A mente de Carol
- Temas: Hetero, exibicionismo, psicológico
- Publicado em: 11/11/25
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- Autoria: GrisalhoTarado
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Carol chega em seu prédio e seu porteiro lhe entrega três caixas de tamanhos diferentes. Ela agradece e sobe curiosa para seu apartamento. A primeira coisa que faz é abrir o envelope que acompanha as encomendas.
“Rique… tinha que ser coisa dele.”
20H NESTE ENDEREÇO. VENHA USANDO APENAS ISSO.
Resolveu abrir a caixa menor primeiro: um par de saltos agulha de couro branco. Segurou-os diante dos olhos, admirando a simplicidade mas também a sensualidade neles. Calçou-os e ficou impressionada como lhe couberam tão bem.
"Como ele podia acertar assim o tamanho de seus pés?"
Abriu a segunda caixa e nela encontrou conjunto de lingerie branca: soutien meia taça, que certamente deixaria seus seios expostos no limite do mamilo, uma tanguinha toda rendada, com padrões de flores, um par de meias com barra siliconada. Experimentou a transparência e textura da meia na mão e então jogou tudo sobre a cama.
Seguiu para a terceira caixa, a maior, e nela encontrou um sobretudo em couro branco, com um forro gostoso ao tato.
“... VENHA USANDO APENAS ISSO….”
“Nenhum vestido? Apenas o sobretudo e a lingerie? Só?! Bem coisa de Rique…”
Pegou o celular pensando em ligar-lhe mas parou. Sabia que ele não gostava desses questionamentos. Com ele ou você embarcava na viagem ou não… era entrega ou meia volta, e ela já provara a entrega… nunca daria a meia-volta.
Olhou para o relógio e viu que daria tempo. Seria corrido mas daria tempo sim. Excitada, pegou sua bolsa e correu para o cabeleireiro.
20: 00h. Carol desce do Uber em frente a um casarão antigo mas bem conservado, um sobrado em pleno centro da cidade. Sobe o lance de 5 degraus e aperta a campainha. Não demora e uma loura de cabelos escorridos a atende, meio que se escondendo por trás da porta e olhando-a de cima a baixo. Ela abre um sorriso e fala:
-Você pode entrar, Carol.
Ela agradece, cruza a entrada e a loura fecha a porta atrás dela. É quando ela consegue ver o corpo da outra, coberto apenas por uma lingerie vermelha. Soutien meia taça, tanga, meias e saltos, tudo vermelho. Fica surpresa e sem palavras.
Vindas do interior do imóvel, uma negra, uma morena e uma ruiva vinham se juntar a elas. Todas seminuas em suas lingeries iguais a da loura, a ruiva em uma vermelha também, a morena em uma preta e a negra em uma branca que contrastava muito com sua pele.
-Vamos tirar isso?, pergunta a loura apontando para o sobretudo.
Carol hesita: “O que o Rique está aprontando dessa vez?”
Suspirou fundo, constrangida pelos olhares das quatro mulheres, mas levou a mão aos botões, abrindo o sobretudo.
“Sem meia-volta!”
A loura coloca uma coleira cheia de strass no pescoço de Carol e em seguida, prende uma guia.
“Cadela… agora eu sou uma cadela."
A negra encosta um chicote em seu queixo erguendo sua cabeça.
-Eu quero um olhar altivo em você. Você não é uma cadela qualquer… você tem raça, pedigree. Não é uma vira-latas, você é A Diferenciada. Nós sim somos vira-latas. Agora fique de quatro e desfile como uma cadela elegante.
Carol treme, se ajoelha e depois fica de quatro, encarando a negra que a chicoteia na bunda e fala para a loura:
-Leve-a, ele está esperando.
A Loura puxa a guia, caminhando ao lado de Carol, que passa de 4 por entre as mulheres, levando chicotadas na bunda de cada uma delas, que fica vermelha rapidamente.
“O que está acontecendo comigo? Que tesão é esse?”
A Cadela e a Loura, seguidas pelas outras, fazem uma curva no corredor e entram em um salão pouco iluminado, muitas velas. Um tatame macio e muitas almofadas. Rique está deitado de lado em um jogo de almofadas, vestido com um quimono de seda vermelha.
A loura a conduz para o centro do salão, de frente para ele e comanda:
-Senta!
Obediente, Carol se ajoelha, encarando Rique. A loura solta a guia da coleira e se junta às outras, que se acomodam no semi-círculo em volta dela.
-Foi bem recebida?
-Sim, Rique.
-Excitada?
-Muito.
-Mostre-me.
Sem tirar o olhar dos olhos dele e sem hesitar, ela leva dois dedos à sua vagina e a penetra, retirando-os em seguida, muito melados, refletindo a luz fraca das velas. Ele sorri.
-Quero ver você se masturbar.
Primeiro ela arregala os olhos, surpresa pela ordem, depois olha para as outras mulheres a sua volta.
“Na frente delas? Assim? Ele é louco, não pode estar falando sério!”
Os olhares convergiram para ela.
“Sem meia volta!”
Sempre encarando-o, afastou a calcinha. Sentia as bochechas queimarem enquanto uma mão segurava a lateral da calcinha e a outra tocava a própria buceta. Passou a ponta de um dos dedos e sentiu ele escorregar nos lábios da vagina. Estava muito molhada. Muito.
O dedo escorregava em busca do grelo, já durinho. Tocou-o e não pode evitar o gemido. Gemido que todos escutavam na sala. O rubor na face crescia, mas também o tesão. Outras pessoas, mulheres, a observavam. E ele. Seu amante, seu Mestre.
Passou a dedilhar o grelo, tentando mostrar o máximo possível para ele. Fechou os olhos e se entregou, buscando o prazer. Não só o seu, mas o dele também, sabendo como ele gostava de ver. Gemia e chamava pelo seu nome.
Abriu os olhos quando sentiu as mãos ajudando-a a deitar-se. A loura, ajoelhada diante de si, retirava sua calcinha e a entregava para Rique que se aproximava, quimono aberto expondo sua sexualidade.
Viu ele apertar a calcinha em sua mão, cheirar e jogar a peça embolada no tatame. Ele se inclinou entre suas pernas e acariciou sua buceta sem falar nada. A ruiva e a morena, uma de cada lado, seguravam seus pulsos, mantendo seus braços abertos.
Um arrepio percorreu-lhe o corpo quando sentiu o toque da língua deslizando pelos lábios da xana.
-Meu Deus!!
Ele insistiu e lambida após lambida, ela delirava e gemia alto. Com seus polegares ele afastava os lábios da sua buceta, arreganhando-a e ganhando acesso ao grelo. Tocou-o com a ponta da língua e brincou com ele. Chupou forte e segurou entre os dentes, puxando de leve, como um cachorrinho puxando um tecido.
Ela tentou libertar os pulsos, queria puxar a cabeça dele para si, enfiar os dedos em seus cabelos, mas as meninas a seguravam firme.
-Rique, me fode!!
As meninas riem, o que aumenta o constrangimento e tesão de Carol. Rique não se comove e continua a lamber a buceta e chupar seu grelo. Carol se debate, movendo o rosto de um lado para o outro, ofegante, cheia de tesão. Não tinha como negar, ele era magnífico no oral e aquele calor incontrolável que vinha do seu sexo ganhou todo o seu corpo, fazendo-a gritar escandalosamente e convulsionar, sem qualquer controle sobre si.
Seus pulsos foram soltos, abriu os olhos e viu a ruiva e a morena retirarem o quimono expondo o membro de Rique ereto, a cabeça melada. Várias mãos em seu corpo, orientando ela para que ficasse de quatro… de frente para ela a Loura também fica de quatro, o rosto dela muito perto do de Carol, que sentia sua respiração em seu rosto.
Mãos grossas e quentes seguram seu quadril. As mãos de Rique. A sensação gostosa dele roçando a cabeça da pica em sua buceta encharcada. Ansiava pela penetração, mas ao invés disso ele brincava, esfregando a cabeça ao longo dos lábios dela.
-Me fode, porraa!!
A loura na sua frente riu, sempre encarando-a. Então veio a sensação maravilhosa de ser penetrada, de ter aquela cabeça abrindo-lhe as entranhas, a pica grossa lhe preenchendo. E na sua frente, a loura sorrindo e aprovando.
Sente um tapa forte balançando sua nádega, o som ecoando pelo salão, mas não é o Rique, suas mãos grossas ainda a segurava pela cintura, buscando apoio para as metidas fundas. Uma das outras mulheres com certeza, mas qual? A Loura estava na sua frente, lhe encarando, olhando bem em seus olhos. A ruiva estava ao lado da Loura, de pernas abertas, se masturbando enquanto admirava o show. Restavam a negra e a ruiva.
Mordeu os lábios quando Rique estocou mais forte e, em resposta, rebolou na pica dele. Estava prestes a gozar… de novo.
A Loura colocou uma almofada abaixo de sua cabeça e Carol prontamente entendeu o recado, apoiando sua cabeça ali e empinando mais o corpo para o seu macho. Passou a sentir penetrações mais profundas, a pica dele socando o colo do seu útero.
De repente, a mão de Rique sumiu da sua cintura mas em seguida, sentiu um dedo penetrar seu anus, suas pregas mastigando-o. Enlouquecida, soltou um gemido longo, quase como uma gata miando na noite…
A pica latejou forte e se sentiu molhada e quente por dentro, ele urrava enquanto despejava seu esperma dentro de Carol, que por sua vez também gozou, fazendo a buceta aumentar a pressão e apertar o pau do seu homem.
Quando Carol se recuperou e abriu os olhos novamente, as luzes estavam mais fracas, as outras mulheres se recolheram e apenas Ricardo ainda estava ali, apoiado em algumas almofadas, nú, segurando uma taça de vinho e encarando-a.

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