A travesti lésbica e a garota inocente Parte 1
- Temas: Lesbianismo, travesti, adolescente, minete, inversão
- Publicado em: 14/02/26
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- Autoria: valerialeme69
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EU e Catarina (Katy, para os íntimos, mas só para os muito íntimos) teríamos nossas vidas radicalmente mudadas quando... Vou começar pelo começo.
O problema é que eu tinha desejo sexual pela garota, minha diarista, fazia faxina, essas coisas. Um dia aproveitei que estávamos sozinhos para conversar um pouco, num intervalo do trabalho doméstico executado por Katy. A garota sentou ao meu lado no sofá, perguntei o que ela estava estudando. A resposta me surpreendeu, Katy se preparava num cursinho para prestar vestibular em Biologia, no final do ano. No momento, estudava anatomia e reprodução sexual humana, envolvendo, é claro, um homem e uma mulher.
Katy não sabia que eu era professor aposentado e fora um grande estudioso da sexualidade e de relações de gênero. Falei que conhecia algumas histórias de transexuais muito interessantes. Agora ela tinha a oportunidade de me conhecer um pouco mais a respeito de minha aparência.
(Explico: sou homem, travesti, bissexual, ativo com mulher e passivo com homem, e gosto de vestir-me com roupas femininas, fazer maquiagem, calçar sapatos de salto alto, pentear meus longos cabelos ou usar perucas variadas. Nessa ocasião, era assim que eu estava vestido, ou melhor, travestido.)
Ela demonstrou algum interesse em ouvir o que eu tinha a dizer.
Então continuei a a conversa, algumas pessoas, como eu, nasceram com um transtorno de personalidade, os psiquiatras chamam de disforia de gênero, não se conformam muito com o seu sexo biológico, preferiam pertencer ao sexo oposto, chamam isso de disforia de gênero...
Percebi que a menina não estava captando muito minha explicação. (Um parêntese: Katy é jovem, deve ter 25 ou 26 anos, uma linda negra, mais pra clara, o que chamamos mulata, abundantes cabelos crespos, seios e bunda pequenos, pele lisinha e brilhante, olhos evasivos, boca sensual, meio desafiadora...) Sugeri a Katy que fizesse perguntas, tirasse dúvidas sobre o assunto.
Mas você... O senhor... Tem essa coisa aí?
Que coisa?
Essa doença... Vestir de... Mulher! Katy corou.
Isso não é doença, minha linda! É apenas a maneira que eu encontrei de expressar minha sexualidade. Eu sou homem, tenho pau...
Katy, tadinha, ficou corada de novo e levou as mãos ao rosto.
Mas prefiro chamar meu pau, que é pequeno, de clitóris, que é... Você deve saber, o grelo, né?
Por que é chamado assim? - Katy quis saber.
Ué, foi o nome que os médicos deram, é como se fosse um pequeno pênis, que toda mulher tem na parte superior da vulva, em cima da entrada da vagina.
Eu procurava me manter o mais sério possível, mas por dentro sorria da inocência da garota. Pelo menos, assim eu pensava.
– E o que quer dizer dis... Não sei o quê de gênero?
Ignorei as tolas perguntas. Resolvi radicalizar.
No reino da buceta, pica não entra.
O quê… Como é?
Em história de buceta, pica não entra.
Como assim?
Quando vou com uma mulher, tenho grelo, não pau, entende?
Percebi que a pobre Kathy não estava entendendo nada.
Eu queria chegar logo na parte sobre beijos e masturbações. Meu plano era seduzir e acariciar “distraidamente” as coxas (ela estava de short) de Katy enquanto levasse o papo adiante.
Katy – comecei – eu me “monto” assim, passo batom, pareço e sou viado, você sabe...
A garota deu um risinho.
... Mas também transo com mulher, embora não como homem, entende, transo como se fosse outra mulher!
Resolvi partir pra ação. Então foquei nas coxas desnudas da menina, deslizava meus dedos da mão direita pra cima e pra baixo, alisando seus quase imperceptíveis pelinhos.
Katy me ouvia, fingindo não notar...
Eu estava apaixonado pela morena. Tive vontade de revelar a paixão, mas tinha receio de ser rejeitado, por isso me contentava em masturbações tendo Katy como protagonista. Ficava olhando as fotos dela no Facebook. As fantasias chegavam ao ápice ao me imaginar lambendo o clitóris e as pregas do cuzinho de Katy.
A garota, com cara de quem não acreditava no que ouvia:
Tem certeza de que sente isso?, esse negócio de o senhor ser mulher, lambendo buceta e cuzinho, o senhor não se importa?
Claro que não, como te falei, sou traveca bi, bi é quem transa com homem e com mulher, já tive namorado e namorada.
Mas o problema é que a morena é calma e conservadora. Mas eu tentaria seduzir a morena e, se não houvesse reclamações, tentaria fazer com que a própria morena me masturbasse...
Enquanto eu me excitava conversando e alisando, alisando e conversando, percebi sua mão direita sendo guiada para baixo do short. Segurei delicadamente sua mão, mas ao invés de reclamar deixou que fosse direcionada até atingir minha calcinha.
(Como já disse eu estava “montado”, calcinha, sutiã, etc. Etc.)
Kathy ficou excitada, afinal minha calcinha estava úmida.
Forcei de leve a mão dela pela abertura da calcinha. Katy "procurou" meu membro, movi sua delicada mãozinha, para cima e para baixo cada vez mais rápido, ao mesmo tempo em que falava, fingindo que ela não me masturbava.
Não resisti, me aproximei, colei meu rosto no da garota. Ela ofegou quando virou, o olhar brilhante, o desejo estampado. Katy abriu a boca, nossas línguas se tocaram, duelaram e se entrelaçaram.
Senti nossas faces esquentando. Tudo levava a crer que a sedução havia dado certo, mas Katy interrompeu o beijo e recolheu a mão. Continuou a conversar comigo como se a masturbação e o ardente beijo não significassem nada.
Acho que o senhor é uma lésbica de armário, será sempre um chupador de buceta sempre que estivermos sozinhos!
Me espantei com a linguagem chula da menina e sua coragem de falar essas coisas pra mim.
Mas eu estava frustrado. Katy é tímida, retraída e um pouco sonsa, porém isso não me faria desistir da sedução.
Uau, Katy, já pensou se fosse verdade?
Como assim?
Katy questionou cruzando as pernas, ainda fingindo que nada acontecera.
A situação de agora, estamos só nós duas (passei a me referir também no feminino) aqui e você me masturbou…
Eu o quê?
Era uma sonsa mesmo...
Não tem ninguém aqui. Então eu poderia ser sua lésbica de armário.
O quê? O senhor, posso lhe tratar de você?, você é lésbica?
Você também é meio safadinha…
O lado cínico por natureza de Katy surgiu.
– Eeeeu? Eu nunca transei com homem vestido de mulher... E o senhor... Você transa com homem!
Eu sabia desde o começo que seria difícil pra garota entender minhas preferências sexuais.
Agorinha mesmo você alisou meu clitóris! Acho que você é meio lésbica!
Ela se irritou, brincadeira pejorativa.
Não, isso seria impossível, eu não sou sapatão!
Sapatão é um pau na tua bunda, tive vontade de dizer (mas não disse).
Arrisquei:
Quer namorar comigo?
Katy esboçou um risinho. Zombando?
Tá, me dê um motivo pra eu ser sua namorada.
Dei dois motivos…
Você está chupando o dedo molhado com meus fluidos.
Não. Esse não serve, conta outro.
Katy não esperava ser pega no flagra, ela lambia o dedo ainda molhado com o viscoso líquido que escorrera do meu pau, digo grelo. Agridoce mel.
E eu posso te dar muita coisa. Financeiramente.
Ela então tentou levar a conversa pra outro tema.
Mas eu nunca transei com travesti. Não sei se seria legal.
Cínica. Como não? Você acabou de me beijar e masturbar. Além do mais, quando transo com mulher não sou homem, sou mulher lésbica.
Embora fosse verdade, Katy se irritou pela afronta.
Ela levantou e deu meia-volta, os quadris rebolando em uma caminhada feminina com a típica intenção de ser sedutora.
Vou limpar o quarto e o senhor, você... Fique aí sozinho, esquece isso.
Eu estava confuso. Katy tinha desejo por mim ou não?
Demorou um tempo, a menina voltou. Ela usava um bustiê rosa que empurrava seus pequenos e pontudos seios para cima fazendo um decote muito atraente. O minúsculo short completava seu dress-code.
Eu não sou lésbica, então vou limpar o banheiro e o senhor pode ficar no computador, não era o que estava fazendo quando cheguei?
Pare com isso, pense sobre o que conversamos.
Katy correu, rindo para o banheiro.
Ei, lésbica de armário, vou atrás de você, talvez eu seja um sabonete de banheiro.
A garota não respondeu nada.
Franzi a testa, eu estava tendo um trabalhão para decifrar a garota de aparência cínica puritana.
Resolvi ir atrás dela e constatei que a porta do banheiro estava entreaberta, quando entrei o inesperado aconteceu. Katy estava de quatro, bundinha empinada, lavando o box. Ergueu-se. A tampa do vaso sanitário estava fechada e Katy sentou lá. Sentada de pernas abertas na beirada do vaso.
Me aproximei. Puxei seu short, a calcinha veio junto.
Foi impossível não focar meus olhos no triângulo de pentelhos negros acima da bela buceta, como que pedindo para serem lambidos.
Então você é mesmo uma putinha? E hoje decidiu escapulir?
Acho que sim. Eu estava envergonhada...
Você é tão pilantra que me fez tocar siririca pra você.
É, desculpe.
Você sabe que mereço um prêmio.
Sim.
Então, o que está esperando? Abre essa xota pra que eu possa te chupar.
Quê? Quê?.. O senhor, você, você está louca?
(Pela primeira vez Katy me tratava no feminino.)
É agora ou nunca, abra a xota, eu disse. Katy riu, achava que eu não faria.
Fica quieta.
Ela parou de questionar. Eu estava jogando tudo como desculpa para chegar perto da almejada grutinha.
Eu agi muito ligeiro em puxar minha blusa por cima da cabeça, tirar o sutiã e me livrar da calcinha de uma vez.
Me ajoelhei entre as pernas de Katy. Era nítido que a vagina não estava lavada. Mas estava molhada.
Eu puxei o ar o mais forte que pude para os pulmões, trazendo os odores naturais para minhas narinas. O cheiro característico dos feromônios femininos inebriou meu cérebro como uma descarga elétrica.
Pare! Eu, eu estava brincando, disse Katy tentando fechar as pernas.
Farei qualquer coisa pra chupar sua buceta.
Mas e se alguém descobrir?
Estamos sozinhas aqui. Abra as pernas para mim e você pode mijar na minha boca. Certo?
Katy respondeu abrindo mais as pernas, permitindo que eu utilizasse as mãos para afastar os lábios vaginais. Provoquei o seu minúsculo clitóris com a ponta da língua antes de começar a devorá-la com lambidas pelas profundezas da carne rosada. Eu nem percebi que Katy havia levantado uma perna para me dar um melhor acesso.
A putinha tentou ficar calada, não esperava sensações tão excitantes quando minha língua ferina se introduziu na cavidade vaginal, indo e vindo, dentro e fora em movimentos cada vez mais rápidos. Katy teve que se segurar na beira do vaso para não cair. Ela nunca havia sentido nada assim, e estava gostando.
Por outro lado eu estava no paraíso. Quando percebi havia caído numa armadilha.

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