Meu primeiro cliente
- Temas: Negócios, banco, fazenda
- Publicado em: 17/12/25
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- Autoria: pri_ncesa
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Olá gostosuras!!!!!!!!!!!
Me chamo Priscilla, mas podem me chamar por Pri.
Sou uma mulher de 40 anos, divorciada, bem resolvida, com uma vida profissional bem resolvida e estabelecida.
Procurei este espaço para compartilhar com todos vocês minhas experiências, minhas vivências, meus fetiches e outras coisas gostosas.
Sou alta tenho 1, 70 cm de altura, e fico mais alta ainda pois adoro um salto alto. Sou o tipo cavala, corpão, peitão e bumbum grande, se eu não me cuidar, viro uma gordinha gostosa. Sou morena, cabelos pretos, compridos, um pouco acima do bumbum o cumprimento dele.
Malho todos os dias, quando possível, tenho silicone, hoje me orgulho de ter uma barriguinha definida, coxas e bumbum durinhos e empinado.
Vivo a melhor fase da minha vida, estou muito disposta a ter experiências novas. Não tenho amarras, sem preconceitos, sem tabus rsrsrrs.
Bem, minha vida sexual mais ativa, começou a três anos, eu havia acabado de me divorciar, estava bem triste e para baixo, resolvi investir em mim, fiz silicone, comecei a ir na academia, mudei de cidade, sai de Santa Catarina, e fui me aventurar em Mato Grosso.
Eu sempre trabalhei como representante comercial, e adoro esse mundo agro. Sementes, bovinos, maquinário etc. Tenho uma vasta experiência nesse ramo, após o divórcio, em conversa com minha prima que trabalha em uma Coperativa de crédito famosa, esse verdinha que aparece nos comerciais de tv rsrsrsr. Me convidou para ir trabalhar com ela em uma agência, eu nunca tinha trabalhado com banco, mas pela minha experiência no agro e também saber negociar produtos, insumos isso me dava uma vantagem boa.
Fiz uma entrevista, me fizeram uma boa proposta salarial e tudo mais, fiquei tentada, e pedi demissão do atual emprego e rumei para o Mato Grosso, nossaaaaa que lugar quente.
O estado é lindo, só falta praia para ser perfeito. Meus primeiros meses no novo emprego foram bons, eu estava adorando, e me encontrei profissionalmente adorei a troca de carreira que fiz. Mas eu sou do tipo que não fico sossegada, eu queria ser gerente, queria ganhar um salário melhor, ter melhores premiações e fui com tudo para tentar uma promoção.
Havia uma vaga de gerente em uma agência, mas os gestores estavam procurando alguém que era campeã de vendas, com uma carteira rentável, bons negócios, grandes volumes etc.....
Eu entrei de cabeça nesse desafio, me apareceu uma proposta de financiamento muito, mas muito bom mesmo. Foi uma das maiores operações de crédito que fiz. Com certeza, isso me colocaria como a próxima gerente, eu precisava fechar esse negócio. Foram dias e dias de negociação, visitas, reuniões .... E uma transa para fechar o negócio.
Eu sempre fui uma pessoa muito expansiva, sempre tive dificuldade guardar segredos, e sempre falei de meus planos, sonhos e projetos.
Eu fui numa reunião com esse cliente do banco, um senhor de uns setenta anos, e seu filho, o João, um cara na casa uns 50 anos mais ou menos. Bonito, barbado, bem rústico. As reuniões em si, eram cansativas, muitas contas para fazer, cálculos de juros, prazo etc.
Como era protocolo do serviço, em alguns casos nós devíamos fazer visitas nas fazendas ou empresas dos clientes para verificar as instalações, comprovar se realmente elas existiam.
Bem, fui a fazenda cedo, e me arrumei a caráter, calça jeans, bota, uma blusa de alça e uma camisa social verde por cima rsrsrsrs. A fazenda em si é muito grande, o João me recebeu, fomos para uma reunião rápida junto com o seu pai. Percebi que ele não tirava os olhos de mim, aquilo me deixava constrangida, sem graça e excitada.
Logo o pai dele pediu para me apresentarem a fazenda, saímos do escritório para a área externa da fazenda, eu ia tirando algumas fotos para o relatório. E o João disse que poderíamos ir a cavalo conhecer a fazenda, eu disse que não sabia cavalgar, e ele se ofereceu para me ajudar, eu montei com a ajuda dele, e logo ele montou atrás de mim. Nossa senti um arrepio, ele mesmo estando a frente das negociações e tendo noções de negócio e financiamentos, ele trabalhava na fazenda, era forte, tinhas as mãos cheias de calos.
Fomos dar uma volta na fazenda, logo senti o cheiro de cigarro dele, e puxei o meu cabelo para frente para não pegar o cheiro, mas ai. Aquilo foi pior do que imaginei, logo senti sua barba roçar no meu pescoço, logo fiquei arrepiada. Fizemos uma parada perto do pasto onde estavam os bois da fazenda, ele me ajudou a descer, e bem, acho que foi bobeira da minha cabeça, tive a sensação dele passar a mão na minha bunda, ao me ajudar a desce do cavalo.
Tirei algumas fotos, e logo montamos novamente, senti novamente uma mão boba, mas sei lá acho que foi coisa minha. No meio do caminho ele me aborda, e diz que adoraria me ajudar a ser gerente, eu havia dito na reunião que esse negócio que estávamos fazendo me ajudaria a virar gerente. Eu agradeci, e ele me perguntou o que eu faria para fechar o negócio, eu não havia entendido.
- Priscilla, vamos ser diretos, você quer algo melhor para você, e eu quero algo em troca. Se você for carinhosa, eu convenço o meu pai a fechar o negócio contigo.
- Como assim carinhosa?
- Vamos parar com essas formalidades, se você der para mim, eu fecho esse negócio.
- Seu louco, eu nunca iria dar para você, me solta. Eu vou embora, não quero continuar aqui.
O clima ficou pesado, retornamos para a fazenda, entrei no carro e fui embora. Estava irritada com aquilo, e fiquei com mais ódio ainda, ao perceber que estava melada, e os meus mamilos durinhos. Que ódio, fui assediada, e isso me excitou.
Bem depois de chegar em casa no fim do dia, não tive escolha ao tomar banho, me toquei no chuveiro precisava aliviar minha tensão. Por volta das 22: 00 vi em meu celular corporativo, uma mensagem do João, dizendo que a proposta ficaria de pé até sexta-feira.
Pensei muito, pensei até demais. E concluí, o que custaria eu transar com um cara rico e bonito em troca de um bom negócio, o meu casamente havia terminado, ninguém precisava saber. Mandei mensagem para o João no outro dia as 06: 30, fui bem direta "eu quero fechar o negócio, é bom estar pronto para hoje, pois acordei pronta".
Fui para a fazenda, antes passei no banco, peguei o contrato e fui para a fazenda. Chegando lá, o pai dele não estava lá, iria chegar para o almoço, por volta das 11: 30. O João disse que não queria perder tempo, era por volta das 10: 00 e queria fechar logo comigo, falamos por código, pois havia pessoas por perto.
Eu usava uma calça jeans estupidamente apertada, uma calcinha fio dental preta, sutiã preto, usava uma camisa polo bem agarrada e bota. João inventou que faltou um lugar para irmos na fazenda, e tinha de tirar foto também, concordei. Saímos dali, montei no cavalo, na verdade não montei, fui apalpada na cara dura, o João estava suado, tinha trabalhado desde cedo, aquele cheiro de suor, misturado com cigarro. Ele cavalgou rápido, senti seu pau duro encostando em mim, suas mãos apalpavam meus seios sem pudor algum. Fomos para uma espécie de casinha. João amarrou o cavalo logo perto de uma árvore, e logo foi me pegando e me levando para um quartinho, ali tinha uma cama de feno, nos pegamos ali, e ele foi logo tirando minha blusa, ele atacou meus seios.
- Nossa que puta, com marquinha de biquini, que safada.
Nos pegamos ali, ele tirou o pau para fora e mamei nele, estava salgadinho, mas logo ficou com o gosto normal. Aquilo ficou duro na minha boca, e ele queria eu chupasse tudo, enfiou até a minha garganta. Me engasguei, e nisso ele já bruto, me empurrou contra aquele feno, foi tirando minha calça, puxou com forço a calcinha, que rasgou nas mãos dele. Me senti totalmente vulnerável e excitada, já estava molhada esperando ser penetrada. Logo entrou o pau dele, aiiiiiiiiiiiii.
Ele me comeu ali mesmo, fiquei de quatro, ele montou em cima de mim, ele pressionava o seu corpo contra o meu, senti aquele pau duro e grosso dentro de mim. Levei um tapa na bunda, ele cuspiu no meu cuzinho, e meteu nele sem avisar. Senti ele me abrindo por inteira, eu gemia, tinha feno em meu corpo, no meu cabelo senti ele botando com força, ele deitou sobre mim, e me segurou pelos seios, senti ele me comendo com muita força e vontade e.....
Ele gozou na minha bunda, enchendo ela de porra, ele tirou o pau, e me puxou pelo cabelo, meteu em minha boca, tinha ainda porra naquele pau, enchendo minha boca, escorreu um pouco sobre os meus seios, mas boa parte eu engoli tudo.
Ficamos ali fazendo amor.
Bom depois retornei para a sede da fazenda, toda desarrumada, com porra escorrendo da minha bunda, não tinha papel nada para me limpar, vesti a calça, e senti o gozo dele no fundo da calça.
Peguei os contratos assinado, e retornei para a agência.
Bem, essa foi a parte 1. Vou postar continuação depois, para não ficar algo tão extenso.
