A 1ª VEZ COMO ADULTO – 2ª PARTE
- Temas: amor, homossexualidade
- Publicado em: 18/12/25
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- Autoria: Nando2020
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Conforme narrei na 1ª Parte da minha estória, eu continuei as tentativas de conhecer a minha identidade sexual verdadeira. Demorou algum tempo para surgir nova oportunidade. Depois da primeira experiência homossexual como adulto, fui indicado pela empresa em que trabalhava para inspecionar as filiais espalhadas pelo país. Isso ocasionou a minha constante necessidade de viagens solitárias que permitiram a facilidade de novos contatos homossexuais. Outro fator foi o agravamento da minha situação matrimonial, fazendo com que, de comum acordo com a esposa, passássemos a viver sob o mesmo teto, mas com separação de corpos e a vida independente de cada um. Sobre sexo, a combinação é que ficaríamos livres para praticarmos com quem quiséssemos, desde que não fosse na casa comum e feito com máxima discrição. Quanto aos nossos filhos, a moça foi conviver com o namorado em outra cidade e o rapaz foi estudar no exterior. Assim, estava desenhado o cenário perfeito para a caminhada na direção dos meus objetivos sexuais.
A partir desse cenário, passei a procurar garotas de programa, mas não encontrava nelas, pelo posicionamento profissional, qualquer forma de retribuição emocional. Até que, depois de um contato telefônico, quando se trocam informações para marcar um encontro, conversei com mulher cuja voz gostosa de menina, destacou que não tinha “marcação de tempo” para o ato sexual e o pagamento do cachê poderia ser feito depois do encontro, bem diferente do que faziam as outras garotas de programa que conhecera. No dia seguinte, numa manhã gelada de inverno, na própria cidade onde morava, toquei a campainha do endereço dado. Patrícia, o “nome de guerra da moça”, abriu parcialmente a porta e tive a primeira decepção, seu semblante não era o de uma moça nova, apesar de sua vozinha infantil. Ela vestia um casaco vermelho comprido que impedia a visão do seu corpo. Acho que ela notou o meu embaraço e, quando começou a abrir toda a porta, o casacão abriu e mostrou um maiô inteiriço que deixava ver um lindo par de pernas e coxas deliciosas. Entrei curioso para vê-la toda nua. Ela convidou-me para entrar e ir para a sala de visitas e sem pressa, contou-me parte de sua vida e falou sobre um problema na justiça que iria a julgamento na parte da tarde. Ao verificar os documentos do processo, disse a ela que teria ganho de causa e não se preocupasse. Finalmente, fomos para o quarto e ao vê-la se despir fiquei extasiado com o formato e os detalhes do seu corpo. Dos pés à cintura, havia um conjunto perfeitamente harmônico entre pés, pernas, joelhos, coxas, bunda, cintura, seios e pescoço. A bunda? Ah, a bunda! Perfeito encaixe entre as coxas e as nádegas, sem dobras, pele de bebê. Na frente, uma vagina parecendo um corte suave no meio das pernas. Fiquei deslumbrado e me senti mais macho do que nunca. Todo aquele conjunto seria meu, mesmo que por pouco tempo. Quanto aos seios, eram maiores do que eu admiro e não me chamaram atenção e o rosto não mostrava nenhum destaque fora do comum. Depois dos amassos, beijos e carinhos, ela me perguntou em que posição eu queria comê-la. De joelhos, respondi. A bunda levantada pareceu-me ainda mais perfeita. Ela colocou-me o preservativo, deitou de costas e levantou as nádegas. Acreditei até que iria comer o seu cuzinho, mas ela segurou meu pau e direcionou-o para a vagina. Encurtando o caso, senti-me nas nuvens. Tesão puro. Na despedida, ainda conversamos um pouco sobre o processo na justiça. Disse que ligaria para ela na outra manhã, para saber o resultado.
Como eu previra, ela ganhou a causa. Como agradecimento pelo apoio que lhe dera, Patrícia convidou-me para comemorar na cama sua vitória, de graça. Voltei a comê-la e perguntei se ela fazia anal. Ela riu e disse que a maioria dos clientes fazia esse pedido. E contou que o ex-marido fizera o mesmo. Como ela nunca tinha feito sexo anal, achou que poderia tentar com a pessoa que amava, até por que ele possuía um tico pequeno e fino. Deu tudo errado, a dor no momento em que ele começou a enterrar a glande foi tão violenta que ela começou a chorar e pedir que ele parasse, pois a dor estava insuportável e não dava para continuar. O marido comentou que ela possuía os anéis anais muito fechados e a entrada se dera com muita dificuldade. A partir daí, mesmo como prostituta e com as “gorjetas” enormes que os clientes ofereciam, ela nunca mais tentara. Durante dois anos fizemos a média de dois programas por semana, sempre eu tentando o anal. E ela, negando.
Até que Patrícia decidiu abandonar a prostituição para poder cuidar melhor do filho. Continuamos nos encontrando para conversar e transar, tornando-me cliente, compartilhando-a com o cara que ela conheceu no primeiro dia em que começara a se prostituir, que morava em outra cidade E assim que chegava lhe ligava e já marcava encontros.
Mesmo assim, só aceitava transar usando preservativo. Um dia, entretanto, ao começarmos a trepada, achei estranho ela não me pedir que colocasse a camisinha. Fui colocando devagar o pau na vagina e introduzindo para ver sua reação. Ela deixou entrar tudo, sem reclamar, e demos a melhor foda na nossa história. Ao final, concordamos em nos tornar amantes, com o compromisso de não haver traição (nem com antigo cliente) e de nunca mentirmos nada para o outro, mesmo se houvesse traição.
Como voltei a pedir a ela que fizesse sexo anal comigo, um dia fui surpreendido com uma proposta da Patrícia: ela faria sexo anal desde que eu desse a bunda para um homem na sua frente, durante um mènage a trois. Fiquei meio chocado, mas reacendeu em mim aquela vontade de fazer sexo homossexual outra vez. Ela pediu que, no nosso próximo encontro, eu levasse um plug anal e luvas de médico. Foi o que fiz e, ao deitarmos nus, ela pediu que ficasse de bunda para cima, colocou uma luva na mão direita, lubrificou bem a região anal e começou a acariciar meu ânus, fui relaxando e ela foi introduzindo vagarosamente o dedo maior dentro de mim. Gostei. Passou a fazer movimentos suaves e logo-logo estava com todo o dedo enfiado. Mais um pouco, senti que Patrícia começou a tirar o dedão e em seguida a introduzir dois dedos, sem muito esforço, talvez como fruto da minha primeira transa com o carioca. Gostei muito. Aquilo fez com que meu pau endurecesse e ficasse com vontade de entrar numa buceta. Ela retirou os dedos do meu cu e passamos a dar uma bela trepada. Depois do banho, voltamos para a cama e ela passou bastante lubrificante no plug, enfiou sem resistência no meu rabo e pediu que eu ficasse com ele enterrado o máximo de tempo por dia até o nosso novo encontro. Isso aconteceu alguns dias depois. Tirei o plug, ela colocou as luvas médicas e passou sucessivamente a enfiar um, depois dois e três dedos na minha bunda. No terceiro, senti um pouco de dor, mas ela foi movimentando os dedos até que o prazer foi aumentando a tal ponto que eu comecei a querer que um cacete real me penetrasse. De surpresa, ela retirou um plug enorme da bolsa (do tempo em que era prostituta), lubrificou-o bem e passei a tomar no cu com tranquilidade. Você está quase pronto, disse Patrícia. Você vai ficar com o plug até o nosso próximo encontro. Depois, você vai experimentar um cacete de verdade, bem grosso e comprido. Se passar no teste, finalmente, você poderá realizar o antigo sonho de fazer sexo anal comigo.
O encontro seguinte foi na casa da Patrícia, quando seu filho estava na escola. Entramos num site de encontros e ela escolheu um cara especialista em casais, macho de verdade. Marcamos o encontro para um motel cinco estrelas. E o dia chegou.
Patrícia estava linda, vestido colante realçando as curvas do seu corpo. Logo após fomos avisados pela portaria que Rafael, o acompanhante, havia chegado. Confirmamos o nome e autorizamos a vinda dele para a nossa suíte. Era um belo homem, bem vestido, forte e musculoso. Olhou demoradamente para a minha amante e foi possível ver seus olhos gulosos brilhando de tesão. Sem dúvida, Patrícia seria muito bem comida. Depois de brindarmos o encontro com um espumante, para quebrar o gelo, pedi que Rafael tirasse as roupas dela. Depois de nua, foi a vez dos homens. Ao ver o tico do rapaz totalmente duro, senti um calafrio. Era imenso no comprimento e na grossura. É impossível, pensei eu, que aquele torpedo passasse pelo meu cu. Ao meu favor, as transas anais que me descabaçaram no passado e o encontro com o cara do Rio de Janeiro. Ainda assim, meu cu entrou em pânico.
Eu e Rafael sentamos na cama e Patrícia ficou de pé na nossa frente. Deu-me uma chupada excelente e depois vestiu a camisinha no parceiro e caiu de boca. Como era especialista em sexo oral, não demorou muito e o cacetão do cara foi sumindo na sua boca. Mama mia, disse eu, como conseguira? Aí veio a surpresa. Largou o pau do outro e me fez um desafio não previsto. Não quer experimentar um pau na sua boca? Não sei, respondi meio gaguejando. É algo que nunca fiz. Sempre tem a primeira vez, respondeu ela maliciosamente. Ela pediu que eu levantasse da cama e sentou no meu lugar. Pegou o pauzão do parceiro e ofereceu-me para chupar. Respirei fundo, baixei a cabeça e, quando me dei conta, a cabeçona estava dentro da minha boca. Era algo duro e morno. Decidi chupar o resto do pau, até quase encostar na garganta. Deu-me uma ânsia de vômito e resolvi parar a experiência.
Depois de deitarmos na cama, vi Patrícia abrir as pernas e assisti deslumbrado ela ser fodida com ganância. Trocaram de posição várias vezes e aquele monstro de pênis entrava e saia inúmeras vezes. Achando que o cara estava muito excitado e que iria gozar logo, ela saiu de cima dele e disse que era hora de fazer o teste. Fiquei de quatro na beira da cama, enquanto ela trocava a camisinha do parceiro. Depois de passar muito lubrificante na minha região anal, ela conduziu Rafael para trás de mim, encaixando seu pau bem no alvo, meu cu. Ela abraçou o parceiro por trás, fazendo carinhos na bunda dele para que não perdesse o tesão. De repente, senti meu ânus se abrindo sem nenhuma dor e uma coisa grossa me penetrando aos poucos. Ao sentir os pentelhos do meu comedor roçarem o pobre do meu cu, perguntei o quanto já havia penetrado. Patrícia riu, sadicamente, pegou minha mão e levou-a à região do ânus, momento em que senti que o pau estava enterrado em mim até a tala. E sem eu sentir qualquer dor. Então me disse que eu havia passado no teste e que ela cumpriria a promessa. Em síntese, senti muito prazer no sexo anal e que, com certeza, voltaria a ter esse tipo de relação sexual.
No encontro seguinte, Patrícia cumpriu a promessa. Pedi que ela tomasse a melhor posição para o sexo anal e comecei a tentativa de penetração. Pedi que ela relaxasse bem, coloquei muito lubrificante na região anal até ela autorizar a penetração. Tentei a introdução com toda calma. Mas tentando enfiar um dedo, observei que o esfíncter anal era muito apertado. Como o meu pinto é grosso e comprido, senti que a resistência à introdução era muito grande. Ao forçar a barra e usar mais força, ouvi o choro abafado da Patrícia. Não tive coragem de continuar. Disse que considerava a tentativa válida e que nunca mais pediria sua bundona.
Assim, tive minha segunda trepada homossexual. Como gostei muito, tive certeza de que faria outras vezes. Como contarei depois.
FIM DA 2ª PARTE
