Meti Broca na Parede da Vizinha e Nela Também

  • Temas: Amizade, Vizinha
  • Publicado em: 20/01/26
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  • Autoria: RicardoContos
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Private Muse

Em um domingo de céu bonito, mais uma aventura surgiu.


Era o meio da tarde, naquela preguiça de pós-almoço, sentado no sofá esperando dar a hora do jogo do Brasileirão, quando uma voz doce surge do lado de fora da casa.


- Vizinhoo -, disse Amanda.


Amanda era uma branquinha cacheada, cujo tamanho dava mais ou menos no meu queixo. Tomei um susto gerado pela surpresa repentina, mas que logo deu lugar a uma excitação espontânea por algo novo que poderia acontecer. Levantei e, claro, fui até minha vizinha.


Quando cheguei na porta, fui recebido por um olhar alegre, quase envergonhado, as mãos para trás, o corpo balançando de um lado para o outro e um sorriso tímido que antecedeu seu “Oi”.


- Oi, Amanda -, devolvi. Mais do que dizer “Oi” com a boca, dissemos com os olhos.


Nos olhamos, e fiz questão de notar tudo o que fosse possível. Os pés com unhas pintadas de vermelho calçavam uma rasteirinha leve; as pernas vinham nuas, com coxas grossas brilhando no sol; um short curto que ia até a altura do umbigo e um cropped escondendo os seios marcados.


- Vizinho, você tem furadeira?-, disse Amanda, me fazendo voltar de meu transe.


- Tenho, vizinha. Vou buscar.

Entrei de volta e peguei a maleta contendo a furadeira e outras ferramentas.


- Tá fazendo o que lá, vizinha? -, eu perguntei na volta.


- Uma televisão que a gente comprou. Vamos botar na parede quando minha mãe e meu irmão chegarem.


- Eu posso fazer isso -, e eu realmente queria ajudar, nem estava com outras intenções. Ela me olhou com uma sutil satisfação no rosto, mas mesmo assim não evitou dizer: “Tem certeza? Não vai te atrapalhar?”


Logo tranquilizei minha vizinha e comecei a andar, estendendo a mão na altura da cintura para conduzi-la.


A Tevê seria colocada na parede direita da sala, com um sofá na parede esquerda, janelas numa extremidade e mesa com cadeiras na outra.


- Sabe usar furadeira?-, eu perguntei.

Amanda hesitou em responder, meio que decidindo se daria resposta positiva ou negativa.


- Acho que mais ou menos-, respondeu por fim com um sorriso.


Dei a ela a missão de montar a furadeira, que consistia em encaixar algumas peças auxiliares e, por fim, ligar na tomada. Eu fui fazer as marcações dos furos na parede. Enquanto fazia, usando um pedaço de madeira e lápis, escutava os sons do trabalho da minha vizinha.


- É pesada ne?-, foi a primeira coisa que disse quando segurou a furadeira nas mãos.


Escutei também as dúvidas do que fazer com essa ou aquela peça, as tentativas de encaixe até conseguir. Eu não esperava que conseguisse montá-la toda, só queria desafiá-la mesmo. Para a minha surpresa, quando terminei de marcar e me virei, lá estava ela com a furadeira na mão ligada na tomada e apontada pra mim como se fosse uma arma e um óculos de proteção no rosto. Assim que virei ela apertou o gatilho e a furadeira fez um “Vrum-Vrum”

Nós rimos da cena e eu perguntei: “Tá afim de usar é?”


- Ah, não sei. Deixa eu tentar?-, ela respondeu.


- Vem cá


Ela se aproximou de mim e enquanto ela segurava a furadeira, troquei a broca, colocando uma específica para concreto.


- Tem que apertar bem em cada um desses três furos para a broca não escapar -, eu continuei dizendo próximo a ela, com a furadeira separando a gente-. Não tem segredo aqui: posiciona, segura firme, e aperta o gatilho igual você fez indagora. Entendeu?


Ela fez que sim com a cabeça.

- Vamos lá. Eu ajudo você


Guiei até as marcações e mostrei a primeira, mais à esquerda. Ela ficou na frente com a furadeira e eu mais atrás, coladinho para poder ajudar a posicionar os braços. Nesse momento, ela disse : “Isso, vem comigo, ta? Me ajuda aqui. “

Logo entendi e respondi: “Tô aqui juntinho com você”.


Apertamos o gatilho, a furadeira começou a trabalhar, seguramos firme e eu me aproximei o máximo que dava. Com a situação, meu volume no short leve já se fazia presente, marcado e, com certeza, poderia ser sentido pela bunda da minha vizinha.


Pertinho dela, senti o cheiro do creme no cabelo, o perfume doce no pescoço, a pele bonita começando a ficar suada, a cintura fina colada no meu corpo.


- Ajeita um pouco aqui assim -, eu disse me referindo aos cotovelos.


- Assim? -, ela deu uma empinada com a bunda, olhando pra mim por cima dos ombros.


- Isso, fica assim.


O barulho alto da furadeira voltou. Quase não me concentrava mais na tarefa. Me esfregava de leve na Amanda, cheirando o cabelo, beijando o pescoço, fungando o cangote.


Nos beijamos como quem tem fome, como quem precisava beijar. A furadeira foi ao chão, as mãos se apressando a tocar e apertar tudo o que dava, o corpo de Amanda contra a parede. O peito já escapava por debaixo do sutiã e logo ganhou lugar dentro da minha boca.

Tirei o botão do short e comecei a tocar bem no grelinho da minha vizinha.


- Fala, putinha, você tava querendo isso, não era?


- Uh-hum -, ela respondeu.


As pernas já meio arqueadas, a mão invadindo a buceta dentro do short apertado, o cropped levantado mostrando os seios, a barriga se mexendo junto com a respiração, a boca aberta gemendo, a mão agarrando meu pau dentro do calção


- Então vem cá que eu quero foder essa buceta.


Amanda apoiou as mãos na parede, de costas pra mim. Comecei a meter forte. Logo a sala voltou a ficar barulhenta de novo, mas agora com o som de uma transa intensa.


Um tapa, seguido de um comando:

- Empina pra mim, vadia.


Amanda gemia, empinava, diza:

- Isso, mete gostoso.


Rebolava, gozava, pedia por mais.

Segurei firme cabelo e a cintura dela para acelerar o ritmo, sentindo que estava perto de gozar. Nesse momento escutamos um carro chegar na porta.


- Droga, minha mãe chegou -, disse ela, assustada.


Interrompemos tudo e nos apressamos a nos recompor. Ajeitar as roupas, os cabelos, o suor no corpo.


- Olá, boa tarde. - disse a mãe.


Se perceberam alguma coisa, não sei dizer, mas nada disseram e agimos normalmente.


- O Ricardo tava aqui me ajudando com a tevê, mãe. A gente tava furando a parede -, Amanda disse - Vamos terminar agora.


Furamos, colocamos a televisão no lugar, arrumamos tudo e voltei pra casa.


- Obrigado pela furadeira, vizinho - disse Amanda encostada na entrada da casa.

Agarrei pela cintura, dei um beijo e me despedir dizendo:

- Depois eu volto pra terminar o trabalho.


Fim.


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