Fudendo a MILF Enquanto o Corno Dormia no Quarto ao Lado

  • Temas: Traição, milf, desejo, hetero
  • Publicado em: 30/12/25
  • Leituras: 6336
  • Autoria: Ruanzin
  • ver comentários
Private Muse

Minha tia havia acabado de se aposentar e resolveu comemorar em grande estilo, alugando uma chácara completa, open bar liberado, piscina, churrasco, tudo o que ela merecia. Eu, como bom apreciador de bebidas alcoólicas, vivia na fila do bar. Foi lá que conheci Maria, uma amiga da minha tia que também acabara de se aposentar. Loira de cabelos cacheados, olhos castanhos profundos, rosto jovem e impecavelmente cuidado; ninguém na festa chutaria que ela passava dos 30. Corpo esculpido na academia, bunda grande e empinada, peitos médios mas perfeitamente redondos, tudo realçado por um maiô vermelho que parecia feito sob medida para provocar.


Viramos parceiros de fila e a conversa fluiu fácil. Ela contou que o marido estava na festa, mas já tinha subido pro quarto, dormindo; o cara era meio antissocial. Quando ouvi isso, não perdi tempo: comecei a soltar elogios, dizendo que jamais deixaria uma mulher tão gostosa sozinha numa festa assim, pra algum safado não se aproveitar. Ela riu, corou um pouco, e logo começou a me elogiar de volta. Depois de pegar mais uma rodada de drinks, nos afastamos para um canto mais reservado, onde ninguém prestaria atenção; todo mundo já estava bem bêbado.


Ali, ela abriu o jogo: desabafou que o marido quase não queria mais transar com ela, que viviam como colegas de quarto. Eu, claro, não sou de deixar oportunidade passar. Disse que o problema definitivamente não era ela; como alguém poderia ter uma mulher tão deliciosa na cama e não querer devorá-la todos os dias? Enquanto falava, minha mão deslizou pelas coxas macias dela, subiu até a cintura e a puxei mais perto. Roubei um beijo. No início ela olhou em volta, preocupada, mas depois de confirmar que ninguém via, se entregou completamente; um beijo quente, cheio de tesão reprimido há tempos.


Não demorou para a mão dela encontrar meu pau por cima da sunga. Ela arregalou os olhos, surpresa com o volume.


Perguntei, só pra inflar o ego:


— O do seu marido não é assim, né?


Ela deu um sorriso safado:


— Não… o dele é pequeno, mas grosso. Faz anos que não vejo um pau grande desse. Desde solteira. Tô morrendo de vontade de sentar nessa piroca a noite toda.


Como bom cavalheiro (e muito safado), convidei-a pro meu quarto. Combinei que eu subiria primeiro e ela viria depois, pra não levantar suspeitas. Fiquei esperando no corredor, já pensando que ela tinha desistido, até que ela apareceu:


— Desculpa a demora, sua tia me parou pra tirar fotos.


Sorri, abri a porta e ela perguntou:


— Esse é o seu quarto?


Apontou pro ao lado:


— O meu é esse do lado.


Respondi:


— Que coincidência boa… Tomara que as paredes sejam grossas, porque seu marido não vai querer ouvir o que eu vou fazer com você.


Ela riu maliciosa:


— Tomara que escute e aprenda como se faz.


Entramos e a porta mal fechou antes de eu cair de boca nela. Beijos intensos, mãos bobas apertando aquela bunda deliciosa enquanto eu puxava o maiô pra baixo. Fiquei impressionado com aqueles peitos firmes, empinados, perfeitos. Já os devorei, chupando os bicos duros enquanto ela gemia baixinho no meu ouvido. Joguei-a na cama, tirei o resto da roupa e avisei:


— Agora você vai ser chupada como o corno do seu marido nunca teve coragem.


Beijei os peitos, desci pela barriga até chegar naquela buceta rosadinha, já ensopada de tesão. Comecei a lamber o clitóris com vontade, enfiando os dedos ao mesmo tempo. Ela tentou segurar os gemidos, mas logo estava gritando; ainda bem que a música da festa abafava tudo.


Não demorou muito até ela anunciar que ia gozar. Aumentei o ritmo e ela prendeu minha cabeça entre as coxas enquanto tremia o corpo todo. Foi uma delícia o sabor daquele mel.


Depois a beijei na boca, fazendo-a provar o próprio gosto. Deitei de costas e disse:


— Agora realiza seu desejo.


Ela não perdeu tempo: montou em mim, aqueles peitos balançando na minha cara. Encaixou meu pau devagar, se acostumando ao tamanho, até que começou a cavalgar com força, rebolando gostoso. Eu dava tapas na bunda, chamando-a de putinha safada; e ela adorava, rindo de canto de boca, se entregando total.


Avisei que ia gozar. Ela respondeu sem hesitar:


— Goza dentro, quero sentir sua porra quente enchendo minha buceta.


Obedeci: gozei fundo, sentindo a porra escorrer pelas coxas dela e sujar a cama toda.


Ela se deitou no meu peito um minutinho, mas logo já estava com fome de novo. Nem me deixou descansar: foi direto chupar meu pau ainda mole, que endureceu rapidinho na boca quente dela. Quando ficou duro, segurei sua cabeça e fodi aquela boquinha gostosa; ela engasgava às vezes, mas não parava, o que só me deixava mais louco de tesão.


Tirei da boca e mandei ela empinar de quatro, pra ser comida por um macho de verdade. Ela obedeceu como uma boa putinha. Ver aquela buceta rosadinha aberta me enlouqueceu; meti tudo de uma vez e comecei a socar forte, cada estocada mais fundo que a anterior, dando tapas naquela bunda que já estava vermelha.


Depois de algum tempo, as pernas dela começaram a ficar bambas. Logo percebi que ela iria gozar de novo. Mantive o ritmo até ela começar a tremer o corpo todo e não aguentar mais ficar de quatro. Rodei ela na cama, deixando-a de frente pra mim, e continuei metendo com as pernas dela nos meus ombros. Ela tremia muito, o rosto vermelho de tanto tesão, até atingir outro orgasmo intenso, com os olhos lacrimejando.


— Para um pouco… nunca tinha sentido isso antes.


Dei um tempinho, mas meu pau ainda pulsava querendo mais. Quando ela disse que estava pronta, virei-a de lado e comecei a enfiar devagar, quase tirando meu pau todo de sua xota depois e metendo de uma vez. Isso a deixou louca: logo estava implorando pra eu meter com força.


— Me fode gostoso… me fode forte!


Não resisti: voltei a socar com tudo, até que não aguentei mais. Tirei meu pau de dentro de sua buce e ela já e entendeu se ajoelhou com a língua de fora, e gozei tudo na boca daquela safada, que engoliu tudinho. Depois ainda nos beijamos, misturando o gosto.


Tomamos um banho demorado juntos, nos tocando mais um pouco. Por fim, ela voltou pro quarto ao lado, me deixando sozinho com a cama destruída, lençóis manchados e o cheiro delicioso daquela foda animal impregnado em tudo.


Comentários: