Fodendo com o casal Fit - Parte 2 (Final)

  • Temas: sexo, anal, oral, casada, corno, safada, puta
  • Publicado em: 10/03/26
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  • Autoria: Empresario55ES
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Private Muse

Depois daquela noite na casa de Paulo e Helena a semana foi bem atípica. Após trocarmos números de telefone, criamos um grupo no WhatsApp e passamos a conversar por lá. O grupo era 100% putaria, Helena se mostrava cada vez mais cachorra, mais safada e Paulo incentivava.


Pelo menos uma vez por semana eu dava um ninja na academia e ia pro apartamento deles ou então passávamos uma tarde no motel. Era nítido que a confiança entre nós três só aumentava, não somente na cama, mas acabamos virando parceiros comerciais também. Certo dia, Paulo informou no grupo que iria viajar a trabalho para São Paulo e retornaria em três dias. Antes mesmo que eu comentasse a respeito Helena perguntou se eu queria passar uma tarde com ela, na casa dele, na cama deles. Eu topei e Paulo disse que era um acordo entre eles.


Helena poderia sair sozinha comigo e ele estava liberado para sair com alguém em São Paulo, caso houvesse oportunidade. Confesso que passar uma tarde inteira sozinho com Helena era algo que eu já desejava há tempo, mas que em respeito ao casal eu nunca tinha tocado no assunto.


Paulo viajou para São Paulo na segunda-feira pela manhã, foi Helena quem o levou ao aeroporto e assim que ele passou pelo portão de embarque ela me mandou uma mensagem de texto onde dizia: estou livre, leve, solta e com a buceta pingando. Te espero lá em casa.


Na mesma hora meu pau latejou. Saltei da cama rapidamente, tomei um banho demorado, aparei a barba, separei a roupa. Me arrumei, me perfumei, tomei um café da manhã em tempo recorde e fui. O porteiro já esperava por mim, antes mesmo de tocar o interfone ele já abriu o portão do prédio. O tempo estava nublado, uma grande chuva se aproximava. Quando toquei a campainha, Helena abriu a porta. Ela estava simplesmente linda dentro de uma camisola de seda, branca, longa, com uns detalhes de renda e um decote generoso. Estava cheirosa como sempre, cara de quem estava contando os segundos para entrar na pica com a autorização do marido corno.


Assim que eu entrei, nos beijamos. Foi automático levar as minhas mãos para deslizarem sobre seu corpo. A porta se fechou, o clique da chave ecoou pelo corredor. Só tinha nós dois na cobertura. Na mesa da sala um verdadeiro banquete no café da manhã. Café, leite, queijos, frutas e sucos. Helena estava me esperando para tomarmos café da manhã juntos, afinal de contas teríamos o dia todo só para nós dois.


O café da manhã não durou nem cinco minutos. O tesão era tão grande que ali mesmo na mesa a gente começou a putaria. Com um pote de geleia na mão Helena se ajoelhou entre as minhas pernas, ordenou que eu me despisse e lambuzou minha pica antes de cair de boca. Ela me chupava com vontade, passava a língua na glande, descia até a base, subia e sempre repetia esses movimentos.


Meu pau pulsava dentro da sua boca, o calor tomou conta do meu corpo, nem o ar condicionava aplacava.


Saímos da mesa, eu totalmente nu e ela ainda de camisola. Com as nossas bocas grudadas fomos nos beijando até o sofá e lá eu comecei a chupa-la dos pés a cabeça. Beijei sua boca, soltei as alcinhas da camisola, libertei seus seios e mamei cada um deles sem pressa, apenas ouvindo Helena gemer de olhos fechados. Nos livramos da camisola e agora sim, não havia nenhum tecido entre nós. Desci dos seios passando pela barriga, beijei suas pernas, cheguei aos pés e dei um trato com a boca em cada um deles.

- Chupa a minha buceta. – Rosnou Helena entre gemidos.


Dos pés até a sua intimidade foi um pulo. Ela se abria e eu metia a boca, penetrava a sua buceta com a língua, com os dedos, chupava seu grelo, beijava seu sexo. Helena se contorcia, era incrível a facilidade que ela tinha em gozar sendo chupada. Quando ela gozou, me enfiei entre suas pernas e passei e meter com força, uns tapas na sua cara para deixar claro que naquele dia era seria tratada como puta, ela vibrava a cada estalo, a cada estocada em sua buceta. Ela gozou de novo e antes mesmo dela pedir uma trégua eu já estava lá chupando a sua buceta de novo, fazendo pressão no grelo. Parei de chupa-la e voltei a meter, rápido, forte, fundo e com precisão.


Fiquei nesse mete e chupa por um tempo. Helena surtava gozando. Quando ela anunciava o orgasmo eu acelerava. Metia fundo, continuava com os tapas e assistia ao seu delírio sem controle.


Subimos para o quarto, ela foi na frente me puxando pelo pau. Parecia uma coleira, aquela mulher linda, casada e liberada pelo marido estava bem ali na minha frente, entregue, linda, cheirando a sexo, totalmente a disposição das minhas loucuras sexuais.


Quando entramos no quarto, eu a coloquei uma poltrona que tinha ao lado. Era ali que seu marido gostava de sentar para ler a noite. Era ali que eu iria foder seu rabo. Helena se abriu toda, peguei um porta-retratos com a foto dos dois e mandei ela olhar para a cara do corninho dela. Enquanto isso eu estava com a cara enfiada em suas pernas chupando seu cuzinho, deixando-o no ponto para ser possuído.


Pincelei o pau na porta do cuzinho, fui entrando devagar, ela envergava o corpo, o suor brotava na pele, os gemidos ficaram mais alto. Com meu pau todo dentro do seu rabo eu fui começando a meter mais rápido, segurando-a pela cintura, espalmando a sua bunda linda. Senti que meu gozo estava chegando, eu já sentia o suor escorrendo pelas minhas costas, pelo rosto. Acelerei as estocadas, gozei como um cavalo, enchi o rabo daquela puta casada enquanto ela olhava para a foto dela com o marido. Uma sensação tomou conta de mim, eu continuava metendo, socando, sentindo a porra jorrar dentro dela até a última gota.


Caímos na cama exaustos, a chuva já caia forte, ainda assim o calor dentro daquele quarto era insuportável. Fomos pro chuveiro, banho frio, quase gelado. A agua lavando nosso suor, a porra escorrendo pelas pernas de Helena, meu pau ainda mole, mas sensível de tão intenso tinha sido o meu gozo.


Saímos do banheiro e voltamos para o quarto, Helena nua, deitada sobre meu peito me contou como era a vida de casal liberal dela e de Paulo. Me confidenciou que eu poderia ser o namorado dela se Paulo concordasse. Eles já tinham vivido uma experiencia assim. Voltamos a transar, agora ela por cima de mim, rebolando lentamente, sentindo cada centímetro do meu pau dentro da sua buceta. Quando ela gozou, pedi que ela deitasse de lado e começamos de novo. O pau deslizando dentro da buceta, minhas mãos segurando seus seios e nossas línguas travando uma batalha sem fim.


Quando senti que ia gozar, Helena mudou de posição, meteu meu pau na sua boca e me chupou até que eu explodi em novo orgasmo. A safada bebeu toda a minha porra e depois beijou a minha boca novamente.


Aquela segunda-feira foi o início de uma relação a três que durou por dezoito meses. Ainda somos amigos, nos esbarramos na academia quase todos os dias, mas o sexo entre nós três acabou. Certamente deve ter outro comendo os dois naquela cobertura.


Fim.;







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