Sonhei que enrabaram minha mulher

  • Temas: traição, amor, vouyer,
  • Publicado em: 15/01/26
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  • Autoria: paumandado
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Private Muse

SONHEI COM VOCÊ!


Estou casado, e é a véspera do nosso sétimo aniversário de namoro, é uma data especial, pois sempre comemoramos esse dia como o marco de nosso relacionamento, o que para algumas pessoas pode ser intrigante, uma vez que geralmente nem levamos a sério o dia em que nos casamos.


Eu sou moreno, corpo atlético de 1, 70cm, moreno voltado para o negro, devido a minha descendência afro. Ela é branca, cabelos lisos loiros acastanhados e sem volume, mas perfeita, seu cheiro doce, combina demasiadamente com sua pele clara e macia, quando você toca, parece até que está sendo tocado de volta, tamanha é sua maciez. Seios pequenos e lindos, com seus mamilos fitando os lados, parecem virgens ao toque. Seu corpo de também 1, 70cm, magro, não diz nada sobre você, ao contrário, é um convite à descoberta.


As vezes meu cérebro reage de uma maneira mais sexual, algumas noites tenho sonhos que quase nunca lembro o que foi que aconteceu, outras vezes, chego a acordar assustado. Abro os olhos, e ao lado está ela, desejosa e linda dormindo comigo. As vezes utiliza um pijama de cetim rosê, outras apenas uma lingerie, mas gosto mesmo quando se debruça de barriga para baixo e adormece com sua bunda sem calcinha para cima, de qualquer ângulo que eu olhe, principalmente quando assisto a curva de sua bunda com seu quadril fico louco e a desejo como se fosse o primeiro dia que a vejo.


Mas nesse dia eu recordei de tudo que aconteceu, acordei assustado, e novamente ela estava lá. Suspirei com medo, e logo percebi meu pau latejante entre minhas pernas, balbuciava e babava sobre mim, um líquido espesso parecido com gozo. Ela adormecida, da maneira que a desejava, sem calcinha e mostrando o rabinho, enquanto uma perna permanecia esticada, a outra encontrava-se flexionada, o que fazia com que sua cintura levantasse alguns centímetros da cama, e mostrasse as suas curvas, a imagem perfeita de sua bunda e quadril. Mas como estava sem calcinha também era possível vê-la semiaberta, sua bucetinha estava a mostra, com um detalhe de pele que saltava para fora, seus grandes lábios, eram apenas um pedacinho de pele delicado de um centímetro que ficava exposto para fora.


Passado aquele despertar atônito, fui recordando e amolecendo. Meus sonhos agora pulsavam sobre minha glande, por um lado, negando desejo, por outro uma excitação culpada. Culpada porque já não era a primeira vez que acordava com aquele mesmo tipo de sonho.


Acalentado pelo desespero e o coração inquieto no peito estava vidrado no acontecimento. Seria delírio, medo ou até mesmo um desejo reprimido.


Mas não se pode negar os fatos, naquele dia fui visitar minha princesa como de costume nos intervalos do meu trabalho, era por volta das 22hs, quando me aproximei da residência e percebi um carro estacionado próximo ao portão da garagem. Imediatamente recordei que aquele veículo era de um amigo da minha esposa, e ela não tinha me dito nada que ele iria visitá-la. Ela tinha o costume de sempre me avisar se algo ou alguma coisa diferente estivesse acontecendo, meu coração acelerou pensando no pior dos mundos, algo grave teria acontecido ou as minhas suspeitas estavam se realizando. Sempre tive um pé atrás com essa amizade, embora não gostasse, e tivesse muito ciúmes como já havia expressado isso para ela, fazia pouco caso da amizade, mas também não a impedia de tê-la. Afinal, não posso vigiar todos os dias e se algo tivesse que acontecer de errado, seria com ele ou qualquer outro que nem próximo fosse. Mas minhas desconfianças, se concretizaram quando um certo dia peguei uma mensagem duvidosa dela para ele, um “bom dia amigo lindo” que flechou meu estomago, embrulhando me todo por dentro, como se eu fosse vomitar toda raiva e ódio, ainda mais quando ele respondeu carinhosamente com o mesmo elogio. Primeiro tirei print, depois fiquei em silêncio, mas até hoje nada fiz e nem mesmo contei a ela o que havia lido, isso me consome, mas era apenas isso e nada mais. No entanto, trabalhei com isso de uma forma diferente, sem deixar que ela percebesse, decidi dizer que amizades com sexo oposto são perigosas, e que se abrir um com o outro pode transformar um sentimento de amizade em algo sexual e sem volta. Ela escutou calada, e como todas as vezes discursava que ele nunca havia a desrespeitado. Hoje em dia, quando algo parecido surge no contexto, relata que suas conversas com ele não envolve o nosso relacionamento, que nunca conta sobre as nossas desavenças, mas não sei, quando percebo que está conversando com ele, ela disfarça, e logo apaga as conversas, como se escondesse algo de mim. Mas algo estava realmente acontecendo.

Quando percebi meu coração parecia saltar pela minha boca, as minhas pernas travavam e meu ódio crescia como uma labaredas. Um riso escutei lá no fundo, e diminui meu passo para não encontrar o que não queria. Mas a cada segundo mais próximo, os ruídos aumentavam e o que era apenas medo e ódio se transformava em desespero. Percebi que eles continuavam a rir, então procurei não fazer barulhos para pegá-los de surpresa, até que ao passar pela porta da cozinha, com acesso ao quarto, escutei ela dizer, com a voz suave, “deixa eu tirar a sua roupa”. Foi quando eu a presenciei despir ele todinho, assim como ela fazia comigo, beijou seus lábios e puxou sua camiseta, desceu suas mãos pelos braços e colocou as pontas de seus dedos por dentro do elástico do calção removendo de uma só vez o short e a cueca, seu pau saltou e erguido permaneceu roçando sua barriga. Como estava abaixado, ali ficou cabisbaixa, fitou a cabeça dele, e passou a primeiro linguado no prepúcio, aquilo mexeu com ele e comigo, enquanto ele sentia eu assistia incrédulo aquela puta boqueteira. Isso, puta boqueteira, foi a chupada mais gostosa que já tive, sua boca era tão gostosa que poderia me fazer gozar sem se quer me acariciar com as mãos, se movimentava em todas as direções, subia e descia, sugava e esfregava os lábios me deixando cheio de tesão, mas naquele dia não era eu quem sentia seu afago, aquilo me consumia, misturava sentimentos que nem eu sabia que havia, e quando estava a gritar, PARE, ele a levantou rasgou o seu pijama de cetim, e apertou aqueles seios virgens, era feroz, queria traçar, suas mãos pesadas agora a educavam, e ela o deixava o dirigir sobre seu corpo, virando ela de costas, encaixou por trás dela e começou a se esfregar, embora seu pau não fosse como o meu, era reto porém menor, mas ela não se aguentou, debruçou sobre a cama, e ele baixou o restante de roupa que ela ainda vestia, era aquela calcinha predileta minha, branca e rendada, puxou com tanta força, que ela suspirou de desespero, o mesmo desespero de ser fodida, foi o que aconteceu, a primeira estocada, rasgou sua buceta, abrindo suas entranhas. A segunda e demais foram lubricando toda a sua buceta, conforme acelerava, seu líquido a molhava e pintava aquele pau do seu amigo de branco. E eu, não tinha nem forças para dizer, gritar ou xingar, meus sentidos pareciam gostar de vê-la ser maltratada, ela se deliciava chupando-o e lambuzando aquele pau, e eu gostava de ver ela sendo judiada e comida. Os dois estavam famintos, ela se deliciava com o pau do amigo, e ele em êxtase sem acreditar no que estava acontecendo, foi quando ele acelerou e a colocou a de frente para ele, agora segurava em cada tornozelo, abrindo suas pernas e levantando seu corpo para atingir seu fundo com facilidade, com a velocidade que conseguia, arrancava gemidos contidos e palavras de entrega, ali estava a verdadeira amizade, ela havia cedido e ele se aproveitava. Quando o barulho das estocadas ficaram mais rápidos e fortes, o gozo dele parecia crescer para jorrar sobre a minha amada puta, eu apenas admirava, sem fazer nada, desejei por permanecei um corno, apenas saboreando o deleite dos dois, foi quando me deixei ser visto enquanto batia uma punheta que já subia para cuspir, e ela olhando acima dos ombros do seu fudedor, o apertava e arranhava como se fosse explodir na pica de outro, estava feito, ele uivou como um cachorro enquanto ela gritava como uma cadela, conectados os dois grunhiam, se apertavam e gozavam, trocavam os fluidos do desejo, sentimento e traição, enquanto ela me transformava em um homem feliz. Foi quando acordei, e percebi que era um sonho. Não posso dizer que acaba aqui, mas já faz algum tempo que não tenho mais esses devaneios, me sinto mal por isso, como posso me excitar com tamanha depravação. Mas ainda tenho minhas desconfianças dos dois, espero que seja apenas isso e nada mais, e que meus devaneios sejam apenas confusões cerebrais.


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