Na sala de avaliação da academia.
- Temas: academia, aluna, traição, corno, puta
- Publicado em: 19/10/25
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- Autoria: amorcompegada
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Joyce tem 27 anos, casada há mais de 8 anos com Rafael, um cara trabalhador, mas que andava distante. Ela é morena clara, cabelo preto liso até os ombros, corpo todo definido de academia, pernas longas, cintura marcada, seios pequenos e firmes. Mesmo sem querer, chamava atenção sempre que entrava.
Em um sábado quente foi treinar de legging vinho bem colada e um top preto simples.
Estava concentrada nos agachamentos em frente ao espelho quando percebeu que não estava sozinha.
No aparelho ao lado, Caio, 37 anos, o novo professor da academia, corpo trincado, braços fortes. O olhar dele a acompanhava por todo aparelho que ela ia.
Joyce tentou focar na contagem, mas sentiu o olhar queimando sua pele. Na última repetição, ajeitou o top com a mão e, sem querer, cruzou o olhar com o dele. Caio não desviou. Sorriu de leve, como quem sabia o efeito que causava.
Ela ficou envergonhada na hora, então virou de lado, pegou a garrafa d’água e tentou disfarçar.
Após terminar todo teu treino, ela foi ao vestiário pegar a bolsa e a chave do carro.
Na saída da academia, passou perto dele.
O tom grave da voz prendeu sua atenção:
— Treino puxado hoje, hein? Joyce riu rápido, meio nervosa:
— Sempre é.
Saiu apressada, mas no carro ainda sentia o coração disparado, pois nenhum outro homem na academia tinha ousado falar com ela. No restante da noite, Joyce não tirava da cabeça o jeito que Caio tinha olhado pra ela.
Não era como os olhares rápidos que às vezes sentia na academia. Já no outro dia à tarde, quando vestiu a legging preta e o top cinza para treinar, o coração já batia mais rápido. No fundo, sabia que iria encontrá-lo.
Na academia, tentou focar no treino.
Fez esteira, alongamento, séries de braço. Mas cada vez que olhava para o lado, lá estava Caio, observando. No intervalo de um exercício, ele se aproximou, sorrindo de leve.
— Bom dia, Joyce!
— Tá animada hoje?
— Tentando manter o foco professor!
— Então vamos aproveitar que a sala de avaliação tá livre. Já faz tempo que você não atualiza as medidas, né?
Joyce ficou pensativa por alguns segundos, mas acabou aceitando. O coração dela acelerou só de ouvir a palavra “sala”.
Era um ambiente pequeno, com luz suave e cheiro de álcool e perfume masculino. Quando a porta se fechou, o som da academia ficou distante.
Caio pediu pra ela ficar de pé, com os braços ao lado do corpo. Pegou a trena e se aproximou devagar. O toque dele era leve, quase profissional, mas a respiração dele estava perto demais. A ponta fria da trena encostou na cintura dela.
Ele anotava, mas os olhos não desgrudavam dos dela.
Quando se abaixou para medir a coxa, a proximidade foi inevitável. Joyce sentiu o perfume dele e, sem querer, roçou os dedos no ombro dele.
Caio levantou devagar, sem afastar o corpo.
— Difícil manter o foco assim!
— Você que devia dar o exemplo, professor.
Neste momento o olhar dele baixou pros lábios dela.
Joyce tentou desviar, mas ele já estava perto demais. Caio a segurou pela nunca e o beijo foi quente, enquanto as mãos dele deslizavam pela cintura dela. Nada mais parecia existir além do calor entre os dois.
Devagar ele a sentou na mesa, e foi beijando sua boca carnuda, intercalando com leves mordidas e chupadas na língua.
Joyce gemia e não se importava se iam ser pagos, pois estava excitada com toda aquela situação de perigo no ar.
Sem muita cerimônia, Caio abaixou o top dela e caiu de boca nos pequenos seios, chupando os bicos que já estavam duros de prazer.
A academia estava cheia, mas como a sala era no fundo, ambos não se importaram, apenas estavam curtindo o momento. Entre beijos e chupadas, Caio abaixou a calça e levou a mão dela até seu pau duro. Joyce olhou assustada, pois ele tinha um pau grosso e um tanto grande, bem maior que o do seu marido.
Devagar ela começou a bater uma punheta, deixando o pau dele ainda mais duro. Caio a beijava como se os dois fossem namorados, e Joyce retribuía tudo.
De repente Joyce saiu de cima da mesa e agachou, tratando de ir engolindo a cabeça do pau dele lentamente, fazendo Caio gemer gostoso.
— Tá gostando meu professor?
— Tô! Continua safada.
Devagar ela começou a chupar a cabeça, até que ele a segurou pelo cabelo e foi empurrando seu pau bem fundo, encostando ele na garganta dela.
Joyce se engasgou, mas não parou de chupar, intercalando com movimentos e sugada que faziam um barulho alto. Ela estava faminta e sedenta, parecia que não chupava um pau há dias.
— Isso! Chupa safada!
— Assim professor? Dizia ela com voz mansa.
— Assim safada! Engole tudo minha aluna preferida.
Ajoelhada, Joyce chupava e engolia aquele pau grosso e grande, deixando ele duro e bem babado. Ficou assim por quase 10 minutos, até que Caio a levantou do chão, levou ela até a mesa novamente e a virou de costas, fazendo Joyce ficar com a bunda pra ele e com o corpo todo sobre a mesa.
— O que você vai fazer?, perguntou ela com uma voz de tesao.
— Você sabe!
Sem demora, Caio abaixou a calça legging dela junto com a calcinha preta que ela usava, deixando à mostra aquela bunda grande, redonda e sua buceta lisinha.
— Aqui não professor! Alguém pode ver.
— Relaxa! Ninguém vai entrar agora.
Neste momento, Caio passou a cabeça do pau na entrada da buceta, fazendo Joyce tremer e se arrepiar todinha. Ela estava muito melada, e muito excitada.
Caio vendo a excitação dela, enfiou 2 dedos de uma vez, fazendo Joyce apertar a mesa de tanto prazer. Ele enfiou fundo e forte.
Com a bunda completamente empinada, Joyce sentiu quando Caio passou a cabeça no clitóris e começou a empurrar o pau dentro dela com força.
— Aí que buceta gostosa!
Joyce nem se importou que ele meteu sem camisinha, pois estava eufórica com aquele sexo nada planejado.
Sobre a mesa, Caio metia forte, batendo em sua bunda e puxando o cabelo dela, fazendo Joyce delirar de prazer.
— Cachorra! Gosta de ser comida assim né?
— Eu gosto! Não para professor!
— Vai voltar pra casa com minha porra em você.
— Vou sim! Mete tudo.
Caio metia forte, deixando a bunda dela toda vermelha com seus tapas.
Mesmo casada, Joyce não se importou de estar ali tosa aberta pra outro homem, pois ela adorava uma adrenalina às vezes.
— Ainnn professor! Soca tudo vai!
Caio então aumentou a bombada e socou fundo, deixando Joyce sem fôlego sobre a mesa.
Joyce estava suada, gemendo e rebolando no pau dele bem gostoso.
Passados alguns minutos, Caio começou a puxar os braços dela para trás e aumentou a estocada, dizendo baixinho que iria gozar.
— Goza na minha boca professor!
Caio então a puxou e a fez ficar de joelhos de novo, metendo o pau naquela boca carnuda.
Joyce engolia e segurava com força, até que Caio começou a tremer e a gozar forte, sujando e melando a boca e o rosto dela com aquela porra toda.
Rapidamente Joyce engoliu tudo e continuou a chupar, fazendo Caio ficar todo mole com aquele boquete delicioso.
Após deixar o pau dele limpo, ela levantou e o beijou, sussurrando em seu ouvido.
— Obrigado pela avaliação professor!
— Volte sempre minha safada!
Com cara de safada, Joyce ajeitou a roupa e saiu sem falar mais nada, deixando ele em êxtase com o que tinha rolado.
Ninguém na academia notou nada, então ela saiu tranquilamente e foi pra casa, sendo recebido com um belo beijo pelo seu marido, que sequer imaginou que ela tinha dado a buceta na academia para o professor.
Outro dia volto com mais histórias.
FIM!

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