Tentações Noturnas - Quarta noite - II

  • Temas: traição, grupal, oral, anal, milf, jovens, orgasmo, gozo
  • Publicado em: 09/11/25
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  • Autoria: Incensatez
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Private Muse

O som de uma tosse, um resmungo vindondo quarto ao lado e pau voltou a invadir minh. A boca de uma quarentona casada com o Marcondes. 


O motivo, abafar meus gemidos gozosos, profundos. Depois que meu filho me lambeu a boceta com devasso. Um pervertido filho da puta. Gustavo, mascarado e tarado, ainda com os dedos numa carícia na vulva da própria mãe.


"Virgínia!"


A voz de um bêbado grunhindo, implorando minha presença no quarto ao lado, enquanto eu atendo os desejos proibidos dos amigos do nosso filho. A rola saiu de minha boca e o pervertido ficou batendo a ponta nos lábios e chicoteando minhas bochechas. 


"Vi, Virgínia! Merda."


O som foi diminuindo aos poucos, ouviu-se uma tosse rouca que foi se transformando num silêncio e depois num ronco.


Senti puxarem minha cabeça no sentido contrário, um outro pau surgiu, mais fino, maiscabeçudo. A mão pequena afagando o instrumento. Fiquei encantada com os movimentos, uma punhenta sacana na minha frente. Sem despudor. Dei um sorriso e um beijo de língua na ponta. E uma chupada com força.


Mostrei a língua como uma cobra, abrindo a boca e engoli a vara. Um gemido fundo enquanto o tronco descia a garganta. O garoto estava ancioso, agitado querendo ir mais do que ele mesmo conseguia.


Veio uma dor no peito, um beliscão me puxando a mama, o bico sendo esticado ao máximo. E eu ali  sem poder olhar. Gemi mais fundo e babei  a pica nova. A cabeçuda finalmente entrou na garganta, envergou, e o garoto sentiu uma dor e veio um grito.


A dor no peito virou uma lambida e depois um beijo. Dois machos fogosos se divirtindo em meu corpo. Ao mesmo tempo, nem mesmo nos sonhos mais depravados imaginei algo assim.


Ficou ainda mais fascinante quando senti uma rola se afundar em meu centro.  Enorme, rombuda e gostosa. Era Gustavo me penetrando, comendo a própria mãe. Meu filho querido arrombando a bucetinha da Vi.


"Gussstavo! Filho!"


Falei entre sofrida e angustiada. Afinal sendo fodida na frente dos amigos. Uma coisa tão íntima, e ele ali bombando com força, me rasgando a xoxota. E eles nos vendo, o que iam pensar de nós? Uma família de depravados?


Era a primeira vez, e ele entrando,  batendo, bombando com fome.


"Uuuh!"


Voltei a gemer alto. Alguém me tampou pela boca.  Uma língua intrusiva, ansiosa chupando e me mordendo a língua. 


E o filho comendo a mamãe com força. Tive um pressentimento, um medo misturado com uma sombra de constrangimento, a semente do filho em seu útero. E o que os outros iam pensar?


"Gustavo, não!"


Falei chorosa, angustiada.


"Dentro não, filho."


"Deixa que eu faço."


O moço alto se adiantou. Certeza que era Bernardo, gostei da ideia. A sacanagem não podia parar.


"Me desamarra. Anda, eu estou cansada."


Fizeram e fiquei cercada pelos três mascarados, seus cacetes erguidos por minha causa. Mordi a ponta língua orgulhosa,  doida para afagar todas elas, mas temi acharem que eu era mais puta do que eles pensavam.


Ergui o queixo e falei numa voz sussurrada, bem sensual, olhando o mais fogoso.


"Deita Bernardo. Deita que eu sento."


Eles se olharam e eu percebi um sorriso entre eles. Mesmo encapuzados. Esfreguei meus braços e os pulsos, por causa do formigamento.


Bernardo deitou na cama, eu fui chegando receosa. Mesmo querendo dar sem me importar com Gustavo me vendo. Mas e o marido, mesmo roncando no quarto ao lado ainda era o marido? O pai do nosso filho.


Virgínia você é uma piranha.Os pensamentos passaram voando enquanto eu me aproximava do tronco erguido, preso entre os dedos longos do Bernardo. 


Sentei por cima, cuidadosa, pra não machucar. Apoiei no peito dele e depois me inclinei para frente e depois segurei com dois dedos a rola grossa. Depois foi só encaixar no e meu buraquinho.


"Mmmm!"


Gostei! Perfeito, senti a rola entrando.  Olhos fechados, apreciando o momento. Ele me abrindo, fendendo a minha grutinha, me preenchendo todinha.


"Aah! Aaa!"


Adoro isso! Ainda mais quando posso cavalgar o outro, aquilo entra ainda mais fundo, mais dentro.


"Aaanh!"


Bernardo me agarrou os peitos. Minhas tetas espremidas como uma fruta, ele mordeu esfomeado. Ainda bem que estava escuro, ainda que Gustavo não via muito. A boceta de sua mãe encharcada, o sumo quente escorrendo entre as coxas. E eeu ali cada vez mais apressada. Fodendo o cacete do moço.


Até que senti uma presença e uma voz conhecida. Quase implorando.


"Mãe."


Ele mostrou e eu segurei o seu membro, um meladinho saindo da ponta que espalhei com o polegar. Dei um beijinho com os lábios, passri a língua, saboreando o gostinho do meu filho. Depois comecei a trabalhar meu Gustavo como ele queria. Torcendo, girando, deixando ele ainda mais firme. Aquele calorzinho mostrou que o menino estava do jeito que todas gostam.


"Vem cá!"


E ele veio,  eu engoli quase todo. Fiz um carinho mais íntimo,  sentindo o peso das bolas cheias. Depois fiz umas cócegas arranhando com as unhas. Meu Gustavo ficou arrepiado, agitado, movendo seu quadril a boca. O menino estava entrando de novo cio, de novo comigo.


Espremi os seus bagos com força quando senti os jatos untando a boca, a língua com a semente quente do menino.  Depois descendo aos poucos pela garganta.


Uma gozada pecaminosa, divina, que mãe não ficaria orgulhosa. Ele gemendo sofrido, claro eu não me suportei. Acabei vindo, gozando na rola do Bernardo.


Pior que uma vagaba, piranha de rua. Ninguém da família não podia nem sonhar no tamanho da obcenidade, muito menos Marcondes.


O cheiro forte, o gosto de um orgasmo na boca. Ouvi uma ordem, nem era um pedido. Uma ordem atrevida.


"Deita, Virgínia. Minha vez."


Autoritário, abusado, um pervertido mais que os outros. Jonas sentou atrás de mim. O atrevido massageou a ponta da pica no meu cuzinho. O calorzinho excitante, a pontinha meladinha. Senti um dedinho massageando meu anelzinho.


"Espera, Jo..."


Só houve tempo se arranhar de leve o peito dele. A pica cabeçuda forçou a abertura do ânus. Nem foi tanto a dor, foi mais a vergonha dele desconfiar que eu não era uma virgem.


"Aaah! Uuuh!"


Duas rolas dentro de você é sonho que acontece com todas, mas tem o prazer de sentir dois machos te penetrando ao mesmo tempo. Incrível! Duas picas se movendo nos  buraquinhos, comendo a mãe do amigo deles.


Fui ficando espremida no meio dos corpos. Faltou um beijo, meu corpo implorava por um beijo apaixonado. Pra deixar aquilo mais romântico.


"Me beija! Me beija."


Uma boca vinda do alto, a língua gostosa na minha. Veio um tremor vindo de dentro, meu corpo entrando em erupção. Os três meninos ao mesmo tempo, aquilo acabou me levando ao ápice.


Gemi na boca do meu filho querido, sentindo as varas dos amigos me comendo frenéticas.


Sacanagem pura. E eu ainda gozava quando percebi que eles chegavam também, quase juntos. Outra vez a porra sendo vomitada em mim,  nos seus orifícios. O melhor era ouvir gemidos. Mais ainda o beijo carinhoso do Gustavo.


Os gemidos sofridos foram dando lugar ao cansaço. Eles estavam estafados, e eu toda suada. Por mim até...  ainda estava disposta, mas eles ficaram apreensivos.


"Que horas são?"


"Quatro, quase quatro."


Eles se entreolharam.


"Melhor não arriscar."


"Melhor não."


Eles se afastaram e eu sai procurando meu penhoar no escuro. Eles procurando as sungas, os calções. Eu me despedi chegando na porta.


"A gente se fala."


"Cuidado pra ele, não te ouvir."


"Pode deixar. Tchau."


Não era o que eu realmente queria. Queria poder dormir abraçada nos três, mas não podia. E além disso não sei Gustavo ia gostar. Ele tinha um ar de decepcionado, meu instinto dizia, que algo saira como ele esperava.


Fiquei encostada na porta que acabara de fechar. Um sentimento de culpa, vergonha começando a crescer. Aliviada sim, mas culpada também.


Acabei saindo do transe ao ouvir a tosse seca do Marcondes vindo do nosso quarto. 


Se eu pudesse não entrava, mas achei melhor não. Só que eu não ia dormir toda suada com cheiro de homens.


Tomei um banho relaxante primeiro. Nada como um bom banho depois de uma foda, ainda mais uma como aquela.


Voltei a porta do quarto, abri com cuidado. Marcondes roncava alto. Respirei fundo e deitei. Achei que não ia dormir, mas apaguei logo em seguida. Me sentindo uma puta, mas também saciada, o que me preocupava era o olhar do meu filho.


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