Nossa primeira noite liberal
- Temas: Mudança, novidades, anal, troca de esposas, prazer, swing
- Publicado em: 27/02/26
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- Autoria: new_lorde
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Vou começar dizendo que estou casada há vinte anos com o Danilo e tenho uma filha. Meu nome é Leila e estou com quarenta e quatro anos. Sou vaidosa, por isso me cuido muito em todos os quesitos, alimentação saudável, academia e salão de estética. Atualmente estou loira, cabelos compridos e lisos. Estatura mediana, seios médios e ainda empinados, cintura modelada, bunda normal, coxas grossas e pernas longas. Não me considero uma beldade, longe disso, mas não é raro eu receber cantadas e elogios com segundas intenções. Atuo na área de assistência social.
Nunca fui uma atleta sexual, tanto que não tive muitos parceiros nesse sentido e depois que casei, o Danilo foi meu único homem. Pelo que já percebi, casamentos longos são fadados a caírem na rotina e não foi diferente com o meu. Sexo sempre foi algo essencial para mim, gosto de verdade e junto com meu marido não temos tabus. Sentindo a falta de motivação, tanto minha quanto do meu marido, eu tomei a iniciativa de criar situações que estimulassem o nosso tesão. Sugeri e começamos a ver filmes de sexo, comprei muitos lingeries ousados, mas não surtiu muito efeito.
Certo dia navegando pela internet, deparei-me com um site de produtos eróticos. Passando pelas telinhas das mais variadas ofertas, parei em uma que exibia um belo vibrador, no formato de um pau verdadeiro. Bonito, veias saltadas, glande bem delineada e o anuncio dizia ter a mesma textura de uma rola de verdade. Fiquei curiosa e acabei comprando, juntamente com alguns géis lubrificantes com sabor. Quando chegou eu mostrei ao meu marido, mas, para minha decepção, ele não ligou muito. Tentei usar sozinha, mas não gostei e acabei aposentando o danado no fundo da gaveta.
Passou o tempo e nada do clima esquentar entre nós. Chegou um fim de semana em que minha filha foi viajar com os avós e fiquei sozinha em casa com meu marido. Fazia tempo que não tínhamos uma oportunidade como essa e decidi que a noite seria inesquecível. Preparei um jantar com comidinhas leves, um bom vinho e a luz de velas. Servi depois de ter tomado banho e vestido um baby doll, calcinha e camiseta transparentes, que deixavam meu corpo praticamente à mostra. Durante o jantar fiz insinuações, deixei claro que aquela seria a nossa noite.
Terminamos de jantar, fomos para a sala, ligamos a TV, servi um licor e meu marido escolheu um filme, de suspense. Confesso que não tinha nada a ver com o momento, mas eu não queria ser a estraga prazer. Eu estava muito excitada, tentei provocar meu marido de todas as formas, mas quando o safado gosta de um filme, nada tira sua concentração. O tesão estava me consumindo, puta da vida com ele, eu disse que ia esperá-lo no quarto. Deitada na minha cama, eu não me conformava, queria transar, queria gozar, eu estava alucinada de tanto tesão.
Impaciente com e demora do meu marido, lembrei do consolo e fui pega-lo. Se ele nunca havia me despertado um grande interesse, ao vê-lo minha bucetinha pulsou e senti umedecer mais ainda. Fiquei pelada, passei um gel na buceta, encostei o consolo na minha racha e comecei a deslizá-lo com carinho. Levei uma das mãos aos meus seios e senti os biquinhos enrijecidos, apertei de leve com as pontas dos dedos. Fechei os olhos para curtir melhor aquele momento mágico. Liguei o vibrador e comecei a penetração, ele entrou com facilidade, tamanha era a lubrificação. Ainda de olhos fechados eu fui fodendo minha buceta com aquele pau de silicone, com movimentos cadenciados e contínuos, era como se alguém estivesse me fodendo de verdade, que loucura.
Eu estava tão envolvida no meu ato solitário, que só percebi a presença do meu marido quando abri os olhos ligeiramente. Ele estava encostado no batente da porta, com o olhar fixo em mim. Não me intimidei pelo flagrante, pelo contrário, fiquei mais excitada ainda, por isso acelerei os movimentos, gemi de prazer e urrei alto quando meu orgasmo chegou forte. Sem dizer nada ele se aproximou, tirou o vibrador de dentro da minha buceta e para meu espanto ele começou e me chupar como nunca tinha feito antes. Mesmo tendo gozado a instantes, meu ser vibrou como um todo, eu estava fora de mim, puxei sua cabeça contra minha buceta e pedi:
- Chupa forte amor, quero gozar de novo.
Ele atendeu meu apelo e chupou com vontade, sugou e mordeu meu grelinho e nesse instante mais um orgasmo explodiu intenso, fazendo meu corpo tremer por inteiro. Ele ficou com seu rosto entre as minhas pernas até eu me recuperar e aí ele pediu:
- Fica de quatro putinha, quero meter nessa sua buceta vadia.
Fiquei como ele pediu, ergui a bunda e colei meu peito no colchão. Num único golpe ele socou sua rola toda dentro de mim, com um vigor que não era comum em nossas transas, mas foi bom demais. Com o dedo ele alisou as pregas do meu cuzinho, para em seguida enfiar um, depois dois dedos.
Eu estava delirando de tanto prazer. Meu cuzinho estava completamente relaxado, ele sente, tira os dedos, sinto um vazio, mas logo é preenchido por algo mais rombudo, ele começou a meter o consolo no meu rabo. Senti uma leve dorzinha que aos poucos foi se dissipando e dando lugar ao prazer. Pela primeira vez eu estava sendo duplamente penetrada, que delícia. Ele metia e dizia:
- Tinha vontade de dois cacetes ao mesmo tempo né vagabunda, confessa.
No delírio do momento eu embarquei na fantasia:
- Isso mesmo seu puto, faz tempo que eu tenho essa vontade.
Estávamos alucinados, gozamos como nunca e caímos exaustos. A partir desse dia tudo começou a mudar em casa, passamos a transar quase todo dia e sempre com a presença do vibrador, fiquei viciada na dupla penetração. Mais um fim de semana em que íamos ficar sozinhos e meu marido saiu com essa:
- O que você acha de irmos num clube de swing?
Hesitei um pouco em responder e ele se apressou:
- Vamos lá para ver e apimentar ainda mais nossas transas, deve ser bom ver ao vivo as pessoas metendo.
Pensei um pouco e concordei com ele, afinal a ideia me deixou excitada também, mesmo sem saber muito bem como deveria me comportar. Comprei lingerie novo, super sexy, será que eu estava mal intencionada? No dia vesti uma roupa ousada, um vestido decotado com uma fenda lateral que subia para cima da minha coxa e nos pés sandálias abertas de salto alto e fino. Fiz uma maquiagem leve, mas quando meu marido viu ele disse:
- Amor, carrega nessa maquiagem, faz uma que te deixe com cara de putinha.
Acho que não era apenas eu que estava mal intencionada, por isso atendi ao desejo do meu marido.
No caminho de ida meu marido perguntou:
- E aí, qual é a expectativa?
Respirei fundo e falei:
- Para ser sincera não sei bem qual, mas que estou excitada, isso estou.
Ele alisou minha coxa pela abertura da fenda e falou:
- Nessa noite vai ver muito pau.
Sem saber muito bem qual foi o intuito desse comentário eu falei:
- Preocupado com isso?
- Muito pelo contrário amor, excitado.
Levei a mão no seu pau e o danado estava duro, estaria meu marido com segundas intenções ao me levar num clube de swing? Era esperar para ver. Já na recepção fomos atendidos por uma bela garota, jovem ainda, não devia ter mais que vinte anos. Falamos que era nossa primeira vez na casa e ela chamou um dos funcionários para que nos mostrasse todo o funcionamento. Ele fez um tour completo, explicando tudo o que era permitido em cada um dos ambientes, ao final ele disse:
- Aqui ninguém é obrigado a nada, cada um é dono da sua vontade e nada acontece que não seja de comum acordo, respeito é a nossa palavra de ordem.
Ficamos encantados com tudo e ao término fomos até o bar. Pedimos dois drinks e sentamos numa das mesas disponíveis. Depois de alguns goles resolvemos dançar um pouco. Voltamos para a nossa mesa e no palco perto de nós começou um show de striptease. A garota era linda e quando fez uso do poledance, deu para ver seus lábios vaginais. Depois dela entrou um casal que, num pequeno sofá, fizeram uma seção de sexo ao vivo. Tudo acontecia bem perto de nós e meu marido falou ao meu ouvido:
- Aí está, seu primeiro pau da noite.
Beijei calorosamente a boca do meu marido e falei:
- Desse jeito vou precisar logo de um pau para saciar meu tesão.
Como ali era uma área que não permitia sexo entre os clientes, meu marido me arrastou para o canto mais escuro de um dos corredores, tirou meu seio pelo decote e começou a mamar, sem se importar com as pessoas que passavam por ali. Ajoelhei, tirei seu pau para fora e comecei a mamar. Nisso um homem para perto de nós, ele vestia um robe, tira o pau para fora e começa uma punheta. Ele tinha um pau grande, lindo, fez gestos para que eu também o chupasse e confesso, fiquei tentada a meter a boca, mas me contive.
Meu marido me coloca de pé, me vira de frente para a parede, levanta meu vestido, puxa o fio dental para lado e mete na minha buceta. Eu estava em transe, louca de tesão e não foi preciso muito para que eu atingisse um orgasmo intenso, foi avassalador e minhas pernas falsearam. Mesmo tendo gozado eu queria mais, por isso pedi:
- Amor vamos embora, quero meter a noite toda com você.
- Não aproveitamos nada ainda, vamos dar um pulinho até as cabines.
São cabines pequenas, suficiente para comportar um sofá, a luz azul fraca proporciona uma penumbra convidativa. Elas são conjugadas, mas com aberturas estratégicas que incentivam o nosso lado voyeur.
Entramos numa que estava vaga e na do lado logo pudemos ver que dois casais se pegavam. Eu e me marido ficamos olhando aqueles dois casais se entregando de todas as formas. Minhas coxas estavam molhadas, do mel que escorria da minha buceta. Eu precisava urgentemente ser fodida, fiquei e quatro e falei para o meu marido:
- Me come caralho.
Fiquei de quatro sobre o sofá e senti meu marido ir metendo devagar. Ser fodida, ver outras pessoas metendo ali do seu ladinho e ouvir os gemidos de prazer, é demais para qualquer ser humano normal, tesão puro.
Eu não conseguia parar de olhar para a cabine ao lado, eles sabiam que eram admirados. Nisso um dos rapazes se aproximou da abertura e ali colocou seu pau. Grande, grosso, cheio de veias, estava bem próximo ao meu rosto. Fiquei com muita vontade de meter a boca, mas não sabia qual seria a reação do meu marido, não havíamos combinado nada. Olhei para ele e para minha surpresa ele disse:
- Pega no pau dele.
Nessa hora senti uma comichão se apossar de mim. Levei a mão no cacete e comecei a punhetar.
Ao ver minha mão no pau desconhecido, meu marido tirou o pau da buceta e meteu no meu cu de uma só vez, entrou sem dor, senti apenas prazer, estava muito excitada com aquela situação, segurando um outro cacete. Ele ficou ali, bombando com ferocidade, parecia que ele queria arrebentar meu rabo. Meu desejo era de chupar aquele caralho, por isso perguntei ao meu marido:
- Posso chupar?
Ele permaneceu calado, parecia estar em transe, com certeza nem ouviu o meu pedido, apenas continuou socando forte no meu cu. Eu gemia feito uma cadela no cio e algo totalmente louco aconteceu, ao sentir os jatos de porra no meu reto, eu gozei pelo cu, sem tocar na minha buceta.
Nós dois estávamos ofegantes, suados e tremendo. Larguei o pau e o rapaz se retirou. Saímos da salinha e procuramos um banheiro, precisávamos nos refrescar. Recuperados voltamos ao bar. Depois do primeiro gole meu marido perguntou:
- Gostou de segurar uma rola diferente?
Respondo com outra pergunta:
- Você gostou de ver outra rola na minha mão?
- Adorei e vou te confessar, gostaria de ver muito mais.
Era uma noite de revelações, o que mais estaria por vir? A verdade era uma só, eu não estava querendo que a noite terminasse. Com certeza o ambiente era o melhor afrodisíaco, pois eu já estava excitada de novo, por isso pedi ao meu marido para darmos uma voltinha. Entramos numa sala redonda, com pequenas aberturas na parede e em frente a cada uma delas pequenas banquetas. Eram seis no total e em cada uma delas tinha uma mulher sentada mamando na rola colocada na abertura. Atrás de cada uma das mulheres, talvez seus maridos, acariciavam as esposas, tocando nos seus seios e partes do corpo. Além de nós, outros dois casais também estavam de pé observado as chupetas.
Aos poucos as rolas foram gozando, na boca, no rosto, nos seios das mulheres, que se deliciavam com o banho de porra. Ao terminarem elas se retiraram e de imediato outros três paus surgiram nas aberturas. As duas mulheres que antes só olhavam, logo sentaram nas banquetas e começaram a chupar os cacetes, com seus maridos ao lado delas. Eu olhava para o pau solitário à espera de uma boca e a minha salivava. Meu marido se aproxima do meu ouvido e pergunta:
- Quer chupar aquele outro?
Beijei a boca do meu marido e sem dizer nada sentei na banqueta. Comecei acariciando a rola que foi ficando mais dura e empinada. Antes de meter a boca e falei ao meu marido:
- Tem certeza que posso chupar?
- Total meu amor, quero ver essa pica na sua boca.
Ele se ajoelhou ao meu lado e eu caí de boca. Lambi a glande, corri minha língua pelo pau todo para depois voltar na cabeça e começar e engolir. O danado tocou na minha garganta e me fez babar. Meu marido ao meu lado me incentivava:
- Vai amor, engole tudo.
Em bem que tentava, mas o bicho era grande demais, eu não consegui. De rabo de olho vejo os olhos do meu marido brilharem de tesão. Tiro o pau da boca e falo:
- Me beija.
Sem questionar nada meu marido cola sua boca na minha e nos beijamos alucinadamente. Volto a mamar na rola, sinto que ela estava prestes a gozar e aviso meu marido que diz:
- Deixa ele gozar na sua boca, toma o leitinho dele.
Que seja feita a vossa vontade, já que amo sentir um pau se acabando na minha boca, intensifico a mamada e quando a rola incha eu fecho os lábios ao seu redor e sinto os jatos enchendo minha boca. Permaneço firme até que nada mais restasse para ser ejaculado. Tiro da boca e beijo meu marido mais uma vez:
- Obrigado amor, foi bom demais.
Ele fica de pé e pede:
- Agora minha vez, também quero.
Dou esse prazer ao meu marido e logo ele também enchia minha boca de leitinho. Saímos da sala e continuamos a explorar o local. Encontramos um quarto com uma cama ao centro, não tinha ninguém lá e entramos, seria o local perfeito para um foda só nossa. Ficamos pelados, deitamos e começamos a nos beijar. Estávamos tão envolvidos que nem notamos a entrada de um outro casal, só percebemos quando ouvimos os gemidos. Um casal jovem, bonito, ela mestiça oriental e ele um belo mulato.
Ao verem que foram notados ele perguntou:
- Tudo bem ficarmos aqui?
Olhei para o meu marido que sorriu e disse que não haveria problema algum. Eles se apresentaram como Rute e Jonas, casados há dez anos e adeptos do estilo liberal, casamento aberto. Também nos apresentamos e dissemos que eles poderiam compartilhar da cama, se quisessem é claro, já que ela é grande. Eles tiraram a roupa e antes de subirem na cama a Rute comentou:
- Aqui nessa sala podemos trancar a porta, se ficar aberta outras pessoas podem entrar, se trancarmos ficamos só nós quatro, o que acham?
Dei uma olhada na rola do Jonas e fiquei admirada, mesmo ainda mole era grande, como ela seria dura? Pensei rápido e achei melhor não compartilhar aquela gostosura com mais ninguém:
- Pode trancar Rute, vamos ficar só nós quatro.
Ela trancou e eles subiram na cama. Conversamos um pouco para nos conhecermos melhor, mas era evidente que o desejo de todos era um só: transar. Inicialmente ficamos só entre marido e mulher mesmo, mas depois de algum tempo sinto uma mão delicada tocando meus seios, era a Rute que diz:
- Tudo bem para você?
Confesso que nunca me vi numa situação parecida, mas quem sai na chuva tem que se molhar e o tesão era demais para recusar qualquer coisa:
- Tudo bem por mim.
Nisso ela se aproxima, acaricia meu rosto com ambas as mãos e cola sua boca na minha. O beijo começa lento, terno, apenas com o roçar dos lábios, mas o desejo toma conta das duas e logo devorávamos nossas bocas num beijo molhado e carregado de tesão. Meu marido ao meu lado acariciava meu corpo e o Jonas fazia o mesmo com sua mulher. A Rute faz com que eu deite de costas e desce sua boca pelo meu corpo, beijando e lambendo cada pedacinho dele.
Suga meus seios, morde os biquinhos, desliza sua língua pelo meu corpo em busca do centro do meu prazer e ela chega. Sem pudor algum ela cola sua boca na minha buceta e começa a chupar. Sua língua ágil vibrava no meu grelinho como a de uma cobra que busca seu alimento. Olhei para o meu marido que estava extasiado, seu tesão era visível e ele queria ver mais, por isso fala para o Jonas:
- Amigo, a Leila adora chupar um pau, dá o seu para ela provar.
Quando ele aproxima sua rola da minha boca é que eu pude ter a real noção do tamanho, enorme, dura, cheia de veias saltadas, uma delícia.
Seguro aquela preciosidade com as duas mãos e começo a chupar. Meu marido vai para trás da Rute, que estava de joelhos entre as minhas pernas e com certeza passou a chupar a buceta da mestiça que gemeu para o marido:
- Ai amor, o Danilo está lambendo minha buceta e o meu cuzinho.
- Rebola na cara dele Vida, mostra o quanto você gosta disso.
Que loucura, saímos de casa com a pretensão de sermos apenas expectadores e olha no que deu. A Rute para de me chupar, se volta para o meu marido e os dois começam um 69. O Jonas faz o mesmo comigo e agora eu tinha um outro macho lambendo minha buceta.
O cheiro de sexo impregnava o ambiente e isso só aumentava o tesão de todos, eu já não estava mais aguentando, queria sentir aquela tora me fodendo e eu pedi:
- Vem Jonas, fode minha buceta.
Fico de quatro, ele vem por trás, esfrega o pau na minha racha e me tortura. A Rute fica do meu lado e diz:
- Pensa que é só o meu marido que vai te foder putinha, nada disso, o seu também vai me comer.
O Jonas começa a enfiar a pica em mim e sinto minha buceta se dilatar. Pelo canto do olho vejo que meu marido também metia na Rute, que rebolava feito uma cadela no cio e gritando:
- Isso seu puto, soca forte na minha buceta, quero gozar na sua pica.
Quanto tesão meu Deus, eu já não estava suportando mais e logo sinto as bolas do saco do Jonas batendo na parte debaixo da minha buceta. Segurada pela cintura, o Jonas socou forte em mim, sem dó nem piedade, eu me sentia arrombada, mas feliz. Eu e a Rute gemíamos, urrávamos e pedíamos para que eles fodessem forte e assim não deu outra, a Rute gozou primeiro e logo depois foi a minha vez. Eu já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado naquela noite. Nossos maridos se preservaram. Ficamos deitados assim, com os casais trocados e eles nos contando um pouco da vida liberal deles e até de algumas experiências. Disseram que o grande prazer deles é saírem juntos, mas, vez por outra, quando surge uma oportunidade que vale a pena, eles têm a liberdade para sair sozinhos também, com um único compromisso, contar os detalhes depois.
Cheio de curiosidade, meu marido perguntou para a Rute:
- Me diz uma coisa, você já fez dupla penetração?
Ela sorriu com delicadeza, falou que sim e que sente muito prazer nisso. Não se dando por satisfeito ele quis saber mais:
- Nessas ocasiões é com o Jonas comendo seu cu?
- Às vezes sim e outras não, não existe uma regra de obrigatoriedade, mas posso saber porque da sua curiosidade?
Meu marido olhou para mim, depois para o casal e falou:
- Como vocês sabem, essa é nossa primeira vez envolvendo outras pessoas e a única experiência que temos com dupla penetração, é quando uso o vibrador na Leila e confesso, ela gosta muito.
O Jonas faz uma interrupção:
- E você Danilo, sente prazer em ver sua esposa sendo duplamente penetrada?
- Gosto muito, mas meu desejo é ver de fato a Leila sendo penetrada por duas rolas de verdade.
A Rute sorriu e não perdeu a oportunidade:
- Então hoje é o dia.
Arregalei os olhos e não pude deixar de me posicionar:
- Quero mesmo as duas rolas me comendo, mas o Jonas vai meter na minha buceta.
A Rute me beija carinhosamente e diz:
- Acredite em mim Leila, deixa o Jonas meter no seu rabo, vai ser uma experiência incrível, relaxa bem e faz uma forcinha para trás, vai entrar bem gostosinho.
Mesmo receosa eu cedi à tentação de tentar e a própria Rute começou a me deixar mais excitada do que já estava. Foram beijos molhados, carícias e os dois homens se juntaram a ela. Cada um deles chupava um dos meus seios, enquanto a Rute se deliciava com a minha buceta. Era demais suportar tanto tesão e meus gemidos denunciaram isso. Meu marido deitou de costas e pediu que eu cavalgasse seu pau. Devidamente alojada, empinei bunda num claro sinal que estava pronta para o abate final. A Rute dá várias lambidas nas minhas pregas, enfia os dedos e sentindo que eu estava pronta diz ao marido:
- Vem amor, seja carinhoso com esse cuzinho.
Sinto a cabeça da rola encostar na entrada do meu cu e forçar, é muito grande, não estava acostumada a esse calibre. Tento relaxar o máximo possível, faço a forcinha como a Rute orientou e a cabeça rompe a barreira inicial, confesso, doeu e dei um urro. A Rute veio me beijar e orientar:
- É só o começo minha linda, relaxa que você vai amar.
Relaxei e aos poucos aquela dor inicial foi desaparecendo e, à medida que a rola entrava eu passei a sentir um prazer enorme, literalmente eu estava sendo arrombada.
Como recheio do sanduiche, eu sentia meu corpo sendo possuído pelos dois machos tesudos e isso era demais para mim. Eles tentaram sincronizar seus movimentos, enquanto um entrava o outro saía e assim por diante, foi incrível. Eu urrava de tanto prazer implorando:
- Isso mesmo, metam com força, quero ficar arrombada.
Meu corpo estava molhado de tanto suor, que se misturava com o deles. Não tinha como me segurar e o orgasmo veio intenso, deixando-me completamente inerte entre os dois. Aos poucos fomos nos separando e eu não tinha forças para mais nada.
Naquela noite ainda a Rute também foi premiada com a dupla penetração, com uma diferença, meu marido comeu o cuzinho dela, terminamos a noite exaustos. Na despedida trocamos os celulares com a promessa de nos encontrarmos fora dali. No caminho de volta para casa meu marido perguntou:
- Feliz?
- Nem sei dizer quanto e você?
- Da mesma forma.
Foi assim que depois de uma noite fantástica, tudo mudou no meu casamento, para muito melhor.
