Festa com casal amigo

  • Temas: Amigo, casal, mulher séria, ménage, anal com prazer
  • Publicado em: 02/02/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Tudo aconteceu quando, ao conversar com um amigo de longa data, o assunto virou para o sexo. Falávamos sobre muitas coisas, em como as mulheres adoram uma boa chupada na bucetinha, umas linguadas no cuzinho, essas coisas. Entre uma fala e outra, comentei que havia lido sobre casais que curtem ménage e swing, ele me olhou de uma forma diferente, mas não dei muita importância. Insisti no assunto e falei que gostaria muito de conhecer um casal assim, totalmente liberal, sem frescuras.


Ainda com seu olhar intrigado, ele me perguntou o que achava dos caras que permitem suas mulheres transarem com outros. Sem saber ao certo o que responder, pois na verdade nunca havia pensado seriamente no assunto, ponderei rapidamente e disse que não via problema algum, desde que tudo fosse em consenso do casal. Não se dando por satisfeito, ele foi direto no que queria saber:

- Seja honesto Fred, considera o homem um corno manso?


Não esperava tanta objetividade na sua pergunta, mas não fui omisso:

- Sabe o que é João, casais tem fantasias, aliás, quem não as tem, se ele gosta de ver sua mulher com outro e ela aceita, os dois tem mesmo mais que serem felizes e outra coisa, o que acontece dentro de quatro paredes morre ali, eu não julgaria o cara corno como pessoa, mas ali, naquele momento se ele sentir prazer em ser, para mim nada mudaria, ainda que fosse um amigo meu.


Concluindo minha linha de raciocínio eu arrematei:

- Espero sinceramente um dia poder conhecer um casal assim.

- Só conhecer ou gostaria de ter algo a mais com ele?

- Claro que eu gostaria de ser convidado para uma festinha íntima com eles – eu respondi sorrindo.

Foi nesse instante que me veio à lembrança uma passagem que tive com minha namorada e acabei confessando a ele:

- Sabe João, vou te confessar uma coisa, já que é meu amigo de longa data e confio em você, lembra da Débora, minha antiga namorada?

- Claro que lembro.


Respirei fundo e confessei:

- Eu mesmo cheguei a imagina-la com outro, só não tive coragem em confessar isso a ela, achei que não entenderia e iria me crucificar, terminamos o namoro sem eu dizer nada.

Reinou alguns momentos de silêncio até que ele falou:

- Assim como confiou em mim, vou fazer o mesmo com você, eu realizei essa fantasia.

Agora foi minha vez de olhar intrigado para ele. Eu conhecia bem a Cássia, sua esposa, mas nunca nem de longe eu imaginei tal coisa deles, principalmente porque ela é séria demais. Claro que fiquei curioso:

- Pode me contar mais sobre essa experiência?

- Foi uma única vez, mas estamos querendo reviver as emoções.


Ele então começa a contar que já fazia algum tempo que nutria o desejo de ver a esposa com outro, mas não sabia como entrar no assunto. A oportunidade surgiu quando assistiam um filme, onde um casal se relacionava com outro homem. Do nada a sua esposa perguntou:

- Você aceitaria me ver com outro homem?

De repente a oportunidade se apresentou:

- Você teria coragem de transar com outro para eu ver?

Houve um breve silêncio e ela respondeu:

- Você sabe que não foi o meu primeiro homem, assim como sabe que gosto muito de sexo e esse filme abordou o tema com tanta singeleza que eu até toparia pensar no assunto.


Bingo pensou ele, era a chance:

- Se você quer saber meu amor, venho nutrindo esse desejo já faz algum tempo.

Ele respirou fundo, olhou para mim e concluiu:

- Foi assim que tudo começou meu amigo.


Eu queria mais detalhes, achei que seria muita indiscrição da minha parte em perguntar, mas fiquei com aquele olhar guloso e ele percebeu:

- Não ficou satisfeito né seu safado.

Eu sorri e ele entendeu:

- Acho que está pensando se a Cássia gostou né, pois ela gozou como eu jamais vi, pensei que ela fosse ficar arredia, que nada, se soltou e curtiu como nunca.

- E você João, não ficou com ciúmes?

- Vou confessar, logo de cara fiquei com um pouco sim, mas depois liberei e curti muito também.


Eu fiquei excitado e de pau duro, tentei disfarçar ao ajeitar o bruto, mas ele percebeu:

- Ficou de pau duro né safado, eu entendo, só de te contar também fiquei, por isso estamos com muita vontade de sair com outra pessoa, aliás a Cássia vem me cobrando isso.

- Mal posso acreditar João, a Cássia toda séria.

- Séria na sociedade meu amigo, mas se mostrou uma putinha de primeira e vou te contar mais, nosso casamento melhorou muito depois disso.

- Faz tempo que isso aconteceu?

- Uns três meses.


Meus olhos brilhavam de emoção, meu coração batia mais forte, foi quando ele abriu o celular e disse:

- Deixa te mostrar umas fotos.

Foram algumas da sua esposa chupando o pau do outro, dando para ele e até uma dupla penetração, nessa ele disse:

- Era o cara comendo o cuzinho dela.

Eu estava a ponto de gozar na calça, quando ele disse então:

- Gostaria de estar no lugar dele?


Claro que eu queria, mas era preciso saber se a Cássia me aceitaria:

- Essas coisas não podem ser tratadas apenas por nós dois, a Cássia tem que sentir alguma simpatia por mim.

- Pois ela tem amigo, acredite em mim, por várias vezes ela já fantasiou pensando em você enquanto transávamos.

- Se é assim então, com certeza eu iria amar estar no lugar desse sortudo aí.

- Deixa comigo Fred, vou falar com a Cássia sobre a nossa conversa de hoje e depois te dou um retorno.

- Combinado João.


É óbvio que os dias que se seguiram foram de pura ansiedade, nada do meu celular tocar e ser o João com alguma novidade. Eu estava concentrado num projeto para ser entregue, sou arquiteto, quando meu celular toca, número que eu não conhecia, atendi:

- Alô, quem é?

- A Cássia meu amor, não tem meu celular na sua agenda não?

- Oi Cássia, não tinha mesmo seu contato, mas agora vou anotar com carinho.

- Que bom, mas muito carinho mesmo hein.

- Pode apostar nisso.


Ela tinha uma proposta:

- Eu e o João estamos pensando em descer para nossa casa de praia nesse fim de semana, quer ir junto?

Eu nem pensei duas vezes:

- Com certeza.

- Combinado, na sexta à tardinha passamos na sua casa e vamos só com o nosso carro, tudo bem para você?

- Por mim está perfeito.

- Até sexta então, beijos.


Essa era uma nova Cássia, ela sempre me tratara com cordialidade sim, mas distante e agora com esse carinho todo, o final de semana promete. Como combinado eles passaram em casa e eu já estava com a mochila pronta, não haveria necessidade de muita roupa, pois o clima estava muito quente. Desci vestindo bermuda, camiseta regata e sapatênis. O João também vestia o mesmo e a Cássia o que parecia um vestido, ou mais parecido com uma saída de praia longa. Entrei no carro e partimos. Já na estrada ela falou que estava com muito calor e tirou a roupa que lhe cobria o corpo, ficando apenas com um sumário biquini, cujo sutiã mal cobria os bicos dos seios.


Durante a viagem conversamos amenidades, nada de sexo. Ao chegarmos na casa deles foi que eu pude ver a Cássia de corpo inteiro. Mulher de meia idade, corpo com algumas marcas do tempo, resultado dos dois filhos que tivera, mas nada que prejudicasse seu visual, cabelos bem curtinhos, uma leve barriguinha, seios médios ainda empinados, cintura bem definida, bunda grande e um belo par de coxas. Seu biquini deixava quase tudo à mostra, sem pudor algum pela minha presença. O clima estava muito quente e chegamos suados, fui tomar uma ducha enquanto eles ajeitavam as coisas.


Assim que saí meu amigo falou que eu ficasse à vontade, pois agora eles iriam tomar banho. Peguei uma cerveja e fui para a sala ver TV. As imagens passavam na tela, mas eu não conseguia me concentrar, a expectativa era maior, como será que tudo ia começar. Os dois voltam vestindo um robe curto. O da Cássia formava um decote acentuado, chegando próximo ao umbigo. Meu amigo segura a mão da esposa, faz ela dar um giro e pergunta para mim:

- E aí Fred, o que acha da minha esposa?

Fiquei sem saber o que dizer, as palavras não saíam da minha boca:

- Acho que ele não gostou amor, não diz nada – falou a Cássia.


Me recuperei rápido:

- Nada disso Cássia, você está muito bem, só não achei as palavras certas.

- Gostosa seria uma delas – ela insistiu.

Olhei para meu amigo que sorria:

- Com certeza, você é muito gostosa.

Nisso meu amigo desfaz o laço que prendia o robe e esse se abre. Ficou preso pelos bicos dos seios, mas daí para baixo surge o corpo nu da Cássia, com sua bucetinha coberta por pelos bem aparados:

- E assim – falou meu amigo – ficou melhor?


Eu estava vidrado naquele corpo maduro e cheio de formas. Minha boca estava seca, meu coração acelerado, era a primeira vez que eu me via numa situação dessas e estava ali, parado, sem saber o que fazer ou dizer. Vendo minha indecisão, meu amigo beija a esposa e ao mesmo tempo acaricia seus seios. Ele abraça a esposa por trás, tira seu robe, a deixa peladinha, segura os dois seios e pede:

- Vem cá Fred, pode abusar da minha putinha que ela gosta.

Meu pau doía de tão duro que estava, cheguei próximo do casal, encostei meu corpo no da Cássia, ela me abraçou e colou sua boca na minha.


Ela leva uma das mãos no meu pau, sente o volume e diz para o marido:

- Vou me dar bem amor, ele tem um pau de respeito.

Ela mesma foi me livrando das roupas que usava e quando desce a bermuda minha rola salta empinada. Ela se ajoelha, segura meu pau com as duas mãos, se vira para o marido e diz:

- Olha o que você gosta de me ver fazendo corninho.

Ela abocanha minha rola e chupa com gosto, suga a cabeça, lambe ela todinha, engole minhas bolas, me puxa pela bunda e tenta engolir a vara toda. Meu amigo estava delirando:

- Isso mesmo querida, mama gostoso no pau do Fred, mostra para ele como você é boa nisso.


Que boquete delicioso ela sabe fazer:

- Porra João, você um cara de sorte em ter uma mulher como essa.

- Não viu nada ainda, espera para vê-la rebolando na sua pica.

Ele encosta seu corpo no meu e aproxima seu pau para a esposa também chupar. A Cássia agora se reveza em chupar uma e outra rola, tenta enfiar as duas na boca, ela está alucinada:

- Caralho que coisa boa, dois machos para me foderem.

Inacreditável, quem conhece a Cássia, como eu conhecia, não imagina esse seu lado devasso.


Ela se deliciou em ficar revezando as rolas na boca, até dizer:

- Agora é a vez de vocês me chuparem.

Ela ficou de quatro e falou para o marido:

- Do jeito que você sabe que eu gosto.

Ele deu um sorriso safado e falou para mim:

- Você chupa a buceta e eu o cuzinho dessa vadia.

Que assim seja, amém. Coloquei-me por debaixo dela e caí de boca na sua gruta melada, enquanto o marido veio por cima e começou a lamber as pregas da esposa.


Ela rebolava feito uma gata no cio dizendo:

- Isso que é vida, que delícia, quero gozar assim.

Intensifiquei minhas chupadas no seu grelinho e com isso ela atingiu o clímax, gozou forte, urrando, gemendo palavras desconexas e o corpo vibrando. Nunca vi uma mulher expelir tanto mel, melou minha cara toda. Demos um tempo para ela se recuperar do gozo, enquanto isso tomamos uma cervejinha. Eu estava vivendo um sonho, pensei que jamais o realizaria, mas não, era real e isso me deixava excitado, meu pau não amolecia.


A Cássia segurou nele, apertou levemente, olhou para o marido e falou:

- Corninho, acho que ele está com vontade de meter essa coisa gostosa na minha bucetinha.

- E você doida para levar ferro né putinha.

- Você sabe que adoro uma boa foda.

Não tive tempo de falar nada, ela ficou de quatro, bateu na própria bunda e falou:

- Vem Fred, soca a rola em mim, quero gozar metendo com você.


Meu amigo estava ao lado, de pau duro também, batendo uma leve punheta:

- Vai lá amigão, mostra para essa vadia que você é bom de pica.

Me posicionei atrás dela, mas antes de meter eu queria sentir mais o gostinho daquela buceta melada. Meti a língua, chupei e suguei sua buceta, deslizei a língua e lambi seu cuzinho também. Ela rebolava gemendo e dizendo:

- Caralho como eu gosto disso, agora mete seu puto, soca a rola na minha buceta.

O desejo dela era uma ordem para mim, esfreguei a chapeleta do pau nos lábios da buceta, deixei tudo bem meladinho e meti, num golpe seco e único meu pau entrou todo.


Sua gruta, além de molhada, era quente demais, nunca havia experimentado sensação igual. Comecei a meter e tirar, um vai e vem delicioso. Seu marido ao lado delirava:

- Delícia, fode gostoso essa putinha, ela adora.


Ele fica na frente da esposa e enfia a piroca na boca dela. Ela estava em êxtase, gemia feito uma cadela no cio, rebolava na minha rola e mamava gulosamente o pau do marido, com isso ela não resistiu:

- Eu vou gozar, agora, mete forte, soca fundo.

Meti mais intensamente e ela gozou, seu corpo vibrava todo, parecia até que estava convulsionando, tamanho o seu prazer. Novamente demos uma parada e mais uma rodada de cerveja se foi. Eles disseram que essa experiência a três estava sendo maravilhosa para o casal, a vida deles em casa melhorou muito, eu sorri e falei:

- Fico contente por estar fazendo parte dessa felicidade de vocês.


A Cássia é insaciável:

- Vem cá Fred, vamos fazer um papai-mamãe bem gostosinho.

Eu e o João não tínhamos gozado ainda, por isso nosso tesão estava a mil. Fui para cima da Cássia e meti gostoso nela. Nossas bocas coladas desfrutavam de um beijo lascivo e molhado. O João chega do nosso lado e pede para a esposa chupar seu pau. O curioso dessa situação é que meu rosto ficou bem próximo e dava para ver de pertinho o pau entrando e saindo da boca dela. Era uma situação inusitada, mas como o tesão fala mais alto nessas horas, eu pouco me importei.


Minha surpresa foi quando ela tira o pau da boca, segura na mão, olha para mim e pede:

- Chupa a rola do meu corno, ela é gostosa, experimenta.

Fiquei sem ação, jamais me imaginei chupando uma pica, mas eu estava tão excitado, tão envolvido no clima que cedi e abocanhei a rola do meu amigo, ao mesmo tempo em que fodia sua mulher. Eu com a boca no pau e ela lambendo as bolas do marido. Meu amigo gemia de prazer, eu e a Cássia estávamos a ponto de gozar, a tensão era latente, e quando ela começa a gozar meu amigo diz que também ia e o faz melando meu rosto e o da esposa. Isso foi fatal para mim e também gozei, enchendo aquela buceta gostosa de porra.


Tive um orgasmo como nunca antes, foi muito intenso. Fomos tomar banho e com os três juntos no box era impossível que os corpos não se tocassem, mas estava sendo tudo tão natural que não me importei em ter uma rola roçando em mim e claro a minha no meu amigo. Terminado o banho fomos preparar algo para comer, roupas foram dispensadas. O clima de liberalidade era total, tanto eu quanto meu amigo abusávamos em passar a mão na sua mulher e ela em nossos cacetes, que já estavam empinados de novo. Sentamos para comer um lanche e conversamos a respeito desse estilo liberal deles, disseram que não saberiam mais viver sem essa experiência.


Hora de dormir nos recolhemos ao quarto do casal, mas o tesão ainda era latente, nós dois abraçamos a Cássia e a enchemos de beijos, num momento a boca dela era minha, em outro do marido. Seu corpo era explorado por nossas mãos, ávidas para tocar em todos os pontos. Encoxei sua bunda redonda e meu pau deslizou no seu rego, ela vira o rosto para trás e pergunta:

- Quer comer o meu cu?

Sem que eu respondesse o seu marido falou:

- Não recusa que ela adora dar a bunda.


Fomos para a cama, o João deitou de costas, a Cássia sentou no seu pau, arrebitou a bunda, olhou para mim e disse:

- Vem gostoso, mete tudinho no meu rabo.

Ela me passou um lubrificante, eu besuntei suas pregas e também meu pau, encostei a chapeleta na portinha, forcei e a cabeça passou sem esforço, a danada deve estar acostumada a dar o cu. Ela rebola e pede:

- Pode meter sem dó, adoro essa dorzinha do pau entrando.

- Seu desejo é uma ordem putinha.


Soquei com gosto até minhas bolas baterem na sua buceta. Nós três sincronizamos nossos movimentos e a foda foi perfeita. A Cássia foi a primeira a gozar, depois seu marido e por último eu, urrando de prazer. Ficamos assim engatados por uns momentos até deitarmos saciados e o sono tomou conta de nós. Foi um fim de semana maravilhoso, trepamos o tempo todo, de todas as formas. Minha amizade com o casal agora estava em outro nível e quando voltamos do litoral me fizeram prometer que os visitaria outras vezes, não tive como negar.


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