Uma desconhecida entrou no meu carro e gozou no meu rosto
- Temas: submissão, dominação, lésbicas, novinha, quarentona
- Publicado em: 02/12/25
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- Autoria: Nefertari
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O sol daquela tarde batia forte nos vidros escurecidos do carro, o calor escaldante me fazia anda mais rápido só para apreciar logo o ar-condicionado. Sai naquela tarde para resolver algumas burocracias sobre documentos pessoais. Eu não gostava de sair de casa, do meu porto seguro, aquele sol me fazia querer voltar correndo para a minha cama.
Liguei o carro e comecei a dirigir com pressa, mesmo sendo habilitada há pouco tempo, tinha certa habilidade no volante, misturado com a vontade de ir logo para casa, minhas habilidades ganhavam um certo bônus, bom, era o que eu achava. Em certo momento, o sinal ficou laranja, acelerei um pouco para conseguir passar antes que ficasse vermelho. Iria dar certo na minha cabeça, mas um erro de cálculo me fez quase bater em outro carro que se antecipava e já atravessava o cruzamento. O buzinão estrondoso do carro atrás me fez pular no banco, o coração disparado, os dedos apertando o volante até os nós dos dedos ficarem brancos. Resumo da história, eu entrei bruscamente na frente do carro e quase sofremos um acidente.
Encostei meu carro, e o veículo, pelo retrovisor via que o veículo parava logo atrás de mim. Meu coração palpitava, já me arrependia da manobra mais ousada do que o necessário. Pelo retrovisor, vi a motorista do outro veículo, uma mulher de cabelos castanhos cortados na altura dos ombros, gesticulando com raiva. Sendo sincera, não era a primeira vez que a minha imprudência quase causava um acidente. Antes que pudesse reagir, a porta do carro da mulher se abriu com um baque, e ela desceu com passos largos, os saltos altos batendo no asfalto como marteladas. Tentou me recompor, mas quando a mão da estranha se chocou contra o vidro do passageiro, o som ecoou dentro do carro como um tiro.
— Abre esse carro, sua riquinha mimada! — a voz era rouca, carregada de um sotaque que misturava raiva e algo mais, algo que fez meu estômago revirar.
Meus dedos, trêmulos, hesitaram sobre o botão do vidro, mas a mulher bateu novamente, desta vez com a palma aberta, a aliança de prata brilhando sob o sol.
— Ou eu arrebento esse vidro e te arrasto pra fora pela orelha!
Com um soluço, obedeci, meu primeiro sinal de obediência total a ela. O vidro desceu devagar, e o ar quente da rua invadiu o carro, trazendo consigo o cheiro de perfume amadeirado e suor. A mulher se inclinou, os seios cheios pressionando contra a blusa de seda azul-marinho, os lábios pintados de um vermelho escuro se curvando em um sorriso que não chegava aos olhos.
— Você acha que pode dirigir como uma louca só porque tem um carro desses, é? — a voz era baixa, quase um rosnado, senti as lágrimas ardendo nos cantos dos olhos. — Podia ter matado alguém, sua idiota.
— D-desculpa… eu não quis…— gaguejei, tentando argumentar, as palavras saindo entre soluços. A humilhação queimava meu rosto mais do que a raiva da estranha, e quando a primeira lágrima escorreu pela bochecha, a mulher soltou uma risada seca, os dedos se fechando em punho antes de se apoiarem no para-brisa.
Por um segundo, achei que ela ia embora. Que ia me xingar mais um pouco e seguir seu caminho, como se meus lábios tremendo e meu rosto envergonhado fossem o suficiente. Mas não. A mulher hesitou, os olhos percorrendo o rosto que gradualmente começava a ficar molhado. Os lábios entreabertos, o decote do vestido justo que deixava pouco à imaginação. Percebi que algo mudou em seu olhar, uma faísca de algo primal, quase faminta.
Sem uma palavra, ela abriu a porta do passageiro com um movimento brusco. Recuei instintivamente, antes que eu pudesse reagir, a mulher já estava dentro, o cheiro de seu perfume invadindo o espaço, misturado ao aroma de couro do carro e algo mais… algo úmido, quente. A porta se fechou com um estalo, e o som da tranca automática ecoou como uma sentença.
— Cala a boca, nem um palavra, pirralha maldita — ela deu a ordem enquanto ela se virava no banco, as pernas cruzadas com elegância, apesar da raiva ainda estampada no rosto. — Você já fez merda suficiente por hoje.
Engoli o choro, meus olhos arregalados enquanto a estranha se aproximava. Não havia mais raiva ali, não daquele jeito. Havia outra coisa. Uma fome. Os dedos da mulher, aqueles longos dedos, com unhas pintadas de um vermelho escuro que combinava com os lábios, se estenderam, tocando a minha bochecha com uma suavidade que contrastava com a violência de antes.
— Você é só uma criancinha, não é? — a voz era um sussurro agora, quase um carinho. — Dirigindo um carro que não sabe manejar, chorando como se o mundo fosse acabar…
Mal tive tempo de responder. Os lábios da mulher se chocaram contra os meus com uma força que me fez gemer, a língua invadindo minha boca com uma urgência animal. Era um beijo de posse, de castigo, me rendi completamente a aquela desconhecida, deixei-me afundar nele, minhas mãos subindo para agarrarem os ombros da estranha enquanto os dentes afiados dela mordiscavam meu lábio inferior. O gosto de café e menta explodiu em sua língua, misturado ao sal das próprias lágrimas.
— Mmm… isso mesmo, sua putinha— a mulher murmurou contra meus lábios, as mãos descendo para agarrarem meus seios por cima do vestido. — Vou te ensinar uma lição que você nunca vai esquecer, acha que pode dirigir de qualquer jeito, imprudente? Sem consequências?
Dei um longo suspiro misturado com um gemido baixo quando os dedos beliscaram meus mamilos duros através do tecido, a dor se misturando ao prazer de uma forma que me deixou tonta. Eu deveria estar com medo. Deveria estar empurrando a mulher para longe, gritando por ajuda. Mas em vez disso, minhas pernas se abriram, involuntariamente, instintivamente, o corpo arqueando em direção àqueles dedos cruéis, àquela boca que agora descia pelo pescoço, mordendo a pele sensível abaixo da orelha.
— Tira esse vestido— a ordem foi dada acompanhada de um tapa no meu rosto, o tapa foi forte, me assustou, ela impôs definitivamente sua dominância sobre mim.
Eu assustei e obedeci, era só isso o que uma submissa vadia como eu poderia fazer. Meus dedos trêmulos lutaram um pouco, mas consegui agarrar a alça do vestido e abaixá-lo timidamente e, em segundos, o vestido escorregou pelos seus ombros, me deixando apenas de sutiã e calcinha, a pele arrepiada sob o ar condicionado.
A mulher recostou-se no banco, os olhos percorrendo o corpo quase nu com um sorriso satisfatório.
— De joelhos— ela apontou para o assoalho do carro, forrado com um tapete macio de veludo. — Agora.
Eu obedeci, fiquei com um pouco de receio de alguém de fora me ver quase sem vestimentas, mas o vidro do carro era escurecido o suficiente. Minhas pernas fraquejando enquanto me ajoelhava entre as coxas abertas da mulher. O cheiro de sua excitação era inconfundível, forte e doce, e quando os dedos da mulher afundaram em meu cabelo, puxando sua cabeça para frente, eu não resisti. A calcinha de renda preta já estava molhada, o tecido grudado nos lábios inchados da boceta, e quando pressionei os lábios contra ela, sentindo o calor através da renda, um gemido baixo escapou da garganta da mulher.
— Isso… pirralha maldita, putinha imprudente — os dedos apertaram mais, forçando meu rosto contra sua virilha. — Cheira. Sente como você me deixou.
Inspirou fundo, o aroma intoxicante enchendo meus pulmões, e quando a língua saiu para lamber o tecido úmido, o gosto salgado e doce explodiu na boca. A mulher arqueou as costas, um suspiro trêmulo escapando enquanto eu trabalhava, os lábios e a língua explorando cada centímetro através da calcinha, chupando o tecido, mordiscando com cuidado.
— Tira — a ordem veio acompanhada de outro tapa, desta vez na nuca, e obedeci, os dedos tremendo enquanto puxava a calcinha pelas coxas grossas da mulher. A boceta apareceu à frente, depilada, os lábios inchados e brilhantes de tão molhados, o clitóris já duro e pulsando.
— Lambe — a voz era um rosnado. — E não para até eu gozar.
Mergulhou de cabeça, a língua saindo para percorrer toda a fenda, de baixo para cima, antes de se concentrar no clitóris latejante. A mulher gemia agora, as coxas se fechando ao redor da cabeça, os dedos puxando meu cabelo com força suficiente para fazer meus olhos arderem. Mas ela não parou. Não podia parar. Cada gemido, cada palavrão sussurrado, cada vez que a mulher esfregava meu rosto mais fundo entre as pernas, só me deixava mais molhada, mais desesperada para agrada-lá, eu estava sendo punida, tinha que aceitar aquilo.
— Isso… sua vadiazinha… chupa minha boceta… assim…— as palavras saíram entrecortadas, e obedeci, sugando o botão duro entre os lábios, a língua girando em círculos enquanto os dedos da mulher se enterravam na carne. Mas não era suficiente. Nunca seria. Com um movimento brusco, a mulher puxou meu cabelo com força, desgrudando minha boca de sua boceta, eu queria continuar chupando, ela riu quando viu meu desespero em agradá-la. Os olhos dela brilhando com uma malícia que fez solta um gemido baixo.
— Agora o cu — ela ordenou, virando-se de lado no banco, apoiando um joelho no assento e expondo a entrada apertada entre as nádegas. — Lambe meu cuzinho, sua putinha. Mostra que você sabe se desculpar direito.
Eu não hesitei. Me inlinei para a frente e tive uma vista gloriosa de seu cuzinho piscando, o anel rosado me chamava, o cheiro era maravilhos, me intoxicava, intoxicava minha mente, como um afrodisíaco, minhas mãos seguravam as nádegas da mulher, os polegares afastando as bochechas para expor o ânus rosado e contraído. O cheiro era mais forte aqui, aquilo era sujo, depravado. Uma mulher entra no meu carro e me obriga a lamber seu cu, esfrega a boceta no meu rosto e me xinga, e eu? Não faço nada além de obedece-la. Quando me dei conta de toda essa situação, avancei nela, lambi seu cuzinho como uma cachorro no cio. A mulher, surpresa com tamanha submissão, soltou um gemido gutural, as unhas cravando-se no couro do banco.
— Isso… sua cachorra… vagabunda, lambuza meu cuzinho…— as palavras eram quase ininteligíveis agora, afogadas nos sons de prazer que escapavam de sua garganta enquanto eu trabalhava arduamente, a língua pressionando, girando, penetrando levemente a entrada apertada. — Mais fundo… isso… me come, sua vagabunda…
Estava completamente perdida na tarefa, no gosto, no cheiro, a mente inebriada com o som dos gemidos dela ecoando no carro fechado. Meu próprio corpo ardia, a calcinha encharcada, os mamilos latejando contra o sutiã, mas eu não ousava me tocar. Não sem a permissão dela. E então, sem aviso, a mulher me puxou para cima, os lábios colidindo em outro beijo violento, a língua invadindo minha boca como se quisesse provar a si mesma na minha língua. Ela me enforcava, dava tapas no meu rosto, ordenou que abrisse a boca e então cuspiu dentro.
— Engole, sua pirralha, puta desgraçada! — a ordem era clara e só me restava obedecer.
Mais um tapa veio, e mais um, um mais forte que o outro. Até que ela me fez voltar para a posição de antes, ajoelhada, agarrou meu cabelo e começou a rebolar com a boceta em meu rosto, me deixando toda lambuzada com o seu mel adocicado. Até que os espasmos da mulher começaram a ficar descontroláveis, intensos, ela passou a esfregar seu clitóris com força e então, a primeira rajada veio. Ela esguichava no meu rosto, sem aviso, apenas mirou e esguichou. Mal consegui fechar os olhos, mas consegui abrir a boca para receber a água sagrada e doce.
— Caralho! Sua vagabunda mimada, ainda bem que você fez essa merda no trânsito hoje, estava precisando aliviar — ela respondia enquanto ainda esguichava e esfregava o clitóris com intensidade.
Quando ela terminou, ela deu uma boa olhada no meu rosto completamente encharcado, eu estava sem ar, quase afogando.
— Mas eu ainda não estou satisfeita — ela rosnou, puxou meu cabelo novamente contra a sua boceta e esfregou meu rosto, para cima, para baixo.
Ainda estava me recompondo, mas ao sentir o mel na minha língua, aquele sabor que fez minha mente ficar intoxicada de novo. Abri os lábios com os dedos, o ue era difícil pois eles escorregavam de tão melados. Eu mal conseguia me conter, a chupava com tamanha intensidade que fez ela revirar o olhos, gemendo cada vez mais alto e me xingando, naquela altura eu mal conseguia ouvi-la, só queria gozando para mim, gozando novamente em meu rosto, me deixando encharcada com seu esguicho. E enfim, meu êxtase veio, dessa vez ela esguichou na minha boca, tentava beber tudo, mas a maior parte ficava no banco ou escorria para o chão do carro. A mulher, agora exausta, vermelha e suando, mesmo com o ar-condicionado do carro, se recompôs. Se vestiu e direcionou seu olhar para mim.
— Agora você aprendeu sua lição, riquinha mimada — ela sussurrou, os lábios num piscar de olhos estavam grudados nos meus. — Nunca mais dirija como uma idiota.
E então, sem mais uma palavra, ela abriu a porta e saiu, me deixando largada, ainda ofegante, humilhada, satisfeita, estranhamente satisfeita. O som da porta se fechando ecoou como um ponto final. Um ponto final para a mulher.
Eu ainda estava em êxtase, me vesti novamente e sentei no banco do motorista. Minha boceta ardia, escorria, já melava o banco, atravessando o tecido da calcinha. Me toquei ali mesmo, afundei o dedo na minha boceta com o tecido da calcinha roçando no meu interior, no meu clitóris. Me toquei feito uma depravada, gemia alto, abri as pernas e intensifiquei. Esfreguei o clitóris pensando nela, com o líquido do esguicho ainda escorrendo pelo meu corpo, o cheiro do cuzinho impregnava minhas narinas e o sabor do mel da boceta ainda preenchia minhas papilas gustativas. Com tamanho estimulo, eu gozei. Gozei como nunca, gozei pensando numa mulher que sequer conhecia o nome.
O tesão enfim, passou, me senti patética por toda aquela situação, mas eu sou uma putinha submissa.
Eu com certeza não reclamaria se aquilo acontecesse novamente...
