Amiga À Procura de Pau e Gozo na Boca

  • Temas: sexo oral, fingering, amizade.
  • Publicado em: 31/12/25
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  • Autoria: RicardoContos
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Private Muse

Olá leitoras e leitores.


É curioso como algumas coisas acontecem. De algum lugar dessa madrugada, me veio uma memória. Uma daquelas gostosas, que nem sempre lembramos, mas que trazem coisas boas todas as vezes. Daquelas que pensamos ao deitar e adormecemos com elas na cabeça. Daquelas que nos fazem desejar algo ou alguém no meio da noite. Essa, porém, fez mais: essa me fez escrever.


Lembro de uma tarde calma e tranquila em algum dia de um mês de Fevereiro. Nem todas as faculdades iniciam as aulas ao mesmo tempo, e a minha ainda estava por começar. Vivia meu fim de férias, com muitos dias sem nada pra fazer. Dias comuns, previsíveis, em que nada acontece e tudo ocorre na mais perfeita ordem. Até que Ávila apareceu.


Veio no fim da tarde, depois da aula - as aulas dela já haviam voltado. Veio sem aviso, sem medo e sem nenhuma vergonha ou pudor também. De surpresa, parou na entrada do prédio em que eu morava e pediu por mensagem de texto para olhar pela janela.


Leitora, quase não acreditei. 


De sobressalto, fui até a janela e lá estava parada na calçada, olhando e acenando para cima com um sorriso no rosto. Tinha a bolsa nas costas, o cabelo cacheado caindo pelos ombros, a pele morena brilhando no sol fraco. 


Me animei.


Dei graças a Deus, pois, naquele momento, sabia que havia ganhado meu dia. Ver minha amiga, em qualquer contexto, já seria suficiente para isso, mas outro fato apimentava mais as coisas. Eu estava sozinho em casa, e detalhe: ela sabia disso. Meus pais e meu irmão estavam no trabalho ainda, de modo que iriam levar mais algumas horas para chegar. A casa era nossa. 


Desci, e fui recebê-la. Sua altura era um pouco menor que a minha, com os meus olhos estando inteiramente acima dela. De longe, olhei sua roupa. Usava uma blusa amarela sem manga e uma calça jeans azul. De perto, olhei nos olhos. Olhei o sorriso. Falei um “Oi” e o escutei de volta. 


Meu coração já acelerou. 


Demos um abraço meio apressado, ainda na empolgação do encontro. Perguntei como ela estava


Ela perguntou se gostei da visita


E não demoramos a subir.


O prédio não era tão grande e eu morava no segundo andar, então usava a escada para subir e descer. Guiei minha amiga para dentro do prédio num gesto que lembra o cavalheirismo, o que a fez ficar na minha frente e subir a escada na minha frente.


Ávila tem muitas coisas que eu gosto. A atitude de sair e vim me ver, vim buscar o que quer. A alegria que demonstra no dia a dia. A facilidade para “se virar” e fazer o que precisa ser feito - muitos vão chamar isso de ser “desenrolado” - e sim, ela tinha uma bunda deliciosa. Ela foi na frente e não tive a menor intenção de mudar isso. Fiquei atrás aproveitando a vista, olhando aquele rabo redondo ir pra lá e pra cá naquele jeans apertado. 


Quando chegou no andar certo, se apoiou na janela de costas pra mim e disse:


- Vista bonita a daqui ne? - e olhou para mim por cima do ombro com um sorriso safado.


Eu olhava


Ela sabia


Eu sabia que ela sabia. 


E respondi:


- Faz meu dia toda vez que olho.- respondi olhando devagar debaixo para cima. 


- Vem.- falei abrindo a porta do apartamento.


A tevê eu deixei ligada no Mad Max que tava passando. O cachorro veio correndo se oferecer para a nossa amiga e nem ligou pra mim kk. Tá certo ele. Me diverti com a cena e disse: “Que bom que veio”. 


Ela parou de dar atenção ao cachorro, se virou e respondeu: “Tava com saudade. Queria te ver”


- Eu sei. Eu também.


Agora sim um abraço. Um abraço de verdade, sem pressa, de mente vazia. Um abraço querendo abraçar e querendo sentir. Um abraço para cheira o perfume, o creme no cabelo. Um abraço para tocar o corpo, sentir o calor, a textura. Um que mata a saudade e acende o desejo. E o meu desejo se acendeu em um volume marcado na bermuda leve que eu usava.


Sorrimos. 


Sentimos a felicidade invadir a nós dois. Segurei Ávila pela cintura e a puxei o máximo contra o meu corpo.


Ela fez um carinho na gola da minha camisa com as pontas dos dedos e sem olhar para mim, disse:


- Não posso demorar muito…


- Tudo bem - respondi - ficamos pelo tempo que puder. 


Ela concordou com um selinho. Demos mais uns beijos e nos soltamos um pouco.


- Me dá uma água? - ela pediu


Fui buscar enquanto ela olhava ao redor da sala. Olhou o sofá na parede da da esquerda, a tevê na parede da direita, os retratos no hack da sala.


- Quer comer alguma coisa? - perguntei entregando o copo com água gelada. 


Ela pegou o copo, se virou, foi andando tomando a água olhando com olhares vagos para os outros cantos da sala e disse “Não, não, obrigada. Eu quero outra coisa…”, terminou a frase pousando o copo na mesa de jantar e se apoiando em uma das cadeiras.


Eu adoro essa garota


Me aproximei de modo gentil


Encostei em seu corpo por trás.


Cheirei o pescoço…

- E o que você quer? - falei num tom baixo, mas grave, pertinho dos ouvidos.


Minhas mãos já passeavam pelo corpo dela sem tanta delicadeza. O toque se misturava com os apertos. As fungadas se dividiam com os beijos pelos ombros, pela nuca, pelo cangote.


- Vim te fazer uma surpresa - ela respondeu. Rebolava devagar ao mesmo tempo que aproveitava meus amassos.


- Tô curioso… 

- Você vai gostar.

- Então vem. Me mostra. 


Guiei Ávila até o meu quarto. Havia uma cama de frente para a porta, uma mesa em uma das paredes, um guarda roupa do lado da cama e uma janela com cortina blackout. Ficamos no escurinho mesmo.


Nos beijamos em pé.


A respiração aumentando.


Os gemidos começando a escapar.


As mãos querendo invadir os limites das roupas.


Eu apertava aquela bunda que desejei minutos atrás e a cada aperto, vinha um gemido, tão maior quanto mais forte eu apertasse. As mãos voltavam subindo abusadamente, sem se importar com o que as roupas cobriam. A barriga lisa se revelou com o meu braço todo invadindo a blusa. Apertei o seio por cima do sutiã de renda. A outra mão agarrava a nuca pela lateral do pescoço. As mãos dela também já estavam por baixo, agarrando as minhas costas, tocando meu peitoral. O quarto, então quieto, já ecoava nosso beijo, animado com nossos sons. 


Não sei se vai concordar comigo, leitora. É gostoso e às vezes quase involuntário beijar de olhos fechados, mas digo que há um prazer em abrir os olhos durante o namoro. 


Eu o fiz. 


Lá estava ela, com as costas na parede, os joelhos meio arqueados, a blusa na altura do seio já metade para fora do sutiã, as mãos apoiadas no meu peito, os olhos fechados, a boca aberta gemendo leve. O tesão estampado.


Delícia


E eu quero mais.


Tirei o botão da calça e invadi por cima da calcinha de renda. Lembro de pensar se ela já havia saído de casa na intenção de me ver ou se costumava usar calcinhas de renda mesmo.


Senti a região quente e molhada, mesmo por cima da calcinha. Mantive os olhos abertos para pegar cada detalhe. 


Primeiro devagar. Só provocando.

Os dedos embaixo, os beijos em cima .


Ela entregue sem saber se gemia ou se beijava. Eu gemendo de volta; respondendo; guiando. 


Agora minhã mão chega aonde deve chegar. Os meus dedos forçam de leve a entrada da minha amiga. Tudo fica mais intenso. O improviso toma conta da situação. Cada toque gera uma reação de Ávila, e cada reação dela gera um toque meu. E assim a gente se comunica sem saber direito quem guia quem. Mas fato é que estamos à vontade. Eu conheço seu corpo e seus caminhos. Em outros momentos pode até não ser, mas aqui e agora ela é minha e seu corpo é a minha casa.


Olho para o seio escapando do sutiã e a água surge em minha boca. Seguro a ponta da blusa amarela dela, levo até sua boca e digo: “ Morde”.


Ela segura a blusa com a boca sem questionar, e eu me meto entre seus seios.  Entre toques no clitóres, dedos dentro da buceta, chupadas e apertos nos seios, escutei Ávila pedindo por mais, dizendo “isso”, “ assim”, e um finalmente “continua…”, assistindo seu corpo se contorcer enquanto ela gozava.


Dei vários beijos leves pelo corpo esperando ela se recuperar e perguntei se queria deitar um pouco


- Não, agora é a minha vez


Num passo era eu que estava de costas para a parede, e Ávila de joelhos fazendo um coque no cabelo com um pompom que eu não sei de onde veio.


Puxou a minha bermuda e o meu pau se projetou para fora, livre, apontando na direção de quem o deixou desse jeito. 


Ávilla agarrou meu pau.


Admirou.


Movimentou para frente e para trás  fazendo a cabecinha rosa se revelar .


Ávila tinha lábios carnudos e volumosos que eram uma delícia de beijar e mais gostoso ainda quando chupava.


Lambeu meu pau como se fosse um picolé, me olhando nos olhos em todos os momentos sem a menor preocupação de parecer exagerada. O rosto já estava sujo, babado. O suor estava presente em seu corpo. A respiração começava a ficar ofegante. E o meu pau ali apoiado em seu rosto sorridente olhando pra mim.


Linda ela estava.


Gostosa mais ainda.


Começou a chupar forte e rápido, punhetando enquanto movimentava a cabeça.


Colocava meu pau na boca e tentava engolir o máximo que podia.


Nisso eu a ajudei. Apoiei as mãos na sua cabeça e empurrei o quadril garganta afundo. Engasgava, mas logo estava pronta de novo para mais uma investida. Deixava meu pau duro totalmente babado. 


Decidi ter pena e recuei de enfiar ele todo. Agora fodia a boca da gostosa da minha amiga, que aceitava ser usada como uma boa puta. As mãos dela eu coloquei pra trás, na altura da bunda que eu fazia questão de ver por cima. Os joelhos apoiados no travesseiro que peguei da cama. Os olhos fechados e a boca aberta preenchida pelo vai e vem barulhento, um som que se misturava com os meus gemidos cada vez mais altos.


Um boquete gostoso, seguindo assim até terminar em um gozo forte vindo de um pau pulsante envolvido pelos lábios dela. Eu senti alguns jatos e pareceu que gozei bastante, mas não cheguei a saber direito porque Ávila recebeu tudo e logo engoliu meu gozo. 


“Delícia”, ela disse, e sorriu pra mim. Ajudei Ávila a se levantar, deitamos alguns minutos trocando muitos beijos e carinhos. O toque agora era mais delicado que nunca. O silêncio voltou ao quarto cada vez mais escuro com a chegada da noite. Até que chegou a hora de partir. Juntos fomos até a parada de ônibus e quando chegou o momento, nos despedimos com um abraço em que ela perguntou: “Gostou da surpresa?”


Só consegui olhar ela com cara de bobo e responder um “Bastante. Faz de novo outro dia..”


Assisti sua entrada no ônibus. Assisti-o avançar o sinal e o acompanhei até perdê-lo de vista em meio aos outros carros na avenida.


Voltei para casa feliz, com o gosto de quero mais e a certeza de que isso se repetiria mais vezes…


Espero que tenham gostado, pessoal.


Comentem se quiserem. Adoraria conversar com vocês.


Até a próxima.


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