Mamãe e eu – parte 1

  • Temas: Mãe, filho, filha, namorada, carência, brigas
  • Publicado em: 11/12/25
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

O relacionamento entre meus pais não vai nada bem, discutem por qualquer besteira, minha mãe vive dizendo que ele tem outra e ele sempre negando. Eu pelo menos nunca percebi nada de errado com meu pai, sempre metódico, cumpre os horários, não sei como ele teria tempo para outra, mas nunca se sabe. Um longo casamento de vinte anos, situação financeira estável, dois filhos, eu e minha irmã, temos tudo para uma vida tranquila, mas é meu pai chegar em casa e a discussão começa. Alguma coisa perturba minha mãe, não sei bem o que é.


Hoje ela estava muito irritada, foi só meu pai chegar e a briga começou. Irritado, meu pai saiu batendo a porta, dizendo que ia dormir na casa da vovó. Minha mãe fica desconsolada e entra no meu quarto chorando, falando coisas horríveis do meu pai, que ele é um insensível, que não presta e acima de tudo um mulherengo. É sempre desagradável presenciar essas cenas, pelo menos minha irmã não estava em casa, ela foi dormir na casa de uma amiga, ficou livre de mais uma briga. Vendo minha mãe aos prantos, eu tentei acalma-la:

- Fica tranquila mamãe, vai tomar um banho, relaxa que logo passa.


Ela me ouviu:

- Estou precisando mesmo, quero esquecer seu pai.

Ela vai para o banho e algum tempo depois me chama, pedindo para levar a toalha que esqueceu. Aqui em casa temos liberdade nessa coisa de nudez, não ficamos constrangidos, por isso peguei a toalha e entrei no banheiro:

- Está aqui e você, mais calma?

Pelo vidro embaçado do box eu a vi lavando os cabelos:

- Estou sim filho, é que seu pai consegue me tirar do sério.


Eu não queria prolongar o assunto, por isso eu falei que ela o deixasse lá na casa da mãe dele, depois tudo se resolveria:

- Mas é muito difícil para mim – ela disse – saber das aventuras dele e ficar calada – sua voz era de choro.

- Nada de chorar, ergue essa cabeça.

Ela terminou o banho, abriu a porta do box e seu corpo apareceu com toda a beleza da sua nudez, minha mãe é verdadeiramente uma mulher bonita e atraente. Admirei seu corpo e falei:

- Se for mesmo verdade que o papai tem alguma coisa fora, eu não sei porque, veja só que mulher maravilhosa ele tem em casa, com esse corpo perfeito.


Com um sorriso delicado e se enxugando ela perguntou:

- Você acha mesmo que eu sou gostosa?

- Claro que é, tenho certeza que qualquer homem iria querer você.

- Você é um amor, meu querido.

Ela se enrolou na toalha e eu fui para meu quarto, com a imagem da minha mãe nua não saindo do meu pensamento. Eu estava navegando na internet quando minha mãe entra no meu quarto, ainda só enrolada na toalha, senta na minha cama e diz:

- Fico feliz de ter você ao meu lado, consigo conversar abertamente, meu companheiro.


Deixei com computador de lado e fui sentar ao seu lado, ela choramingou:

- Seu pai me tira do sério que chego a ficar com dores nos ombros.

- Eu dou um jeito nisso.

Fiquei de joelhos atrás dela e comecei a massagear seus ombros. Ela soltou um suspiro e falou:

- Nossa, como isso é bom, estava mesmo precisando de uma mão no meu corpo.

- Fica melhor com um creme, vou buscar – eu falei.

Voltei com um pote de hidratante e falei:

- Deita que assim será melhor.


Ela jogou a toalha para o lado e deitou de bruços. Espalhei o creme nas suas costas e comecei a massagem, tocando firme no seu corpo e ela reagiu:

- Há muito tempo eu não sentia algo tão bom assim, está delicioso.

Deslizei minhas mãos pelas costas toda e chegando perto da sua bunda ela deu uma empinadinha e um suspiro mais forte. Nunca olhei para minha mãe com outros olhos, mas ali, naquele momento eu estava de pau duro. Um pensamento libidinoso passou pela minha cabeça, seu passar a mão na bunda, será que ela vai reclamar? Só tentando para saber, arrisquei e ela não reclamou, muito pelo contrário, gemeu mais intensamente, minha mãe estava carente, com certeza.


Concentrei minha atenção na sua bunda e nas coxas, nenhuma palavra era dita, apenas se ouvia nossas respirações ofegantes, a excitação era evidente. Deslizava minhas mãos nas coxas em direção aos joelhos e voltava para cima, massageando firmemente no interior das coxas. Numa das vezes a minha mão esbarrou na sua buceta e pude sentir a umidade ali presente. Ela soltou um gemido agudo, separou as coxas e empinou de vez a bunda, deixando à mostra seu sexo e o cuzinho. Meu coração disparou, mas procurei me controlar, afinal eu não fazia muita ideia do que realmente estava acontecendo. No entanto, a cada oportunidade eu voltei a tocar na sua buceta, arrancando-lhe suspiros reveladores.


Ela se vira na cama e agora deitada de costas ela pede:

- Agora na frente, deixa a mamãe bem relaxada.

Era o aval que eu precisava. Espalhei o creme em seus seios fartos e massageei com vontade. Meus toques mais pareciam carícias do que uma massagem propriamente dita, ela estava excitada, os bicos dos seios eriçados demonstravam isso. Apertei levemente com as pontas dos dedos e ela gemeu, estava de olhos fechados. Deslizei minhas mãos pela sua barriga, chegando bem perto da sua buceta coberta por pelos bem aparados. Segui em direção às suas coxas e nesse instante ela abriu o caminho, arregaçou as pernas se expondo complemente, ela estava querendo.


Sem pudor ou temor, deslizei meu dedo na sua racha, completamente molhada. Os gemidos se tornaram mais acentuados, ela já não escondia seu desejo. Senti seu grelinho enrijecido e o acariciei, apertei com as pontas dos dedos, esfreguei. Ela já não estava aguentando mais, seu corpo tremia, sua respiração ofegante prenunciava o orgasmo e esse veio, forte, intenso, avassalador. Ficamos ali, quietos, sem trocar palavras, apenas esperando que ela se recuperasse e quando isso aconteceu ela disse:

- Obrigado meu querido, eu estava precisando muito disso, agora preciso de outro banho.

Ela se levantou e saiu do meu quarto. Fiquei ali relembrando cada momento vivido e me perguntando se haveria uma outra vez.


Na manhã seguinte, sábado, acordei com vozes na cozinha e reconheci a do meu pai. Desci para o café e o ambiente era dos melhores, acho que o dia anterior fez bem à minha mãe. Depois do almoço saí com alguns amigos e quando voltei o clima já era outro, minha mãe com os olhos vermelhos falou que a discussão fora feia e que meu pai resolveu sair de casa de vez. À noite minha irmã se trocou e falou que ia numa festa com as amigas e dormiria na casa de uma delas, me pediu:

- Cuida da mamãe.

- Pode deixar mana.

Eu e a mamãe acompanhamos a mana até o portão e quando ela se foi eu disse:

- Aqui estamos nós de novo, sozinhos.


Minha mãe sorriu e disse:

- Não acho ruim, pelo contrário, não esqueci o quanto você é bom na massagem.

Meu coração já bateu mais forte, estaria ela com segundas intenções:

- Nem tanto, mas me esforço para fazer o melhor, vai querer outra?

Ela respondeu com um sorriso maroto:

- Só se for igual ontem.

- Por mim tudo bem.

- Ótimo meu querido, vou tomar um banho então – seus olhos brilhavam de excitação.


Fui para o meu quarto e meia hora depois minha mãe bate na porta e entra. Ela tinha uma toalha enrolada no corpo e diz:

- Vamos meu massagista, hoje eu quero lá na minha cama, vem.

Quando entrei no seu quarto ela estava deitada na cama, nua, olhou para mim e disse:

- Vem fazer a mamãe feliz como você fez ontem.

Sobre o criado mudo tinha um frasco de óleo massageador, derramei sobre seus seios e comecei a massagem. De imediato os biquinhos dos seios ficaram eriçados e um longo suspiro foi ouvido:

- Ah meu Deus como isso é bom – ela disse.


Deslizei minhas mãos pelo corpo dela, na barriga, rodeei o umbigo com a ponta de um dedo e isso fez sua barriga encolher e a pele arrepiar. Minha mãe demonstrava ser uma mulher fogosa e pelo jeito meu pai não lhe deu a atenção necessária, por isso ela estava carente, ansiando ser tocada. Fui correndo minhas mãos, pelas coxas, desci até os pés e acariciei cada dedo e ela não se continha:

- Ah com é bom isso.

Ela me flagrou admirando seu corpo nu:

- Gosta de ver a mamãe pelada assim?

- Muito, você é linda, qualquer um gostaria.

Voltei com as mãos perna acima e ela foi abrindo as pernas, permitindo livre acesso à fonte do seu prazer.


Sem rodeios toquei na sua buceta melada, acariciei o grelinho e desta vez meti um dedo dentro, ela gemeu mais alto:

- Isso querido, me faça feliz como ontem.

Com dois dedos dentro, usei o polegar para tocar no seu grelinho, assim iniciei uma gostosa siririca, lenta de compassada. Gemendo e agarrando os lençóis com os punhos cerrados, ela dizia:

- Isso é delicioso demais.

Levei minha boca para perto do seu ouvido e falei sussurrando:

- O que mais quer que eu faça, pede.


Ela não pediu, mas forçou minha cabeça contra seus seios e só depois falou:

- Mama na mamãe.

Comecei lambendo e chupando cada um dos biquinhos e ela delirando:

- Isso mesmo meu querido, pode chupar mais forte que a mamãe gosta.

Suguei forte aquelas tetas que eu tanto achava lindas, eu estava em êxtase, quase perdendo o controle, tanto que certamente vou deixar marcas nos seios. Nada daquilo importava naquele instante, apenas dar prazer à minha mãe e ela anunciou:

- Vou gozar meu amor, vou gozar, mete forte na bucetinha da mamãe.

Acelerei os movimentos dos dedos e ela gozou.


Parcialmente recuperada, ela me abraça e faz com que eu deite ao seu lado, silenciosos, sem trocar uma palavra sequer. Ficamos assim por um bom tempo até ela dizer:

- Deve estar me achando uma maluca né?

- De jeito nenhum, pouco comum talvez, mas bom demais.

- Isso tem que ser nosso segredo, ninguém pode saber, concorda?

- Com certeza mamãe.

Ela levantou dizendo que precisava ir tomar água. Fiquei olhando minha mãe pelada caminhando naturalmente, sem vergonha alguma, tudo tinha sido liberado. Ao retornar ela pergunta:

- Quer dormir comigo aqui na minha cama?


Olhei para ela um tanto ressabiado:

- E se a mana voltar de repente?

- Ela não vai voltar, as festas na casa da amiga são animadas, ela nunca volta.

- Com certeza ela não entenderia, eu na sua cama e você pelada.

- E vou dormir pelada, assim como você, vai tomar um banho e volta aqui.

No banho não tive como evitar a ereção, lembrando de cada momento de ainda a pouco no quarto, precisei me controlar para não bater uma punheta. Estava envolvido no banho quando ela abre a porta do box:

- Preciso tirar esse óleo do corpo.


Ela viu meu pau duro, empinado, deu uma palmadinha nele e falou:

- Está animado hein, mas agora esfrega meu corpo.

Peguei a esponja, o sabonete e comecei a passar no corpo da minha mãe. Não precisou mais que isso para os biquinhos dos seios ficaram durinhos, dei um sorriso e falei:

- Caramba mãe, não precisa muito para você ficar excitada.

- Do jeito que estou carente filho, não precisa nem passar a mão, é só pensar e o tesão acende.

- Então já está tesuda de novo, toca uma siririca para eu ver.

- Não fala duas vezes que sou capaz de fazer besteiras.

- Toca para mim vai.


Insisti um pouco mais e ela falou:

- Está certo, você merece.

Ela se encostou na parede, enfiou a mão entre as pernas e começou a se tocar. De pernas abertas ela acariciava o grelinho, metia os dedos na buceta, com a outra mão apertava os seios, se contorcendo de prazer:

- Gostando de ver a mamã tocando uma para você, era isso que você queria?

- Isso mesmo, quero ver você gozando assim.

Meu pau latejada de tão duro que estava e não me contive, comecei a bater punheta. Ao ver isso ela ficou maluca:

- Isso filho, bate gostoso, goza para a mamãe ver.


Com o olhar fixo no meu pau ela falou:

- Não vou aguentar mais, está vindo, vou gozar.

Seu corpo começou a tremer, ela teve espasmos fortes e quase urrando ela gozou. Eu também não consegui me controlar mais e gozei forte, jorrando porra nas pernas dela. Ela me abraçou forte, beijou minha boca e falou:

- Quanto leitinho você tinha guardado aí hein.

Ela saiu antes que eu do banho e disse que ia preparar um lanche para nós. Terminei, vesti uma cueca e fui para a cozinha. Lá minha mãe tinha servido a mesa e vestia apenas a toalha enrolada na cintura, deixando os seios à mostra.


Era lindo vê-la assim à vontade:

- Você fica linda assim só com essa toalha enrolada.

- Você não faz ideia de como estou me sentindo bem, livre, leve, solta, se importa que eu fique assim?

- Por mim poderia ficar sem nada.

Foi o bastante para ela deixar cair a toalha:

- Linda mãe, uma pena que isso só pode acontecer quando estivermos sozinhos, acho que a mana não entenderia.


Minha mãe olhou para mim intrigada e falou:

- Acho que não, mas ela não é santa, já me contou algumas coisas do colégio.

Eu sorri:

- Fica tranquila que sei de tudo, sua filha é uma tremenda periguete.

- Então sabe mais do que eu, quero saber tudo, quem está pegando, se é um ou mais de um, se eu conheço.

Terminamos de lanchar e fomos para a sala. Quis que eu contasse tudo sobre a mana e não escondi nada, mas minha mãe já sabia que a filha transa direto. Ela me contou detalhes que eu não sabia do meu pai e evidências que ele andava comendo a secretária:

- Esfreguei tudo isso na cara daquele filho da puta e ele nunca admitiu.


Falávamos sobre sexo com naturalidade e ela não ficou triste ao falar do meu pai, pelo contrário, fez uma revelação:

- Sabe o que mais filho, cheguei a dizer para o seu pai que não me importaria com as safadezas dele, desde que eu também tivesse o direito de fazer o mesmo.

- Ele aceitou?

- Sempre que toquei nesse assunto ele se calou.

Já era tarde e resolvemos ir dormir. Ela segurou minha mão e fomos para o seu quarto. Assim que deitamos ela falou:

- Vai dormir de cueca?


Mais que depressa tirei a cueca, joguei no chão e deitei. Ela se aconchegou junto ao meu corpo e ficamos agarradinhos. Passei o braço em torno da minha mãe e esse contato foi fatal, meu pau ficou duro, roçando a coxa da minha mãe:

- Hum já ficou animadinho.

- Não tenho como evitar mãe, você é gostosa demais.

- Comporte-se filho, hoje vamos apenas dormir bem comportados.

Acabamos adormecendo, mas meu tesão estava nas alturas.


Na manhã seguinte acordei com ruídos vindo da cozinha. Levantei e minha mãe já tinha preparado o café:

- Venha dorminhoco, vamos tomar café e depois pegar uma piscina, o dia está lindo, quero ficar pelada o dia todo.

- Mas daqui a pouco a mana deve estar chegando.

- Só de tarde, ela mandou uma mensagem.

A nossa casa tem muros altos e a privacidade da piscina é total. Terminamos o café, ajeitamos a cozinha e fui para a piscina, enquanto minha mãe foi buscar o protetor solar. Ela chega, deita de bruços na espreguiçadeira e pede que eu passe o protetor nela.


Comecei pelas costas e quando me aproximei da bunda ela pediu:

- Capricha na bunda filho, está muito branquela.

- Seu pedido é uma ordem madame.

Dediquei total atenção àquela bunda maravilhosa e muito ousadamente cheguei a deslizar um dedo no seu cuzinho, queria sentir suas pregas e ela não ralhou comigo, muito pelo contrário, deixou escapar um suspiro de prazer. Ela se vira e passo na frente, me demorando mais nos seios e os biquinhos logo ficaram durinhos. Desci pela barriga e ao chegar perto da xana ela pediu cuidado para não passar dentro, pode causar uma irritação. Quando terminei meu pau babava de tanto tesão, por isso caí na água para dar uma refrescada.


Dei umas braçadas e a convidei para pular na água também, mas alegou que queria pegar uma corzinha:

- Mas se você for pegar uma cervejinha bem gelada eu aceito – ela disse.

Ela abriu a latinha, bebeu um pouco, colocou a cerveja no chão e com os dedos gelados passou nos biquinhos dos seios, deixando-os durinhos:

- Essa sensação de liberdade me deixa excitada.

- Estou vendo.

- Parte da culpa é sua com essas massagens deliciosas, estou muito carente.

- Só tentei deixa-la confortável, servir como seu consolo.


Ela sorriu e disse:

- E que consolo hein, mas pelo jeito você também gostou, olha aí seu pau duro.

- Não tenho como evitar mãe, você é gostosa demais.

- Agora quero entrar na água, vamos.

Caímos na piscina e brincamos muito de jogar água um no outro, o clima era de malícia. Ela mergulha e volta atrás de mim. Me abraça, sinto seus seios esmagados contra minhas costas e sem cerimônia ela segura meu pau:

- Eita – ela falou – ficou murchinho, acho mais bonito quando ele está duro.

Ao falar isso ela foi saindo da piscina e pediu que a acompanhasse:

- Quero vê-lo bem duro.


Ela deitou na espreguiçadeira, pediu que eu ficasse ao seu lado, abriu as pernas e começou a tocar uma siririca:

- Acho que só de você olhar ele vai ficar duro, não?

- Pode apostar que sim mãe.

Não demorou e suas próprias carícias provocaram gemidos de prazer. Meu pau pulsava de tanto tesão. O olhar da minha mãe estava fixo no meu cacete que babava. Sem pudor ela o segura e começa uma lenta punheta. Ela acelera os movimentos dos dedos na buceta, seu clímax era iminente e ela pede:

- Goza em cima da mamãe filho.


Eu também já não estava suportando mais. Seguro meu pau e começo uma punheta vigorosa. Nossas respirações eram ofegantes, os gemidos de prazer eram ouvidos eu estava prestes a gozar e avisei:

- Não estou aguentando mais.

- Goza filho, esporra seu leitinho em cima da mamãe.

Foi demais para mim e gozei em cima dos seios dela. Ela espalhou o leitinho nos seios e também atingiu o seu clímax, gozando intensamente entre gemidos e urros de prazer. Ela me puxou para seu lado e ficamos deitados, juntinhos, como se fossemos namorados. Não havia mais qualquer tipo de dúvida, algo de muita intimidade estava acontecendo entre nós, até onde teríamos coragem de ir, só o tempo dirá.


Continua...


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