O Preço do Silêncio
- Temas: chantagem, traição, corno, sexo oral,
- Publicado em: 14/02/26
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- Autoria: ardens
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No terceiro ano do ensino médio, as emoções são afloradas. É um misto de curtir a vida na escola com a projeção do que está por vir. Na terceira fileira da sala, temos Manuela, ou Manu como é chamada. Dezoito anos, morena dos cabelos longos que contrastam com a sua pele branca. Além de um corpo que chamava a atenção pelas curvas, peitos médios e uma bunda empinada. Sem contar o sorriso malicioso e ao mesmo tempo encantador. No fundo da sala senta-se João - um observador nato. João, apesar de CDF, preferia sentar na última fileira para observar. Alto, cabelos castanhos, olhos verdes e um corpo de quem treina regularmente. Rapaz inteligente.
Já na primeira fileira, senta-se Rodrigo, um jovem ambicioso e determinado a conquistar tudo que desejava. Bonito, musculoso e dono de um par de olhos azuis que encantavam as meninas. Rodrigo também era filho do dono de uma construtora da cidade.
Manu tinha uma fama que as meninas invejavam: O título de boquetes lendários! Ela realmente fazia o que queria com os meninos da escola. Dava para quem queria e sempre estava nas listas das gostosas da escola. João e Manu eram amigos. Embora ela fosse confidente de segredos, eles passavam o tempo da escola juntos e alguns rolês fora da escola também. João gostava muito de Manu, que nunca correspondeu. Também nunca lhe fora verbalizado. Sendo assim, sempre mantinham amizade. Rodrigo conhecia Manu e tinha um desejo não só por ela, mas também de tirá-la da fama que possuía. Mesmo sem terem ficado uma única vez, os dois foram se aproximando ao longo daquele ano.
Com a formatura chegando e sabendo da família simples da qual pertencia, Rodrigo pediu a mão de Manu em casamento. Porém, com a seguinte condição... Que fosse exclusiva somente para ele. Que seu corpo fosse somente dele. Em troca, Rodrigo daria tudo: Status, estudos e tudo o que o dinheiro pudesse comprar. Afinal, após a formatura assumiria um cargo importante de executivo na empresa do pai. Manu pediu a Rodrigo um dia para pensar. Não era apenas um pedido, mas uma proposta. Quando foi dormir, Manu passou a noite em claro. Pensando nas condições de Rodrigo. Era pesado. Forte. Manu sentiu um frio na barriga tomar conta de si quando pensou na renúncia que teria de fazer se aceitasse. Pois perderia liberdade e independência. Mas alguns minutos depois, Manu foi tomada por uma excitação, ao pensar em todo dinheiro, poder, segurança e status que teria casada com Rodrigo. Ele também não era de se jogar fora, afinal atraía muito as meninas da escola.
Na manhã seguinte, Manu já tinha tomado a decisão. Marcou um encontro com Rodrigo para dizer que aceitava. Na tarde do mesmo dia foi contar para João que apenas assentiu. João ficou sem chão com a novidade mas não deixou transparecer em momento algum.
O tempo foi passando e após a formatura, veio o casamento de Manu e Rodrigo. Casaram numa tarde de maio. Manu não deu para Rodrigo até chegar na noite de núpcias. Já que ia cumprir com o acordo que fizeram, ela aproveitou ao máximo. Torturou ele até o último instante. O termo de fidelidade no contrato pré-nupcial certamente era a motivação por trás daquilo. Afinal, tinha sido uma escolha dela.
Cinco anos se passaram...
João após o casamento se afastou, mas seguia morando na cidade. Manu se formou em administração para assumir como diretora da empresa do marido – uma renomada construtora da cidade. Rodrigo assumiu como presidente após a morte do pai. Era o rosto da empresa. Governava mais pela presença do que pelo controle. Ele confiava na Manu sem hesitar, tanto que ela levava as planilhas para ele que assinava sem conferir. A confiança de Rodrigo era tão grande, que ele dispensou até auditorias externas. Aquela cultura vinha desde o pai, que sempre acreditou que confiança valia mais que vigilância - tanto que nunca instalou câmeras na empresa.
Porém, a vida boa do casal mudaria drasticamente, pois o fiscal da construtora aceitou uma proposta para assumir a função em outra empresa. Sendo assim, Rodrigo e Manu tiveram de procurar um novo fiscal. Rodrigo acessando o LinkedIn, lembrou-se de João:
- Amor, pede pro RH acionar o João... Aquele teu amigo do tempo da escola, lembra?
Manu hesitou por instantes, mas concordou com o marido. Naquela semana, João retornou à vida de Manu. Sua função era fazer relatórios e auditorias para passar pra Manu assinar. Depois passava pro Rodrigo que assinava e fechava o relatório. João retornou com corpo de homem formado pelo tempo e com a barba bem desenhada. João viu Manu com o mesmo olhar do passado. O tempo fez bem para todos.
João teria contato com a Manu diariamente como nos tempos da escola. Pois teria de levar a ela os relatórios para colher assinatura no turno da manhã, antes do intervalo e à tarde, às vésperas do fechamento.
Um mês foi tempo suficiente para João se ambientar na empresa e identificar o modus operandi. Tanto que em uma tarde, ao abrir e conferir relatórios, ele percebeu algo. Um padrão que repetia em várias obras. Pequenos valores creditados a uma conta. Aquele detalhe foi suficiente para perceber. Sutil demais para ser ignorado. Certa vez em sua sala, Manu recebe uma mensagem de Rodrigo avisando que ia para uma reunião. Nisso, ela sente a excitação subir. Ela abre uma planilha e executa um desvio para uma conta laranja. Aquele ato era o suficiente pro calor aumentar e a vontade de se tocar surgir. As mãos percorrem o corpo, apertando os seios e descem até a buceta debaixo da saia lápis que usava. Acariciava o clitóris pensando no perigo. A adrenalina crescente enquanto se masturba na sala. O medo de alguém bater na porta enquanto se toca era grande. Mas o tesão pelo desvio era maior. Seus dedos atrevidos começam a dedilhar e misturar aos gemidos. Manu acelerou os movimentos até explodir num delicioso orgasmo. Dois minutos depois, João bateu na porta:
- Pode entrar – disse ainda se recompondo.
- Manu, eu vim entregar os relatórios e dizer que percebi algo...
- O que foi, João?
- Quer saber? Deixa pra lá... Mas quero que saibas que sei ficar calado – disse João sorrindo maliciosamente antes de sair da sala.
Manu foi do orgasmo ao frio na barriga em minutos. Um silêncio ensurdecedor tomou conta daquela sala. Ela começou a pensar no Rodrigo, nos desvios e na excitação que transformou-se em medo.
Inquieta na cama antes de dormir, o celular apita:
"Eu sei de tudo!" – Dizia o e-mail anônimo que Manu recebera em seu e-mail pessoal.
Ela tinha cada vez mais certeza que João sabia dos desvios e isso lhe tirou o sono. Sua mente era tomada por inúmeros pensamentos mesclados com receio de perder todo seu império. O valor total que desviou nos anos de casada ainda não compravam a liberdade que Rodrigo selou. Nos dias seguintes, João trocava olhares à distância com Manu. Havia uma tensão evidente ali. João era discreto o suficiente para não abrir brechas. Ele já sabia o que iria fazer. Manu estava em sua sala, folheando algumas planilhas quando ouviu as batidas na porta: - Pode entrar!
João entrou e ficou parado em frente a mesa. Apenas observando-a. Manu sentiu o frio na barriga voltar. Uma inquietação incessante e incômoda. O silêncio pesado. A troca de olhares foi interrompida por ela:
- Fala João, o que você quer com esse joguinho?
- Não existe joguinho nenhum, Manu. Existe o que vai acontecer daqui pra frente – Respondeu João com aquele maldito sorriso malicioso.
Manu estava sem chão. Sua mente apenas recordava do casamento, do poder e o respeito que tinha na cidade.
João aproximou-se apoiando as mãos sobre a mesa, olhando fundo nos olhos dela:
"Manu, eu te fodo ou você se fode!"
Ela paralisou. Congelou em um pavor quase palpável. João olhou pra ela de cima a baixo e sorriu. Depois deu as costas e saiu da sala. Aquela frase ficou ecoando no ambiente e na mente. Manu pensou no marido e em todo esse tempo casada. Em tudo que viveu com Rodrigo até então. Agora o frio na barriga fazia parte dela. Manu até tentou voltar a trabalhar, mas o foco foi embora. Levantou para trancar a porta e sentou-se de volta com o coração acelerado pensando no que João disse.
No dia seguinte, em uma sexta-feira, Rodrigo avisou sua esposa de que não estaria presente na empresa, pois teria uma reunião importante fora da cidade com alguns executivos. Parecia que João sabia de tudo. O tempo todo. João quando foi levar os relatórios da manhã, apenas entregou à Manu. Ele não disse nada. Apenas o silêncio denso e carregado. Manu já estava ficando inquieta. As horas se passaram até chegar ao final da tarde, quando João entregaria os relatórios do turno. As batidas na porta doeram mais na Manu do que qualquer outra coisa. Dessa vez, ela não disse para ele entrar. Ela foi até a porta, abriu e olhou para ele balançando a cabeça positivamente. João entrou e ficou de costas pra mesa dela.
Manu trancou a porta e disse: "João, eu não posso fazer isso. Eu sou casada, eu amo o Rodrigo e você sabe do acordo que fizemos".
- Eu sei, Manu. Porém, o Rodrigo pode saber dos desvios também e tudo vai por água abaixo. E eu sei que ele não sabe - Cada palavra de João deixava Manu sem saída. O sentimento dela era esse. O frio na barriga, os pensamentos no marido, no império que ela tinha com ele.
João olhou nos olhos dela:
"Basta um clique e o Rodrigo descobre tudo..."
Manu sentindo medo se aproximou. A troca de olhares era intensa, carregada. Ela suspirou e disse com as mãos trêmulas:
"Eu não posso... Eu sou casada, João. Eu amo o Rodrigo..."
A mente dela viajou rapidamente para o casamento no sítio, no passeio durante a lua de mel e vários momentos felizes compartilhados ao longo desses cinco anos. O coração dela acelerou.
Manu prendeu os cabelos, ajoelhando-se no chão. João observava em silêncio. O volume crescendo sob a calça social dele.
"Não posso fazer isso. Eu não posso quebrar o acordo..." – disse ela resistente.
João sorriu maliciosamente e soltou:
"Não se eu ficar calado..."
Manu respirou fundo e com as mãos trêmulas, colocou-as no cinto, removendo-o por completo. Olhou nos olhos dele enquanto desabotoava a calça lentamente. Como quem tentava adiar o pecado. Ela estagnou olhando aquele volume teso. Lembrou da aliança e da mulher que Rodrigo fez ela se tornar. Após novo suspiro, ela abriu o zíper e baixou devagar a calça junto a cueca. O pau saltou duro quase em seu rosto. Manu engoliu a saliva ao se deparar com aquele cacete enorme a encarando. O corpo denunciando o que a mente tentava resistir. João apenas concentrava a respiração. Aquele minuto parecia muito maior do que era. O pau de João estava duro a frente dela. Pulsando. Latejando. Manu relutou por mais alguns segundos até finalmente colocar a mão naquela rola. Ela sente o pau de João pulsar na mão, mas olha a aliança brilhando no dedo e pensa: “Isso é errado... Então porque eu não consigo parar?!”. Manu tenta recuar ao tirar a mão, mas volta a segurar aquele cacete duro. Ela começa a punhetar bem devagar. A linha foi cruzada. Tocar no pau dele àquela altura era a pequena faísca que faltava para acender a safada do passado. Ela aumentou um pouco o ritmo, batendo cadenciado. Manu sabia o que fazia. João apenas continha seus gemidos, quase inevitáveis. O pau de João babando, Manu passou a língua quase que de imediato, pois o corpo não correspondia à mente. Ela soltou um gemido baixinho. Sentir aquele gosto salgado foi o suficiente pra abocanhar aquela rola. Colocava os lábios sobre a cabeça do pau enquanto passeava com a língua ao redor. João delirava de tanto tesão. Manu focou na cabeça, chupando devagar enquanto seguia punhetando. Logo, aumentou o ritmo e olhando para João, enfiou o máximo que pôde na boca. Manu segurou e iniciou uma rápida punheta e quando João gemeu forte, anunciando a porra, Manu abocanhou aquele pau pra receber cada jato em sua boca. Engoliu cada um. Depois olhou pra ele e disse:
"Da próxima vez, eu te chamo. Você só precisa continuar calado".
Ambos se arrumaram e João saiu da sala. Manu sentou-se à frente da mesa, pensando em tudo o que acabara de acontecer. Ela realmente se comprometeu em cumprir o acordo com Rodrigo. Mas a putaria fazia parte da essência dela. Ela olha pra aliança e sorri. Manu foi para sua luxuosa casa e encontrou Rodrigo recém chegando da reunião. Ambos entraram abraçados. Jantaram e trocaram ideias sobre os detalhes da conversa com os executivos. Depois foram assistir filme agarrados no quarto. Enquanto Rodrigo lhe fazia cafuné, os pensamentos de Manu voltavam em João. Naquele pau. No tesão intenso que sentiu. A buceta ficando molhada com os pensamentos do que estava por vir.
Aquele final de semana foi o mais longo da vida dela. Rodrigo e Manu passearam na serra curtindo os dois dias que mais tempo tinham juntos, já que a semana era mais focada na empresa. A segunda-feira chegou e Manu ardia em desejo. Ela via João no mínimo, duas vezes por dia por conta dos relatórios. Sabendo disso, o que estava por vir era inevitável. Manu chegou na empresa, ligou o computador, abriu uma planilha e aquele calor subiu. Fez mais um desvio. O tesão crescendo. As mãos apertando os seios. Até que o pensamento lhe invadiu: “Eu não preciso me tocar. Não aguento mais isso. Eu preciso dar!”. Manu pegou o celular e enviou uma mensagem para João:
“Vem me foder na minha sala...”
Assim que João pegou o celular e leu aquela mensagem, pensou que poderia ser uma armadilha. Porém, queria pagar pra ver. Ele respirou fundo e bateu na porta. Manu abriu, puxou ele pra dentro e trancou a porta. João surpreso disse: “Se tá planejando algo, Manu, eu envio a verdade pro Rodrigo e tu perde tudo!”
Ela olhou pra ele e sorriu. O sorriso de Manu era carregado de luxúria. O silêncio tomou conta da sala. Ela começou a desabotoar a camisa lentamente. Tirou o sutiã, libertando os seios:
“Eu quero dar, João. Não é esse o preço do silêncio?”.
A frase removeu qualquer receio de João, agora com a excitação tomando conta por completo. O volume crescendo no tecido social. Manu sentou em cima da mesa, olhando para ele, tirou a calcinha, levantou a saia e disse:
“Vem me comer!”
João não pensou em mais nada. Foi na direção dela apressado, tirando a camisa e o cinto. A bucetinha molhada pelo perigo de alguém bater na porta. Rodrigo poderia aparecer a qualquer momento. Mas o tesão pela liberdade era maior que qualquer coisa. João abaixou o suficiente da calça pra tirar o pau pra fora e meter fundo na buceta. Sem cerimônia. Começou a bombar. Forte. Intenso. Manu gemia contida, embora a vontade fosse gritar. Seguiu enfiando aquela rola bem fundo. Manu puxou-o com as pernas, acompanhando o ritmo, gemendo gostoso naquele membro duro dentro dela. A troca de olhares enchia ambos de tesão. O medo de alguém interromper era grande, ainda assim era menor que o fogo. João aumentou o ritmo enquanto Manu gemia gostoso. O barulho da mesa e o ritmo intenso fez com que Manu anunciasse: “Eu vou gozar, João... Não para. Me fode!". João obedeceu metendo cada vez mais forte. Tapou os lábios dela evitando que gritasse. O corpo dela vibrou com tamanho gozo. Um orgasmo proibido. João seguiu metendo até chegar na sua vez. Manu percebendo que o gozo dele aproximava, pediu: “Goza dentro de mim!”. Um pedido tentador demais para negar por receio de engravidá-la. O desejo reprimido de João acabara ali. Ele bombou rápido até meter o pau bem fundo enchendo a buceta de porra. Manu sorriu satisfeita. João ofegante afirma: “Caralho, Manu! Que delícia!”. Ela olhou pra aliança com a buceta cheia de porra, quebrando de vez o acordo com Rodrigo e responde: “Agora some da minha frente até eu chamar”.
João se vestiu e saiu da sala.
Manu voltou à frente do computador.
Abriu uma planilha e fez novo desvio.

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