Trisal com o ex

  • Temas: Ex, noiva, casal, fantasia, ménage.
  • Publicado em: 12/11/25
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Nasci e cresci numa cidade pequena. De temperamento aventureiro, chegou o momento que ali não havia mais horizonte para mim, por isso convenci meus pais e fui fazer faculdade fora, de fisioterapia. Quem não gostou muito foi o Reinaldo, meu namorado:

- Vamos ficar longe, você vai me esquecer.

- Preciso alçar meu voo, é o risco que corremos, além do que você é um gato, logo arruma um rabo de saia novo.

Ele não foi meu primeiro namorado, mas foi ele que fez o meu cabacinho. Muito jovens ainda, não tínhamos experiência alguma, por isso não posso dizer que foi tudo maravilhoso.


Meus pais e os pais de outras três garotas alugaram um pequeno apartamento de dois quartos. Sem outra opção, ficamos duas em cada um. Eu e a Néia acabamos sendo parceiras nessa divisão. A interação entre nós quatro foi excelente, não havia brigas e cada uma respeitava suas obrigações, conforme escala que fizemos. Essa escala continha até mesmo eventuais namoros, ou seja, se uma de nós trouxesse um garoto, ela teria a prioridade de um dos quartos. É claro que as outras três não tiravam os ouvidos da porta, morrendo de inveja e tesão.


A Néia era mais experiente do que eu no que se refere a sexo, quase toda noite ela me contava uma de suas aventuras. Certa noite ela disse:

- Vem deitar aqui comigo que vou te contar uma.

Ficamos deitadas bem próximas e ela revelou:

- Sabe que já transei com um casal?

- Jura, que loucura, como foi?

Contou que foi com um casal vizinho que ela costumava frequentar a casa. Foi se estabelecendo uma certa intimidade até que chegou o dia em que a mulher falou:

- Néia, eu quero ver você transando com meu marido.


Eu abri a boca em sinal de espanto:

- E você menina, o que fez?

- Caí de cabeça, o cara era um gato gostoso e com uma pica de dar água na boca.

- Deu muitas vezes para ele?

- Não vou dizer muitas, mas as que aconteceu foi bom demais, principalmente quando ela fez parte.

Meu coração disparou:

- Ela transou com você também?

- Sim.


Eu estava incrédula e ela continuou:

- Ela me ensinou como chupar uma xereca e você não pode imaginar como é bom.

Ela foi contando em detalhes tudo o que fez com o casal e isso nos deixou excitadas. Ela jogou uma das pernas sobre meu corpo, se aproximou mais ainda e perguntou:

- Já beijou alguma garota.

- Nunca.

Nos rostos estavam tão próximos que era possível sentir o hálito quente uma da outra. Sem que eu tivesse tempo em pensar sobre o fato, ela cola sua boca na minha e me beija. Fico sem reação, mas a sensação foi boa e me entreguei. Nessa noite tivemos nossa primeira transa e entre gemidos e sussurros gozamos uma na boca da outra num delicioso 69.


Ficamos sabendo depois que as outras duas garotas também roçavam as “piriquitas” e isso aumentou ainda mais a nossa intimidade. Em algumas oportunidades chegamos até mesmo a fazer “troca de casais”. Foi assim durante os cinco anos de faculdade, mas, sempre que possível, uma ou outra trazia um garoto para matar a saudade de uma boa rola. Com tudo isso, não foi difícil esquecer o Reinaldo. Após formada eu fiz residência, uma pós graduação com especialização cardiovascular. Já trabalhando num hospital particular de renome, aluguei meu próprio apartamento e passei a morar sozinha.


A rotina corrida de um hospital faz com que não sobre muito tempo, por isso não eram frequentes as visitas aos meus pais e quando aconteciam eu quase nem saía da casa deles. Vinte e oito anos, realizada profissionalmente, concluí que as próximas férias seriam totalmente para viajar e descansar. Quando chegou resolvi passar uns dez dias na minha cidadezinha natal, seria a oportunidade para rever velhos amigos que lá deixei, se é que ainda estariam lá. A Solange ficou sabendo que eu estava na cidade e foi lá em casa. Nos abraçamos com carinho. Ela desfilou um rosário de lamentações pela minha ausência:

- Caralho Rosa, você era a minha melhor amiga, como pôde ficar tanto tempo assim afastada?

- Correria minha amiga.


A Solange está casada com o prefeito da cidade, vida social agitada:

- Rosa – a amiga falou – vamos passar o fim de semana lá na nossa chácara, vai ter alguns amigos mais íntimos, você está convidada e não aceito negativa, tem uma piscina maravilhosa.

- Combinado, eu irei.

De fato, a reunião estava muito agradável, revi boa parte dos antigos amigos, na sua maioria já casados, um ou outro solitário como eu.


Já tinha tomado umas e outras e estava curtindo o sol, de olhos fechados, quando ouço:

- Ora, ora, a doutora Rosa em pessoa!

Abri os olhos e dei um sorriso, era o Reinaldo, namorado da adolescência e tempos de colégio. Levantei para cumprimenta-lo:

- Não tenho o título de doutora, tudo bem com você?

Ele estava abraçado com uma ruiva belíssima que de imediato me fez lembrar da Néia, corpinho bem definido, seios empinados, cabelos lisos pelos ombros, encantadora:

- Esta é a Sueli, minha noiva – o Reinaldo apresentou.


A ruiva estendeu a mão:

- Muito prazer.

Eu estava sem palavras, o Reinaldo se tornou um homem muito atraente e a noiva então, uau, de tirar o fôlego, me fez ficar com saudade das noites com a Néia, retribuí o cumprimento:

- O prazer é meu – segurei sua mão um tempinho a mais do que seria necessário.

Meu encanto por ela foi quebrado pelo Reinaldo:

- Me conta um pouco de você, o que tem feito, tentei várias vezes fazer contato, mas você sumiu.


Eu apenas sorri, não era o momento de dizer como foi minha vida paralela com as meninas e os eventuais garotos:

- O curso foi puxado e agora a vida corrida.

Ficamos falando sobre a vida e os conhecidos do passado:

- A maioria já casada – eu falei.

- Pois é, mais algum tempo e eu também serei – ele falou abraçando a noiva, que acompanhava a conversa em relativo silêncio, mas não tirando os olhos de mim, do meu corpo, coberto por um biquíni até que discreto.


Eles formavam um lindo casal, mesmo com a diferença de dez anos entre eles, a Sueli estava com vinte anos. Pareciam apaixonados, pois a todo instante tinha um gesto de carinho entre eles. A ruiva usava um biquíni mais ousado, deixando ver seu corpo perfeito e por várias vezes ela me flagrou admirando seu corpo. Ela deslizava uma das mãos pela coxa do noivo quando disse:

- O Reinaldo sempre falou muito bem de você.

- E isso nunca incomodou você?

Eles trocaram um olhar cúmplice, ela sorriu e disse:

- Muito pelo contrário, sempre foi estimulante.


O que será que ela quis dizer com aquilo? Minha boca secou e falei que precisava de uma bebida:

- Eu vou com você – disse a Sueli que beijou o noivo e mandou ele se comportar.

Ela saiu na minha frente e foi impossível não olhar para aquele rabo, confesso que tentei, mas falhei. No caminho para o bar estava o banheiro e ela disse:

- Preciso fazer xixi, vem comigo?

Entramos e ela trancou a porta:

- O Reinando sempre falou muito de você e me contou como foi a primeira vez de vocês.

Eu sorri um tanto constrangida:

- Ele ficou chateado – continuou ela – queria que tivesse sido melhor.

- Éramos jovens, inexperientes, mas mesmo assim foi bom.


Ela fez uma cara de sapeca e falou:

- Se com ele inexperiente foi bom, imagina hoje que ele sabe como fazer.

De imediato me veio o pensamento de como deve ser eles dois trepando, senti minha buceta umedecer. Ela baixou a calcinha para fazer xixi, tentei não olhar sua xereca, mas foi impossível quando ela abriu as pernas para se enxugar. Meus olhos se fixaram naquela gostosura e minha boca encheu de água, ela percebeu:

- Gostando de ver?


Ela se levantou do vaso, não vestiu a calcinha e se aproximou de mim. Puxei seu corpo contra o meu e a beijei sem pudor algum, fui correspondida. Desci uma mão e deslizei um dedo na sua rachinha, estava melada. Ela apertava minha bunda, lambia meu pescoço e sussurrou ao meu ouvido com voz manhosa:

- Sabe que eu e o Reinaldo fizemos uma aposta e eu ganhei?

- O que apostaram?

- Quem ia te beijar primeiro.

- Vocês dois são bem safados pelo jeito.


Ela beijou minha boca de novo, segurou no meu rosto e falou:

- Pelo jeito você também é, que tal sermos os três juntos essa noite?

- Já fizeram isso alguma vez?

- Só em nossas fantasias, mas estamos loucos de desejo para que se torne real.

Nada melhor poderia acontecer naquele fim de semana:

- Ele eu sei que vai adorar ter duas mulheres, está mesmo disposta da dividi-lo comigo?

- Pode apostar que sim.

Ela se recompôs e saímos do banheiro.


Pegamos as bebidas e voltamos para junto do Reinaldo:

- Ela topou amor – a ruiva disse assim que chegamos.

O resto do dia foi dedicado a revelações mais ousadas, foi quando contei tudo o que aconteceu no apartamento enquanto fazia a faculdade. A Sueli ouvia com atenção e comentava:

- Caralho, você fez uma suruba com outras três garotas, isso é o máximo.

A jovem estava encantada com as minhas peripécias, ela me comia com os olhos. A noite chegou e na hora de nos recolhermos a Sueli falou:

- Vamos deixar a porta do quarto só encostada.


Entrei no quarto e a Sueli estava sozinha, olhei para ela com ar de interrogação, ela entendeu:

- Ele está no banheiro, já vem.

Ela estava nua, sentada numa poltrona e com as duas pernas apoiadas nos braços. Sua bucetinha lisa era apenas uma rachinha bem fechada, nada dos lábios ficarem à mostra. Ela me chama com um sinal do dedo e apontando para a xereca diz:

- Saudade de chupar uma buceta?

Com a boca salivando de tanto desejo eu não pensei em mais nada, fiquei de joelhos na frente daquela deusa ruiva, ai que saudade da Néia, deslizei um dedo na sua rachinha e em seguida caí de boca na xota que já estava molhada.


Eu estava de quatro, a Sueli forçando minha cara contra a sua buceta e me chamando de puta safada, eu estava delirando de tanto tesão quando sinto meu short sendo tirado. Olhei para trás e vi o Reinaldo, nu, com sua rola em riste e um sorriso sacana nos lábios:

- É hoje que me acabo com essas duas vadias – ele disse.

Ele afastou minhas pernas e começou a me chupar, enquanto eu fazia o mesmo na noiva dele. Ficamos um bom tempo nesse trenzinho formado até a Sueli dizer que queria ser beijada. Iniciamos um beijo triplo, onde as línguas se misturavam numa profusão de sabores agridoce.


Fomos para a cama onde fui deitada de costas e agora duas bocas ávidas disputavam a minha xana. Com a posição um tanto incômoda, o Reinaldo faz um 69 comigo e se dedica à minha buceta, enquanto sua noiva passou a lamber meu cuzinho. Não resisti e engoli a pica do meu ex namorado. Eu me sentia nas nuvens, sendo devorada por dois tarados tesudos. Eu estava prestes a ter o meu primeiro orgasmo e ele veio forte quando senti a Sueli enfiar dois dedos no meu rabo. Meu ex se mantém firme me chupando até meu corpo parar de tremer. Saciada, mas não satisfeita, faço um sinal para a Sueli e fomos as duas chupar a rola do Reinaldo. Nossas bocas se revezavam no pau e no saco, muitas vezes se encontrando e trocando beijos.


Meu ex delirava:

- Caralho que delícia – ele falou segurando nossas cabeças, com suavidade.

Era a primeira vez que o Reinaldo tinha aquela experiência e nós chupamos com tanto fervor que ele não resistiu:

- Assim eu gozo, assim eu gozo.

- Goza nas nossas bocas – eu pedi.

Foram jatos jorrados nas bocas e nossas caras. Chupamos até nada mais restar no pau e em seguida ficamos nos beijando e saboreando o leitinho derramado.


Faltava a Sueli para gozar. Deitei entre suas pernas e novamente me deliciei na sua buceta, chupando e enfiando meus dedos até ela explodir num gozo fantástico. Ficamos os três deitados e trocando carícias até a Sueli perguntar:

- E aí Rosa, o meu noivo está melhor desde a sua primeira vez?

- Pelo menos na forma de chupar não resta dúvida.

- Precisa sentir como ele fode bem então.

Ela pede que eu fique de quatro e fala para o noivo:

- Vem amor, fode sua ex namorada vadia.


Empinei a bunda, abri as pernas e apimentei:

- Vem macho gostoso, vamos deixar sua noivinha chifruda.

Ela ficou alisando minha bunda enquanto ele se posicionava. Senti a rola deslizando na minha racha, um tremor percorreu meu corpo, eu queria sentir logo a penetração, por isso pedi:

- Mete logo caralho, me fode com força.

Numa única e certeira estocada ele enfia a rola de uma só vez, sinto como se o seu pau tivesse atingido o âmago do meu ser. Ele então começa com movimentos lentos e ritmados, tirando o pau até quase ele sair do meu interior, para em seguida meter de novo. Sua noiva sussurrava cheia de tesão:

- Que lindo isso amor, mete gostoso nessa putinha.


Eu precisava de algo na minha boca, puxei a Sueli, ela deitou na minha frente e voltei a mamar no seu grelo durinho. Enquanto chupava eu também enfiava meus dedos na sua buceta, sentindo o Reinaldo socando forte, metendo fundo e as bolas do seu saco se chocando contra a minha bunda. Nós três estávamos em transe, gemidos e sussurros desconexos eram ouvidos, à medida que o auge se aproximava. Senti meu quadril ser segurando com força e os movimentos do meu ex se tornarem mais rápidos, ninguém mais conseguiria se segurar, meu ex foi o primeiro a gozar, senti seus jatos quentes inundando meu interior. Rebolei na sua pica ainda dura e também gozei, quase no mesmo instante em que a Sueli enchia minha boca com seu mel farto e viscoso.


Nossos corpos suados se tocaram, quentes, saciados. Recuperadas as minhas energias eu falei:

- Acho melhor eu voltar para o meu quarto, não seria aconselhável alguém ver que dormimos os três aqui.

A Sueli fez beicinho, queria passar a noite comigo junto, mas acabou concordando que seria melhor mesmo, o Reinaldo perguntou:

- Fica na cidade até quando?

- Mais alguns dias ainda.

- O que acha da ideia de nos vermos de novo?

- Eu vou adorar.


Cidade pequena, nada o que fazer, mas acabei transando com meu ex e sua noiva mais duas vezes, quando ela levou uns brinquedinhos para aumentar nosso tesão. Um deles era um consolo em forma de pau, fixado numa cinta, com ele eu comi o cu da garota, enquanto meu ex metia na sua buceta, foi maravilhoso.


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