Minha Esposa com meu amante me completou
- Temas: gay, corno, traição
- Publicado em: 25/01/26
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- Autoria: Leomar
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Quando era menino, comecei a dar o rabo para o meu melhor amigo. Na realidade, ele me batia e me comia, e fazia eu chupar o gostoso pau dele. Terminei gostando; afinal, era um lindo pau e muito gostoso. Eu fazia charme e ele me forçava, me dando uns tapas no rosto, e eu fingia ser forçado. Isto foi acontecendo até que ele fez eu dar para o irmão dele, que tinha um pau ainda maior. Eu já tinha me acostumado a ser a fêmea dele, mas, quanto ao irmão, eu já até sonhava em transar com o moleque.
Adorava e gozava só de pensar em foder com os dois. Tanto gostava que comecei a dar para outro amigo nosso. Eles me comiam toda a tarde e eu dava para o outro amigo à noite. Era muito bom ter porra no cu e engolir todinha até limpar o pau deles. O tempo passou, eu me casei para dar uma resposta à família e eles também cansaram; ficamos afastados muitos anos. Hoje tenho 60 anos. Sempre bati muitas punhetas pensando no pau deles e hoje, por ser muito fraco na cama com minha esposa, tenho uma vontade muito grande de ser corno manso e submisso.
Mas faltava coragem, até que encontrei o nosso amigo de novo. Ele mora em outra cidade; fui até o hotel onde ele estava hospedado, pois é vendedor de uma empresa e faz a cidade onde eu moro. Ao chegar ao hotel, fui até o apartamento e tomamos alguns tragos, mas o que interessava era mesmo ver o pau dele de novo. Até que a conversa foi para sexo e ele perguntou se eu lembrava dos velhos tempos. Eu disse: "Claro que sim". Ele perguntou se eu lembrava que gostava muito do que a gente fazia. Eu disse que sim e que tinha batido inúmeras punhetas pensando no pau dele maravilhoso.
Ele, sem nenhuma cerimônia, tirou o pau para fora, chegou perto de mim e, olhando com aquela cara mais safada, perguntou se eu aceitaria mamar. Com a cara mais de cadelinha que poderia ter, nem precisei que ele mandasse. "Chupa, sua safada, e não vai morder", disse ele ao sentir meus dentes darem uma suave compressão. Tentei de novo, ele bateu na minha cara e me recriminou. Não aguentava mais de tesão; peguei o pau e chupei, era muito gostoso. Ele mandou eu deitar na cama sem roupa, de lado, enfiou o pau no meu cu e pude sentir entrando. Que coisa gostosa! Era muito bom aquele pau no meu rabo, sentindo socar os testículos todos dentro.
Ele me chamava de viado, mulherzinha, corno manso, e dizia que iria me comer na frente de minha mulher e depois comer ela. Eu gostava e dizia que sim: "Isso, meu macho gostoso, meu homem! Vou te dar a minha mulher, ela vai ser sua. Você será o nosso amante e eu serei seu corninho manso. Come, arromba o meu cu! Me faz de puta. Você me transformou nessa mulherzinha. Quero que faça minha mulher gozar gostoso também". Ele, então, acabou gozando farta porra no meu cu.
Tomamos banho e saímos até minha casa; eu não aguentava mais de tesão. Quando chegamos, minha mulher nos recebeu sem saber de nada. Eu a chamei no quarto, tomei uma enorme dose de uísque sem gelo e falei para ela ficar calma e não fazer nenhum escândalo. Tinha que contar uma coisa que guardava e ela precisava saber, pois, por amar ela, também queria dividir a minha felicidade com ela. Ela ficou firmemente me olhando enquanto eu não conseguia mais guardar esse segredo.
Disse que ele era meu amante desde criança, que ele era o ativo na relação e sempre me comia; eu era a menina. Disse que não adiantava disfarçar, pois eu adorava a mesma fruta que ela. Então, ela me olhou fixamente e disse que sempre soube disso; que eu dava para o Marcos, para o Túlio, seu primo, para o Danilo, seu antigo namorado, e para todos os garotos da vizinhança. Tentei saber como ela sabia, mas ela comentou que explicaria depois.
Vermelho de vergonha, completei que sempre quis e tinha prometido que o Marcos poderia também fazer ela feliz na cama. Ela relutou, fazendo charme, e, enquanto parecia estar ouvindo, ele entrou no quarto e disse: "Você é corno e um gayzinho gostoso, e a sua mulher vai me dar na sua frente. Afinal, essa puta da sua esposa já deu para todo mundo, até na sua lua de mel. Eu sempre quis comer ela. E não adianta querer dificultar: eu como ela e você hoje". Ela protestou e disse que era mentira. Ele então perguntou se ela não tinha uma pinta sexy em sua virilha esquerda. Ela ficou pálida e estática.
Então, ele deu tapinhas no rosto dela e começou a tirar a roupa dela. Enquanto ela mostrava o lindo corpo e os grandes seios, ele a chamou de piranha e vagabunda. Ele abaixou as calças, ofereceu seu pau explodindo de tesão e deu para ela chupar. Ela olhou para mim, que nem me mexia, assustado. Ele mandou outro tapa na cara dela e ordenou que chupasse. Fez ela esfregar o pau no rosto e ajudou até ela começar a engolir o bruto. Ela começou a mamar naturalmente enquanto ele dava uns tapinhas na cara dela, chamando-a de puta. Enquanto isso, mandava eu chupar a buceta dela e depois dar um beijo, e me batia mandando eu lamber o seu saco.
Mandou a minha esposa virar de bunda, deu uma cuspida no cuzinho dela e olhou para minha cara, ainda de assustado, dizendo que ela sempre gostou de pica no rabo. Minha esposa ficou quieta enquanto ele passava a enterrar no cuzinho dela, dando uns tapas na bunda. Ele pedia para a Paulinha, minha esposa, me chamar de corninho e viado. Ela, não hesitando mais, começou a me chamar de gay e corninho. Comecei a me soltar; eu estava adorando.
Ele meteu nela loucamente até que pediu para ficarmos preparados com a boca aberta; acabou gozando na nossa boca e fazendo engolirmos a sua porra. Refeito, ele colocou minha esposa sentada em uma poltrona no quarto e, depois de eu chupar seu pau, passou a me comer intensamente. Fez gozar de novo nos fartos seios dela, mandando eu limpar com a minha língua e dividir com ele a gostosa porra que tinha ejaculado. Dormimos os três abraçados com o nosso amante pela primeira vez. Que delicioso ser corno manso e um viadinho dividindo o amante com a esposa.
