Meu chefe e sua mulher

  • Temas: Esposa, chefe, casal, DP, prazer, novidade
  • Publicado em: 29/01/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Eu e minha esposa somos um casal jovem, vinte e oito e vinte e cinco anos e estamos casados há três anos. Nossa vida sexual é bem ativa, sexo para nós é essencial, não temos tabus, vale tudo desde que não ultrapasse a dignidade humana, que para nós é violência e pedofilia. Gostamos muito de assistir vídeos pornô, que alimenta ainda mais o nosso tesão. Começamos a namorar bem jovens ainda, no entanto, eu já tivera experiências com outras mulheres, mas não ocorreu o mesmo com minha esposa, até então ela só teve a mim como homem.


Sempre fui muito atento a detalhes e um deles não passou despercebido, toda vez que um vídeo mostra dois homens com uma mulher, principalmente na hora da dupla penetração, sinto uma certa inquietação na minha esposa, sua respiração fica mais ofegante. Passei a buscar cada vez mais esses vídeos e sempre o mesmo fato se repete, com certeza minha esposa alimenta fantasia quanto a isso.


O curioso dessa história toda é que, ao invés de ficar com ciúme, ver minha esposa mais excitada nesses momentos, causou-me um estranho desejo em vê-la com outro e, para apimentar ainda mais nossas transas, eu passei a falar:

- Já pensou um outro macho junto agora, sentir um pau na bucetinha e outro nesse seu cuzinho delicioso?

Nas primeiras vezes ela se retraiu e não falou nada, mas com o passar do tempo ela foi se soltando e passou a gozar com mais intensidade, dizendo que seria maravilhoso.


Essas nossas conversas só aconteciam durante as transas, mas, um dia me enchendo de coragem para tocar no assunto, eu quis saber:

- Amor, seja sincera comigo, tem vontade de transar com outro homem?

Vi seu rosto corar, seu peito arfou e ela não conseguia proferir uma palavra sequer. Esperei paciente, não queria força-la a nada, até ela dizer:

- A gente fantasia na hora da transa, mas só isso, porque essa pergunta agora?

- Porque eu já tive outras bucetas na minha vida, consigo ter base de comparação e vou dizer, você é a melhor foda da minha vida, no entanto – eu continuei – você só conhece a mim como homem, não tem com quem comparar.


Ela se recuperou do susto inicial e falou sorrindo:

- E quem foi que disse que preciso de comparação?

- Eu estou dizendo e mais, você merece isso.

Ela ficou me olhando desconfiada, mas eu não queria que o assunto terminasse assim:

- É muito evidente que você fica excitada nas cenas onde tem dois homens com uma mulher, mais ainda quando os dois metem ao mesmo tempo nela, estou errado?

- Não vou mentir para você meu amor, fico mesmo muito tesuda quando vejo isso.


Senti meu pau pulsar ao ouvir isso:

- Esse é o motivo pelo qual você merece provar uma outra rola.

Ela ficou sisuda de repente:

- Você não me ama mais?

- Muito pelo contrário minha querida, amo e muito, mas devo confessar, a ideia de vê-la com outro tem me excitado demais, gemendo debaixo de outra rola.

- Não posso acreditar – disse ela incrédula – está falando a verdade?

- Completamente.


Ela me beijou apaixonadamente e falou:

- Você é o melhor marido do mundo.

- Posso ser, mas agora precisamos achar alguém para te comer junto comigo.

Nossas transas se tornaram ainda melhores e mais safadas, com minha esposa se liberando cada vez mais, até de corninho ela já me chama, para meu deleite. O tempo foi passando e nada de encontrarmos alguém que despertasse o desejo da minha esposa.


Sou gerente comercial e tivemos um ano acima do esperado, superamos em muito todas as metas estabelecidas, com certeza o bônus será excelente. O dono está radiante e resolveu dar uma festa para comemorar, o convite era extensivo a um acompanhante. Será num buffet requintado, falei para minha esposa caprichar no visual, além do que, seria sua primeira aparição em festas da empresa. Ela comprou um vestido e quis experimentar para saber o que eu achava. Foi para o quarto e pediu que eu esperasse na sala.


Ao retornar eu quase perdi a respiração, ela estava linda, vestido preto longo, de alcinhas e um decote generoso. As alças se cruzam nas costas, deixando-a completamente exposta até a cintura. Na frente uma fenda ousada deixa à mostra boa parte da sua coxa direita. Minha esposa tem um corpo bem modelado, seios médios e empinados, o que dispensa uso de sutiã, até mesmo porque não ornaria com aquele vestido. Ela deu uma voltinha e perguntou:

- Acha que fui muito ousada?


Eu dei um sorriso maroto e falei:

- O que é belo, tem que ser mostrado.

Chegou o dia da festa. Minha esposa foi para o salão de estética e caprichou no visual. Ao chegarmos na festa, como não poderia deixar de ser, minha esposa chamou a atenção, principalmente dos homens e porque não dizer de algumas mulheres também. O chefe ao me ver chegar veio nos recepcionar, junto com sua esposa, uma loira deslumbrante. Eles formam um casal bonito, ambos de meia idade, perto dos cinquenta, eu acho.


Ao se aproximarem meu chefe falou:

- Seja bem vindo Gustavo e com certeza essa é sua bela esposa – ele disse com um olhar de gavião.

- Sim chefe, minha esposa Estela.

Ele beijou a mão da minha esposa e se apresentou:

- Muito prazer Estela, eu sou o Felipe e essa é minha amada Catarina, dona do meu corpo e dos meus desejos.

Ela estendeu sua mão para mim e a cumprimentei. Em seguida ela abraçou minha esposa, se beijaram no rosto e olhando para mim ela disse:

- Sua esposa é linda Gustavo, vai fazer inveja a muita gente nessa noite.


Minha esposa mesmo sem jeito falou:

- Com certeza não serei apenas eu, afinal você é exuberante, Catarina.

- Seus olhos minha querida – disse a loira – quero convida-los a se sentarem na nossa mesa.

Claro que não poderia recusar o convite dela, afinal é a esposa do chefe. Fomos os quatro em direção à mesa e em alguns momentos fiquei a sós com minha esposa, afinal eles tinham que recepcionar os convidados que chegavam. Num desses momentos minha esposa comentou:

- Gostei do seu chefe, bonitão ele.


Dei um sorriso e falei:

- Há comentários na empresa que ele é comedor.

Sem meias palavras minha esposa falou sorrindo:

- Com ele eu até toparia uma brincadeirinha.

A festa estava muito animada e a bebida rolando solta. Meu chefe rodava pelo salão, mas a todo instante voltava a sentar conosco, era evidente que comia minha esposa com seu olhar matador. Bom de conversa, assim como sua esposa e a bebida fazendo seu efeito, não demorou muito para o sexo se tornar assunto.


Eu e minha esposa não tínhamos muito o que contar, mas eles sim, falaram de suas viagens e a Catarina fez uma revelação, olhando direto para minha esposa:

- Vou te contar uma coisa Estela, eu sou voyeur nata, adoro ficar só olhando e fizemos uma viagem fantástica nesse sentido.

- Onde foram – quis saber minha esposa.

- Já ouviu falar da praia Cap d’Agde na França?

- Nunca.

- Pois lá minha querida, nudez é quase que obrigatória e o sexo acontece a céu aberto.


Minha esposa riu com uma certa timidez, mas estava curiosa:

- Então deve ter se divertido muito lá.

A loira não se fez de rogada:

- Eu me realizando em olhar, já o Felipe – olhou para o marido e sorriu – esse danadinho passou bem lá e depois me fazia feliz.

Nesse instante o Felipe se levantou dizendo que precisava dar o recado para a equipe. Subiu num púlpito improvisado, pediu a atenção de todos, agradeceu o empenho e dedicação da equipe, dizendo que se sentia muito feliz por contar com todos nós e esperava que assim continuasse.


O resto da noite o casal foi tomado pelos demais convidados e pouco conseguimos conversar. No final, ao nos despedirmos, a Catarina quase que nos intimou:

- Próximo final de semana, espero vocês na nossa casa da praia e não aceito um não como resposta.

Agradecemos o convite e dissemos que estava aceito. Durante a semana nós conversamos muito sobre o convite da Catarina, minha esposa disse sorrindo:

- Será que ela quer ver o marido me comendo?

Refleti um pouco sobre tudo o que eles revelaram na festa, principalmente em relação àquela praia na França e concluí:

- Tenho quase certeza que sim, mas e você, quer dar para ele?


Minha esposa deu um sorriso safado e falou dengosa:

- Não vou negar, fiquei interessada nele.

O fim de semana chegou e descemos para o litoral. Chegamos no sábado por volta das dez horas e o sol já ardia na pele de qualquer um. Meu chefe nos recebeu com alegria e logo em seguida chegou a Catarina:

- Fiquei feliz que vieram, será um final de semana inesquecível.

Ela levou minha esposa para dentro de casa dizendo que iam se trocar, afinal a piscina nos esperava.


Eu e meu chefe também fomos colocar nossas sungas e já estávamos na piscina quando elas chegaram. Eu não consegui acreditar no que vi, as duas vestiam biquínis ínfimos, a parte de cima mal cobria os bicos dos seios e a de baixo, na frente uma tirinha de pano cobria apenas a racha e atrás um fiozinho se escondia no rego. Podia se dizer que praticamente estavam nuas. Notei que minha esposa estava completamente à vontade, mesmo diante do meu chefe que a comia com os olhos. Com a pele bem bronzeada, a Catarina se vira para o marido e diz:

- Amor, vem passar protetor na Estela, a pele dela merece cuidados.


Mais que depressa meu chefe pegou o protetor, pediu que minha esposa deitasse na espreguiçadeira e se colocou ao seu lado. A Catarina me leva em direção a duas cadeiras do outro lado da piscina e diz:

- Senta aqui do meu lado, vamos admirar nossos parceiros.

À distância eu via meu chefe espalhar o protetor pelo corpo da minha esposa. Como era algo que eu sonhava ver, minha rola endureceu, formou volume na sunga e a Catarina percebeu:

- Excitado em ver sua mulherzinha sendo bolinada?


Olhei para ela e não tinha como negar:

- É algo que a gente vem idealizando já faz algum tempo, só faltava a pessoa certa.

- Então agora acharam, o Felipe é maravilhoso, sabe como nenhum outro fazer uma mulher gozar.

Levei minha mão na sua perna, mas ela a retirou com delicadeza:

- Meu querido, sinto prazer apenas em ver meu marido com outras, eu só trepo com ele.

Não me senti rejeitado, ela expôs o seu prazer e eu respeitei. Voltei a olhar para onde estava minha esposa e agora meu chefe passava protetor na bunda dela. Com certeza a Estela estava gostando, do contrário ela teria evitado tamanha intimidade. Ao meu lado a Catarina deslizava um dedo na sua racha dizendo:

- Sinto muito tesão ver meu marido pegando as putinhas.


Ela olhou para mim e não se intimidou:

- Pode tirar o pau para fora, fique à vontade, sei que também está excitado vendo sua mulher com outro.

Não pensei duas vezes e tirei meu pau para fora e comecei uma lenta punheta. A Catarina olhou para ele e comentou:

- Uma bela rola, mas quando sua mulher ver a do Felipe ela vai pirar.

Comecei uma punheta lenta e cadenciada, eu queria curtir cada momento daquela situação inusitada e excitante.


Minha esposa vira o rosto para onde eu estava sentado e vê que estou com o pau de fora, clara demonstração de que eu estava aprovando tudo aquilo. Ela sorri e fala para o Felipe:

- Deixa eu passar um pouco em você?

- Claro minha deusa.

- Então deita de costas.

Foi nesse instante que pude observar o volume formado na sunga do meu chefe, o danado deve ter uma rola e tanto. Com ele deitado, minha ousada esposa sentou bem em cima da rola e começou a passar o protetor no peito dele.


Do meu lado, a Catarina ficou nua e começou a tocar uma siririca, seus dedos entravam delicadamente na buceta e era possível ver como estava melada, ela dizia baixinho, como se fosse um sussurro só para mim:

- Delícia amor, mostra para essa vadia como é que um macho de verdade fode.

No embalo do tesão eu também fiquei pelado, meu pau estava completamente melado. Na espreguiçadeira minha esposa rebolava no pau do Felipe, já sem pudor algum. Vendo que eu e a Catarina estávamos pelados, ela solta o laço do sutiã e o joga para o lado. O Felipe segura os seios da minha esposa com as mãos e acaricia.


Ao meu lado a respiração da Catarina era ofegante e meu coração batia mais acelerado, para ela aquilo tudo não era novidade, mas para mim sim e eu estava adorando:

- Conta para mim Catarina – eu perguntei – é corna há muito tempo?

- Há mais de dez anos Gustavo, a princípio meu marido não queria, mas eu ameacei deixa-lo, então ele cedeu, hoje somos muito mais felizes.

Ela olha para mim e diz sorrindo:

- Hoje é você que está começando a carreira de corno e pelo que vejo tem muita vocação.


Agora minha esposa e meu chefe se beijavam, as bocas se devoravam de forma intensa. O Felipe solta os laços que prendiam a minúscula calcinha e a tira. Minha esposa desliza sua boca pelo peito do macho, lambe seus mamilos, lambe a barriga, eu sabia muito bem o que ela estava querendo. Quando chega onde queria, ela vira o rosto para onde eu e a Catarina estávamos e começa a tirar a sunga do Felipe. Foi então que saltou um pau grande, grosso, com veias saltadas e uma chapeleta rombuda. Ainda olhando para nós, ela segura na rola e bate com ela no seu rosto, a Catarina queria mais:

- Vai vagabunda, chupa o pau do meu marido.


Não foi preciso pedir duas vezes, minha esposa engoliu a glande e sugou com vontade. Lambeu, chupou, deslizou a língua pela tora toda, lambeu o saco, sugou as bolas e voltou a enfiar o pau na boca. Foi engolindo o quanto pode, até engasgar. Sua baba escorria pelo cacete, deixando-o todo melado, meu chefe olha para mim e diz:

- Caralho Gustavo, sua mulher chupa gostoso demais.

Não suportei olhar à distância e me aproximei:

- E aí amor, gostando de chupar uma pica diferente?

- Passa a mão na minha buceta, sinta se estou gostando.


Passei a mão como ela pediu e meus dedos saíram melados. Quando fui beijar seu rosto ela virou e beijou minha boca, com a sua toda melada da chupeta que fazia, ao parar ela falou:

- Isso é para deixar meu corninho feliz.

A Estela estava muito excitada e não resistiu:

- Agora quero sentir essa rola na minha buceta.

Ela se posiciona, segura o pau do meu chefe com uma das mãos e o direciona para a entrada da sua buceta. Dá umas esfregadinhas e em seguida começa a sentar. Bem mais grosso que o meu pau, ela sente a diferença:

- Caralho amor, o pau dele é grosso demais, vai me deixar arrombada.


Me posiciono atrás dela, queria ver de pertinho a penetração. Com movimentos ritmados e contínuos, ela vai engolindo a tora e pede minha ajuda:

- Lambe meu cu amor, assim eu sinto mais tesão.

Passei a lamber suas pregas da forma que ela ama tanto e logo o cacete do Felipe estava todo dentro da minha esposa que gemia de prazer:

- Porra que coisa boa amor, o pau dele é gostoso demais.

Nisso a Catarina chega perto, senta na boca do marido e pede:

- Chupa minha buceta enquanto fode essa vagabunda.


Minha esposa, no ápice do seu prazer, empinou a bunda, olhou para mim e disse:

- Você sabe o que me deixa mais tesuda ainda, mete no meu cu.

Isso mesmo, ela queria do mesmo jeito que vê nos vídeos pornô. Mesmo ocupado chupando a mulher, o Felipe abre a bunda da minha para facilitar a penetração. Anal em casa sempre foi muito praticado, por isso meu pau entrou naquele rabo conhecido sem grande dificuldade, a não ser pelo fato de sentir o pau do meu chefe socando a buceta da Estela.


Nós quatro estávamos em êxtase, a Catarina foi a primeira a gozar, rebolando freneticamente na boca do marido. Minha esposa em seguida anunciou que ia gozar:

- Está vindo, vou gozar, metam com força.

Eu e o Felipe tentamos ao máximo sincronizar nossos movimentos e logo minha esposa explodia num orgasmo como eu nunca tinha visto, ela urrava de prazer. Meu chefe falou que também iria gozar e minha esposa pediu:

- Goza dentro, me enche de porra macho gostoso.


Ao ouvir isso eu também não consegui me segurar e gozei junto com o meu chefe. Ficamos assim por um bom tempo, até que fomos saindo de dentro da minha esposa, nisso o leitinho começou a escorrer para fora. Nesse instante aconteceu uma coisa que eu não esperava, a Catarina se colocou entre as pernas da minha esposa e passou a lamber toda a porra que escorria da buceta e do cu, ficou ali até deixar a Estela limpinha. Ao terminar ela olhou para mim e disse:

- Não trepo com ninguém além do meu marido, mas não dispenso saborear um leitinho.


Em seguida ela beijou o marido e perguntou:

- Gostou de comer essa putinha?

- Muito – e olhando para mim – porra Gustavo, a buceta da sua mulher é muito quente, uma delícia.

Aquela energia toda gasta fez com que sentíssemos fome. Ficamos os quatro pelados e nós homens fomos para a churrasqueira, enquanto as mulheres foram preparar uns beliscos. O resto do dia transcorreu tranquilo, onde ouvimos muitas histórias daquele casal aventureiro.


Quando chegou a hora de nos recolhermos para dormir a Catarina falou:

- Quero quebrar um costume nosso, nunca abro mão de dormir com meu marido, mas hoje senti vontade de ficar em outro quarto, para só ficar ouvido os gemidos da Estela, pois com certeza ela vai querer trepar de novo com ele, estou errada minha amiga – ela falou olhando para minha esposa.

- De forma alguma Catarina, seu marido é gostoso demais para não querer isso.

- Eu tinha certeza – a Catarina disse e se virou para mim – quanto a você Gustavo, vai dormir comigo, mas não pense que vai me comer.


Confesso que que fiquei um tanto frustrado, queria muito estar presente na foda do Felipe com a minha esposa, mas ela me convenceu dizendo toda manhosa:

- Isso mesmo corninho, faça companhia para a Catarina, além do que, vai ser muito bom ficar sozinha com seu chefe.

Não me restou outra alternativa, minha esposa estava feliz e isso é que importa. Deitado ao lado da Catarina na cama do outro quarto, ouvíamos os gemidos da minha esposa trepando com o Felipe. Quando ela deu gemido mais alto e falou que estava doendo, a Catarina disse:

- Meu marido está comendo o cu da sua mulher, todas as vadias gritam quando ele soca a rola no cu delas.


Era muito excitante não tinha como não ficar de pau duro e a Catarina quis saber:

- Está de pau duro corno?

- Não tem como, é muito tesudo isso tudo.

- É verdade, eu também estou com tesão e vou quebrar mais uma regra, se você quiser é claro.

- Vai deixar eu te comer?

- Nem pensar nisso, mas se quiser pode me chupar até eu gozar na sua boca e depois bato uma punheta para você.


Pensei rápido e concluí que aquilo era melhor que nada. Ficamos pelados e chupei aquela mulher gostosa até ela gozar na minha boca. Satisfeita ela pegou meu pau e punhetou até eu gozar. Saciados, permanecemos deitados e ouvindo os gemidos no quarto vizinho, que foi até de madrugada. No dia seguinte, como era esperado, eu e o Felipe comemos de novo a minha esposa e a Catarina só olhando. No final do dia fomos embora e no caminho de volta eu quis saber:

- Como foi a noite com meu chefe?

- Maravilhosa, ele sabe como foder uma mulher.


Eu dei uma risadinha sarcástica, confesso até que um pouco enciumado, mais ainda quando ela perguntou:

- Será que ele vai querer me comer de novo?

- Tem vontade de dar para ele de novo?

- Com certeza.

- Então vou dar um jeito nisso.

A partir disso, vez por outra meu chefe nos convida para descermos para o litoral, onde repetimos tudo novamente, está sendo delicioso.


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