A travesti lésbica e a garota inocente Parte 2
- Temas: Lésbicas, travesti, inversão, inocência roubada, minete,
- Publicado em: 16/02/26
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- Autoria: valerialeme69
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Katy estava de posse de um celular que foi posicionado de forma que nós fôssemos gravadas desde início.
Chupe amor de amiguinha linda, mame nessa bucetinha.
– Sim… – respondi aproximando minha nervosa língua da fenda encharcada, o alvo tão desejado foi liberado para ser tocado e cheirado e chupado e lambido.
Seu sonho de consumo é se banquetear em minha buceta?
É, mas não espalhe pra ninguém e prometo que farei tudo por você, eu disse. Estava feliz da vida.
Então irei molhar seus lábios, Katy ofegou entre a vontade de um orgasmo e fazer xixi.
Certo, grave cada segundo disso.
Eu olhei para a câmera do celular enquanto abria bem a boca. A outra urinou, mijou mesmo na minha boca, no meu nariz no meu rosto todo. Chuva dourada caiu sobre mim, molhando os meus cabelos, testa, rosto e boca.
Eu achava que seria desagradável, mas o gosto era bom. Decidi lamber qualquer resíduo que saía da ensopada buceta.
Ambas nos sentíamos excitadas como nunca, nem em minhas masturbações havia alcançado tamanha luxúria. Mas eu estava longe de ser perdoada, teria que me sujeitar aos caprichos da morena.
Porém, eu não entendi direito quando Katy pediu para trocarmos de lugar.
Você vai chupar minha... “buceta”? – eu brinquei. (Embora eu tenha grande vontade eu não tenho buceta, mas chamo meu diminuto pau de grelo.)
A resposta de Katy foi virar de costas e abaixar seu dorso.
Quero no alvo – Katy rodeou o dedo em volta da borda do seu cuzinho. Eu sei que você deseja fazer isso, não minta para mim. Cheire e grave tudo.
Co… Como é?
Eu tomei banho... Vai, cheire aqui, Katy completou. O trato agora é cheirar, lamber e chupar o buraquinho.
Eu observei as pregas dando contrações como se fosse um convite, ela nem hesitou em se deixar filmar, minha língua atingindo o minúsculo alvo.
Katy se assustou quando minha língua quente a tocou, tentou dar passos para a frente, mas segurei-a pelos quadris.
Não! Eu... Não lambe meu cuzinho. Eu estava brincando.
Brincando? Não queria se vingar de mim? Não se preocupe, eu chupo o buraquinho de seu cuzinho.
Não falei sério, não precisa fazer isso.
Eu não dei atenção para as súplicas e falei olhando diretamente para o celular:
Eu sou Valéria – usei meu nome trans – e estou na beirada do vaso sanitário chupando o cuzinho da Katy!
Não, por favor não faça isso. Não grave isso, Katy implorava.
Estávamos levando um papo legal - eu continuei falando no microfone do celular - a coisa esquentou, ambas nos excitamos. Agora farei o que sempre quis, vou cheirar e lamber o cuzinho da Katy!
Não! Pare com isso!
(Assumi que sou travesti lésbica e essa menina aqui é Katy, uma morena do cuzinho cheirosinho - e como eu sei?, acabei de cheirar.
Agora vou lamber o furinho anal...
Katy tentou fugir novamente, mas eu esfreguei o nariz no seu ânus e dei fortíssimas cheiradas de baixo para cima.
A agressividade e relutância de Katy caiu por terra ao sentir os pelos de seu corpo se arrepiando. Ela ficou com medo de cair por apenas um segundo, ela se sentiu ainda melhor quando minha língua pressionou a borda do seu ânus, o que foi uma experiência completamente inebriante. Ela agarrou seus pequenos seios em êxtase quando a ponta da minha língua a penetrou.
Embora a cena parecesse forçada, Katy tinha fetiche por cheiradas e lambidas anais, e ela não resistiu em abrir mais as pernas.
Você quer mesmo fazer isso? Então cheira e enfia essa língua mais fundo, Katy exigiu.
Eu intensifiquei as cheiradas e lambidas, e ousei passar um dedo, não houve reclamação, meu dedo então se afundou inteiro.
Sim, é isso. Por favor, me foda o cuzinho e farei o que você quiser, Katy implorou.
O que eu quiser? Eu me senti ganhando a Guerra da Independência!
Sim... Qualquer coisa. Sua habilidade em cheirar um cuzinho é incrível.
Me diga o que você quer, baby. Vamos lá. Implore por isso.
Ela rosnou: Por favor, fode minha bunda.
Eu introduzi meu diminuto pau/grelo tão forte que a morena falsa puritana podia sentir minhas bolas encostando em seu lindo traseiro. Seu corpo inteiro tremia em chamas de prazer ao ponto de lubrificar toda a sua xana. Eu estava com a palma da mão direita abarcando toda a sua vulva.
Imagina um vibrador entrando no seu cu.
A expressão verbal “seu cu” foi grosseira, porém o efeito foi alucinante.
Sim, é isso, fode meu cuuuu!, fode meu cuuuu!, Katy gritou tão alto que os vizinhos nos apartamentos ao lado devem ter ouvido, seu corpo balançando com a aproximação do clímax, Oh, eu vou gozaaaar... Eu vou gozar... Me diga onde você quer safada.
Tudo que Katy conseguiu dizer em uma expressão de puro êxtase:
Na boca!, o celular vai gravar o líquido passando entre meus lábios!
Tirei meu pau ou grelo, como quiserem, do cuzinho da garota, ela abriu a boca para engolir toda a minha porra, minha mão ainda cobria a sua buceta. Senti que Katy também esporrava na minha mão. Gotejamentos doces fluíram, cobrindo as bochechas e misturando-se com a saliva.
Eu vou te melar toda, vagabunda, chupa tudo, goze tudo para mim, goze mais, vagabunda!
Ela tentou gritar, sua voz abafada pelo meu suco adentrando sua boca, molhando a língua e lubrificando os alvos dentes.
O sabor do gozo era tão bom que ela se perdeu na embriaguez da luxúria manifestada pela perda de seu raciocínio e discernimento. Não houve problema em juntar minha boca com a dela e beber o transparente líquido que eu depositara no fundo de sua garganta.
Ambas queríamos mais, nos dirigimos ao chuveiro e somente neste momento Katy pôde prestar a devida atenção em mim.
Meu corpo revelava minha pele branca, meus diminutos seios (eu tenho!) eram firmes com aréolas avermelhadas, os hormônios que eu estava tomando acentuavam minha aparência curvilínea ligada a uma bunda de tamanho médio. Havia tufos de pentelhos castanhos rodeando minha pequena pica, que eu preferia chamar de grelo.
Querida, você é linda! – Katy exclamou me tratando no feminino, amo ser tratada como mulher de verdade.
Você gostaria de lamber meus peitos para se vingar de mim?, perguntei.
Ainda não, disse Katy se aproximando.
Nos abraçamos e esfregamos nossos corpos. A sensação de nossas partes genitais, seios, pernas, rostos e lábios se esfregando uma contra a outra era mais excitante do que esperávamos.
Eu estava de bem com minha bissexualidade. Dava meu cu pra homem e fodia bucetas. Katy estava ansiosa, nunca tinha transado comigo, de forma que insistia em dissimular vinganças em seu pedido.
Agora me vingarei chupando seus peitos, Katy ameaçou.
Ficamos de frente uma para a outra. Katy começou a apalpar os meus pequenos peitos. Eu filmei Katy lambendo meus mamilos, ela começou a chupar meus peitinhos, prestando atenção nas aréolas avermelhadas e mamilos do tamanho de um botão, e com o tempo parecia que não largaria mais.
Eu também me “vinguei” lambendo os peitinhos e aréolas escuras da minha nova amiga.
A gente se beijou, esse momento foi mais íntimo e prazeroso de tudo que havia acontecido.
Por fim, Katy pegou o celular e nós nos ensaboamos. Neste momento, a morena prestou atenção à bunda fofa e branca da amiga – no caso, eu!
Ela fez uma confissão estranha, já que era tímida e retraída demais para confessar seus desejos:
Eu sempre quis lamber um cuzinho. Eu posso fazer isso?
A minha resposta foi virar de costas e usar as mãos para abrir os dois lados das nádegas.
A água do chuveiro caía pelas nossas costas, indo até onde o sol não bate e mesmo assim foi possível Katy filmar um círculo de pregas rodeando um minúsculo alvo, sendo constantemente banhados e lavados pela água.
Eu, eu nunca fiz isso, mas sei que você tem um ânus lindo e perfeito!
– Éééé, Katy?
De fato, a morena tinha fetiche por ânus ao ponto de frequentar sites pornográficos, ela salvava as melhores fotos. Ela sabia que perfis de mulheres brancas mostrando a bunda eram os mais procurados. E eu cumpria (quase) todos requisitos, branca, com a pele sem marcas, as partes internas de meu bumbum branco escondia um ânus cercado com finas pregas no início, indo engrossando para esconder um belo e apertadinho buraquinho de cuzinho.
Contraia e relaxe as pregas, Katy ordenou.
Obedeci, fazendo o coração da morena bater descompassado. A estrutura muscular que contornava o orifício era perfeita, permitindo amplas aberturas e fechamentos de fibras musculares lisas e estriadas com uma delicadeza de apaixonar corações.
Uau! Apenas uau! Que preguinhas perfeitas!
Assim você me encabula.
Então tá bom, será nosso segredinho, que cheirei e lambi seu cuzinho.
Katy afastou o braço, de forma que focasse na cena. Ela deu cinco fortes cheiradas e uma massiva lambida de baixo para cima até alcançar o alvo. Ela tentou enfiar a língua, mas só conseguiu introduzir a ponta.
Isso só a deixou mais ansiosa, seu desejo por melhores lambidas a fez reclamar. Ameaçando parar de gravar:
Assim não quero. Abre mais as pernas, eu quero penetrar a língua. Vai logo!!
Eu estava preparada para ser passiva na relação. Mas aquilo era mais do que ela esperava. Eu abaixei o dorso e abri as pernas. Suas mãos ampliaram o espaço.
Meu cuzinho abriu? Assim serve, mestra?
A única resposta que tive foi sentir a ponta da língua tentando expandir a abertura. Katy lentamente abriu a boca, larga o suficiente para cobrir meu ânus, ela forçou a língua a penetrar no pequeno furinho marrom.
Katy só parou para salivar o ânus e voltou a empurrar sua língua ao ponto de conseguir entrar mais da metade. Ela só parava momentaneamente para repetir a frase, que cuzinho gostoso e saboroso que o meu patrãozinho tem, deixa sua empregadinha lamber, deixa eu lamber...
Alguns segundos depois, ela exigiu que eu contraísse as pregas do ânus.
Aperte e relaxe seu cuzinho pra mim, safada!
As contrações dadas por mim, sua suposta escrava, foram dignas de elogio, minhas paredes anais apertaram e expandiram, permitindo a língua da morena iniciar um rápido dentro e fora.
(Katy estava revelando para mim seu lado mais obscuro, já que sempre foi tida entre seus amigos como conservadora e recatada. Seus conceitos puritanos eram seguidos à risca.)
Porém, isso não a excluía da vocação natural para fetiches com cheiradas e lambidas anais. Isso não a tornaria imoral.
Tantas noites passou em claro, conforme me contaria depois, se masturbando apreciando fotos de ânus femininos, era apenas um complemento de seus desejos secretos mais obscuros.
Que cuzinho gostoso, que furinho saboroso, deixa eu lamber, deixa eu lamber seu cuzinho, quero foder seu rabo..., Katy repetia incessantemente.
Se o meu sonho de consumo era lamber buceta de Katy, o sonho de consumo da morena era lamber cuzinho. No caso, o meu, seu patrão! Ou patroa, como prefiro...
Mas Katy estava agitada demais e precisava de mais, muito mais.
Vira, vira que também quero provar o gosto de pau.
Eu virei, Katy filmou, mas se recusou a prestar atenção, desviando os olhos. Ela passou cuspe na mão, esperou um tempo, até que começou a massagear minha pequena pica, que gosto de chamar de grelo! Olhou diretamente e viu a secreção normal surgir brilhando.
Houve constatações de que meu clitóris/pica era avantajado do tipo que estimulado dobraria o tamanho, ficando mais longo, mais ereto, mais grosso e consequentemente mais exposto.
Uau, apenas uau, você foi abençoada com grelo de sapatão, admirou-se.
Ah, você é sapata também, redargui.

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