A garota de cabelos rosa claro
- Temas: Amiga, gostosa, sexo, vibrador, calcinha, sexo oral
- Publicado em: 22/03/26
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- Autoria: Brafra
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No bairro aonde eu moro, há uma escola de informática em que faço o curso de Inteligência Artificial com a minha amiga Charli, uma linda mulher de vinte anos com cabelos castanhos claros pintados nas pontas de rosa claro, olhos azuis de olhar sedutor, nariz delicado, boca carnuda com sorriso travesso, pele clara, seios pequenos e durinhos, cintura fina, quadris largos, nádegas redondas e empinadas, coxas grossas, pernas torneadas, pés pequenos – maravilhosa, delicada e gostosa.
Eu frequento a sua casa desde o ensino médio e sempre fomos bons amigos, embora eu tenha uma tentação imensa de ter relações sexuais com essa gostosona desejada no bairro e por onde ela anda. Combinamos estudar, para uma prova de IA, no sábado, de manhã, porque a sua família passaria o final de semana em uma chácara de amigos, ela ficaria sozinha e haveria silêncio para nos concentrarmos nos assuntos.
Dois cachorros grandes e ferozes ficam soltos na frente do quintal, porém eles já me conheciam e nem latiram quando eu entrei pelo portão pequeno que estava aberto. Eu bati na porta e Charli não apareceu; eu girei a maçaneta e a porta da sala de estar abriu - provavelmente, na pressa, os seus familiares esqueceram de trancar na chave. Eu caminhei pela casa, chamando a minha amiga até ela aparecer com uma toalha enrolada em seu corpo delicioso, meio sem jeito, o rosto um pouco pálido como alguém que fora pego fazendo algo escondido.
Eu estava com a minha mochila e levei vários livros para estudarmos; quando Charli foi pegar os livros para levar à sala de estudo, a toalha caiu e revelou a sua lingerie vermelha de renda com a calcinha manchada pelo seu mel. Ela se assustou, mas não pegou a toalha no chão ficando imóvel na minha frente; eu tive uma ereção na hora, pois era um momento que eu tinha sonhado várias vezes – ela notou o meu pênis duro. Nos abraçamos ternamente e nos beijamos com voracidade; ela me contou que não percebera a minha chegada porque estava no banheiro da suíte dos seus pais usando o vibrador da mãe na sua vagina por cima da calcinha e teve um orgasmo maravilhoso.
A minha mão direita desceu até a sua xana molhada, eu toquei o clitóris endurecido, ela suspirou de tesão; eu masturbei delicadamente a minha amiga gostosa que gemia de prazer e ensopava ainda mais a sua calcinha. Nós fomos para a suíte do casal, eu tirei a minha roupa, ela se deitou na grande cama e me puxou para cima dela sem tirar a lingerie. Eu beijei o seu lindo rosto inteiro, passei a língua nas orelhas, lambi o pescoço macio e perfumado, cheirei os ombros; beijei, lambi e chupei os mamilos durinhos sem tirar o sutiã, desci à barriga macia, às virilhas, rocei o rosto na vagina cheirando a êxtase, beijei, lambi e chupei o mel sem baixar a calcinha que estava encharcada de prazer.
Eu afastei a calcinha para o lado deixando à mostra uma buceta depilada, rosada, deliciosa e melada. A palma da minha mão girava e comprimia o clitóris enquanto meu dedo médio procurava o ponto G; Charli gemia, apertava os seios, abria bem as pernas que estavam trêmulas; ela esguichava em minha mão, o seu mel escorria para a toalha de banho que colocara debaixo de si. A minha língua lambia a xana apertada de cima a baixo, abri os lábios vaginais com as mãos e passei a língua mais no interior da sensível xoxota que pulsava de tesão.
Eu me deitei sobre a Charli, beijando e levando o seu mel à sua boca. Eu estava muito excitado, quase gozando; ela me abraçou e acariciou os meus cabelos e a minha costa. Eu esfregava o meu pênis duro e melado em sua vagina tufada apertando o seu grelo e levando ela a um intenso clímax. Eu empurrava o cacete na buceta sem tirar a calcinha; depois eu coloquei o pênis sobre a vagina, por baixo da calcinha, sem penetrar a sua gruta úmida, apenas colocando a glande na entrada e tirando. Charli gemia, gritava, puxava os meus cabelos, arranhava a minha costa, jogava os quadris para frente e pedia para eu comer a sua xana suculenta.
O meu pênis pulsava sobre a sua vagina, eu tirei debaixo da calcinha e passei a esfregar a xana por cima do tecido - isso também levava Charli a uma grande excitação. Eu sentia o gozo da fogosa gata em meu pau duro que estava pingando; eu comecei a ter um orgasmo intenso ejaculando e deixando muito esperma na calcinha vermelha. Ela passou os dedos e levou o esperma à boca carnuda e me deu um beijo misturando nossos sêmens em nossas línguas e lábios. Eu fiquei deitado sobre ela que fazia carinho no meu rosto, me sorria sedutora e me olhava com os olhos brilhando de satisfação.
Nós fomos tomar uma ducha e depois ficamos esparramados na cama por um bom tempo; eu deitei embaixo da Charli que encostou a cabeça no meu tórax, o seu olhar e sorriso pediam mais amor. Ela acariciava o meu rosto, colocava os dedos na minha boca para eu lamber e chupar; eu beijei a sua testa e passava a mão direita nos cabelos sedosos e cheirosos enquanto a mão esquerda alisava a costa macia. Com as duas mãos eu tirei o sutiã vermelho, ela levou o busto delicioso ao meu rosto para eu beijar, lamber, chupar, morder e devorar os seus mamilos durinhos em seios saborosos e arrepiados.
Ela movimentava o busto no meu rosto alternando os seios claros em minha boca; eu apertava e dava palmadas em seu bumbum grande e firme, passando a mão no meio das nádegas maravilhosas. Eu coloquei a minha mão direita por baixo da Charli e fui até a sua xoxota molhada; eu introduzi dois dedos na vagina e masturbei a minha amiga insaciável que se remexia em cima de mim tendo muito prazer nos seios e na grutinha que escorria mel. Ela subiu o corpo levando a vagina ao meu rosto que ficou melado pelo seu liquido do amor; eu abri novamente a sua xana, chupei o clitóris e meti a língua até ela esguichar em minha boca.
Charli girou o corpo curvilíneo colocando a vagina e o ânus no meu rosto, eu lambi o seu traseiro quente e delicioso; ela começou a me masturbar com as mãos deixando o meu pênis ereto novamente – a sua língua rodeou a glande melada, o seu rosto roçou o pau duro, a boca engoliu totalmente o pau esfolado. A loirona saiu de cima de mim, pegou o vibrador, deitou de costas na cama e começou a se masturbar com ele; eu mergulhei em sua xana tufada, enfiei dedos e chupei a bucetinha ouvindo o zumbido do aparelho – Charli gemeu, suspirou, arfou de prazer.
Ela se levantou e me sentou na beira da cama cuja peseira estava na direção de um grande espelho na parede. Charli me beijou na boca, sentou em meu pau que sumiu em sua xana; ela fazia um lento movimento de vai e vem, eu sentia a vagina pulsar em meu pênis melado. Ela sorriu em êxtase, virou de costa para mim, cavalgou novamente na minha vara tesa passando o vibrador em seu clitóris – Charli desceu o corpo apetitoso até o meu cacete desaparecer na xana, ela se remexeu em cima de mim e nós nos vimos no espelho. Eu lambi a sua costa, segurei os seios de tetas durinhas e chegamos a um alucinante orgasmo juntos com ela chorando de alegria, prazer, paixão no meu cacete.
Adormecemos e acordamos para preparar o almoço e estudarmos, pois a IA estava esperando por nós em nosso amor real.
