Comi minha Cunhada. FINAL

  • Temas: Amor, traição, adultério, desejo, masturbação, sexo, oral, anal, orgasmo, infidelidade, bunda
  • Publicado em: 10/02/26
  • Leituras: 7025
  • Autoria: Nando2020
  • ver comentários
Private Muse

Para os leitores que não leram a história publicada em 13 Dez 23, onde contei sobre mim, Pedro, e o acontecido com a minha cunhada Norma, caracterizando a traição que cometi com minha esposa Neide.


Para lembrar o que aconteceu, rememoro ipsis litteris o final da história publicada.


“Tínhamos plena consciência de ter quebrado as normas sociais e morais com relação a Neide, pessoa a quem amávamos de todo coração. Como nos conduzir depois disso? Esquecer os fatos, deixando-os no passado como um grande erro cometido? Contar a realidade e destruir três relacionamentos, modificando três vidas? Transformarmo-nos em amantes, continuando a trair uma pessoa que não merecia isso?


Durante a noite conseguimos conversar sobre isso. A nossa decisão foi guardar os fatos conosco, pois esquecer seria impossível, e nunca mais ter outra relação que não as normais entre dois cunhados.


Então, fico pensando: se os fatos tivessem acontecido com você, qual seria sua decisão?”.


Pois bem, muitos leitores ofereceram suas sugestões. Pensei em cada uma delas e resolvi deixar o tempo passar, tentando esquecer os fatos. O mesmo aconteceu com Norma.


Durante esses quase dois anos passados aconteceram episódios novos. A minha cunhada passou a morar com o crush que ela conheceu depois da nossa transa e a minha cara esposa entrou em processo da menopausa, sentindo dores durante a penetração e com os hormônios desorganizados, dificultando nosso convívio e as relações sexuais.


A falta de sexo começou a pesar na minha cabeça. Afinal, depois de muito tempo tendo relações sexuais no mínimo de 3 vezes por semana, começou a ficar difícil a situação. À noite, na cama, a simples dormida em conchinha com a Neide fazia o meu pau querer trabalhar, mas tinha que respeitar a falta de libido dela. Tinha que apelar para o “cinco contra um” para “trocar o óleo”. E aí, para aumentar o tesão, lembrava de todos os fatos que tinham acontecido na aventura com a Norma. Isso foi se tornando obsessão.


Aí o acaso começou a entrar em campo, para o bem ou para o mal, quando Neide e Norma decidiram alugar uma casa em comum na praia. Isso fez com que a minha tortura aumentasse, pois não conseguia olhar o belo corpo da cunhada na praia sem sentir a libido gritar de vontade de levá-la para a cama. A presença da esposa serenava meus ânimos.


Até que um dia, as teias do destino, da sorte, do azar, das forças da natureza ou sei lá do que, para o bem ou para o mal, resolveram agir.


Para não tornar monótono para os leitores, não vou explicar em detalhes os fatos que aconteceram e que levaram a que, de repente, no sábado à noite, minha cunhada e eu estivéssemos sozinhos na casa de praia até a volta, no dia seguinte, da esposa e do concunhado.


No início, tentamos considerar a situação como normal, mas as imagens dos acontecimentos de dois anos atrás vieram à nossa memória. Ficamos nos olhando, tendo a certeza de que ambos estávamos recordando os fatos passados. O fato novo é que, em relação ao que acontecera, Norma também estaria traindo seu marido. O que complicava as coisas.


Para quebrar os pensamentos, sugeri que fizéssemos um brinde para relembrar o passado. Fomos para a cozinha e preparei duas caipirinhas. Sem pensar, fiz a dela mais forte. Mas, na realidade eu estava mal-intencionado, pois sabia que Norma, do mesmo jeito que Neide, adorava uma caipira pelos efeitos alcoólicos imediatos que produzia nas suas cabeças.


Fomos para a sala e, na metade do copo de caipirinha, a Cunhada começou a falar sobre o seu marido. Disse que ele era uma excelente pessoa, mas não era “bom de cama” e sempre que transavam ela fechava os olhos e relembrava, na tentativa de sentir tesão, do nosso encontro passado. Perguntei o que ela queria dizer com o “não é bom de cama”. Ela pensou um pouco e confidenciou que o marido tinha a tal ejaculação precoce, gozava logo e cada vez mais aumentava o tempo sem sexo. Depois de um longo suspiro, Norma confessou que passou a relembrar do que acontecera conosco e até a sonhar que estávamos trepando. Surpreendido com a revelação, o instinto sexual fez o meu pênis dar um salto dentro da cueca e notei que Norma viu e mostrou tesão em seus olhos. Pronto, o lobo mau começou a tomar conta de mim. Voltei à cozinha e preparei novas caipirinhas, a mais forte para ela.


Passamos a recordar o que havia acontecido entre nós há dois anos, ao pararmos o carro fora da estrada para fugir da ventania e da possível queda de árvores. Coloquei a mão na coxa dela e vi que, repetindo o que fizera naquele dia, ela levantou um pouco a saia e abriu caminho para que minha mão deslisasse suavemente entre as suas coxas e fosse ao encontro da vagina. Sentados no sofá, tudo era mais fácil de fazer. Foi fácil atritar seu Ponto G e ver que seu rosto mostrava sinais de gozo. Mantendo a mão pressionando a vagina e subindo uma ponta de dedo para acariciar o grelo, ouvi gemidos de orgasmo se transformando em viscoso “lubrificante dos deuses”. Não tive dúvidas, ajoelhei-me na frente de Norma, baixei sua calcinha e caí de boca num sexo oral maravilhoso. O cheiro e o gosto dos fluidos vaginais na minha boca eram tão intensos que resolvi parar antes de gozar. Ela pediu que continuasse. Respirei fundo e disse que deveríamos tomar banho e completar os prazeres na cama. Norma concordou e fomos ficar limpinhos para a nova etapa. Interessante que para nós estávamos fazendo tudo naturalmente, sem pensar na realidade dos fatos e querendo mais.


Na cama, partimos para o sexo. Norma se sentou na minha barriga, de costas para mim, baixou a cabeça e caiu de boca no pinto. Rapidamente ele se transformou em galo. Ela sabia fazer o boquete. Logo após, esticou o corpo em cima de mim, abriu as coxas e colocou a buceta à disposição da minha boca. Senti que a perseguida estava morna e molhada. Era um convite irrecusável. Sempre acreditei que o “sessenta e nove” era a posição sexual mais ativa para o casal, permitindo realizar o sexo oral simultâneo. Norma conhecia os segredos para dar o máximo prazer ao homem. Ela começava a chupar vagarosamente só a cabeça do pau, enquanto usava as mãos para masturbar de forma suave o corpo do membro. Quando eu menos esperava, ela tirava as mãos e enfiava o pênis em toda a boca, quando tossia ao sentir a glande arranhando a garganta, produzindo muita saliva. Quando eu já estava me acostumando à sensação que isso me causava, ela tirava o pau numa tacada só e aproveitava a saliva para voltar à masturbação rápida. Aos poucos, aprendi a sincronizar as ações. Sempre que ela iniciava a sequência oral de mamar a glande e masturbar o corpo do cacete, eu enterrava a língua na xota, tirava e lambia os grandes lábios. Ao enterrar meu pau na boca, eu começava a lamber e a chupar carinhosamente o grelo, como se fosse um pequeno pênis. Nesses momentos, os gemidos abafados de Norma indicavam que ela entrava num demorado orgasmo. Não foi possível aguentar muito tempo. Houve um instante de prazer duplo, indefinível e maravilhoso, quando ela enterrou minha pica na boca, exatamente quando ejaculei a primeira golfada de porra. Pelo som da sua garganta, senti que ela engolira todo o esperma. Acontecendo o mesmo a cada novo jato de leitinho quente. Até que Norma saiu de cima de mim, virou o corpo e deitou-se ao meu lado, extenuada pelos esforços. No momento, a única coisa que pensei que aquele era o melhor ”69” de que já havia participado. E foi gostoso ouvir Norma dizer baixinho a mesma coisa.


Fomos tomar banho em silêncio, como se não quiséssemos quebrar aqueles momentos mágicos que tínhamos vivido. Interessante que veio à minha cabeça uma justificativa para o que tínhamos feito e iríamos fazer, os fatos de mim e a esposa estarmos em fase de “separação sexual” devido ao início da menopausa e de que Norma e o marido também possuíam problemas que levavam à dificuldade de fazer sexo. Resolvi dizer isso à Cunhada. Não foi muita surpresa ao ouvir que ela concordava comigo. Era a senha de que precisávamos para voltar para a cama.


Acariciar o corpo gostoso da Cunhada, chupar seus seios perfeitos, massagear suas nádegas tentadoras e enfiar vagarosamente o dedo polegar no ânus, tudo isso fez crescer meu pinto e molhou sua xota. A dúvida foi saber se começaríamos a foda pelo sexo anal ou vaginal. Deixei a decisão por conta da Norma. Ela respondeu sentando-se em cima de mim, enfiando minha pica na xota até o talo e depois fazendo movimentos cada vez mais rápidos. Ainda bem que eu era tipo garoto de programa, demorando muito para gozar. Depois de vários “galopes” no cavalinho, ela ficou de quatro e pediu que enterrasse a vara na buceta por trás. Vendo o pau entrar e sair e vendo e bolinando sua bunda perfeita, senti que Norma entrara num profundo e demorado orgasmo. Aumentei a velocidade e ela pediu que não parasse. Consegui segurar a ejaculação com muita dificuldade, tal era o meu grau de tesão.


A Cunhada pareceu entrar em transe, dizendo coisas desconexas, pedindo que eu comesse sua bunda. Não precisei fazer nada, ela segurou meu pau, levantou um pouco a bunda e senti que o meu membro começou a entrar num buraco mais apertado. Recebi ordem dela de enterrar com força, sem ter pena, dizendo que gostava até da dorzinha que sentia quando o caralho abria o caminho. Dando gritinhos de dor, misturado com gemidos de gozo, Norma aguentou firme a entrada da piroca. Quando relaxou, foi a minha vez de não aguentar mais, penetrando e saindo cada vez com mais velocidade até o instante em que não aguentei mais e jorrei toda a porra que ainda estava dentro de mim, no melhor sexo anal que já havia feito.


O cansaço que estávamos sentindo e aquela sensação de completamento físico e mental nos levaram a um sono gostoso.


Sabíamos, entretanto, que teríamos que conversar para resolver como passaria a ser o nosso relacionamento familiar e sexual.


Depois de um sono recuperador, ainda deitados e nus, mostrando a realidade dos fatos que passariam a nos exigir decisões, começamos uma difícil conversa. Levantamos várias ideias e nos surpreendemos que elas eram comuns a nós dois. Decidimos, então, continuar com a vida normal com os cônjuges, a quem amávamos, e manter o relacionamento do parentesco. No entanto, continuaríamos a ter relações sexuais, desde que surgidas em situações que, como agora, surgissem naturalmente, sem interferência nossa. Em síntese, não caberia a nós forçar uma traição e sim aproveitar o encadeamento natural dos fatos para realizar os nossos desejos sexuais. Certo? Errado? Não sei. Para mim e Norma seria a melhor maneira de mantermos as nossas vidas com os companheiros ativas, sempre aguardando um “plus” para a plena realização sexual.


FIM



Comentários: