21cm de grossura e gentileza. (E25)

  • Temas: real, traição, hetero
  • Publicado em: 16/10/25
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  • Autoria: Tania32
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Private Muse

Os encontros com Augusto deixavam meu corpo e minha mente em chamas, uma mistura de êxtase e culpa que me consumia dias a fio. A lembrança de cada tapa, cada ordem rouca, cada estocada do pau dele me davam tesão, mas também me jogava num abismo de emoções – o desejo de ser possuída lutando contra o medo de perder quem eu era fora daquelas quatro paredes. A traição pesava, mas o tesão era mais forte, e a forma como ele me dominava, me chamando de “putinha” enquanto me fodia, acendia algo que eu não conseguia apagar. Era como se ele visse a mulher que eu escondia, e isso me assustava tanto quanto me libertava, me deixando viciada na sensação de ser dele, mesmo sabendo que cada sessão me puxava mais fundo.


Quando Augusto me propôs uma sessão com Magnus, um Dom mais experiente, a ideia me incendiou na hora. Dois homens alfa, me guiando com vozes graves, cordas, gelo, talvez um vibrador, tudo dentro das quatro paredes – minha buceta molhava só de imaginar, o tesão superando a razão. Pensei em me entregar ainda mais, ser a vadia que eles queriam, gemendo sob o controle deles, com Augusto fodendo meu cu e Magnus mandando cada movimento. Ele garantiu que respeitaria meus limites, e por um instante, achei que poderia mergulhar nessa fantasia, que minha fome por rola seria maior que qualquer receio.


Mas, após refletir sobre a proposta de Augusto e Magnus, decidi não seguir adiante com a sessão envolvendo dois Doms. O desejo estava lá, pulsando forte, mas o peso da minha vida dupla e a necessidade de manter meus limites dentro das quatro paredes falaram mais alto. Sou uma mulher que se entrega ao tesão com intensidade, mas algo na ideia de dividir a dinâmica com outro Dom, mesmo respeitando minhas regras, trouxe uma inquietação que não ignorei. Escolhi proteger minha jornada, mantendo o controle sobre até onde quero ir, e disse a Augusto que, por ora, prefiria ficar só com ele, na segurança do nosso jogo privado.


Conversei com Augusto sobre essa angústia, o coração na boca, confessando que tinha medo de viciar nesse mundo de submissão, de perder o equilíbrio entre a esposa que era fora e a puta que ele despertou dentro de mim. Perguntei, com a voz tremendo, se ele seria capaz de me ter sem a figura do Dom, sem as cordas, os tapas, as ordens – se poderia me foder de forma simples, sem BDSM, só como homem e mulher. Ele disse que sim, que me queria de qualquer jeito, que meu corpo e minha entrega o deixavam louco, com ou sem comando. “Quero te foder de novo, vadia, do jeito que tu quiser,” ele murmurou, e aquilo me acalmou, reacendeu o desejo. Topei sair com ele outra vez, sabendo que, mesmo sem amarras, o fogo entre nós ainda queimaria forte. E assim foi.


Capítulo 1: A Chegada e a Massagem


O calor de Brasília naquela tarde de domingo, 04 de junho de 2023, parecia querer me engolir enquanto dirigia para o Hotel Brasília Imperial, onde agora ele estava hospedado. Aos 30 anos, eu me sentia vibrante, o coração acelerado com a antecipação. Meu vestido justo vinho abraçava as curvas, sem sutiã, roçando a pele morena clara, que eu tinha preparado com óleo perfumado, deixando um brilho sutil e um aroma doce. A calcinha fio-dental preta era meu segredo provocante, e as sandálias de salto fino alongavam minhas pernas, com o batom vinho marcando os lábios como um convite. Augusto, o ex-militar de 50 anos, me esperava no quarto, sua barba bem aparada e o olhar firme suavizado por algo novo – um desejo que não precisava de comando, só de conexão.


Ele abriu a porta com um sorriso torto, a voz grave e quente: "Tania, porra, você tá uma delícia assim." O quarto era um oásis fresco, com cama king size, lençóis brancos impecáveis, uma poltrona e uma janela mostrando a cidade ao longe. Ele me puxou para um abraço, as mãos grandes deslizando pelas rendas do vestido, sentindo o óleo na minha pele. O beijo veio lento, profundo, nossos lábios se encontrando com uma urgência que não precisava de palavras duras. Senti ele endurecer contra minha barriga, e meu corpo respondeu com um calor que subia da buceta. "Quero te sentir de verdade hoje," murmurou, beijando meu pescoço, e eu assenti, já molhada, guiada por ele até a cama. Ele levantou meu vestido com cuidado, expondo a calcinha preta, que tirou devagar, os dedos roçando minha buceta úmida. Deitou-me de costas, e começou com um oral suave – a língua traçando meus lábios inchados, circulando o clitóris com precisão, me fazendo gemer baixo enquanto segurava seus cabelos.


Então, ele pegou o frasco de óleo perfumado da mesa de cabeceira, derramando uma quantidade generosa nas mãos. "Relaxa, deixa eu te tocar inteira," disse, a voz um sussurro quente. Começou pelas coxas, os dedos fortes massageando a pele com movimentos lentos, subindo pelas curvas até a barriga, espalhando o óleo em círculos que faziam minha pele brilhar e estremecer. Tirou o vestido, chegou aos seios, apertando com firmeza, os polegares roçando os mamilos já duros, me arrancando suspiros enquanto o óleo deixava tudo escorregadio. "Tua pele é perfeita," ele murmurou, os olhos fixos nos meus, e desceu de novo, espalhando o óleo pela virilha. Seus dedos encontraram meu clitóris, acariciando em movimentos circulares, ora leves, ora com pressão, enquanto eu arqueava as costas, gemendo mais alto. "Isso, Tânia, se solta pra mim," ele disse, e então deslizou dois dedos na minha buceta, entrando devagar, sentindo o calor e a umidade que já escorria. Ele movia os dedos em um vaivém ritmado, curvando-os para roçar o ponto certo dentro de mim, enquanto o polegar continuava no clitóris, me levando a um frenesi de prazer.


Sem parar, ele pegou mais óleo, e com a outra mão, começou a massagear meu ânus, o dedo médio circulando o anel apertado, lubrificando com cuidado. "Relaxa, deixa eu te abrir," sussurrou, e senti a ponta do dedo entrar, lenta, enquanto os outros dois continuavam na buceta, uma dupla penetração que misturava prazer e uma leve tensão. Eu com os joelhos dobrados, meus gemidos enchiam o quarto, o corpo tremendo sob os toques dele, o clitóris pulsando com cada carícia. Ele alternava os movimentos – dedos na buceta esticando, dedo no ânus entrando mais fundo, tudo sincronizado com as carícias no clitóris que me faziam ver estrelas. "Porra, tu tá tão molhada," ele disse, a voz rouca, enquanto meu primeiro orgasmo veio fácil e intenso, com o corpo todo tremendo e um grito abafado escapando enquanto eu gozava nos dedos dele, a buceta apertando e o ânus pulsando. Ele sorriu, beijando minha boca, e continuou a massagem suavemente, deixando o óleo e o prazer se misturarem na minha pele. "Você é foda, Tânia," murmurou, e eu senti uma conexão que ia além do tesão – era ele me vendo como mulher, não como submissa, e isso me deixou sem chão.


Capítulo 2: De Ladinho


O eco do meu primeiro orgasmo ainda pulsava no meu corpo, a pele morena brilhando com o óleo perfumado que Augusto havia espalhado em cada curva minha. Deitada na cama king size do Hotel Brasília Imperial, com o vestido vinho jogado no chão e a calcinha preta fio-dental perdida entre os lençóis, eu sentia o calor dele ao meu lado, seu corpo atlético nu, o pau duro roçando minha coxa enquanto ele me olhava com uma mistura de desejo e algo novo – uma ternura que não precisava de ordens. Meu coração batia rápido, não de medo, mas de uma entrega diferente, mais livre, como se estivéssemos nos descobrindo sem as rédeas do BDSM.


Augusto me puxou para ele, os lábios encontrando os meus num beijo lento, profundo, a língua dançando com a minha enquanto suas mãos grandes entrelaçavam as minhas, dedos apertando com firmeza, mas sem comando. "Quero te sentir assim, Tânia, de igual pra igual," ele sussurrou, a voz grave vibrando contra minha boca. Ele me guiou para deitar de lado, nossos corpos alinhados, , o pau quente e firme roçando minha entrada úmida. Era a posição de ladinho, olhos nos olhos, e quando ele encaixou a glande larga e entrou devagar, senti a buceta se abrir para ele, cada centímetro deslizando com um atrito delicioso que me fez gemer baixo. Minha perna passava por sobre o quadril dele, ele segurava minha mão, os olhares travados, e o ritmo era suave, quase carinhoso, mas profundo, batendo no fundo com uma pressão que enviava arrepios pela minha espinha. "Você é tão gostosa," ele murmurou, beijando meu pescoço, e eu respondi com um suspiro: "Vai devagar, Augusto, me deixa te sentir todo."


Depois de um tempo assim, me fodendo, saiu de dentro de mim com suavidade,e me virou, puxando para a conchinha – eu na frente, ele atrás, abraçando-me com força, o peito colado nas minhas costas. O pau dele entrou novamente, agora num ângulo que parecia feito para me preencher inteira, a glande roçando pontos que me faziam empinar a bunda instintivamente para ele. As mãos dele deslizavam pelos meus seios, apertando com cuidado, os polegares roçando os mamilos sensíveis, enquanto beijava meu ombro, o pescoço, o lóbulo da orelha. "Tua buceta é perfeita, Tânia," ele disse, a voz rouca, mas sem xingamentos, só desejo puro. Eu empinava mais, controlando o ritmo com os quadris, sentindo o calor dele contra minha pele oleada, o som molhado da penetração enchendo o quarto. Gemi baixo, virando o rosto para beijá-lo, nossos lábios se encontrando num ângulo torto, mas cheio de fome. "Me fode assim, Augusto, te quero tanto," sussurrei, e ele acelerou um pouco, as estocadas profundas, mas sem brutalidade, como uma dança onde ambos ditávamos o passo. O prazer crescia em camadas, a buceta pulsando em volta dele, e senti ele gemer baixo no meu ouvido, a respiração quente sincronizando com a minha. Gozei de novo. Quase em silêncio. Ele sabia. Era íntimo, quase vulnerável, e eu me entregava não a um Dom, mas a um homem que me queria tanto quanto eu o queria.


Capítulo 3: Cavalgada de costas e de frente


O calor dos nossos corpos na conchinha ainda nos envolvia. Meu corpo todo – seios, barriga, coxas – reluzia com um brilho oleoso que tornava cada toque uma sensação de deslize puro, como se fôssemos feitos para nos mover um sobre o outro sem atrito, só prazer fluido. Augusto se deitou de costas na cama king size, os olhos fixos em mim com um desejo cru, e estendeu as mãos: "Vem pra cima de mim, Tânia, me cavalga como quiser." Meu coração acelerou com a liberdade daquilo, e subi sobre ele, de costas, as coxas abertas encaixando a buceta ainda úmida no pau dele, que deslizou para dentro com facilidade graças não óleo que escorria entre nós, mas a minha lubrificação intensa gerada pelo tesão da foda. O movimento foi suave, escorregadio, minha pele brilhando enquanto eu descia devagar, sentindo cada centímetro dele me preenchendo, a glande larga roçando as paredes internas num atrito delicioso que me fez gemer alto.


Nessa posição, eu controlava tudo, subindo e descendo com reboladas lentas, o óleo fazendo nossos corpos deslizarem como seda – minhas coxas escorregando contra as dele, a bunda morena brilhando e balançando a cada movimento, os cabelos soltos caindo pelas costas como uma cascata. As mãos dele apoiavam minhas coxas, não para guiar com força, mas para sentir o brilho oleado da minha pele, os dedos escorregando suavemente enquanto eu ditava o ritmo, mais fundo, mais rápido, a buceta apertando ele de forma a nos fazer gemer juntos. "Porra, Tania, teu corpo tá brilhando pra mim," ele murmurou, a voz rouca de tesão, e eu ri baixo, virando o rosto para vê-lo: "Sente como escorrega, Augusto, é tudo pra você." O óleo tornava tudo mais intenso, cada rebolada um deslize perfeito que amplificava o prazer, minha pele reluzente refletindo a luz enquanto eu acelerava, o som molhado da penetração misturando-se aos nossos suspiros. Virei-me de frente sem sair de dentro e acelerei, movendo os quadris para frente e para trás com o pau enterrado na minha buceta, a glande tocando o meu cérvix, e o clitóris roçando nele. O terceiro orgasmo veio assim, de conexão pura, meu corpo tremendo enquanto eu me agarrava aos ombros dele,, tendo meus peitos agarrados e sugados pelo homem que me dava orgasmos seguidos e intensos, a buceta pulsando em volta do pau enquanto e os corpos escorregadios colados num abraço oleado.


Capítulo 4: Papai e Mamãe e de Quatro


Após a pausa que nos deixou rindo e respirando juntos, Augusto me puxou para ele com um olhar faminto, "Deita de costas, Tania, quero te ver toda," ele murmurou, a voz grave carregada de desejo. Deitei-me na cama king size, os lençóis frios roçando minha pele oleada, e levantei as pernas, apoiando-as nos ombros largos dele. O óleo fazia minhas coxas, barriga e seios reluzirem sob a luz suave, e quando ele se posicionou entre mim, senti o pau duro – espesso, reto, com a glande larga e sensível – roçar demoradamente minha buceta úmida antes de entrar. A penetração foi lenta, deliberada, a glande abrindo caminho com um atrito escorregadio que me fez gener, o óleo misturado ao meu tesão criando uma sensação de deslize perfeito. Ele começou com estocadas profundas, cada movimento fazendo o pau roçar as paredes internas da minha buceta, batendo no colo do útero com uma pressão que enviava choques de prazer pelo meu corpo. Minhas mãos cravavam nos braços musculosos dele, os dedos escorregando pela pele suada e oleosa enquanto nossos olhos se travavam, cheios de uma conexão crua. "Porra, Tania, tua buceta é quente, apertada, perfeita," ele grunhiu, inclinando-se para me beijar, os lábios famintos, a língua invadindo minha boca com tesão. Eu gemi contra ele, "Me fode assim, Augusto, me enche toda, mete essa pau gostoso em mim, vai," e acelerei o ritmo com os quadris, puxando-o mais fundo. As estocadas firmes me fizeram gozar de novo. O som molhado da penetração enchia o quarto, meus seios balançando, brilhando com o óleo, enquanto minha buceta se entregava a novos espasmos e contrações vigorosas e minha visão ficava levemente turva com o prazer que sentia.


Augusto não parou, mas mudou a posição com um toque suave que escondia sua força. "De joelhos, agora, quero essa bunda brilhando pra mim," ele disse. Virei-me na cama, empinando a bunda, a pele reluzente com o óleo que escorria pelas coxas e nádegas. Ele se ajoelhou atrás, as mãos grandes agarrando minha cintura com firmeza, os dedos escorregando na pele enquanto alinhava o pau. Entrou com uma estocada funda, a grossura me rasgando com um prazer que me fez bufar alto, o óleo facilitando o deslize, mas deixando cada centímetro dele mais presente, pulsando dentro da minha buceta. O ritmo começou lento, mas cresceu, os quadris dele batendo contra minha bunda com um som duro e molhado. "Tua bunda é um espetáculo, Tânia, porra," ele grunhiu, as mãos deslizando da cintura para as nádegas, apertando com força, mas sem brutalidade. Eu empinava mais, e pedia "Fode mais forte, Augusto, como é gostoso dar pra você ." Ele acelerou, as estocadas profundas, o pau batendo no fundo com uma pressão que fazia meu ventre contrair. Meu corpo respondia com espasmos, a buceta apertando ele enquanto o prazer subia, e quando senti ele travar, segurando minha cintura com força, o gemido baixo no meu ouvido anunciou o gozo. O calor do sêmen inundou minha buceta, e gozei junto com ele. Ficou ali, fundo, e quando ele tirou o pau de dentro, a porra escorreu pelas coxas misturado ao óleo, pingando nos lençóis, completamente entregue ao prazer que compartilhamos sem hierarquia, só dois corpos se consumindo no fogo mútuo.


Capítulo 5: Pós-Sexo e Silêncio Compartilhado


Colapsei na cama, de bruços, os lençóis brancos amassados sob mim, a buceta ainda pulsando com o eco do último orgasmo e o calor do sêmen dele escorrendo lentamente pelas coxas. Augusto caiu ao meu lado, o corpo atlético suado, o peito subindo e descendo enquanto ele recuperava o fôlego. Não havia ordens, nem xingamentos – apenas nós dois, nus, entregues a uma conexão que ia além do tesão, algo mais profundo, quase vulnerável. O silêncio que se formou era confortável. Minha pele ainda reluzia, o óleo refletindo a luz suave do quarto.


Augusto quebrou o silêncio com a voz grave, mas macia: “Você não precisa fingir que não é minha.” As palavras acertaram em cheio, não como uma ordem de Dom, mas como uma confissão que reconhecia a conexão que crescia entre nós. Olhei para ele, os olhos castanhos encontrando os dele, e senti um aperto no peito – não de culpa, mas de uma verdade que eu não queria enfrentar. “Não quero te entender, Augusto,” respondi, minha voz rouca, carregada de emoção. “Quero só lembrar do teu cheiro e da forma como me deixou sem chão.” O encontro, e minha história com Augusto terminava ali, com um vazio doce, uma entrega que não precisava de cordas ou comando, mas que me marcava tão fundo quanto qualquer tapa.



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