Tarde de Janeiro
- Temas: tesão, saudades, calmaria, cuzinho
- Publicado em: 04/01/26
- Leituras: 7633
- Autoria: LOIRUDA
- ver comentários
Sábado. Eu em casa, sem nada para fazer, deitada com o ventilador voltado para o meu corpo, que havia saído do banho há pouco. Um calor de janeiro forte.
Com o celular na mão, me deu vontade de atentar quem estava quieto, kkkk. Abri meu WhatsApp nas conversas arquivadas (eu chamo de iFood), rolei como uma roleta-russa e parei em um contato. Era ele, um cara por quem eu já fui apaixonada e fazia tempo que não falávamos.
Lembrei do quanto era bom estar com ele e de como ele me tratava bem. Bateu uma saudade e logo comecei a me excitar com as lembranças. Não me segurei e mandei uma mensagem sem comprometer nem ele, nem a mim. Um simples: “Boa tarde, delícia!”. Não demorou nada e ele me respondeu que estava pensando em mim. Hummm… que delícia saber isso!
Disse a ele que estava com saudades de nós e ele simplesmente respondeu:
— Posso ir te ver e matar a saudade?
Mas é óbvio que sim.
Ele disse que estava saindo de casa e logo chegaria. Meu coração disparou e as lembranças vieram à tona. Fiquei ansiosa pela chegada dele e não demorou muito para receber a mensagem dizendo que estava no meu portão.
Não estava acreditando que iria vê-lo depois de tanto tempo. Saí para recebê-lo. Foi incrível!
Abri o portão e ele já chegou me abraçando gostoso, querendo sentir meu cheiro. Me levantou no colo e eu o abracei com as pernas envoltas à sua cintura, beijando-o enquanto entrava quintal adentro e se dirigia para dentro de casa.
Meu coração acelerou com seu cheiro e as lembranças. Tudo misturado.
Entramos em casa e ele se sentou em minha cama, ainda comigo em seus braços e em sua boca. Ele parou e, me olhando como se não acreditasse no que estava acontecendo, falou:
— Amor, eu estava morrendo de saudades de você. Ainda bem que ouviu meus pensamentos.
Achei aquilo lindo, porque eu também estava com saudades e nem percebi.
Ele se levantou, ainda comigo em sua cintura, se virou e me colocou deitada na cama como se eu fosse algo frágil. Por cima de mim, começou a me beijar inteira, enquanto eu o prendia com minhas pernas.
Ele estava lindo, com aquela barba, camiseta branca e um short (de futebol) azul-marinho. Eu podia sentir a evolução do seu membro pulsando em meu shortinho soltinho.
Enquanto me beijava, ele dizia:
— Que delícia te sentir de novo comigo.
A cada frase, eu ficava mais molhada. Levantou minha blusinha e começou a deslizar sua língua em meus seios, mordendo de leve e chupando meus biquinhos com vontade, sem parar de me olhar. Fechei os olhos para sentir tudo aquilo.
Foi para o meio dos meus seios e foi descendo a língua até meu umbigo. Nessa hora, minhas pernas já não obedeciam aos meus comandos.
Foi tirando lentamente meu shortinho e beijando todo o meu corpo até os pés. Colocou meu pé em sua boca, passando a língua entre os dedos. Aquilo foi delirante.
Voltou beijando e lambendo, enquanto eu me segurava nos lençóis, só sentindo o tesão. Minha coluna se envergava de vontade e foi nesse momento que ele começou a passar a língua em mim… Nossa, fui ao delírio.
Ele me segurava pela bunda, lambia e chupava como se fosse uma manga madura. Ao fundo, eu ouvia um blues calmo e envolvente.
E, no ritmo da música, senti ele me penetrando e se movimentando como se estivesse dançando em cima do meu corpo. Olhando nos meus olhos, ele disse:
— Eu quero você todinha pra mim hoje.
Sorri, como se tivesse entendido o “todinha”.
Eu não consegui parar de gemer de tesão quando ele me pegou pelo pescoço e disse:
— Você é minha.
Nossa, que saudade daquele colar.
Ficamos nos admirando e naquele movimento de dança por um tempo, até que ele quis me colocar de quatro. Opa! É pra já!
Me virei de bruços e só levantei a bunda para ele adentrar com vontade. Enquanto comia minha bucetinha quente, deslizava o dedo (com todo o carinho do mundo) no meu cuzinho, que já estava piscando de vontade.
Ele sentiu meu cuzinho se abrindo para ele e o convidando para entrar, mas, com calma, foi massageando minhas costas e segurando minha cintura. Só gemia de satisfação.
Comecei a empurrar meu corpo contra o dele e ouvia como se fossem palmas, de tamanha vontade que estávamos um do outro.
Ele pediu:
— Amor, deita e relaxa. Prometo que não vai doer. Vou fazer com carinho e cuidado, tá?
— Tá bom, amor… — obedeci e me acalmei.
Ele abriu minha bunda e começou a lamber meu cuzinho, friccionando a língua para dentro de mim.
Que loucura era aquilo?!
Depois de um tempo, senti suas mãos passando pelas minhas costas e seu corpo encostado no meu. Eu estava com tanta vontade que senti um prazer inenarrável ao sentir a cabeça do seu pau entrando devagar e com cuidado.
Quando senti que estava tudo dentro, não me contive e falei:
— Me fode daquele jeito que só você sabe, amor.
(E isso não é mentira, o cara é fera nisso.)
Ele começou um movimento mais forte e, na quinta bombada, tive um orgasmo no qual meu corpo todo tremia de tesão. Aquela sensação boa, porém estranha, fazia com que meu corpo desse pequenos espasmos e meu coração acelerasse.
Eu pedia para ele não parar.
Estava muito gostoso e, quando notei que ele ia gozar, pedi para parar. Ele obedeceu na hora. Me virei, tirei a camisinha e coloquei aquele pau veioso em minha boca. Aos poucos, fui conduzindo ele a deitar.
Passei a língua em cada ruga do seu saco, desci pela costura mágica e subi lambendo e lambuzando ele todo. Enquanto eu chupava, ele brincava com os dedos na minha buceta, que jorrava prazer.
Não me contive e sentei gostoso nele. Galopei como se estivesse em um rodeio, em cima de um manga-larga bem tratado.
Quando eu rebolava, ele ia à loucura, gemendo e me chamando pelo nome. Me segurava pelo rosto e me puxava para beijar aquela boca gostosa.
Segurando-me pelo pescoço, não aguentei e gozei deliciosamente, e ele me acompanhou naquele momento.
Caí desfalecida sobre seu corpo e ele me abraçou com carinho. Nossos corações estavam a mil.
Ele me colocou ao seu lado, oferecendo o peito e o braço para eu deitar. Ficamos nos olhando até adormecer.
Engraçado como tem pessoas que fazem de um simples instante um grande momento.
Quando acordamos, tomamos um banho e fui levá-lo até o portão. Nos beijamos entre abraços e ele disse que vai voltar.
Semana que vem tem mais.
