Era para ser apenas uma massagem

  • Temas: sexo, anal, oral, corno, traição, puta, casada, safada
  • Publicado em: 28/01/26
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  • Autoria: Empresario55ES
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Private Muse

Conheci a Flávia em 2017 quando meu casamento estava indo de mal a pior. A minha esposa havia me pedido divórcio depois de me deixar meses sem sexo.


Meses subindo pela parede e meses me aliviando no banho sempre que ia para o trabalho. O divórcio acabou não acontecendo por uma série de motivos, mas nossa vida mudou radicalmente depois que eu abri um perfil no Tinder.


Naquela época eu viaja muito para o interior do Espírito Santo e para Minas Gerais e é claro que eu usava e abusava do Tinder nessas cidades. Conheci muitas mulheres. Solteiras, casadas, noivas e viúvas. Era muita gente disposta a trair, inclusive eu.


Mas foi num domingo a tarde que eu resolvi abrir o meu aplicativo em casa. A minha esposa estava na casa da irmã dela e eu me encontrava sozinho em casa. De repente, apareceu uma morena linda, 1, 56 de altura, toda malhada, seios médios, pernas grossas, bunda arrebitada, cara de marrenta, cabelos negros, lisos.


Demos “match” e imediatamente começamos a trocar mensagens pelo aplicativo, depois nos adicionamos no Instagram e não demorou muito para as nossas conversas passarem para o WhatsApp.


Só que as coisas não aconteceram tão fácil assim, na verdade, eu só fui conhecer a Flávia pessoalmente dois anos depois quando ela tinha se decepcionado com uma pessoa. Nesse dia, ela me ligou, eu estava dirigindo. Na mesma hora eu parei o

carro debaixo de uma árvore e nós ficamos horas na ligação. Foi aí que eu disse que queria experimentar a massagem dela e agendamos a tal da massagem Nuru.


A Flávia é massoterapeuta, mas naquela época por causa da pandemia ela fechou a sua sala comercial e passou a atender em casa e foi exatamente lá que nos encontramos pela primeira vez. Eu acordei cedo, coloquei um terno chumbo, camisa e gravata preta, sapato, barba bem aparada, cabelos alinhados e o perfume Armani Code deixando um rastro por onde eu passava.


Cheguei na porta do seu prédio as 9h30 pontualmente. Era um edifício simples, mas muito bem cuidado. Toquei o interfone e ela atendeu com a sua voz rouca.


Senti um frio na barriga, mas subi. Eu já estava excitado, o pau já marcava a calça.

Quando ela abriu a porta eu nem acreditei. Flávia era muito mais bonita pessoalmente e apesar de ser bem mais baixa, seu corpo era perfeito. Seu cheiro era provocante, possivelmente por conta de algum hidratante.

- Entra! – Disse ela me dando espaço para passar.


Assim que eu entrei, ela ficou na ponta dos pés e me deu três beijinhos. Flávia usava um vestido branco que contrastava com a sua pele morena, estava de rasteirinha e cabelos soltos. Seu apartamento apesar de pequeno era bem decorado, com uma excelente iluminação.


Sentei-me no sofá e ela me ofereceu água, suco e café. Optei pela água pois a minha excitação estava me dando sede. Ela sentou-se ao meu lado e começamos a conversa basicamente como nos conhecemos. A gente não tinha um tempo determinado para começar e terminar a massagem. Na verdade acho que nenhum de nós dois estava encarando aquele encontro de forma comercial. A gente estava se conhecendo após anos de troca de mensagens e isso estava tornando aquele encontro em algo especial.


Flávia elogiou-me me chamando de elegante e cheiroso. Eu retribui dizendo que ela era mais bonita pessoalmente e mais baixinha. Ela riu, disse que as baixinhas são as que dão mais trabalho. Depois de meia hora de conversa, ela pediu que eu me despisse no banheiro, me enrolasse num robe branco e me deitasse sem roupas na cama que havia no quarto ao lado. Eu, naquele momento achei estranho, pois esperava por uma maca e não uma cama de casal, mas como eu estava tão excitado com aquela situação resolvi nem perguntar nada, apenas me deitei e fiquei esperando por ela.


Quando Flávia entrou no quarto ela estava nua, diminuiu um pouco a luz do quarto, colocou uma música suave e se posicionou em cima de mim. Eu estava de costas quando ela puxou a toalha e eu pude sentir sua pele tocando a minha. Deu para perceber que ela também estava nua porque eu pude sentir o calor emanando da sua buceta totalmente depilada.


A massagem Nuru é feita com o corpo dela deslizando sobre o meu com a ajuda de um óleo. Suas pernas passeavam pelas minhas assim como seus seios deslizavam pelas minhas costas e quando ela usava as mãos elas percorriam por todo meu corpo. Eu já estava prestes a explodir de tanto tesão com aquela mulher serpenteando sobre meu corpo totalmente nua.


Quando ela me mandou virar eu fiquei receoso. Meu pau estava latejando, na verdade ele estava doendo. O ar condicionado do quarto não estava mais dando conta, o clima estava quente, o ar pesado, o cheiro dos nossos corpos se esfregando mais o óleo era intenso.


Quando eu me virei, Flávia olhou meu corpo. Se encavalou em cima de mim e foi derramando mais olé em meu corpo. Sua pele já estava brilhando e ela passou a me massagear usando as mãos e o próprio corpo.

- Você também pode tocar em mim.

- Posso?

- Deve!


Nesse momento eu passe a deslizar as mãos em suas costas, descendo até a sua bunda. Se até ali ela estava com a respiração controlada, tudo mudou. As nossas respirações estavam totalmente descompassadas, eu puxava seu corpo contra o meu e sentia cada centímetro da sua buceta deslizar na minha pele.


Faltava pouco pra gente transar. Flávia até se esforçava para manter o profissionalismo, mas eu resolvi atrapalhar seus planos. Girei meu corpo por debaixo dela, meu pau esfregou na porta da sua buceta e eu passei a mamar seus seios. Ela passou a gemer sem pudor algum. Desci lentamente pela sua barriga, desci pela virilha, beijei suas pernas e lambi seus pés literalmente.


Flávia apenas gemia e se contorcia na cama. Voltei a subir com a minha boca grudada em sua pele e ela abriu as pernas. Era o sinal que eu precisava para cair de boca naquela buceta linda, pequena, depilada, com os grandes lábios expostos.


Eu tinha pressa, fome e sede. Comecei a lamber sua intimidade, depois passei a chupar com muita pressão seu grelo alternando com lambidas largas por toda extensão do seu sexo. Flávia rebolava na minha boca, puxava meus cabelos como se quisesse me guiar. Quando ela gozou eu subi rápido, beijei sua boca e o pau deslizou para dentro daquela buceta apertada e febril

- Me come logo!


A ordem veio numa voz rouca, embargada, trêmula. Eu me ajoelhei entre as suas pernas e passei a foder com força. Seus pés estava na altura dos meus ombros e isso me dava o privilégio de assistir aquela mulher linda se contorcendo de prazer bem diante dos meus olhos.

- Continua que eu tô gozando.... Eu tô gozandooooooooooooooooo.


Flávia ainda tremia de prazer quando eu a virei e a coloquei de quatro na cama. Abri suas pernas, enfiei a minha cara entre as suas pernas e passei a chupar sua buceta alternando com o cuzinho fazendo ela urrar na minha boca. Quando ela gozou pela segunda vez, me posicionei atrás dela e comecei a foder sua buceta novamente e se ela estava gemendo alto eu parecia estar possuído. Com as mão segurando sua anca, eu socava, batia na sua bunda, chama de puta, desacelerava, acelerava, batia de novo, arranhava as suas costas e acariciava seu cuzinho.

- Vou meter nesse rabo.

- Mete!! Mete gostoso seu safado.


Lubrifiquei seu rabo, meu pau e fui entrando lentamente. Aos poucos ela foi engolindo meu cacete até o talo. Ai eu passei a foder forte, estava me sentindo um cavalo comendo aquela mulher linda de 1, 56 de altura. Ela parecia de brinquedo bem ali na minha frente.


Quando senti que estava quase gozando, segurei ela forte, acelerei e berrei enquanto lhe enchia o rabo de porra.


Nossos corpos estavam brilhando. Era uma mistura de óleo, suor e porra. Na cama, uma poça com os fluidos dela, o cheiro de sexo era intenso, pesado e tomava conta de todo o quarto.


Naquela manhã a gente não fez nada além de transar. Ficamos exaustos, suados, eu sai de lá com as pernas fracas e com vontade de quero mais que infelizmente não aconteceu. Flávia disse que não se sentiria bem saindo com um homem casado, já tinha vivido essa experiência e no final somente ela saiu como culpada.


Hoje a gente fala quase todos os dias e em certos momentos a gente quase cai em tentação, mas no final das contas o juízo dela fala mais alto que a nossa loucura.


Fim



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