Encontro às cegas rendeu até DP

  • Temas: corno, trisal, menage masculino, dupla penetração, exibicionismo
  • Publicado em: 27/12/25
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  • Autoria: Kzalzlsp
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Private Muse

Olá a todos os leitores do nosso espaço delicioso! Sejam muito bem-vindos. Antes de mergulharmos no relato de hoje, permita-me apresentar-nos: Sou a Cris, tenho 50 anos, sou ruiva e, embora um pouco acima do peso, minhas curvas valorizam o que tenho de melhor. Meu marido, Roger, tem 49 anos, está em ótima forma — malhado e, após perder quase 20 quilos, parece que seu membro cresceu e engrossou ainda mais.


O que vocês lerão a seguir é um relato, uma história real das nossas aventuras que adoramos compartilhar em detalhes.


Roger é viciado em me ver com outros homens; ele adora assistir à sedução, aos toques, aos beijos e, especialmente, ver a esposa ser possuída por outro macho viril. Isso não significa que ele não me satisfaça — muito pelo contrário, Roger é o homem mais gostoso que já me comeu. Mas a emoção e o clima de sedução a três dão um tempero especial ao nosso relacionamento.


Estávamos há algum tempo sem um encontro a três. Depois de dias fantasiando e procurando um amigo, Roger me pediu para reservar a noite de quarta-feira para um encontro casual. Fiquei imediatamente excitada e perguntei com quem seria. Ele me deu duas opções: a primeira, encontrar o "single" em um barzinho para conversarmos e nos conhecermos; a segunda, ele me levar direto para o motel, onde eu tomaria um banho, vestiria uma lingerie sexy e, vendada, receberia o single para me possuir sem que eu soubesse quem era. Fingi dificuldade para criar suspense, mas escolhi a segunda opção.


Na quarta-feira combinada, meu dia de trabalho foi agitado por entregas. Primeiro, chegou um motoboy com uma embalagem lacrada contendo uma venda e uma lingerie. Depois, outro trouxe uma garrafa de vinho. Mais tarde, um terceiro entregou uma caixa cheia de camisinhas e lubrificante. Confesso que tudo isso atiçou minha imaginação e eu mal podia esperar pelo momento em que ele me buscaria no trabalho.


Finalmente, a hora chegou. Fechei a loja e entrei rapidamente no carro do Roger. Ele já tinha o endereço do motel no GPS e, em menos de 10 minutos, estávamos em nossa suíte. Ele escolheu uma com banheira de ofurô e uma decoração linda. Roger não perdeu tempo e começou a encher a banheira enquanto eu me despia para um banho relaxante antes de colocar minha nova lingerie.


Banho tomado, perfumada e vestindo apenas a lingerie, peguei uma taça de vinho da mão do meu marido e me deitei na cama, acompanhada do corno, que ainda estava totalmente vestido. Ele deitou-se atrás de mim, e eu já podia sentir seu membro pulsando na minha bunda. Um detalhe importante: eu usava um robe preto, bem cavado, deixando minha bunda completamente exposta, com um decote generoso que fazia meus seios saltarem facilmente.


Vi que Roger recebeu uma mensagem no celular — certamente era o macho avisando que havia chegado. Dito e feito, cinco minutos depois, a campainha do quarto tocou, causando-me um frio na barriga. Roger se levantou, pegou a venda que estava no criado-mudo e me entregou para que eu colocasse, o que fiz de imediato.


Escutei meu marido caminhando até a porta, destrancando-a e abrindo-a. Os dois se cumprimentaram como velhos amigos, e na hora bateu um desespero: quem será que esse corno chamou para me comer? Será que é alguém que conheço? Será que já dei para ele?


Não havia mais como voltar atrás. O jeito era relaxar e esperar o que estava por vir. Escutei meu marido passando pelo pé da cama e se dirigindo a uma mesinha do lado oposto da porta. Enquanto isso, ouvi o barulho dos sapatos do macho sendo retirados e caindo no piso de madeira, seguido pelo som da fivela do cinto, indicando que ele subiria na cama sem as calças.


É impressionante como a privação de um dos sentidos aguça os outros. Pude sentir o perfume amadeirado que ele usava, que ficou mais intenso quando ele subiu na cama, posicionou-se sobre mim e me deu um beijo na boca. Ah, que beijo! Molhado, mordido, pegado, lambido... O safado sabia o que fazer. Beijava, chupava meu pescoço, orelha, voltava para a boca e arrancava gemidos de prazer.


Suas mãos eram fortes e ágeis, explorando todo o meu corpo por cima da lingerie. Habilmente, ele se posicionou entre minhas pernas, e eu senti que ele estava de cueca, mas era claro que ele tinha um dote delicioso. Aquele pau duro roçou no meu clitóris, com a cueca e meu body separando a pele. Suas mãos já haviam libertado meus seios, que logo foram sugados por seus lábios carnudos, arrancando minhas primeiras palavras de tesão: "Isso, chupa gostoso minhas tetas", o que ele atendeu com prazer.


Seu corpo deslizou para baixo, permanecendo entre minhas pernas. Ele abocanhou minha boceta por cima da lingerie e, com apenas um dedo, puxou o fio que cobria minha xotinha para o lado, começando a saborear tudo.


No meio dos gemidos causados pelo delicioso sexo oral que recebia, escutei o que parecia ser meu marido se despindo e imaginei o prazer que o corno estava sentindo ao me ver entregue a uma pessoa que eu não fazia a menor ideia de quem era.


Senti Roger subindo na cama. Ele se deitou ao meu lado e começou a me beijar enquanto o macho misterioso continuava a me chupar magicamente.


O macho saiu do meio das minhas pernas. Senti meu marido entregando algo a ele, e logo entendi que era uma camisinha. Eu estava ansiosa por este momento e, por uma pequena fresta que se abriu em minha venda, vi o vulto do macho ficando de pé ao lado da cama, tirando a cueca e encapando aquele pau delicioso. O quarto tinha apenas a luz da TV, que não era suficiente para identificar a pessoa ou detalhes.


O safado voltou para cima da cama. Pelo balançar do colchão, percebi que vinha em direção à minha cabeça. Usei minhas mãos para tatear ao redor e confirmar sua aproximação. Sim, era ele, já com o pau duro, pulsante e pronto para ser usado. Apoiei-me em um dos braços para ficar de lado na cama e alcançar aquele mastro com a boca, percebendo que ele ainda não havia vestido a camisinha. Mamei aquele pau desconhecido como uma bezerra, concentrando-me na cabeça, deslizando a língua da base até o topo e enfiando-o inteiro na boca. O vai e vem era cadenciado, e eu podia escutar o macho gemendo e elogiando meu boquete. Meu marido deitou-se atrás de mim e começou a beijar meu pescoço enquanto esfregava o pau na minha bunda. Caprichei ainda mais na mamada para que o corno pudesse assistir de perto à sua esposinha dando um trato na rola do amiguinho.


Senti o comedor se inclinando na cama para pegar algo. Imaginei, na hora, que agora sim seria uma camisinha. Enquanto abria a embalagem, ele perguntou gentilmente: "Será que eu vou poder comer essa mulher deliciosa?". Tirei o pau da boca e respondi: "Não vejo a hora". O safado se afastou um pouco e voltou a me beijar e chupar minhas tetas, enquanto com a mão direita eu continuava a bater uma punheta para ele. Ele voltou a ficar de joelhos, e imaginei que estava encapando sua rola para vir me comer. Agora, meu marido chupava minhas tetas enquanto eu acariciava meu clitóris, já duro de tesão à espera da penetração.


Meu marido entregou algo na mão do macho, e descobri em seguida que era lubrificante. Senti um óleo ser passado na minha bocetinha, e logo a cabeça de sua rola se encaixou, pincelando a entrada da boceta e o clitóris. Quando ele percebeu que eu estava me contorcendo de tesão, resolveu, em um movimento único, escorregar seu mastro para dentro de mim de uma vez só. Soltei um grito de prazer, apertando as mãos do meu marido, evidenciando o quanto aquele macho estava me deixando excitada.


Meu marido se levantou, provavelmente para posicionar a câmera que filmaria a esposinha sendo comida por outro macho. Enquanto isso, o macho desferia socadas vigorosas na minha boceta. Cada estocada era um grito, um pedido para não parar, uma ordem para que ele continuasse a foder minha boceta. Ele chupava minhas tetas enquanto me penetrava. O filho da puta sabia como comer uma casada.


Com minhas pernas em seus ombros, ele me segurou pelo tornozelo e me virou. Senti que ele queria que eu ficasse de quatro e, como uma cadela no cio, empinei bem o meu rabo e deixei que ele voltasse a bombar na minha xota. Meu marido voltou para a cama e se sentou na minha frente. Resolvi conferir como estava o pau dele e passei a mamá-lo enquanto o macho socava seu mastro na minha xota molhada.


Esses machos que saem com casais adoram tratar as esposas como putas vadias, e confesso que é isso que queremos. O safado arrisca e testa até onde pode ir. Ele começou a enfiar o dedão no meu cu enquanto sua pica castigava minha boceta. Aquilo me alucinou e me fez gozar muito. No meio do meu orgasmo, arranquei a venda e pude ver, olhando para trás sobre meus ombros e com o auxílio do reflexo do espelho, o macho que me fodia. Acredito que me ver gozar daquela maneira o deixou muito excitado, e ele nem conseguiu tentar enfiar o pau na entrada do meu cu; encheu a camisinha de porra.


Deitamos na cama para tomar fôlego. Rimos ao nos vermos pela primeira vez, só depois de ele ter me feito gozar. Pude constatar que realmente não o conhecia — pelo menos de uma foda como essa eu teria me lembrado, kkkk. Era um negro que aparentava ter uns 30 anos, corpo normal, sem músculos (o que eu já havia sentido) e um pau mais fino que o do meu marido, mas um pouco maior em comprimento.


Conversamos um pouco enquanto nos recuperávamos, afinal, precisávamos nos conhecer melhor. O safado devia ter tomado algum comprimido para manter aquele pau duro, pois, apesar de ter 33 anos, ele estava com o mastro a postos muito rápido.


Meu marido percebeu que o macho estava prestes a me possuir novamente. Ele subiu na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar minha boceta. Foi a minha vez de deixá-lo louco e soltei: "Isso, corno, chupa essa boceta comida, sente o gosto da camisinha que estava na rola que me fez gozar." Roger não aguentou e enfiou seu pau em mim também, enquanto nosso novo amigo se posicionava perto da minha cabeça para que eu pudesse mamar sua rola. Imaginem a cena: meu marido me comendo por cima, eu com as pernas totalmente abertas, outro macho com o pau entrando e saindo da minha boca e o marido assistindo a tudo a 30 centímetros de distância.


Essa situação me excita muito. O fato de trepar com outros homens em si não é o ápice do tesão; saber que meu marido fica alucinado com isso é o que realmente me excita.


Meu marido pediu para eu cavalgar seu pau. Prontamente atendi e me posicionei sobre sua rola, cavalgando-o bem gostoso. Não demorou muito para sentir o negro se posicionando por trás de mim e perguntando se eu gostava de duas rolas na bocetinha. Fingi desentendimento: "Não sei se aguento, mas pode tentar enfiar." O pau do Roger é grosso, ocupa toda a minha boceta. O rapaz tentava enfiar o dele e não conseguia, até que ele foi onde queria: senti o óleo lubrificante escorrendo pelo meu cu e a cabeça da rola dele se posicionando na entrada. Fiquei doida e empinei um pouco mais meu rabo, oferecendo-lhe uma posição que facilitasse a penetração. Assim ele fez. Aos poucos, foi deixando aquele pau entrar no meu cuzinho enquanto o pau do marido comia a bucetinha. Roger, sem entender nada, viu meus olhos revirando e perguntou: "Ele está comendo seu cu, né, sua puta?" "Sim", respondi, "ele está comendo meu cu, soca na boceta, soca", completei, pedindo mais rola na bocetinha.


Acho aquela música da Valesca Popozuda extremamente vulgar, mas preciso confessar que aquele nego fez exatamente o que diz a música: fez meu cu de xota. O filho da puta bombava no meu cu como se fosse minha boceta. Meu Deus, que delícia é dar o cu com uma rola na boceta!


Gozei novamente nas duas rolas e pedi água... Estava exausta. Levantei, abri uma garrafa d'água, dei mais uns goles no vinho e fui fazer xixi. Aproveitei para tirar todo o meu body e voltei para o quarto totalmente nua. Os dois continuavam com os mastros em pé, parecendo dois ex-presidiários que acabaram de ser libertados, cada um sentado em um canto do quarto, olhando para mim com cara de tarados enquanto batiam uma punheta. Entrei no clima e soltei: "E aí, quem vai continuar me comendo?". Nosso amigo mais depressa pulou, me deitou na beira da cama, deu uma linguada na minha boceta e logo posicionou sua rola na entrada da minha xota, enfiou e socou forte. Eu gritava e pedia mais. Virava o pescoço e via meu marido sentado em uma cadeira, se acabando na punheta, extasiado com o que estava assistindo.


Eu estava me sentindo desejada, poderosa, dona daqueles dois machos vigorosos. Resolvi soltar a mais puta de todas e falei: "Vão, seus filhos da puta, quero banho de porra, venham meter e me lavar de porra, jorrem porra em cima da minha boceta". O nego tirou o pau de dentro, arrancou a camisinha e deixou sua porra quente e grossa jorrar na minha boceta, jatos na barriga e nos peitos. O marido já estava posicionado, ajoelhado ao meu lado. Olhei para ele e perguntei: "Quer na bocetinha também?". Ele acenou com a cabeça, e eu me virei, abrindo minhas pernas na sua frente e oferecendo minha boceta toda suja de porra do macho para ele terminar de gozar, o que ele fez. Jorradas fartas saíram daquela rola, deixando-me totalmente lavada de porra.


Como eu adoro essa sensação de putaria, de entrega total, de ser completamente fodida por dois machos. Essa foi a aventura de quarta, no meio da semana, e eu sendo a putinha de dois.


Espero que tenham gostado. Somos o KZALZLSP no CRS.


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