Sete calcinhas. Sete trepadas com uma casadinha de 19 anos.
- Temas: Casada, puta, safada, putinha, anal, oral, corno
- Publicado em: 23/02/26
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- Autoria: Empresario55ES
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Eu estava separado da minha atual esposa e durante esse período eu optei em morar num loft no mesmo bairro que a minha família. A dona Fatima era quem limpava meu apartamento duas vezes por semana e passava as minhas roupas. Eu a conhecia há anos e tinha total confiança nela. Certo dia ela veio me comunicar que iria para de trabalhar por questões de saúde, a idade também já estava pesando. Ao me dar essa notícia ela disse que tinha uma pessoa da família dela para ficar no lugar dela e que era de total confiança além de muito caprichosa com as tarefas. Fiquei tranquilo e na segunda-feira ela chegou cedo lá em casa acompanhada de Mariana, a sua sobrinha de 19 anos.
- Essa aqui é a minha sobrinha, a Mariana.
Na hora que eu vi a sobrinha, pensei: que delícia! Uma morena jambo, cara de indiazinha, cabelos negros, lisos, até altura da bunda. Toda pequenininha, tipo ninfeta, seios pequenos, bundinha empinada, coxas grossas, baixinha daquelas que dá para comer em pé andando pela casa.
Ela esticou o braço, eu segurei em sias mãos e dona Fátima começou a explicar que ela era recém casada e precisava trabalhar para ajudar o marido na construção da casa. Além da limpeza do meu apartamento, ela também passaria as roupas e me ajudaria com a comida de fosse necessário. Fora do horário de expediente, ela também vendia roupas femininas para ajudar no orçamento.
Feito as devidas apresentações, me despedi das duas e fui trabalhar. Nesse dia a dona Fátima ficaria com Mariana na minha casa para mostrá-la onde fica as coisas, onde guardar as roupas etc. Quando entrei no meu carro eu estava quase tendo uma ereção. Aquela menina com cara de safada era simplesmente deliciosa e a minha sorte é que eu saio cedo pro trabalho e certamente quando voltasse ela já teria ido embora.
As semanas foram se passando e pouquíssimas vezes eu encontrava com Mariana no final do dia, apenas pela manhã, pois ela chegava mais cedo que a sua tia. Aos poucos fomos ganhando mais intimidade, conversando sobre várias coisas, inclusive sobre seu casamento. Outra coisa que eu reparei é que nas primeiras semana Mariana usava calça LEG e uma camisa de malha que cobrisse a sua bunda, mas com o passar do tempo ela passou a usar blusinhas e shorts curtos e eu descobri isso quando precisei trabalhar em casa por uma semana.
Era segunda-feira, dia frio, tempo chuvoso. Eu ainda estava deitado na minha cama, por do quarto fechada. Estava usando apenas uma cueca Box amarela e não lembrei que Mariana chegaria cedo. Certamente ela pensou que eu já tinha ido pro trabalho e abriu a porta do quarto me flagrando ainda na cama. Ficamos parados, um olhando pro outro. Ela de shortinho de tecido fininho marcando o corpo e eu só de cueca.
- Bom dia! – Ela falou com tom de voz bem baixo.
Eu respondi bom dia, ela fechou a porta e eu fiquei na cama. Pau latejando, pensando naquela menina sentando na minha rola. Me dei conta da situação, levantei, tomei banho, coloquei uma camisa Pólo e uma bermuda e fui tomar café. Mariana estava na cozinha, totalmente sem graça com a situação. Pedi desculpas, ela também pediu e eu me sentei para tomar café. Para tentar diminuir a situação chata, convidei-a para sentar-se à mesma comigo. Meio sem graça ela aceitou e ficamos conversando ou tentando conversar normalmente.
Perguntei a Mariana o que ela vendia e ela respondeu que vendia biquinis, calcinhas, sutiãs. Eu devo ter feito uma cara estranha, porque do nada ela perguntou se eu queria ver e comprar para dar de presente para alguém. Concordei, disse que queria ver. Ela pegou uma bolsa grande e foi colocando os biquinis e as calcinhas em cima do sofá, eram sete calcinhas, cada uma menor que a outra.
Falei com ela que compraria as sete e daria a ela de presente. Disse que ela poderia usar ou revender e ter seu lucro dobrado. Ela sorriu, inesperadamente me deu um beijo no rosto e neste momento, sem medir as consequências, falei que não queria um beijo e sim vê-la desfilando na minha sala usando as calcinhas, uma por uma. Ela concordou e a partir dai tudo virou de cabeça para baixo.
Me sentei no sofá e Mariana foi no banheiro, voltou depois usando uma calcinha branca, minúscula, fio dental e com umas rendas na frente. Desfilou na minha sala, descalça, com uma camiseta por cima. Quando chegou perto de mim, tirou a blusa e jogou na minha mão. Deu mais uma voltinha pela sala e ao se aproximar de mim tirou a calcinha e jogou na minha cara. Ficou nua, bucetinha lisinha, carnuda, bundinha com uma pelos loirinhos. Eu peguei a calcinha e lambi exatamente onde cobria a sua buceta, depois cheirei. Isso atiçou Mariana, ela se aproximou de mim nua, colocou um pé no sofá e a suas pernas se abriram. Não resisti, me enfiei entre suas pernas e comecei a chupar a sua buceta com volúpia. Ela gemia baixinho, segurava meu cabelo e rebolava na minha boca. Quando gozou, o mel desceu em abundância, escorreu pelas coxas.
Me levante e começamos a nos beijar. Peguei Mariana no colo e levei pra minha cama. Já cai por cima dela chupando a sua buceta novamente. Ela era tão pequena que eu a virava de um lado pro outro fazendo com que ela mudasse de posição. Mariana empinava a bunda, deixa seu cuzinho disponível para que eu o chupasse todo. Ela gemia, arfava, envergava a coluna enquanto pedia para eu fodê-la.
Me livrei a minha roupa e beijando as suas costas eu roçava ao cabeça do pau na porta da sua buceta. Ela empinou o corpo, o pau foi entrando aos poucos naquela buceta quente e apertada, totalmente ensopada e disponível pra mim. O ar condicionado do quarto não dava conta, a gente já estava transpirando e molhando o lençol, juntamente com o mel que escorria da sua buceta.
- Me fode com força! Me fode toda! – Implorou ela.
Passei a socar mais forte e mais fundo, mudamos de posição, Mariana se encavalou em mim e sentou com vontade no meu pau. Seu corpo brilhava na penumbra do quarto, a gente cheirava a sexo, o sabor da sua buceta ainda era vivo na minha boca. Quando anunciei que estava quase gozando Mariana deu um salto, caiu de boca no meu cacete e bebeu meu gozo.
- Não posso engravidar. Não tomo remédio.
- E seu marido. Goza como?
- Ele usa camisinha.
Voltamos a nos beijar, o clima foi esquentando de novo. Pedi para gozar no cuzinho e Maria apenas se virou, ficou de ladinho, pegou meu pau e direcionou. Passamos a trepar nessa posição, eu beijava a sua boca e alisava seu corpo. Ela rebolava espetada no meu pau e eu gozei de novo lhe enchendo o rabo de porra.
Nesse dia, ela experimentou três calcinhas ao longo do dia r para cada uma delas a gente trepou. Nos demais dias da semana a cena se repetiu com fodas inesquecíveis. Um ano depois o marido dela foi transferido para Bahia, eles se mudaram e eu nunca mais tive noticias dela e nem de dona Fatima. Como lembrança, Mariana deixou a calcinha branca de renda na minha gaveta de cuecas, com um bilhete onde dizia que o cheiro dela estava ali para que eu jamais esquecesse dela e que se um dia ela voltasse pro Espírito Santo ela iria querer repetir tudo novamente.
Fim
