No Limite Do Desejo

  • Temas: oral, triângulo, trabalho, tentação, traição, sedução
  • Publicado em: 12/03/26
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  • Autoria: ardens
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Private Muse

Vesti a camisinha no meu pau, me ajeitei em cima dela. Então ela me olhou nos olhos e soltou:


— Essa vai ser a única buceta que tu vai comer na vida!


Talvez tomado pelo tesão, eu concordei e fui enfiando a cabecinha. Era a nossa primeira vez, tanto minha quanto dela, então demorou um pouco pra entrar tudo. Precisei acalmar ela que se assustou com o tamanho da minha rola. Mas consegui meter e foi bem gostoso. Gozei rápido, é claro. Porém foi muito bom. Dali em diante seguíamos transando. Sempre em algum motel ou na minha casa porque na casa dela era complicado. Pais conservadores que eu não consegui burlar. Depois de algumas transas, Sabrina seguia afirmando que eu não comeria ninguém além dela. Afinal, nós dividimos o primeiro beijo, primeiro amasso e perdemos a virgindade juntos. Nos casamos pouco tempo depois de terminar o ensino médio.


Me chamo Rafael, tenho 23 anos e sou casado com Sabrina — Minha primeira e única namorada desde o primeiro ano do ensino médio. Me apaixonei pela morena mais inteligente da sala. Seu cabelo preto, magrinha com seios fartos e simpatia me conquistaram. Também chamo atenção, modéstia à parte. Sou loiro dos olhos azuis, alto e sempre me cuidei. Treino desde a adolescência e zelo muito pela minha aparência.


Entretanto, nem tudo são flores não é mesmo? Casei cedo e tive que logo arrumar um trabalho porque meu sogro não ia deixar a filha na mão de um desempregado. Arrumei um trabalho em uma loja do shopping aqui no centro da cidade. Trabalho na loja até hoje, mas agora como supervisor. Sou o braço direito do gerente, Seu Ademir. Quem já trabalhou em shopping sabe a loucura como é, pois, finais de semana há movimento intenso e como a loja que trabalho vende de tudo um pouco, a procura dos clientes aumenta bastante. Dia de semana até é mais tranquilo. Outro ponto também é o fluxo de funcionários. Nesses cinco anos que trabalho ali, eu já vi muitas pessoas passarem pela empresa. Conheci muita gente mesmo. Sendo supervisor, tenho contato com todos. Pego das 13h e vou até as 23h. Diariamente. Sabrina não gosta muito disso. Ela aceitou no começo mas hoje não mais. Inclusive as nossas brigas estão cada vez mais constantes. Seja por bobeira ou algo mais sério. Tem sido uma crise e tanto.


A loja virou o meu refúgio das brigas. As vezes chego mais cedo e saio mais tarde pra adiar chegar em casa. Apesar disso eu não penso em me separar porque amo muito aquela morena. Ela também deixa claro que não pensa em separação de forma alguma.


Costumo dizer que o shopping é a vitrine da cidade. E como trabalho no único shopping que temos aqui, o pessoal se arruma bastante pra ser visto. Apesar da crise, eu lido bem com o autocontrole. Não é fácil ver mulheres lindas e gostosas passando por mim todos os dias. Também não vou negar que dou uma olhadinha, né? Olho sim, mas não chego em ninguém. Muito menos dou liberdade para as cantadas que recebo — e são consideráveis.


Uma nova semana iniciou e eu fui pra loja de ônibus, como fazia sempre. Cheguei lá, organizei minhas coisas. De repente, um perfume que parecia de pitaya me chamou atenção. Me aproximei da sala do Seu Ademir ao lado de uma ruiva:


— Olha aí quem eu estava esperando! Rafa, essa é a nossa nova funcionária, Isadora! — disse Seu Ademir apresentando-a.


Sabe quando você vê algo ou alguém e depois de uns segundos você olha de novo? Foi isso que aconteceu. Olhei pra ela e depois de uns segundos olhei com mais atenção pra ela. Uma linda jovem, ruiva, com o braço esquerdo fechado de tatuagem sombreada, camiseta do uniforme pra dentro da calça, destacando seu cinto preto na calça jeans clara e all-star preto. A dona do perfume de pitaya. Só poderia ser dela pois intensificou o aroma quando me aproximei, estendo a mão para cumprimentar.


— Prazer em te conhecer, Rafa! — disse ela abrindo um belo sorriso.


Sempre evito cumprimentar mulheres com beijo no rosto pra evitar a tentação. Mas dessa vez eu não consegui. Ela me puxou sutilmente me dando um beijo no rosto. Eu fiz o mesmo. "Que perfume bom", eu pensei. Depois de alguns segundos eu respondi.


— Muito prazer, Isadora! Seja bem-vinda a equipe!


Ela agradeceu e depois sorriu. Algumas mulheres já passaram pela loja em todos esses anos. Mas nenhuma mexeu comigo desse jeito. Não sei explicar, só sei que ela me atraía. Seu Ademir pediu que apresentasse a loja pra ela. Eu conduzi a nova colega por cada setor e no caminho trocamos um breve diálogo onde ela me contou que era solteira, morava num apartamento ali perto e gostava de rock. Isadora era dona de um carisma imenso. Natural. Segui com meu trabalho aquele dia e procurei ficar o mais longe possível dela. Não queria dar nenhum tipo de bandeira. Como supervisor, tenho que me manter neutro no comportamento.


Estava no estoque organizando algumas caixas quando ela surgiu trazendo aquele aroma.


— Rafa, onde ficam as caixas da perfumaria? Vai ser o meu setor e o Seu Ademir pediu pra ver contigo. – disse isso passando a mão no cabelo.


– Ah, sim! Tranquilo, eu te mostro onde fica.


Sinalizei ela do local das caixas e segui meu trabalho. Percebi que ela saiu e respirei fundo. Não entendia como alguém que mal conhecia me causava um efeito desses. Quase um desconforto pós atração.


Isadora se enturmou rápido com o pessoal da loja. Conquistou todos com seu carisma. Na minha mente, eu só conseguia pensar que tinha de me conter. Tentar soar natural com ela, pois sentia até um certo nervosismo perto dela. Como supervisor eu preciso demonstrar centralidade. E assim foram as primeiras semanas com aquela ruiva que mexia comigo. Em casa, as brigas seguiam enquanto na loja eu lutava contra a mente. Certo dia vi Isadora se abaixando pra pegar algo numa prateleira, empinando bem a bunda. "Nossa, que delícia!" — pensei olhando discretamente. Seguia o meu trabalho mas não como antes. A presença de Isadora era marcante demais. Acabamos nos aproximando com o tempo. Era inevitável. O convívio e a minha função na loja obrigavam isso.


Comecei a notar com o tempo que toda vez que uma cliente vinha falar comigo na loja, Isadora observava atenta. Algo que intensificou foi a nossa troca de olhares. Passando pelos corredores, pegava Isadora me olhando e quando eu via, ela desviava o olhar. Não vou negar também que esquecia do mundo em alguns momentos quando olhava pra ela de longe. Cogitei pedir transferência quando os pensamentos sujos começaram a tomar conta da minha mente. Imaginava ela me chupando, sentando e dando pra mim. O cenário de fundo era sempre na loja. Teve um dia que não aguentei. Fui pro banheiro e bati uma punheta enquanto imaginava ela de quatro pra mim. Gozei gostoso. Mas a culpa me inundou segundos depois. Nos últimos meses eu só gozava assim porque o clima com Sabrina era pesado. Não havia clima pra romance. A gente até tentava trocar ideia, mas ela queria que eu saísse da loja e procurasse outro emprego. Mas eu gostava da loja. Me apeguei a rotina. Desisti de argumentar com a minha esposa que era irredutível. E também cancelei qualquer ideia de transferência, até porque seria para uma filial de outra cidade. Logo não valia a pena.


Certo dia, fui pro intervalo e decidi tomar um café numa cafeteria que gostava. Dentro do shopping mesmo. Aproveitava que tinha uma hora e quarenta minutos de intervalo pra espairecer a mente. Estava lá tomando o meu expresso quando Isadora chega na cafeteria também. Peguei o celular pra disfarçar mas ela não só me viu, como também veio sentar na mesa comigo.


— Sabia que ia te encontrar. — disse ela sorrindo.


Guardei o celular e respondi olhando pra ela.


— Tava me procurando, Isadora?


— Me chama de Isa, Rafa! E tava sim! — ela respondeu aproximando a mão da minha sem encostar.


Engoli a saliva, respirei fundo e questionei.


— O que tu precisa?


Isadora me olhava com a pupila dilatada, os olhos brilhando. Confesso que tava ficando excitado só naquela troca de olhares. O perfume dela era delicioso e aquela mão próxima me dava gatilho.


Após um longo minuto, ela respondeu:


— Ah, Rafa... É que tô te sentindo meio distante na loja, sabe? Parece que a tua mente está em outro lugar.


E ela tava certa mesmo. Realmente estava vivendo um conflito em casa e outro na loja tentando resistir a tentação.


— Agradeço tua empatia em perguntar. Legal da tua parte, Isa. — respondi tentando ser o mais sutil possível. Ela levantou as sobrancelhas e perguntou:


— Imagina né, Rafa? Saiba que pode contar comigo. De verdade mesmo!


Àquela altura da conversa eu já estava nervoso e ao mesmo tempo excitado. A presença dela mexia demais comigo. Já estava sem transar desde que ela surgiu na minha vida e as cenas fodendo aquela ruiva eram inevitáveis.


— É Sabrina o nome da tua esposa, né? — perguntou ela interrompendo minha imaginação.


— É sim... — respondi o mínimo possível.


— E vocês estão bem? — ela perguntou já me instigando.


Olhei pra ela, bebi um pouco de café com os meus olhos descendo rapidamente pro volume dos seios médios dela e respondi:


— Pra ser bem sincero está um caos, Isa.


Ela finalmente segurou na minha mão alisando.


— Me deixa te ajudar, Rafa...


Essa frase deixou o meu pau completamente duro dentro da calça. Respirei fundo novamente e a vontade era perguntar como ela me ajudaria, mas me contive trocando de assunto.


— Isa, eu tenho que ir. Preciso pagar uma conta na lotérica. — levantei apressado tentando esconder o volume com as mãos, deixei um valor a mais que o expresso no caixa e saí dali. Fui pro banheiro apavorado. Lavei o rosto alternando os pensamentos entre Sabrina e Isa. A vontade de bater punheta era grande, mas fiquei lavando o rosto até baixar. Senti o calor esfriando. Mais tarde voltei pra loja e foquei no estoque. Gostava de ficar lá porque costuma ser o local que o pessoal não fica. Aí fiquei lá organizando as caixas. Estava lá tranquilo ajeitando as coisas quando o aroma de pitaya surgiu. Isadora chegou, passou por mim em silêncio, pegou algo e foi até a saída do estoque. Pensei no climão que ficou pelo que rolou mais cedo. "Ela deve ter ficado brava, vou ficar na minha".


Isadora apenas ameaçou que ia sair do estoque, voltou se aproximando de mim. Ela chegou por trás colocando as mãos nos meus ombros.


— Calma, Rafa. Nossa, tu tá muito tenso. Precisa relaxar! — disse ela já massageando os meus ombros. Aquele perfume no ar enquanto as mãos realizavam aquela massagem... Estava bom demais. Realmente estava muito tenso.


— Isa... — só consegui dizer o nome dela enquanto ela seguia massageando.


Ela apertou um pouco os ombros e disse.


— Rafa, deixa eu te ajudar...


— Isa, eu não posso aceitar...


Ela se aproximou colando os seios em minhas costas. Meu pau já dava sinais. Ela chegou perto do meu ouvido e sussurrou:


— Algumas meninas da loja e do shopping acham que tu é dotado. Confirma pra mim, vai?


Aquilo me arrepiou por inteiro. Aquela voz gostosa de ouvir e sussurrando bem pertinho, enquanto massageava meus ombros era demais. Isadora sabia que o estoque não tinha câmeras. A loja só tinha câmeras na entrada do estoque, mas no restante do espaço não. Ela sabia e aproveitou disso.


— Eu não sei de onde tiraram uma coisa dessas... – respondi tentando desconversar.


Isadora sorriu descendo as mãos dos ombros pelos meus braços.


— Olha esses braços, as mãos grandes e quanto tu calça? 42?


Quando Isadora aproximou as mãos na minha cintura, eu respirava nervoso até que uma voz chamou na entrada do estoque.


— Rafa, pode vir aqui? Tem um cliente querendo validar um desconto... — era Patrícia, uma amiga minha que trabalhava na loja. Fiquei de frente com Isadora que instantaneamente olhou pro volume na minha calça. Ela arregalou os olhos e deixou escapar baixinho.


— Caralho, Rafa!!! — os olhos seguindo meu andar até eu perdê-la de vista.


Segui com Patrícia até o cliente, e no caminho, ela comentou.


— A ruivinha gosta de ti, né? Tá na cara que ela quer te dar...


— Sério? Não faço ideia... — desconversei e fui atender o cliente.


Confesso que o comentário da Patrícia me atiçou. A forma como ela verbalizou a intenção da Isadora mexeu comigo. Não tinha pra onde correr. Havia realmente uma tentação personificada em uma ruiva gostosa e perfumada. Ela simplesmente ativava os meus sentidos. Quando cheguei em casa horas depois, tentei transar com a Sabrina que me rejeitou cruelmente. Tava com muito tesão e ela fez pouco caso da minha procura. Fui tomar um banho gelado. Minha mente pensava em Isadora. Resistir era a minha missão. Afinal, embora sendo casado, ainda existe aquela máxima de que "Onde se ganha o pão, não se come a carne".


Chegando na loja no dia seguinte, percebi que o pessoal estava reunido conversando. Me aproximei perguntando.


— Oi, pessoal! O que estão aprontando?


— Sextou, Rafa! Partiu barzinho depois do trabalho? — disse Patrícia convidando.


Olhei pra Isadora sorrindo e minha resposta foi imediata.


— Claro, vamos sim! Só não garanto ficar muito tempo, hein?


O pessoal ali riu do meu comentário. Depois disso, trabalhei num misto de adrenalina com ansiedade. Geralmente saíamos juntos pra beber, mas dessa vez teria a presença de Isadora. Quando fechei a loja, percebi que as meninas tinham ido se arrumar no banheiro. Fiquei conversando com Júnior, outro colega muito gente boa. Inclusive, ele cantava Patrícia direto. Quando a porta do banheiro abriu, vi Isadora saindo ainda mais gata! Ela vestia uma camisa social branca, saia xadrez, meia calça e o seu all-star preto. Além disso, estava levemente maquiada. Um espetáculo!


Chegamos os quatro no bar e em seguida Seu Ademir também chegou. Pedimos uns petiscos e cerveja. O clima era leve e intrigante. Trocava olhares constantes com Isadora. Percebi que Júnior e Patrícia também. O celular do Seu Ademir tocou e depois dele atender, pediu licença e saiu. Ficamos apenas os quatro. Sabrina me mandava mensagens, mas eu respondi as primeiras e depois via apenas pela barra de notificação.


Os assuntos da noite alternavam entre trabalho e relacionamentos. Não demorou muito para que começassem a falar sobre sexo. Patrícia olhou pra mim e soltou a pérola.


— Rafa, conta pra Isa sobre o últimato da Sabrina...


Aquilo me pegou desprevenido. "Ultimato" era um apelido que Patrícia e Júnior deram pra frase que a Sabrina me disse na nossa primeira vez. Abri isso com eles porque já conhecia e eram de confiança. Agora abrir pra Isadora era como acender o fósforo. Mas contei.


— Na nossa primeira vez, ainda namorados, Sabrina disse na Hora H que a única buceta que eu ia comer seria a dela.


Todos riram alto. Eu fiquei um pouco constrangido na hora mas a zoeira fazia parte. Depois do riso alto, um breve silêncio tomou conta. Todos trocavam olhares. Isadora bebeu um gole de cerveja levantando uma das sobrancelhas. Instigando. Pedi licença pra ir no banheiro. Fui também pra respirar. Sabrina havia até me ligado, mas não atendi.


Na saída do banheiro, me deparei com Isadora encostada em uma parede ali próxima. A tentação em pessoa. Ela me encarava em silêncio. Sorri pra ela tentando desvencilhar daquele momento até que ela cortou o silêncio.


— Então quer dizer que ela foi a única?


Agora estava em um campo minado e precisava ser estratégico.


— Sim, logo mais nos casamos e tal... — Isadora interrompeu a minha fala me empurrando de volta pra cabine. Ela me encostou contra a parede, aquele perfume de pitaya liberado naquele pequeno espaço. A ereção foi inevitável. Ela olhou pro volume, encostou os seios no meu peito e cheirou meu pescoço arrancando arrepios. Meu pau estava pulsando dentro da calça. Tentei sair mas ela me empurrou novamente, trancou a porta pelo trinque.


— Deixa eu te dar uma mãozinha pelo menos, vai? Aí eu paro... — propôs ela me provocando. Eu já não aguentava mais. Estava no limite do tesão, do desejo e da tentação. Aquele hálito de cerveja emitido pela ruiva gostosa me enlouquecia. Balancei a cabeça positivamente e sem demorar ela tirou meu cinto, abriu o zíper e foi descendo junto com a calça e a cueca. Minha rola saltou dura, babando já. Pela primeira vez uma outra mulher via a minha enorme pica sem ser a Sabrina. Ela arregalou os olhos exclamando.


— Puta que pariu! Que pauzão é esse, Rafa? Nossa, é muito grande!!!


Eu olhava pra ela incrédulo daquela cena só conseguindo balbuciar algumas respostas. Tava nervoso e muito excitado. Isadora colocou o antebraço ao lado da minha pica comparando. Os olhos dela brilhavam de euforia.


— Aaaah, que delícia! Finalmente! — ela disse colocando as mãos na base.


Senti um espasmo nesse momento tentando manter a concentração. A mão dela era macia, suave. Ela começou a punhetar devagarinho. Era muito gostoso sentir aquele toque por uma mão que não fosse a minha. Já fazia meses que Sabrina não me tocava. Isadora colocou as duas mãos aumentando o ritmo. Que sensação maravilhosa! Meu pau babava como eu não via há tempos. Vi Isadora mordendo o lábio inferior. Confesso que ver aquele braço tatuado dela me tocando junto com o outro era muito gostoso. Não demorou pra ela perguntar.


— Aí, Rafa... Deixa eu te chupar? Só um pouquinho, vai?


Tava nervoso demais pra pensar muito, então eu soltei.


— Po... Po... Pode... — consenti gaguejando.


Isadora passou a língua entre os lábios, olhou pra mim segurando o meu pau, passando a língua na cabecinha babada. Em seguida, ela enfiou na boca e alternando com as mãos, foi enfiando cada vez mais na boca. Chupava com gosto. Ela enfiava o máximo que podia na boca e depois voltava pra cabeça do pau passando a língua. Depois ela intensificou a chupada e aí eu não me contive. Segurei ela atrás da cabeça empurrando meu pau contra ela. Nesse momento ela chupava meu pau olhando pra mim. Aí não aguentei anunciando.


— Isa, eu vou gozar!! — soltei as mãos do cabelo dela. Isadora segurou o cacete pela base batendo bem rápido, olhou pra mim e pediu.


– Goza na minha boca!


Aquilo foi muito intenso. Não poderia e nem conseguiria negar. Senti os jatos de porra vindo e pressionei ela pro meu pau. Sentia a minha rola vibrando conforme gozava. O barulho molhado, da pressão da boca recebendo a gozada foi excitante. Isadora engoliu minha porra e olhou pra mim abrindo a boca.


— Olha, Rafa... Engoli tudinho! — disse ela após passar a língua nos lábios.


Eu estava ofegante e com o coração acelerado. Não acreditava no que tinha acontecido. Trouxe a calça e a cueca, me recompondo. Isadora levantou, chegou bem perto do meu ouvido e disse.


— Ela não disse que não poderia comer outro cuzinho, né?



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