Um casal de irmãos + um casal de primos + Dra. Mãe + Dra. Amiga - Cap.1 de 8
- Temas: história real, jovens, grupal
- Publicado em: 08/02/26
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- Autoria: Dakeng
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Talvez seja esse o mais longo conto já publicado no Clímax Contos, que vai ser narrado em oito capítulos. Um fato verídico que chegou ao meu conhecimento de "CASOS DE SEXO EM FAMÍLIA". Consegui o contato de um participante e através dele, mais três. Foram relutantes em narrar tudo o que aconteceu, após muita conversa por celular, com promessa de não revelar nomes e a cidade, foram contando e eu gravando, com isso foi necessário quase um mês para montar o conto. Vamos então aos fatos.
Era época de férias escolar, fim de ano, os filhos do tio Jardel, esposo da tia Eurides, que é irmã de mamãe, viriam passar 15 dias em nossa cidade, aproveitando as férias e fazer tratamento dentário, pois papai e mamãe são dentistas. Meus pais por pelo menos quatro vezes ao ano visitavam tio Jardel e tia Eurides, que residiam em um sítio distante 380 quilômetros de nossa cidade, e a propriedade deles ficavam dez quilômetros do vilarejo mais próximo.
Os primos Júlio e Júlia haviam terminado mais um ano do Colegial, e para o estudo faziam uso do ônibus da Prefeitura no período noturno e se deslocavam por 48 quilômetros até outra cidade. Durante a semana ficavam no vilarejo na casa da mãe do tio Jardel. Júlia cuidava da avó e Júlio na única farmácia do vilarejo.
Por causa também de nossos estudos, já faziam dois anos que nós, Beatriz e Heitor, que não víamos nossos primos. Na época éramos apenas uns meninões alegres, onde no sítio íamos nadar, pescar, andar a cavalo, caçar e outras brincadeiras de nossa idade. Quando fomos buscá-los na rodoviária de nossa cidade, a surpresa foi grande, a transformação no físico e na aparência era de de admirar, Júlio cresceu e com um corpo forte, já Júlia se transformou numa linda menina morena clara, cabelos longos negros, olhos brilhantes, sorriso fácil e um belo corpo. Fiquei fascinado por ela, apesar de ser prima.
Com dois primos dentro de casa, o ambiente se transformou, pela manhã iam para a clínica dentária. No período da tarde, era assistir filmes, jogar truco, videogame, e a hora que o sol acalmava íamos para a piscina. Mesmo de calção e top o corpo de Júlia era gostoso demais, e eu era só atenção para ela. Só dois dias em casa, minha irmã Beatriz disse: - Heitor, vê se desconfia né, está querendo pegar a prima? E eu respondia: - Não se intrometa, cuide do primo Júlio que eu cuido dela, eu te conheço, vai acabar querendo dar para ele.
Com a convivência diária, as coisas foram ficando mais íntimas, sendo que Júlia já aceitava colocar o biquíni de Beatriz, e com ele ficava esplendorosa, coxas gostosas, seios médios e durinhos, nas brincadeiras na piscina, minhas mãos bobas resvalavam nela, e no agarra agarra, com certeza ela percebia o volume em suas coxas, talvez pela inocência olhava para mim e apenas sorria. Já no caso de Beatriz, era ela que se aproveitava dele, e com certeza, com seu jeito simples, estava gostando das brincadeiras de Beatriz, pois era uma tremenda gostosa. Júlio só ficava na piscina de calção, mesmo oferecendo uma sunga minha, ele não queria.
As roupas que os primos tinham eram simples, não eram feias, mas pela idade e em uma cidade grande, não caiam bem para a ocasião, e como íamos numa lanchonete com música ao vivo, peguei camiseta, bermuda e tênis, todos de marca e dei para ele usar. Já Beatriz emprestou para Júlia um vestido preto colante que realçava seus belos seios e uma boa parte das coxas ficavam à mostra, ficou lindíssima. Minha irmã com Júlio no banco atrás, eu dirigindo e Júlia ao meu lado, e ao trocar marcha dava um jeito, sem querer querendo, de passar a mão naquela coxa ao meu lado, e quando acontecia Júlia olhava para mim e só sorria, mas dava um jeito de afastar um pouco a perna que era tocada.
Mas durante o trajeto, forcei várias vezes a troca de marcha, ela já não mais afastava a perna. Na chegada na lanchonete, minha irmã e Júlia logo chamaram a atenção da rapaziada, pois eram duas belas e gostosas garotas. Música ao vivo, ambiente gostos, vários copos de chopps, conversa animada, umas piadas provocativas, disfarçadamente meu braço por debaixo da mesa pegava no joelho de Júlia e ela não se importava muito, mas quando tentei ir mais adiante ela fechou as pernas, sinal claro que não queria, apenas olhava para mim, sorrindo e dizia baixinho que éramos primos.
Já meio alegres pela bebida, começamos a falar de namoro e sexo, e se tornou uma conversa franca e desinibida. Eu abri o jogo e disse que das namoradas que tive, só tive relação com duas. Já Beatriz disse que dos namorados que arranjou só teve relação com um. Júlia não queria revelar nada pois o irmão estava perto e ficava com vergonha. Fomos apertando ela, se ainda era virgem, até que falou que já tem um namorado de oito meses, e que tinha dado para ele uma só vez dentro do carro. Foi aí que Beatriz perguntou: - Mas só isso, vocês não fazem outra coisa, como chupar o pinto dele, deixar ele chupar sua "coisinha"? E Júlia: - Não prima, deixo ele chupar meus peitinhos, acariciar minhas coxas, as vezes deixo gozar no meio das minhas pernas. Ela disse isso, sem olhar para o irmão, e se via que ficou com vergonha.
E você Júlio, qual é a sua história, conte tudo, sua irmã mesmo muito envergonhada contou, nós somos primos, um amigo do outro, eu e Beatriz também contamos, agora é a sua vez. - Vou falar sim primos, namorada firme só tive uma por seis meses, mas quando deu certo de pegar ela, não deixou de jeito nenhum, acabamos terminando, o mesmo aconteceu com outras, e falavam que só iam deixar pegar elas depois de casados. Até hoje só consegui ter relação com duas mulheres e porque paguei, mesmo assim pediram para eu não voltar, ficaram arrependidas, tenho um problema que as meninas só aceitam transar comigo só depois do casamento.
Curiosa, Beatriz queria saber qual era o problema do primo que as meninas não querem saber dele, mas ele disse que não ia contar de jeito nenhum. A curiosidade de Beatriz aumentou e perguntou para Júlia: - Prima, você sabe qual é o problema? - Sei sim prima, mas meu irmão não vai querer que eu revele. - Mas como você sabe? - A namorada que era dele é minha amiga e me contou. - Então ele tem doença, prima? - Não, não, não é nada disso.
Mas quando Júlia respondeu, involuntariamente fez um gesto de tamanho, e depois com dois dedos formando um círculo, e por causa disso a namorada não deixou, pois se um dia brigassem nenhum outro rapaz iria querer ela. Desbocada, Beatriz disse: - Então o primo tem um pinto grande e grosso, quando chegarmos em casa vamos para a piscina, eu quero conferir ao vivo, pois os que vi até hoje eram todos pequenos ou médios, e então é por isso que não quer usar sunga na piscina né? Logo Heitor disse: - Eu não quero ver de jeito nenhum! Com essa fala de Beatriz e Heitor, caímos na risada e ali descontraídos, minha mão acariciava os joelhos de Júlia, e ela olhava para mim, sorria e sempre lembrava que éramos primos.
Tomamos mais um copo de chopps e fomos para casa, mas no caminho trocando as marchas, passava a mão já acima do joelho, e percebi que Júlia abriu um pouco as pernas, com aquele vestido curto e sentada, as pernas mais abertas, minha mão já acariciava as coxas e por perto da calcinha dela, mas não fui mais fundo, não queria ser precipitado, eu já estava com o pinto duro, ela não olhava para mim, mas estava aceitando.
Chegamos em casa, nosso pais já estavam dormindo ou praticando atividade sexual, o quarto deles a janela dava para a piscina, e no caso de acordarem iriam acender a luz e a gente ia perceber. Dessa vez, Beatriz fez Júlio colocar sunga e deu para ver que o volume era grande e minha irmã já se pegando nele. O tesão já tomava conta de nós. As luzes da piscina estavam acesas só de um lado, com isso a claridade era amena.
No canto da piscina, do lado mais escuro fiquei com Júlia, com certeza já sentia meu pinto duro comprimindo sua bucetinha, dava-lhe beijos no pescoço, sussurrava em seu ouvido que era linda e gostosa, acariciava aqueles seios durinhos por cima do top, peguei uma de suas mãos e a levei até meu pau e por cima da sunga o pegava para sentir como estava duro, mas ela disse baixinho: - Nós somos primos, não podemos fazer isso, mas disse a ela: - Olha lá a Beatriz e Júlio, eles são primos, mas já estão se pegando para valer. Mas deu para ouvir Beatriz dizer: - Júlio esse "trem" é muito grande mesmo, veja como está duro. Dava para perceber que Júlio era tímido, talvez não acreditando no que estava acontecendo, era Beatriz que tomava as iniciativas.
A excitação era extrema, suspendi o top de Júlia, segurei aqueles dois peitinhos lindos e durinhos, e com a ponta da língua passava naqueles biquinhos durinhos, comecei a chupar e Júlia respirava arfante, estava sentindo prazer, peguei sua mão e a coloquei por dentro de minha sunga, acabou segurando meu pau, também acariciando meu saco. No outro lado foi Beatriz que abaixou seu top e pediu para Júlio chupar seus peitinhos, como também colocar o pinto no meio de suas coxas. Pedi para Júlia tirar meu pau para fora da sunga, ela fez, e o deixei no meio de suas coxas, logo depois afastei a parte de baixo de seu biquíni, e meu pinto deslizava em sua rachinha sem entrar, Júlia já me abraçava forte.
A posição e do jeito que estávamos era desconfortável, pedi para Júlia abaixar um pouco o biquíni, mas ouvi Beatriz falar que ia abaixar um pouco o biquíni e para Júlio só esfregar a cabeça para ela sentir aquele pinto gostoso na rachinha dela, mas de jeito nenhum era para enfiar a cabeça. Quando pedi para Júlia abaixar um pouco o biquíni, ela disse que não podia fazer isso porque o irmão poderia ver e ficaria chato. Disse à ela que seu irmão estava empolgado com Beatriz. Ela abaixou o biquíni e a cabeça do meu pai deslizava naquela "rachinha" deliciosa, só que ela pediu para não enfiar porque o irmão estava perto e poderia ver, mas que outro dia longe do irmão ela deixava, então só fiquei no vai e vem e acabei gozando. Para azar nosso a luz do quarto de meus pais acendeu, e mais do que depressa saímos da piscina e ficamos sentados na borda da piscina. O clima sensual foi interrompido e resolvemos então ir para dentro de casa.
Logo pela manhã era só sorrisos entre nós, mas Beatriz alertou a todos que devíamos colaborar com a ajudante doméstica da mamãe a limpar a casa rapidamente e fazer almoço, e depois que deixasse a cozinha limpa ela ia embora e teríamos a casa só para nós, porque essa noite nem dormi direito pensando no pinto grande do Júlio, coisa linda de se ver, mas quero é sentir e agasalhar ele. Mas Heitor disse: - Coisa linda de se ver foi os peitinhos e a bucetinha de Júlia, que fiquei tão entusiasmado que não aguentei e já gozei nela. - Por favor Heitor, não fale desse jeito perto de meu irmão, tenho vergonha, disse Júlia. Sem a ajudante perceber eram beijos e abraços, todos estavam excitados. Papai e mamãe chegaram, almoçaram, descansaram um pouco e retornaram para a clínica. Por volta das duas da tarde, a ajudante tinha terminado o serviço e foi embora.
À tarde agora era só nossa, nossos pais só chegariam às dezenove horas. Ficamos conversando sobre o que tinha acontecido à noite na piscina e não se via nenhum sinal de arrependimento. Passado um tempo minha irmã disse: - Heitor, vou travar o portão da garagem e o da entrada pelo jardim, vai que papai e mamãe podem aparecer de surpresa e nos pegar em flagrante, e se o interfone tocar é o sinal de alerta, e aí dá tempo para a gente se arrumar.
Então Heitor, você fica aqui na sala com Júlia perto do interfone, se tocar você atende, eu e Júlio vamos tomar banho, depois vamos para o quarto e ficar por um tempo e continuar o que começamos ontem, e depois irmão, é a sua vez com Júlia. Ali na sala, deitados no sofá, beijava e chupava os peitinhos de Júlia e ela com meu pinto na mão, ela é gostosa demais, ela se retorcia de tesão, a virei acariciando aquela bundinha maravilhosa, quando de repente Beatriz e Júlio entram pelados na sala, ele com o pinto duríssimo. Beatriz abre a gaveta da escrivaninha do computador, pega uma régua, e perto de nós e começa a medir o pinto de Júlio, deu exato vinte centímetros e ela disse: - Estou com medo, acho que não vou aguentar uma coisa dessa entrando em minha bucetinha. - Beatriz, não lhe disse que não queria ver o negócio do Júlio, disse Heitor. A hora que saíram da sala Júlia disse: - Acabei de ver meu irmão pelado com aquele pinto duro, e ele me viu você em cima de mim e chupando meus peitinhos, e coitada de sua irmã que vai ter que aguentar aquele negócio do Júlio, vai sofrer muito. - Você Júlia viu o pinto do seu irmão e eu que vi pela primeira vez a bucetinha de minha irmã, mas a sua é bem mais bonita e gostosa, e deixe ela sofrer com o pinto do Júlio, é ela que está querendo enfrentar.
Foram para o quarto, mas amenizei com as carícias em Júlia, senão ia acabar gozando, mas acariciando aquelas deliciosas coxas, os peitinhos, a vontade era comer ela ali mesmo. Ali pertinho, com a porta do quarto aberta só se ouvia: - Beatriz, chupa gostoso meu pau, da cabeça até o saco, essa sua boquinha é maravilhosa. - Agora Júlio, chupe minha bucetinha, faça eu gozar gostoso, passe a língua em meu grelinho até eu gozar. - Que bucetinha linda você tem prima, estou louquinho para enfiar meu pinto nela. - Primo, depois dessa chupada deliciosa já gozei, você vai quer mesmo colocar em minha bucetinha?
Nossa prima, que pergunta é essa, claro que quero, essa noite só fiquei pensando nisso. - Vamos fazer um trato Júlio, minha bucetinha não está preparada para engolir esse negócio todo, ontem na piscina você só passava a cabeça e já senti, então agora só enfie a cabeça e mais um pouquinho. - Pronto Beatriz, você já sentiu que a cabeça já entrou. - Pode enfiar mais um pouco, mas só mais um pouco para me acostumar. - Pronto Beatriz, já foi quase a metade. - Meu Deus Júlio, não é fácil aguentar isso, parece que vai rasgando tudo, mas tire e só enfie novamente o mesmo tanto.
Agora Júlio faça o vai e vem, bem devagar para não doer, me beije, chupe meus peitinhos. - Deixe colocar tudo Beatriz. - Não Júlio, vamos devagar, amanhã te deixo enfiar mais um pouco, até o fim de suas férias, vou deixar colocar tudo. - Está gostoso demais prima, mas acho que já vou gozar, nenhuma outra menina deixou eu fazer gostoso assim. - Goze gostoso Júlio, mas não para, quero gozar mesmo só com parte de um pinto dentro de mim. - Já gozei prima, eu também e foi muito gostoso, mas tire o pinto para ver o estrago que fez em minha bucetinha, olha o tanto de porra que continua saindo, está satisfeito? - Sim Beatriz, mas meu desejo é enfiar tudo. - Calma Júlio, vou deixar sim, temos tempo para isso.
Ali da sala percebi quando Beatriz e Júlio saíram do quarto e foram para o banheiro, e já disse: - Agora é a nossa vez priminha gostosa, desde ontem meu desejo é enfiar meu pau nessa bucetinha linda, quero chupar esses seus peitinhos durinhos, vou fazer você gozar até ficar molinha. - Sabe Heitor, ontem lá na piscina, quando colocou a cabeça de seu pinto no meio da minha rachinha, me deixou louquinha, se tivesse forçado e insistido já tinha me comido ontem. - Me chupa Júlia, passe a língua na cabeça dele e depois coloque inteirinho na boca. - Que peitinhos gostosos prima, mas agora vou chupar gostoso essa sua bucetinha até você gozar. Passado um tempo Júlia falou: - Já gozei Heitor, e você primo foi o primeiro a me fazer gozar sendo chupada, foi uma delícia.
Agora Júlia, chegou a vez da bucetinha. Abri as pernas dela e com a cabeça do pinto esfregava para cima e para baixo em sua rachinha. - Faça mais um pouco assim Heitor, está gostoso, está dando mais tesão. - A cabeça já entrou priminha, se prepare que vai agora o restante. A sorte foi que Júlia logo gozou, pois quase imediatamente também enchi aquela grutinha quentinha de porra, comecei a beijá-la e chupar seus peitinhos. - Eu gozei gostoso primo e você gostou de comer a prima? - Claro que sim menina, você é deliciosa, só que quero me recuperar e comer seu cuzinho. - Hoje não Heitor, já cansei, prometo que outro dia deixo, e você será o primeiro, um primo, que vai inaugurar meu buraquinho tão precioso.
No capítulo 2, as coisas vão esquentar ainda mais, com a esperança da entrada da mãe e de uma amiga, onde acontecerão coisa inacreditáveis.
