A travesti lésbica e a garota inocente (Parte 3 - Final)
- Temas: Lesbianismo, travesti, lésbica, adolescente, cunete, boquete
- Publicado em: 17/02/26
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- Autoria: valerialeme69
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Ambas sabíamos que poucas mulheres possuem os lábios vaginais projetados para dentro e clitóris avantajados que apontam para fora.
Katy estava com a boca a centímetros da mancha triangular do meu ventre, do meu púbis.
Houve um silêncio quando passou timidamente os lábios por cima da carne avermelhada da minha glande e sugou os sabores levemente salgados.
Mmmm, você tem um gosto bom.
Eu posso te xingar e ser a sua mestra? – perguntei olhando para a câmera do celular.
Claro, amor.
Tem certeza?
Ninguém além de nós saberá mesmo.
Então sua puta doce...
Eu segurei o rosto de Katy forçando minha pica/grelo contra a boca aberta.
Agora chupa vagabunda, sua chupadora...
Os efeito dos comandos agiram como um gatilho psicológico, atingindo a psique emocional da suposta serva.
Ela se afastou e voltou, lambendo deliciosamente a pica/grelo rija como se não houvesse amanhã.
Houve introdução da ponta do dedo no meu orifício anal e lentamente afundou, dentro e fora lentamente para aos poucos acelerar as entradas de um dedo, depois dois, três....
Puta que pariu! – exclamei tentando fechar as pernas, você é uma baita mentirosa. Não acredito que nunca transou com uma travesti ou com algum viado!
Tudo levava a crer que a morena era mentirosa mesmo, suas lambidas, chupadas, assim como a delicadeza, aliada à sutil agilidade com que fazia isso, bem como a introdução dos ágeis dedos no meu ânus levantavam suspeitas.
Eu estava quase certa, a morena, mesmo inexperiente na arte, tinha vocação natural para ser uma faminta devoradora de paus e xoxotas.
Katy se irritou com o comentário. Ela aumentou o volume do gravador de voz.
Ah sim, todas as empregadas e diaristas que vêm em minha casa, eu chupo todas, você me quer como namorada? Você me ama?, perguntei, sempre falando no feminino.
Sim, amo e queria ser sua namorada.
Então você será uma chifruda, veja como eu chupo os paus e as bucetas de meus amigos e amigas.
Mandei Katy abrir bem a xota para afastar ao máximo os lábios vaginais, acelerei os movimentos, sucos escapavam entre seus lábios vaginais, seus olhos brilhavam com encantamento pelo prazer que eu lhe proporcionava.
Katy, sua vagabunda. Eu vou te botar chifres sim, eu vou gozar.
Eu senti vertigens como se fosse desmaiar. Minha respiração ficou mais rápida ao sentir pequenos tremores nos músculos do meu pau>
Katy conseguiu fazer a leitura e entender que eu estava perto do clímax. Ela mal podia esperar por isso e nem precisou aguardar muito tempo.
De repente meu pênis/clitóris começou a se agitar, meus quadris tremeram.
Oh, meu amor, eu vou gozaaaaar...
Um lubrificante doce e vigoroso fluiu de dentro do meu membro cobrindo as bochechas de Katy, misturando-se com sua saliva, boca entreaberta, sugando tudo.
Sim, é isso, chupa Katy, chupa – gritei, minhas pernas bambearam.
Katy obedeceu, servilmente, como boa escravinha.
Assim, isso, está vindo, meu gozo está vindo!
Katy afastou um pouco o rosto e não houve tempo para mais nada. Expeli pelo menos seis fortes espasmos respingando até no visor do celular.
O líquido transparente atingiu o peitinho esquerdo de Katy. Outros disparos deixaram trilhas que desceram da barriga em direção à encantadora buceta. Não havia dúvida de que eu agora era a dona da situação.
Uau! Exclamei, isso foi impressionante. Grave, grave metendo o dedo dentro do meu rabo.
A morena obedeceu. Mas não como eu imaginava.
Ela levantou e me virou de costas, a dedada foi profundamente impiedosa.
Quer um dedo dentro? Então toma isso, Katy tirou o dedo, mas na volta a dedada foi ainda mais profunda.
Apesar do palavreado chulo, o efeito excitante foi alucinadamente esplêndido.
Isso é pra você aprender a não me chamar na sua casa só pra chupar meu cu.
Isso, isso, sim, sim… Eu nunca vou esquecer que cheirei e chupei seu cuzinho.
Eu estava ofegante de tantos orgasmos. Ela jamais imaginou orgasmos dessa forma vindos de um homem. (Afinal, apesar de me sentir e agir como mulher eu sou biologicamente um homem!)
Tudo o que eu mais desejava era um sexo quente com a recatada morena, mas não estava preparada para as surpresas que a inocente puritana tinha para oferecer.
Chega Katy, chega!! – disse a derrotada. No caso, eu.
O caralho que chega!, você vai aprender e não me chamar de mentirosa. Mas o prazer é tanto meu quanto o seu.
Desculpe, eu não quis ofender.
Não quis ofender é o cacete! Vá até a pia e leve o celular.
Tudo o que me restava era obedecer ao que minha “dona” pedia.
Katy foi ainda mais ousada, mais abusada, eu não esperava ver a inocente amiga pegar a escova de dentes e introduzir as hastes macias na própria vagina.
Mire no espelho e grave nós duas na cena.
Katy iniciou a penetração, fazendo a haste da escova sumir e reaparecer de sua vagina.
No início o vai e vem foi lento. Mas logo se tornou mais e mais ligeiro. Eu em minhas loucas masturbações nunca havia imaginado gravar com áudio e vídeo tal cena erótica. O semblante de Katy era de puro êxtase, correspondendo ao sentimento de prazer, como uma expressão utilizada para descrever seu orgasmo.
Eu assisti abismada quando o corpo dela tremeu e o líquido transparente molhou as cerdas macias da escova.
Durante um momento Katy fingiu estar enraivecida
Agora vou escovar seus dentes com esse creme dental.
Katy me puxou para a frente do espelho e escovou meus dentes com violência. Eu, apesar de ter visto tudo, duvidava de que Katy houvesse produzido tanto gozo. Mas as filmagens seriam provas incontestáveis da façanha.
O ato não foi agressivo como Katy tentou fazer parecer, ela inseriu as hastes na buceta e juntas utilizamos a escova. Filmamos tudo, até os beijos.
Por fim, Katy se pronunciou:
Eu aceito ser sua namorada, sua amante, qualquer coisa, hoje amanhã e sempre. Eu juro que nunca fiz nada com outras garotas ou com garotos. Mas posso ter outros amantes? Digo isso porque agora sei que eu também serei amante de garotas e de garotos.
Eu ouvi calada até o ponto em que Katy silenciou.
Falei sério:
Eu amo você e sempre quis que você me amasse. Como eu poderia discordar depois de tudo o que fizemos? Eu te chamei aqui pra te seduzir e agora estou acabada. Então entende que quero que traga o máximo de garotas e garotos para dentro de minha casa? E permito que transe com outras mulheres ou outros homens, desde que estejamos juntas.
Deixa comigo, para todos e todas serei selvagem, mas farei questão de assistir você me deixando mansa.
Nós nos abraçamos como boas amigas, nos beijamos como nos filmes de amor, depois voltamos ao banho para nos limparmos. Dias depois bolamos uma festa na casa de Katy, num subúrbio distante.
Mas isso é outra história.
(Se algum leitor desejar fotos desta transa, mande e-mail, que eu terei prazer em enviar.)
