está sempre ocupado com seus pacientes, consultas ou urgências do pronto socorro, tenho ficado em segundo plano. Mesmo estando muito carente de afeto e sexo, confesso que me mantenho fiel a ele, muito embora não tenha faltado oportunidades para uma traição, cantadas não faltam. Para suprir essa lacuna, comprei uns brinquedinhos, dentre eles um belo consolo vibrador, cuja textura se assemelha muito a de um pau verdadeiro, é com ele que abrando meus desejos.


Um belo dia meu marido falou:

- Amor, quero te pedir uma coisa.

- Claro, o que quiser.

- Meu pai não está bem, passando por um momento de depressão e não gostaria de deixá-lo sozinho, importa-se dele vir passar uns tempos aqui em casa?

Meu sogro está com sessenta anos, me dou bem com ele, mas tê-lo dentro de casa ia tirar toda a minha liberdade, gosto de andar à vontade, com pouca roupa e isso seria impossível com ele morando conosco.


No entanto, era por uma boa causa, por isso concordei. Quatro dias depois meu sogro chegou em casa. Acomodamos ele no quarto de hóspedes e a rotina da casa continuou, exceto a minha liberdade, é claro. Eu já estava há vários dias sem sexo, chegava a sentir vertigens pela falta, o consolo já não estava me satisfazendo por completo, eu precisava de calor humano, queria beijar uma boca, sentir uma rola pulsando na minha boca e uma língua vibrando no meu grelinho. Um dia acordei tesuda demais, levantei cedo, vestindo uma camisolinha curta, transparente e por baixo uma calcinha fio dental. Fui para a cozinha preparar o café da manhã e disposta e tirar algum proveito do meu marido antes que fosse trabalhar.


Como sempre meu marido levantou dizendo que estava atrasado e começou a tomar seu café em pé mesmo. Decidida eu o abracei por trás, agarrei seu pau e falei:

- Deixa eu fazer o que você gosta e eu adoro.

Sempre gostei de sexo pela manhã, principalmente fazer uma gostosa gulosa e ganhar leitinho na boca, mas ele foi frio:

- Estou atrasado meu bem.

- Caramba Rogério, ninguém vai morrer, só meia horinha, deixa eu chupar seu pau.

- Não dá mesmo, tenho uma consulta marcada daqui a pouco.

Ele beijou meu rosto e saiu.


Não é preciso dizer como me senti, mais uma vez rejeitada, o que estaria acontecendo com meu marido, será que ele tem outra? Fiquei tão desnorteada que para não chorar eu fui para a lavanderia colocar a roupa para lavar, nem me importei como estava vestida, afinal meu sogro costuma levantar um pouco mais tarde. Puta da vida com meu marido, algumas lágrimas escorriam dos meus olhos, enquanto separava as roupas a serem lavadas. Estava tão envolvida no meu afazer, que nem me dei conta do horário e ouço atrás de mim:

- Bom dia Karina.


Para meu desespero era meu sogro, me senti nua vestida apenas com aquela camisolinha curta e transparente, não tinha tanta intimidade assim com meu sogro, mas tentei manter a calma:

- Bom dia Pedro – nunca fui de tratá-lo como senhor – dormiu bem?

- Dormi meu anjo, desde que vim para cá me sinto outro, mais disposto.

Estava calor e ele vestia apenas a calça curta do pijama, sem a camisa e, apesar da idade, fisicamente ele estava muito bem:

- Tem café quente na garrafa, quer que sirva?


Ele olhou meu corpo de cima a baixo, sorriu e falou:

- Pode deixar querida, eu mesmo me sirvo.

Embora um tanto constrangida pela roupa que eu usava, continuei nos meus afazeres. Tomando seu café ele falou:

- Você é uma mulher muito prendada Karina, sua casa está sempre limpa e em ordem, meus parabéns.

- Obrigado Pedro.

- Deixa eu te falar uma coisa – ele continuou – fico chateado em estar aqui e não fazer nada, rotina de uma casa é estressante, posso te ajudar nesses serviços.


Eu estava de costas para ele e não tinha como esconder, era evidente que ele tinha uma visão completa do meu corpo, eu falei que ele era visita e não precisava se preocupar com isso. Minha voz estava embargada, ainda pela raiva e choro que meu marido provocou. Sinto ele se aproximar de mim, toca no meu ombro e eu me viro. Ele nota meus olhos vermelhos e quis saber:

- Porque esses olhos vermelhos meu bem, andou chorando?

Eu gaguejei e respondi:

- Não é nada, apenas ando cansada, como você disse, trabalho de casa é estressante.


Ele me leva para a cozinha, me faz sentar e diz:

- Fica boazinha aqui, vou fazer um chá bem gostoso para você se acalmar.

O toque dele no meu corpo provocou um arrepio e senti os bicos dos meus seios enrijecerem, despontando debaixo do fino tecido da camisolinha e o meu sogro notou isso. Ele estava sendo muito atencioso e isso me confortou um pouco. Ele preparou o chá, serviu duas xícaras, sentou perto de mim e falou:

- Karina meu anjo, posso perguntar uma coisa?

- Claro Pedro, fique à vontade.

- Está tudo bem entre você e o meu filho?


Aquela pergunta me pegou desprevenida, engoli seco e achei melhor mentir:

- Está sim, tudo bem entre nós.

Mais uma vez ele olhou para meu corpo, minhas coxas que estavam à mostra, seu olhar era de desejo, isso me deixou perturbada e ele falou:

- Posso ser muitas coisas, mas uma com certeza não sou, bobo, esses olhos não são de cansaço, tenho certeza que meu filho não tem tratado você como merece, vamos lá, pode se abrir comigo.

Não sei porque, mas naquele momento eu senti a necessidade de desabafar:

- Na verdade não é o que fez e sim o que ele não faz.


Ele me olhou com ar de compaixão, segurou minha mão e foi certeiro:

- Se tem uma coisa que a idade nos dá é a experiência e pelo que vejo, o problema entre vocês está no relacionamento sexual, diga que estou errado.

Que bruxo esse meu sogro, pelo visto não adiantaria continuar mentindo para ele:

- Não está errado Pedro, mas é um assunto delicado, não sei se estou preparada para falar sobre isso.

Ele acariciou minhas mãos e foi gentil:

- Desculpa se invadi sua intimidade, mas eu só queria ajudar.


Mirei seus olhos e perguntei:

- Como poderia me ajudar?

- Sou bem mais vivido que você meu anjo, passei por fases ruins e aprendi algumas coisas que podem fazer voltar o tesão, posso ensinar você.

Puta que pariu, pensei comigo, que porra de atrevimento foi esse dele, eu fiquei furiosa:

- Acho que você passou dos limites Pedro, sou esposa do seu filho.

- Fica tranquila Karina, só estou tentando ajudar, mostrar algumas coisas de como você pode trazer de volta o interesse do meu filho.


Olhei para ele e meus olhos faiscavam, esse filho da puta estaria querendo me comer? Tentei tirar algo dele:

- Sinceramente não sei como poderia me ajudar.

- Com minha experiência querida, te mostrar coisas que aprendi e foram muito boas para acender o fogo da paixão.

Entendi bem o caminho que ele estava seguindo, mas me fiz de ignorante:

- Confesso que não sei como você poderia fazer isso.

- Simples minha cara, ensinar na prática tudo o que aprendi ao longo desses anos todos, esteja certa, meu filho vai ficar doido por você.


Engoli seco e fui seca com ele:

- Você deve ter perdido o juízo.

Levantei, saí da cozinha, fui para meu quarto e tranquei a porta. Deitei na cama e fiquei pensando em tudo o que meu sogro falou, que loucura, teria ele coragem de sacanear seu próprio filho? Evitei meu sogro o resto do dia. Um pensamento ficou me corroendo, eu deveria contar para o meu marido a conversa que tive com seu pai? Iria depender de como ele chegaria em casa e do seu comportamento comigo. No final da tarde eu fui tomar meu banho, passei meu melhor hidratante, vesti calcinha branca de renda transparente, short jeans curto com alguns rasgos e camiseta regata sem sutiã, como eu disse no início, meus seios são firmes e empinados.


Sentei na frente do espelho, escolhi e passei batom roxo, acho que ele instiga algo misterioso e era assim que eu gostaria de parecer para o meu marido. Caprichei na maquiagem dos olhos, no mesmo tom, deixando mais suave perto do nariz e carregada do outro lado. Abusei do delineador e fiz o estilo gatinho, que me deixou com um olhar sensual. Por fim passei meu perfume preferido, pronto, eu estava preparada para seduzir meu marido e dar uma reviravolta no meu casamento. Já estava próximo da hora dele chegar quando ouço meu celular tocar, eu tinha esquecido ele na sala, corri para atender, era meu marido.


Atendi com o coração batendo mais forte e nem me preocupei com meu sogro que assistia TV sentado no sofá. Sem muitas explicações, meu marido diz que precisava virar a noite em plantão, que era para eu não me preocupar. Mesmo contrariada eu falei para ele fazer o seu melhor, mas senti um grande aperto no meu peito, toda a minha produção estava perdida. Encostei na parede e fiquei muda, totalmente prostrada, com o olhar perdido e o desencanto mais uma vez alimentando a minha solidão, um misto de raiva e desespero tomou conta de mim.


Estava pensando em entrar debaixo do chuveiro e tomar outro banho, me lavar externa e internamente quando ouço meu sogro perguntar:

- Tudo bem Karina?

- Tudo sim, não precisa se preocupar.

- Seu rosto não está dizendo isso.

Sem poder controlar, lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto. Ele se levanta, chega perto de mim e me abraça:

- Desabafa minha querida, conta para mim o que aconteceu.


Entre soluços eu falei:

- Seu filho, mais uma vez me deixou triste.

- Que traste esse meu filho, estou vendo você assim toda linda, com certeza se preparou para ele, não foi?

- Foi sim, estava disposta a dar uma reviravolta nas nossas vidas.

- Não consigo entender como ele não cuida de uma mulher tão linda como você.

- Acredite em mim sogro, sempre foi assim, não sei como me acostumei a isso.

Ele me abraçou mais forte e senti meu corpo tremer ao seu contato, ele percebeu e falou:

- Se ele te visse hoje com certeza mudaria seu jeito, você está muito sexy, qualquer homem te desejaria.


Como é bom ouvir elogios e isso me deixou mais tranquila. Senti um alívio no peito e agradeci a gentileza dele. Ele beija minha testa, paternalmente e diz:

- Nunca fiz uma mulher infeliz por deixá-la sem sexo.

Ele me puxou para mais junto ainda do seu corpo e pude sentir seu pau duro contra a minha coxa. Esse contato masculino mexeu com meus hormônios, eu estava carente e qualquer faísca acenderia meu estopim, senti que eu estava me entregando ao galanteio do meu sogro, estaria eu louca? Louca com certeza não, mas carente sim.


O abraço do meu sogro provocou meus instintos, os bicos dos meus seios estavam duros e para meu espanto, senti um calor enorme na minha buceta. Os braços do meu sogro envolviam meu corpo de tal forma, que suas mãos tocavam a base dos meus seios. Não fiz nada para impedir isso e quando ele percebeu a minha conivência, passou a deslizar seus dedos nas laterais dos seios, eu tremi e um suspiro saiu involuntário. Me aninhei em seus braços, ele beijou meu rosto, em seguida meu pescoço e eu arrepiei. Ele lambe e mordisca a pontinha da minha orelha e sussurra:

- Com certeza está sedenta de sexo.


Isso fez com que qualquer intenção minha de resistir aos desejos da carne, fosse jogada por terra e admiti:

- Faz muito tempo que seu filho não me come.

Ele une sua boca na minha e nos beijamos. Meu corpo ansiava por carinhos, minha alma judiada necessitava de cuidados e me entreguei:

- Só te peço uma coisa Pedro, nada do que acontecer hoje poderá ser dito a quem quer que seja, concorda comigo?

- Será um segredo que levarei eternamente comigo.


Nada mais havia a ser dito, apenas consumar o inevitável, eu seria mulher do meu sogro. Nossas bocas se uniram, nossas línguas passaram a misturar nossas salivas, as mãos do meu sogro corriam pelo meu corpo, acariciando meus seios, apertando minhas coxas e a bunda. De imediato eu senti minha buceta melar, comecei a ficar fora de mim, nada mais importava a não ser gozar. Levei uma das mãos para o meio das suas pernas e senti seu pau duro, bem diferente do seu filho, parecia ser maior e mais grosso, fiquei curiosa:

- Meu Deus sogro, nada parecido com o do seu filho.

- Tira ele para fora e veja.


Fiquei de joelhos na frente do meu sogro e comecei a baixar a bermuda que ele vestia, junto fui puxando a cueca e logo seu pau salta duro, empinado, nem parecia ser de um homem com sessenta anos. Grande, grosso, cheio de veias, bem que meu marido poderia ter puxado ao pai, que pena. Olhando para o meu sogro eu segurei seu pau que pulsava nas minhas mãos e o mel já escorria pela pontinha, não resisti e lambi. Punhetei lentamente ao mesmo tempo em que dava umas lambidinhas e meu sogro gemeu:

- Que delícia Karina, faz tempo que eu também não desfruto desse prazer, gosta de fazer o boquete?

Ergui meus olhos em direção a ele e falei:

- Adoro ter uma rola dura na minha boca.

- Então chupa gostoso a minha pica.


Ainda um pouco dividida entre o certo e o errado, eu optei pelo errado e meti a boca naquela tora que estava ali, à minha disposição e eu precisando. Meu sogro gemia e eu engolia o máximo que conseguia daquele pau, fazendo com que ele tocasse na minha garganta, o do meu marido eu consigo engolir todo. Meu tesão era tanto que não sentia o menor pudor em estar ali, naquela situação bizarra, chupando o cacete do meu sogro, mas foda-se, agora vou até o fim. Chupei, lambi, suguei a cabeça, lambi as bolas do saco, tudo o que eu tinha direito e vontade. Literalmente eu babei no pau do meu sogro, a saliva escorria até o saco dele e chegava a pingar no chão.


Quando ele tenta me levar para o sofá eu digo:

- Lá na minha cama.

Já que era para fazer o errado, que fosse por completo, iria pela primeira vez fazer o meu marido de corno e tinha que ser na cama dele. Eu ainda estava vestida quando chegamos ao quarto, ele me abraçou, beijou minha boca, apertou minha bunda, meus seios e falou:

- Caralho, como você é gostosa, deixa qualquer um louco.

Eu mesma baixei o zíper do short e o tirei, puxei a calcinha para o lado e falei:

- Sinta como minha buceta está melada.


Ele desliza um dedo, enfia bem gostoso e de lá ele sai melado. Leva esse dedo na minha boca e diz:

- Sinta o gosto de uma puta.

Nossa, ao ser tratada assim meu tesão duplicou, era uma das coisas que sentia falta no meu casamento, falar muita putaria na hora do sexo, acho que encontrei isso no meu sogro. Lambi o dedo, aliás coisa que eu estava acostumada a fazer e saboreei o meu próprio mel. Levei um dedo meu na buceta e fiz o mesmo com ele dizendo:

- Agora sinta o gosto do mel no dedo da sua vadia.


Tirei minha camiseta quase que arrancado ela, deitei de costas na cama, abri as pernas e sem pudor algum eu pedi:

- Agora me fode, enfia essa tora na minha buceta, me faça gozar com ela, estou precisando.

Ele monta sobre meu corpo, com uma das mãos guia o pau e começa a me penetrar, que delícia, comecei a me sentir completamente preenchida, seu pau estava me dilatando toda e eu adorando. Cruzei minhas pernas em volta do corpo dele e implorei:

- Mete forte e fundo, faz sua norinha safada gozar.


Ele fez, moveu seu quadril de forma cadenciada e contínua, socando forte e bem fundo, não foi preciso muito mais para eu dizer:

- Vou gozar Pedro, vou gozar, não para, não para, mais depressa.

- Goza putinha, eu sabia que estava precisando de um macho de verdade.

Ele acelerou os movimentos e eu explodi num gozo fantástico, nunca antes sentido com meu marido. Abracei forte meu sogro e ficamos nos beijando, com ele todo dentro de mim.


O pau do meu sogro foi amolecendo e saindo do meu interior. Ele acariciou meu rosto e quis saber:

- Satisfeita?

Eu sorri e fui sincera:

- Com a vontade que estou, foi um bom começo.

Meu sogro se mostrou um excelente amante, segurou seu gozo até que eu não tivesse mais forças para nada. Me comeu de quatro metendo o dedo no meu cu, coisa que eu adoro. Depois de ter gozado assim ele perguntou:

- Gosta de dar a bunda?


Eu sorri, olhei para o pau dele e falei brincando:

- Para um cara normal sim, mas você é anormal.

Agora foi ele quem riu e disse:

- A mãe do Rogério dizia a mesma coisa, mas com o tempo ela foi aprendendo a liberar o brioco e depois fazia questão que eu comesse seu rabo.

Dei um tapa no seu braço e falei:

- Isso é uma indireta querendo dizer que vai continuar me comendo?

- Eu gostaria, claro se você quiser também.


Não respondi nada, apenas me posicionei entre as suas pernas, segurei seu cacete e falei:

- Vamos pensar nisso em outra hora, agora me dá o que gosto.

Caprichei na gulosa e fiz meu sogro gozar na minha boca, quando chegou eu apertei meus lábios em torno da pica e não desperdicei uma gota sequer, engoli tudo. Saciados eu pedi para meu sogro ir para o quarto dele, já era tarde e meu marido poderia chegar a qualquer momento. Peguei no sono e só acordei na manhã seguinte, com meu marido ao meu lado.


Levantei e fui preparar o café, meu sogro já estava de pé e sorrateiramente eu dei um beijinho nele. Quando meu marido chegou a mesa estava posta e sentamos os três para tomar café, quando meu marido perguntou ao pai:

- E aí pai, está melhor, acha que já está em condições de voltar para sua casa?

- Estou bem melhor sim filho, graças ao carinho de vocês, principalmente os cuidados da Karina.

Eu intervi:

- Nem pensar em ir embora Pedro, justamente por se sentir melhor é que não podemos correr o risco de uma recaída, na minha opinião você deve permanecer aqui em casa.


- Nossa amor – disse meu marido – estava justamente pensando em você, aliviar um pouco sua carga de trabalho.

Olhei para o meu sogro, dei uma piscadinha sutil e falei:

- Rogério, ele é seu pai, gosto dele como se fosse meu pai também, qualquer suor a mais que ele venha me causar, eu terei o maior prazer, além do que, você não sabe, mas ele tem me ajudado em algumas tarefas.

- Que maravilha, fico muito feliz que você esteja se dando bem com meu pai.

Eu sorri e fui ferina:

- Estou me doando a ele com muito prazer, aliás, ontem falávamos da sua mãe, ela fazia coisas que ele adorava e prometi que farei o mesmo, por isso ele precisa ficar aqui em casa.


Meu marido terminou de tomar o café e falou:

- O que minha mãe fazia...

Nisso toca o celular do meu marido, ele troca algumas palavras, desliga e diz:

- Emergência no hospital, preciso ir.

Se despede e sai rapidamente. Era evidente que, ao ser interrompido pelo celular, ele iria querer saber o que a mãe fazia para o marido, santo celular que tocou bem na hora, eu não tinha pensado em algo para dizer.


Foi assim que meu sogro passou a morar conosco e isso já faz dois anos. Praticamente todos os dias ele me come e nos plantões de vinte e quatro horas do meu marido ele dorme na minha cama. Estou feliz, saciada nos meus desejos sexuais e como prometido, dei o rabicó, não vou negar, no começo foi dolorido, mas hoje eu sinto muito prazer em sentar na vara do meu sogro.


Comentários: