Fui seduzida
- Temas: Sedução, amigo coroa, novidade, não resisti, prazer
- Publicado em: 22/12/25
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- Autoria: new_lorde
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Eu e meu marido temos um círculo de casais amigos muito bom e sempre nos reunimos na casa de um deles, para jogar, ou simplesmente bater papo, comer alguma coisa e tomar uns aperitivos. Estamos todos na mesma faixa etária, em torno dos quarenta anos, com exceção de um, o Carlos, com sessenta e também o único sozinho, ele é divorciado. No sábado tínhamos uma reunião marcada na casa do casal André e Neusa, seria a noite do queijo e vinho. Pela manhã meu marido levantou com uma leve indisposição, pelo jeito começo de gripe, dei um antigripal e falei que logo ele estaria melhor.
Já fazia algum tempo que eu vinha namorando um vestido e decidi ir compra-lo, falei ao meu marido:
- Fica quietinho aí que vou até o shopping comprar aquele vestido que gostei, quando eu voltar com certeza você já estará melhor.
- Vai lá amor, vou ficar bem.
Entrei na loja, separei o vestido e fui no provador. É um preto básico, justo, pouco acima dos joelhos, mas com um diferencial, decote acentuado tanto na frente quanto atrás, para ser usado sem sutiã, o que aliás para mim não é problema algum, meus seios ainda são empinados e firmes, ele ficou perfeito no meu corpo.
Cheguei em casa de tarde e meu marido não tinha melhorado, fiz um chá quente e dei mais um comprimido, na esperança de que ele melhorasse. Ele tomou e fui experimentar o vestido para ele ver:
- Uau, ficou lindo em você.
- Não acha um pouco ousado demais com esses decotes?
- Nem um pouco, além do que vamos estar juntos e se o marido não tem nada contra quem terá?
Eu dei uma risada gostosa e falei:
- Você não tem nada contra, mas um espertinho pode ter tudo a favor.
- Somos todos amigos, não esquenta a cabeça com isso amor.
Fui para o banheiro tomar meu banho e me preparar para sairmos. Entrei no box, ensaboei o corpo, notei uns poucos pelinhos na xaninha e não tive dúvidas, peguei o aparelho e deixei a perseguida lisinha, como meu marido gosta. Só de me depilar eu fiquei excitada, senti minha buceta melar, quando voltarmos da reunião vou acabar com o meu marido, ele que espere. Terminei o banho, passei hidratante no corpo todo e fui me vestir. Coloquei uma calcinha fio dental preta de renda e por cima o vestido. Sentei diante do espelho e caprichei na maquiagem, principalmente no batom vermelho carmim, cor que realça meus lábios carnudos.
Calcei sandálias pretas, abertas, com salto alto e fino, deixando à mostra meus pés bem feitos. Terminei de secar os cabelos, escovei e por fim passei meu perfume preferido, o Samsara, ideal para noite, marcante e sensual. Olhei-me no espelho e gostei do que vi, apesar dos quarenta anos eu estou em plena forma. Estranhei meu marido não ter vindo tomar banho, por isso fui na sala. Apesar do dia quente, ele estava coberto e cochilando:
- Oi amor, você não vai se trocar?
Ele olhou para mim e disse:
- Nossa, você está linda.
- Tudo bem que estou linda, vamos, levanta desse sofá e vai se trocar.
- Não mesmo amor, não estou afim de sair, uma dor terrível no corpo.
- Que saco, os comprimidos não fizeram efeito.
Ele balançou a cabeça negativamente:
- Então vou tirar essa roupa e ficamos em casa.
- De jeito nenhum amor, sei o quanto gosta dessas reuniões, vai e se desculpa por mim, diz que eu não estou bem.
Tentei convence-lo que eu ficaria em casa, mas ele insistiu que eu fosse e eu fui. Cheguei quando passava um pouco das vinte horas, os amigos sentiram a falta do meu marido, expliquei o motivo e todos desejaram melhoras a ele. Num momento que fiquei sozinha o Carlos se aproximou:
- Não posso dizer que fiquei triste pelo seu marido não ter vindo – disse com um sorriso malicioso nos lábios.
Ele sempre foi um galanteador comigo, nunca perdeu uma oportunidade de um elogio, uma cantada discreta. Sempre encarei isso com bom humor, vindo de um amigo querido, nunca pensei nele como alguém para ter algo mais sério. No entanto, não posso negar que ele é um homem atraente, mais alto do que eu, cabelos grisalhos, corpo bem modelado, com certeza efeito de academia e com um olhar perturbador, sempre me senti nua pela forma que ele me olha. Vez por outra ele me envia mensagens, elogiando meu corpo, dizendo o quanto sou bonita. Sempre levei na esportiva, mas não vou negar, qual mulher não fica envaidecida ao ser admirada.
Ao escutar sua observação eu falei:
- Ele não veio porque sabe que estou em boa companhia.
- Quanto a isso minha querida, pode estar certa de uma coisa, farei de tudo para você não sentir falta dele.
Eu sorri discretamente e pensei comigo: mais uma das suas cantadas. De fato, ele ficou ao meu lado o tempo todo, fazendo questão de me servir e garantir que a minha taça estivesse sempre com vinho. Conversamos muito, ele contou sobre suas viagens de negócio, onde sempre aproveitou para tirar fotos dos locais:
- Aliás – ele disse – precisamos nos ver qualquer dia desses, tenho fotos maravilhosas.
Sorri e inventei uma desculpa qualquer, dizendo que talvez um dia. Sentados um de frente ao outro, ele não teve a mínima preocupação em disfarçar, olhava descaradamente para o decote do meu vestido, até mesmo porque, sem sutiã, com determinados movimentos meus, a visão para ele ficava mais reveladora. Eu estava ficando um pouco incomodada com isso, até ele se declarar sussurrando:
- Sandra, você tem seios lindos.
- Cuidado com o que fala Carlos, alguém pode ouvir.
- Com certeza se alguém ouvir vai me dar razão, sem contar que hoje você está maravilhosa, mais bonita do que nunca.
Fiquei sem jeito e ele continuou:
- Esse seu perfume então, me deixa excitado.
Com um ato instintivo, olhei para seu pau e da forma como ele estava sentado, pude constatar o volume dentro da sua calça. Ao perceber meu olhar indiscreto ele falou:
- Deu para ver que eu não menti?
Sem jeito eu falei:
- Comporte-se, estamos entre amigos.
- Como me comportar se você me tira do sério, hoje mais ainda vestida assim.
Eu sorri um tanto constrangida, mas no fundo feliz pelo fato de causar tanto tesão assim em alguém.
Ele tomou um pouco do seu vinho e falou:
- Vamos até a sacada, quero te mostrar uma coisa.
- Acho que não seja uma boa ideia Carlos.
- Eu vou e reconsidere sua opinião, espero você lá.
Sem mais nenhuma palavra ele se levantou e saiu em direção à sacada do apartamento. Fiquei ali pensativa por alguns instantes, na dúvida se deveria ou não ir, no entanto, não sei se pelo efeito do vinho, ou pela curiosidade do que eu tinha visto entre suas pernas, eu levantei e fui.
Ao me ver ele abriu um largo sorriso e falou:
- Estava certo de que você viria.
- Não acha um pouco de pretensão da sua parte – eu disse sorrindo.
- Não, minha querida, conheço um pouco sobre mulheres e tinha certeza sobre a sua curiosidade.
- Tudo bem, o que quer me mostrar então?
- Na verdade nada, foi só um pretexto para tirar você lá da sala e dizer que hoje você vai ser minha.
- Acho que você endoideceu.
Ele apenas sorriu e eu continuei:
- Você conhece meu marido, não fica constrangido e falar tal coisa?
Parece que ele nem ouviu o que eu disse por último:
- Sandra você está maravilhosa hoje, mais do que nunca, com certeza está usando uma calcinha preta por baixo desse vestido, tira ela para mim.
- Para com isso Carlos, que loucura é essa?
Meu coração estava batendo mais forte, desde a hora do meu banho eu estava excitada e com tantos elogios a minha bucetinha tinha melado:
- Se quiser mesmo que eu pare, então me dá sua calcinha.
Eu estava confusa:
- Está me deixando sem jeito Carlos.
Aproveitando a pouca luminosidade da sacada, ele pegou minha mão e a levou até seu pau, senti o quanto estava duro e pulsante. Aquele ato tresloucado dele foi fatal, se eu já me sentia excitada, segurar aquela vara dura me deixou com um tesão incontrolável parece até que ele sabia dessa minha fraqueza. Ele foi cruel:
- Está sentindo isso, imagina ele na sua boca, na sua bucetinha, eu tenho certeza que ela está melada agora, quer parar mesmo.
Eu estava ofegante. Olhei para os lados e não vi ninguém, sem pensar duas vezes eu tirei a calcinha e entreguei a ele.
Com ela nas mãos ele a cheirou, sentiu a umidade e falou:
- Eu tinha certeza que seria minha putinha essa noite.
Ele simplesmente saiu em direção à sala. Fiquei ali, sozinha, ofegante, com um tesão enorme, eu precisava dar vazão ao meu instinto de puta, precisava de um caralho para saciar meu desejo. Voltei para a sala, sentia meu rosto ferver, conversei com alguns amigos, estar sem calcinha era como se eu me sentisse nua na frente deles e isso só me excitava ainda mais. Perto das vinte e três horas eu me despedi e ele fez o mesmo. Descemos juntos pelo elevador. Ele tentou me agarrar, mas ainda com um resquício de sanidade eu o repeli e chegamos ao térreo.
Tentei chamar um Uber, mas nenhum me atendia e nesse instante o Carlos para o carro na minha frente e diz:
- Entra que te dou uma carona.
- Acho melhor não.
- Peço desculpas pela minha atitude no elevador, prometo que levo você para casa.
Com as pernas tremendo eu entrei no carro. Eu estava muito excitada, morrendo de medo em não resistir a uma outra investida e ela aconteceu. Ele abaixa a calça e seu pau salta fora, grande, grosso e duro. Ele olha para mim e pergunta:
- Não quer experimentar?
Toda minha racionalidade caiu por terra, levei a mão e segurei naquela vara enorme, muito maior que a do meu marido. Minha boca salivava, eu estava possuída por algo incontrolável, não pensei em mais nada, debrucei-me sobre seu colo e abocanhei sua rola. Chupei e me deliciei em mamar, sem me preocupar para onde estava indo, quando me dei conta estávamos entrando num motel. Num último lampejo de sanidade eu disse:
- Não podemos Carlos, sou casada, você conhece meu marido.
Ele não falou nada e a moça da recepção entregou a chave da suíte. Parou o carro na garagem, saiu pela sua porta e abriu a minha.
Permaneci sentada e meu vestido tinha subido, deixando à mostra minhas coxas, quase expondo minha buceta sem a calcinha. Ele enfiou uma mão entre as minhas pernas e acariciou, apertou suavemente e eu não aguentei, abri as pernas num ato de consentimento. Ele deslizou um dedo na minha racha em busca do grelinho e o encontrou durinho, implorando por carinho. Eu gemi baixinho, definitivamente entregue ao desejo de ser possuída, ele falou:
- Vamos putinha, vamos trepar bem gostoso.
Eu não tinha mais forças para reclamar de nada e me rendi por completo quando ele puxou minha cabeça em direção ao seu pau fora da calça e ordenou:
- Chupa meu caralho, vadia.
Alucinada de tesão eu abocanhei e mamei como uma cabrita esfomeada. Suguei, lambi, engoli o máximo que pude até engasgar. Nada mais importava, eu queria foder e implorei:
- Me leva para dentro, me fode com força com esse seu pauzão.
Entramos na suíte tirando as roupas e logo estávamos pelados. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e chupou minha buceta, com força, com desejo, eu delirei, queria gozar naquela boca faminta e pedi:
- Me chupa com força, me faça gozar na sua boca seu puto.
Ele se mostrou um mestre na arte de chupar. Me lambeu toda, mordiscou meu grelinho, enfiou os dedos na minha buceta e a fodeu enquanto me chupava, não resisti e gozei. Foi um gozo diferente, com gosto do proibido, do indecente de uma mulher casada traindo seu marido. Minha excitação era tanta que mesmo tendo acabado de gozar eu queria mais, eu precisava ser penetrada e pedi para ele me foder. Ele esfrega a cabeça da rola nos meus lábios vaginais, pressiona contra meu grelo duro e sem dó alguma mete num golpe, arregaçando minha buceta com sua tora. Senti uma leve dorzinha, mas junto com o prazer de me sentir completamente preenchida.
Nunca havia saído com um homem bem mais velho, mas aquele coroa tinha o vigor de um jovem, seu pau duro entrava e saída da minha buceta em movimentos cadenciados, ele sabia como meter numa mulher, que coisa deliciosa. Eu gemia e implorava:
- Não queria me comer, então come direito, me mostra o que sabe fazer seu puto, mete com força, me deixa arrombada, caralho que coisa boa, assim eu gozo, agora mete fundo.
Eu rebolei feito uma cadela naquela pica deliciosa e quando puxei o corpo dele contra o meu, eu gozei:
- Estou gozando, não para, não para, vai rápido.
Ficamos assim, com ele dentro de mim e eu sentindo o quanto seu pau pulsava, foi incrível. Ele me beijou, acariciou meu rosto e falou:
- Tinha certeza que você era gostosa assim.
- Você que é um safado filho da puta, me levou para o mal caminho.
- Levei nada, você que é tesuda e quando viu minha rola não resistiu e ela continua dura.
Ele tinha razão, fiquei encantada na rola dele, tanto que me enfiei entre suas pernas e me pus a chupar aquela delícia.
Mamei com gosto, lambi suas bolas, suguei a glande e ele delirou:
- Caralho como você chupa gostoso, uma verdadeira putinha vadia.
Ouvir ele me chamando daqueles nomes só aumentou meu tesão, tirei o pau da boca, bati com ela na minha cara e falei:
- Quer gozar na minha boca?
- Com certeza.
Eu estava ajoelhada, intensifiquei a mamada, usando uma mão para punhetar e a outra para puxar sua bunda contra o meu rosto. Eu estava alucinada de tesão, tanto que ousei fazer uma coisa que meu marido nunca deixou, deslizei um dedo para o cuzinho e ele não reclamou, pelo contrário deu uma rebolada, era o sinal verde que eu precisava, por isso meti o dedo no rabo dele.
Sem parar de mamar eu fodi seu cuzinho com meu dedo e seu corpo vibrava de prazer. Quando atolei o dedo todo ele urrou e encheu minha boca de porra, que não desperdicei uma gota se quer. Ainda com a boca toda melada e fui beija-lo e ele correspondeu, que macho. Ficamos abraçados trocando beijos e carícias. Para meu espanto, pouco mais de uns quinze minutos o dando já estava duro de novo:
- Caralho Carlos, tomou quantos azuizinhos?
- Nenhum, minha cara, você é meu estímulo, vamos ver se aguenta mais uma foda.
Ele veio para cima de mim e num tradicional papai-mamãe ele meteu tudo de uma só vez, bombou algumas vezes antes de tirar e dizer:
- Agora fica de quatro, quero enterrar tudo nessa sua buceta melada.
Adoro essa posição, dá para sentir as bolas batendo na buceta:
- Com prazer meu macho tesudo, quero sair daqui arregaçada, você não prometeu?
- Promessa é dívida minha putinha.
Ele meteu firme, socou tudo dentro de mim, me segurou pela cintura e eu sentia seu pau bater fundo dentro de mim, que tesão. Não foi preciso muito para eu atingir mais um orgasmo e ele continuou firme, metendo sem parar, eu estava exausta:
- Goza logo caralho, acaba de uma vez.
Ele meteu mais algumas vezes e urrou gozando dentro de mim. Confesso que quase desfaleci, nunca trepei como desta vez e olha que meu marido é bom na coisa, mas o Carlos, ele é excepcional. Fomos tomar banho e debaixo da água ele falou:
- Só faltou comer seu cuzinho.
- Com esse pau enorme, nem pensar – eu falei.
- Eu vou convence-la a liberar esse rabo para mim.
Eu apenas sorri e falei:
- Quem sabe.
Saímos do motel e ele me deixou em casa, era quase quatro horas da madrugada. Entrei em casa de mansinho, tinha quase certeza que meu marido estava me esperando. Ele não estava na sala, fui para o quarto e ele dormia um sono pesado, felizmente. Deitei sem fazer barulho, mas não conseguia pregar os olhos, o Carlos não me saía da cabeça, que coroa fantástico, me proporcionou uma noite incrível, difícil de ser esquecida.
