Cunhada evangélica safada

  • Temas: traição, cunhada safada, evangélica tarada, sexo proibido, incesto familiar, sexo anal, primeira vez
  • Publicado em: 02/02/26
  • Leituras: 10093
  • Autoria: Johnny73
  • ver comentários
Private Muse

Conheci minha cunhada quando ela ainda tinha 16 anos. Naquela época já era aquela menina que vivia com um namoradinho diferente a cada duas semanas. Quando virou evangélica, ela tinha 26 anos. Hoje está com 31.

Um dia ela me pediu carona para outra cidade, disse que era um compromisso da igreja. Minha esposa não quis ir, sobrou pra mim. Levei ela até o local, deixei lá e avisei que ia esperar no shopping ali perto. Quando terminasse o evento, era só me chamar que eu buscava.

Passaram umas três horas e ela ligou dizendo que já estava saindo e que ia me encontrar no shopping. Passei a localização. Chegou acompanhada de uns “irmãos da igreja” que a deixaram na entrada. Eu estava tomando um chope. Ela pediu um refrigerante e sentamos pra conversar.

A conversa foi esquentando aos poucos. Em algum momento eu comentei, meio na brincadeira, que a irmã dela (minha esposa) adora sexo anal. Ela arregalou os olhos e disse: “Nossa, como minha irmã aguenta isso?”. Perguntei por quê. Ela respondeu na lata: “Eu não aguentaria. É muito pra mim”.

Curioso, perguntei como ela sabia que era “muito”. Ela confessou: “Minha irmã me mostrou uma foto do seu pau”. Perguntei o que achou. Ela respondeu rindo: “Dá medo, né?”.

Rimos juntos e decidimos voltar pra casa. No estacionamento, entramos no carro. Já tinha rolado o clima. Ela não parava de me olhar e rir com cara de safadinha. Claro que estava querendo.

Coloquei o pau pra fora ali mesmo. Ela ficou nervosa na hora: “Você tá louco? Tem gente aqui, pode ver, guarda isso”. Eu disse pra relaxar, que o vidro era escuro e ninguém via nada por fora. Pedi pra ela pegar na mão só pra sentir o tamanho. Ela olhava pros lados o tempo todo, repetindo “guarda, vai, guarda”, mas não largava.

Pedi uma chupadinha. Ela disse “você tá louco”, mas continuou segurando. Acabou dando umas chupadas rápidas e parou.

Falei que ia levar ela pra outro lugar. Levei pro drive-in mais próximo. Entramos num quarto. Mal fechou a porta, ela sentou na cama. Fiquei de pé na frente dela com o pau pra fora. Ela começou a chupar, mas mal conseguia colocar metade na boca.

Deitei ela na cama e comecei a chupar ela. Quando cheguei na bucetinha, ela gozou rápido, as pernas tremendo, o rosto todo vermelho. Tentei colocar devagar. Ela subia o corpo, não deixava entrar tudo, só a cabeça. Quando finalmente relaxou, fui enfiando aos poucos. Quando entrou inteiro, comecei a socar com força. Ela gritava e xingava até que gozou forte.


Virei ela de lado e comecei a encostar no cu. Ela dizia “no meu cu não, eu não aguento”, mas ao mesmo tempo rebolava. Coloquei devagar até a metade e comecei a masturbar ela de novo. Ela gozou de novo com o pau atolado no cu.


Logo depois eu gozei dentro do cu dela.

Tomamos banho, nos arrumamos e voltamos pra casa. No caminho ela falou: “Nunca vi um pau tão grande e grosso. Gozei igual uma puta”.

Depois disso saímos mais duas vezes (tem outra história aí). Hoje ela tem um namorado evangélico também. Mas me confessou que ele “não chega nem perto” do meu.


Comentários: