Escolhe um esmalte pra eu passar nos pés?
- Temas: podolatria, dominação, anal, palmadas, trio, oral, penetração, masturbação, beijos, ejaculação
- Publicado em: 14/03/26
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- Autoria: ana_cash
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Fiz as unhas dos pés hoje.
Virou quase um ritual sagrado, de 15 em 15 dias, fazer os pés. Ficar com eles macios, o esmalte brilhando, as unhas quadradinhas e colocar aquele anelzinho de sonsa em um dos dedos, com um pequeno brilhante para chamar atenção.
Adorei a cor que você escolheu. Geralmente você gosta de um esmalte clarinho, sempre elogia quando passo, mas hoje, quando pedi pra você escolher, você pediu para usar um vermelho. Já sei que deve estar pegando fogo.
Mal sabe a manicure as mensagens que você estava mandando pra mim enquanto ela fazia meu pé, dizendo que queria me comer junto com a minha professora de yoga. Descrevendo a cena com detalhes, ela por cima de mim, com a buceta na minha boca enquanto você me chupava. E ainda disse que gostava de fazer eu me contorcer de tesão na frente dos outros. Como pode ser tão safado.
Enquanto eu ouvia ela contar da sobrinha do interior que entrou na faculdade, eu respondia sua mensagem, dizendo que queria a professora de yoga montada em mim, beijando a minha boca e você se revezando entre nós duas, enfiando a pica em uma e depois na outra, chupando uma, enquanto enfiava o dedo no cu da outra. E a manicure tagarelando.
Mas, quando eu faço as unhas dos pés, só consigo mesmo imaginar uma cena e é sempre ela: você chupando meus dedos, mordendo de leve meus pés, enquanto coloca em mim devagar, olhando nos meus olhos. Apoia meus pés nos ombros e beija minhas pernas, me causando tantas sensações ao mesmo tempo e confundindo meus sentidos. Lentinho, sem pressa, assistindo eu me contorcer. Eu sinto seu pau me preenchendo, duro, quente. E ele vai ficando cada vez mais melado porque o tesão começa a escorrer de dentro de mim.
Meu pé fica lindo na sua boca. É uma cena deliciosa de assistir. Então você passa minhas pernas para um lado, estica a de baixo enquanto mantém a de cima dobrada. Eu tento me virar de bruço, mas você não deixa. Me segura pelo pescoço com o tronco em lateral para eu poder olhar pra você e então começa a meter com força e pressa em mim. Eu agarro seu braço com uma das mãos enquanto a outra procura o lençol para apertar. Vou a loucura quando você faz isso comigo, me domina e me guia para fazer sua vontade.
Eu já sei que você não vai ficar muito tempo nessa posição porque assim não dá pra você me provocar acariciando meu cuzinho e sem isso pra você não tem graça. Me coloca de quatro, chupa meu cu, minha buceta e volta a socar em mim. Pega minha mão e coloca na minha bunda, posicionando meu dedo-do-meio na entrada do meu anelzinho. Cospe nele e começa a pressionar meu dedo até entrar a ponta. Então você pára e fica apenas assistindo eu enfiar o dedo no meu cu enquanto você me come. Minha cabeça apoiada no colchão, minha boca mordendo o lençol para abafar o gemido, o som do seu quadril estalando na minha bunda e eu te provocando enfiando o dedo no meu cu. Foi ideia sua. Dessa sua mente pervertida.
Quem vê não pensa que daqui a pouco tá me dando beijinho na testa e fazendo todas as minhas vontades. Me mimando de todas as formas que você consegue.
Mas agora, não. Pra descontar o tesão que não tem mais por onde sair, você dá um tapa na minha bunda e, quando vê ficar vermelha, se empolga e dá outro. Eu não consigo segurar e solto um gritinho gemido. Você puxa meu cabelo, me coloca de quatro de novo, eu volto a apoiar as duas mãos no colchão, e você diz no meu ouvido “tava me provocando, então vai tomar quietinha, sua cadelinha”.
Eu não sabia que eu gostava de ser chamada de cadelinha. Aprendi com você. Você soca ainda com mais força e ainda mais rápido e nossos corpos fazem ainda mais barulho. Eu sinto muito, eu não consigo fazer isso em silêncio. É impossível não gritar de prazer quando você me come assim. Então você me deita de frente, abre minhas pernas, se deita sobre mim e beija minha boca pra abafar meu gemido. Mete em mim como se eu fosse uma puta e me beija como se eu fosse o amor da sua vida.
Quando você se ergue, eu consigo massagear meu clitoris e gozo tão forte com o seu pau dentro de mim que fico até surda por alguns segundos. Parece que meu corpo reinicia, perdendo os sentidos brevemente. Quando recobro a consciência, você está na minha frente, batendo uma punheta e gozando nos meus pés. Eles ficam ainda mais bonitos com a sua porra branca contrastando com o esmalte vermelho.
