No cinema com meu primo de Brasília

  • Temas: Homossexualismo, amizade, gays, masturbação
  • Publicado em: 13/03/26
  • Leituras: 6212
  • Autoria: escorpiaogay
  • ver comentários
Private Muse

Eu era um rapaz magro, meio desajeitado, como diziam, e com um pênis pouco desenvolvido, mas uma bunda redondinha, bem proporcional. Minha bundinha sempre provocou olhares cúpidos de meus colegas, como eu já por diversas vezes havia notado, embora não o demonstrasse. Carlos, meu primo recém-chegado de Brasília, onde o pai era alto funcionário, viera estudar no Rio de Janeiro. Carlinhos, como carinhosamente eu o chamava, era cerca de dois anos mais velho do que eu. Era um rapaz forte, estatura mediana, mas muito tímido - eu assim achava, porque eu nunca conhecera uma namorada dele - se comparado aos meus atrevidos colegas do colégio. Algumas vezes, quando sentávamos no chão para ouvir música, Carlos permanecia com as pernas meio que entreabertas, sem querer, mas eu, cá do meu canto, podia ver seu pau em repouso, aparecendo entre as dobras do "short". Mas não sei se ele fazia aquilo de propósito. Ou não... Além disso, outras vezes, quando eu ia pregar um cartaz na parede do meu quarto, Carlos se aproximava por detrás, querendo me ajudar, e encostava o seu membro, meio que intumescido (eu sentia o volume...) na minha bunda. Tudo muito delicadamente, muito por acaso, acredito. Eu dava minhas espiadelas de canto de olho, e deixava ele se encostar um pouco, para depois recuar, sem dizer mais nada.


Certo dia, Carlos convidou-me para ir ver um filme num cinema na Tijuca, pois onde morávamos, num subúrbio do Rio, não havia nem cinema, nem tampouco barzinhos. Achei o convite um tanto ou quanto incomum, pois raras vezes havíamos ido juntos ao cinema, e mesmo assim com amigos comuns. Ah, se eu soubesse o que me esperava!


Aceitei o convite - era um domingo, sessão das quatro - pegamos um ônibus e lá fomos nós, falando amenidades, coisas da família, da escola, nada de muito importante. Se eu não me engano, chegamos um pouco atrasados, a sessão já havia começado. Sentamo-nos mais para o fim da sala de projeção, na verdade, na última fileira, em duas poltronas, em que não havia ninguém por perto, pois o cinema não estava muito cheio, havia muitos lugares vazios.


Decorridos uns quinze minutos, resolvi testar meu primo. Sem quê nem porquê, passei o braço por sobre o espaldar da sua poltrona, encostando ligeiramente a mão em seu ombro direito. Carlos não achou nada demais, e continuamos a prestar atenção à fita, que era sobre um bando de adolescentes perdidos numa floresta, com uns caras bem apessoados e garotas gostosas, tipo líderes de torcida americanas, personagens típicas desses filmes feitos para o público jovem. Enquanto o filme prosseguia, peguei uma das mãos de Carlos, como se fôssemos dois namorados. Ficamos de mãos dadas, cerca de cinco minutos. Até aí, nada demais. Mas, a sensação de estar de mãos dadas com meu primo, no escurinho do cinema, começou a me dar um certo tesão. Deixei de segurar-lhe a mão esquerda, e conduzi sua mão direita, delicada e lentamente, por baixo de minha camisa, na direção de meu peito esquerdo, muito "sem querer, querendo". Carlos estranhou, esboçou no rosto uma espécie de desconfiança e medo, mas, como a sensação era muito prazerosa para ambos, deixou sua mão repousar sobre meu peito. Eu não ousava fazer nenhum movimento. Carlos continuava olhando fixamente para a tela, como se nada estivesse acontecendo. Acomodei-me um pouco melhor na poltrona e, como se fosse por acaso, levei sua mão em direção à minha barriga. Ele, para minha alegria e surpresa, começou lentamente a acariciá-la, e eu senti meus pelinhos se eriçarem. Eu fui invadido por uma gostosa sensação, e meus bicos dos peitos (os dois, é claro!) intumesceram. Nenhum de nós dizia nada, fingíamos que estávamos prestando muita atenção ao que se passava na tela, no entanto... O que iria acontecer era muito melhor do que qualquer filme pornô gay!


Notando seu silêncio - quem cala consente, não dizem? – fiz com que Carlos (já falei que eu o achava tímido?) avançasse mais um pouco e começasse a massagear o bico do meu peito, rodeando o mamilo com leveza para lá e para cá. (Quando penso nisso, começo a sentir vontade tocar-me lá embaixo.) Eu já começava a me sentir molhando minha cueca slip. E notei também que a bermuda de Carlos estava “armada”! Fiz um leve movimento com o corpo, fingindo que estava me ajeitando melhor na poltrona, para disfarçar. Me aproveitando daquele momento, pressionei a mão de Carlos sobre minha bermuda, fazendo-o tocar em meu pau, agora sem nenhuma sutileza. Dei um suspiro, foi inevitável.


Notando seu constrangimento mal disfarçado, guiei minha mão esquerda para cima de sua calça, próxima de seu membro, que - pude sentir com um misto de satisfação e surpresa - estava duro. Fiz escorregar minha mão por sobre o seu pau, por cima da calça, e eu pude avaliar que ele era pouco comprido, mas grosso. Nessa altura dos acontecimentos, eu já estava todo molhadinho, e sentia o membro do meu primo pulsar entre meus dedos. Ele tentou tirar minha mão de seu pau, mas não permiti, e comecei, mesmo contra a vontade dele, a mover minha mão em movimentos lentos de vaivém, como se tocasse uma punheta. Mas, eu estava, de fato, tocando uma punheta nele! E eu estava gostando, e muito!


Carlos não fazia qualquer movimento que não fosse conduzido por mim. Eu não estava entendendo a recusa de Carlos em ser acariciado por mim, mas... A princípio, notei nele um certo nervosismo, que continuava. Então, não vacilei em enfiar a mão dele por debaixo da minha camisa e o obriguei a acariciar meus mamilos (não sei se já falei, mas tenho os peitos meio salientes, parecem peitinhos de menina impúbere...). Ele apertava meus peitos com a mão esquerda, espremia-os, parecia que queria me machucar, enquanto eu desabotoava a braguilha da bermuda e enfiava minha mão debaixo de sua cueca. Notei que, quando segurei seu pau, ele já estava meio melado, e pus-me a percorrê-lo com movimentos seguidos de vaivém, da raiz até a glande, intumescida, palpitante, podia sentir que, apesar de tudo, ele estava quase a ponto de gozar!


Então, o inevitável aconteceu. Não podíamos fingir mais que nada estava acontecendo. Carlos deixou-me batendo uma punheta nele - é claro que eu não retirei a mão! - e falei baixinho no seu ouvido, mas de modo autoritário, que não admitia recusa, para ele enfiar sua mão livre na minha cueca, debaixo da minha bunda, e fui me mexendo de tal forma que minha coxa foi forçando sua mão para a entrada da minha olhota, que, a esta altura, eu já estava bem abertinha, e se bem me conheço, piscando!


Não é necessário dizer que, já há muito tempo, eu não era virgem de cu! Pois bem, embora Carlos, ao que parece, não estivesse disposto (notei um ricto de nojo em sua cara, apesar da pouca luz que se irradiava do filme na tela), mesmo assim, começou a introduzir o dedo indicador na entrada da minha olhota, sem enfiá-lo muito fundo, pois senão ele me desvirginaria de novo ali mesmo. Em seguida, fiz com que ele enfiasse também o dedo médio, o que ele fez, mas sempre cuidadosamente, e começasse a massagear o meu pequeno buraco...


Eu já estava com a pica completamente úmida, e fiz, involuntariamente, um movimento para a frente, a fim de que ele penetrasse mais os dedos. Que delícia, mal posso me lembrar, quando, um ou dois minutos depois dessa massagem, gozei duas ou três vezes (deviam ser os tais orgasmos múltiplos, que as mulheres dizem que têm), como nunca antes havia gozado quando me masturbava, com os dedos enfiados no cu, no banheiro!


Meu primo brasiliense, com o pau ainda para fora da bermuda, e com minha mão a acariciá-lo, embora fazendo uma cara de repulsa, viria a gozar abundantemente poucos segundos depois. Senti aquela porra viscosa escorrer pelos meus dedos, e molhar o tapete do cinema...


Alguns minutos depois, já saciado, e sem dizer uma palavra, eu o beijei de língua, ternamente, como que para agradecer o presente que ele, embora contra a sua vontade, me havia proporcionado. Mas eu estava delirante, com vontade de dar-me ali mesmo para ele, dar-lhe tudo, perder-me com ele!


Finalmente, saímos do cinema, coincidentemente com o final do filme (ao qual nós não prestáramos a mínima atenção), junto com os outros espectadores, como se nada tivesse acontecido.


Não trocamos palavra até chegarmos próximos de casa. No caminho, perguntei se ele havia gostado, e, para minha surpresa, Carlos confessou que havia detestado me bolinar, que sentia nojo de enfiar dedos no cu dos outros, e - bastante envergonhado e quase me segredando - confessou que sim, era gay, mas que gostava mesmo era de enfiar a pica num cu, e admirava bunda de homem, tinha horror às meninas da sua escola, e que já havia tido algumas experiências com seus colegas! Enfim, agora eu entendia tudo! Abracei meu primo e lhe disse que eu aceitava numa “boa” o fato de ele ser viado, e que eu também era e, claro, não revelaria para ninguém nosso “segredo”! Mas, cá entre nós, custou-me acreditar que meu priminho...


Carlos ficou agradecido e comovido. Ao chegarmos em casa, cada um foi fazer alguma coisa em seu respectivo quarto. Ninguém soube de nada, é claro.


Em outras ocasiões, voltaríamos a fazer novas sacanagens, agora já sabendo dos nossos gostos comuns de viadinhos. Mas isso eu contarei nos próximos relatos.









Comentários: