A loira no aeroporto

  • Temas: sexo, traição, casada, aventura, hétero, real
  • Publicado em: 24/11/25
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  • Autoria: Ghost_Writer
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Private Muse

Olá, tenho mais de 40 anos, sou de Porto Alegre. Moreno, uso barba e tenho cabelos curtos, altura mediana e corpo malhado (nada exagerado), se quiserem saber mais, podem me escrever.


Bem, já tive textos publicados aqui com outro pseudônimo e, agora retorno para contar algumas histórias, espero que gostem, vamos a primeira delas.


Essa história aconteceu há muitos anos, numa época em que os chats online ainda eram novidade. Conheci Natália (nome fictício) no antigo chat do UOL. Ela era casada, morava em uma cidade próxima e tínhamos idades parecidas. Loira, cerca de 1, 60m de altura, magra, com um sorriso encantador, um olhar que prendia a atenção, uma bunda pequena e firme e, seios naturais e generosos.


Conversamos por semanas. Trocamos fotos, fizemos videochamadas e, com o tempo, o tesão foi crescendo. Até que surgiu a oportunidade de nos encontrarmos pessoalmente: o marido dela viajaria, o filho estaria com os avós, e eu teria uma confraternização da empresa no sábado.


Falei para minha esposa (hoje ex) que o evento começaria pela manhã e marquei com Natália no aeroporto, já que a empresa onde eu trabalhava ficava próxima dali. Ela me pediu que a esperasse na área de desembarque — me buscaria de carro e seguiríamos para um motel nas redondezas.


Quando o carro parou, ela desceu com um vestido floreado, curto e justo, que realçava seu corpo de forma nada sutil. Estava deslumbrante. Caminhou até mim com um sorriso confiante, me cumprimentou com um beijo no rosto e disse:

— Assume a direção, vamos aproveitar nosso tempo.


Durante o trajeto, o tesão entre nós era perceptível. Ela olha para o volume em minha calça, sorri passando a língua nos lábios e fala:

— Já está assim só de me ver?

Ao que respondo:

— Eu e todos os homens no aeroporto.


Ela abre minha calça, coloca meu pau para fora e começa a chupar, foi difícil me concentrar na direção, felizmente o motel não era longe pois ela não parou nem enquanto eu falava com a recepcionista. Pegamos a chave da suíte e fomos.


Assim que entramos no quarto, entregamo-nos ao momento com intensidade, como se cada gesto fosse a continuação de tudo o que já havíamos compartilhado à distância. Havia tesão, desejo e uma entrega mútua que fez o tempo parecer suspenso, a empurrei de costas contra a parede, baixei as alças do vestido e comecei a chupar, lamber, apertar e mordiscar seus seios fartos de mamilos rosados.


Ela gemia e fui descendo uma de minhas mãos até sua calcinha que já estava enxarcada. Puxei para o lado e comecei a masturbá-la. Virei-a de costas para mim, como já estava com a calça aberta, apenas coloquei a camisinha, e falei:

— Empina essa bunda para mim!


Ela obedeceu e abri um pouco mais suas pernas e meti sem dó, com força, bem como ela dizia gostar nos nossos papos virtuais. Enquanto metia com força e dava tapas naquela bunda redondinha e branca ela gemia e pedia mais forte.


Eu a pressionava contra a parede e apertava seus seios. Até que a coloquei deitada na cama na posição de frango assado. Metia e apertava seu pescoço até que eu gozei e ela fala:

— Me chupa, quero gozar!


Ela já tinha me confessado isso, que gostava de gozar sendo chupada logo após ser pega com força! Não me fiz de rogado, pois gosto de chupar uma buceta e ver uma mulher gozando assim, mas antes ainda, mamei mais um pouco nos seios volumosos até ela começar a gemer.


Logo “caí de boca” na sua bucetinha lisinha, rosada e encharcada. Chupei, lambi, dedilhei e me lambuzei naquele néctar até ela começar a tremer apertando minha cabeça com suas pernas e por fim quase desfalecer.


Depois, ficamos deitados lado a lado, em silêncio, ofegantes, apenas sentindo a presença um do outro. Ela comentou que precisava buscar o filho, pois os pais tinham um compromisso. Tomamos um banho juntos, trocando beijos, lambidas e chupadas.


Ao chegarmos no aeroporto novamente, ela insistiu em dividir a conta do motel. Apesar da minha recusa, foi decidida, rebolando até o caixa eletrônico. Voltou com o valor exato, me entregou com um sorriso e um beijo quente, e se despediu com um aceno antes de arrancar com o carro.


Fiquei ali por alguns instantes, observando-a partir, antes de seguir para o churrasco da empresa. A tarde ainda estava só começando, mas aquela manhã já tinha sido inesquecível.


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