Um domingo só nosso, mas uma transa inesquecível
- Temas: traição, amante, sexo escondido.
- Publicado em: 28/09/25
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- Autoria: NinfetaPoetisa
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Era um domingo. Diferente dos nossos encontros rápidos e furtivos do fim de expediente. Dessa vez era mais que especial: sua mulher tinha viajado, meu marido estava no trabalho, e a tarde era inteira nossa. Só nós dois, sem pressa, sem desculpas. Só tesão. Só sexo. O nosso sexo.
Eu já vinha com tudo planejado. Fantasia, roteiro, bolsa recheada de brinquedos. Entrei com o coração disparado, aquele medo gostoso de ser pega no flagra, mas tudo correu como se o destino quisesse ver a gente fodendo.
Quando você abriu a porta, o calor subiu direto pra minha buceta. Estava latejando de saudade do seu beijo, das suas mãos, do seu pau. Encostei meu corpo no seu e senti seu pau pressionando minha barriga. Gemi baixinho, sussurrando no seu ouvido:
— Ai… que delícia…
Minha calcinha já estava ensopada. Eu ainda tentei brincar, dizendo que precisava me arrumar, vestir a fantasia que tinha preparado. Você negou na hora, me encarando com aquele olhar faminto: queria me ver nua, crua, pronta pra você.
Em segundos já estava ajoelhada. Você pegou o celular, dizendo que queria filmar eu mamando seu pau. Só de ouvir fiquei ainda mais molhada. Abri a boca e engoli seu pau quente, alternando entre lambidas lentas na cabeça e estocadas profundas até minha garganta. Quanto mais eu engolia, mais você gemia, mais eu me excitava. O barulho da minha boca molhada na sua rola misturado ao clique da câmera me deixava em transe.
Depois, deitamos para assistir. Eu com a cara vermelha, dividida entre vergonha e tesão, enquanto você enfiava os dedos na minha buceta molhada. Me contorcia, gemendo baixinho, gozando só de me ver ali, sendo sua putinha registrada em vídeo.
Na sequência, foi a minha vez de filmar. Abri minhas pernas e puxei sua cabeça pro meio delas. Você começou a chupar minha buceta com vontade, lambendo cada dobra, sugando meu grelinho até me fazer tremer. A câmera registrava cada detalhe: sua língua enfiada em mim, meu quadril rebolando contra seu rosto, meus gemidos desesperados.
— Isso, chupa minha bucetinha, vai… não para… — eu repetia enlouquecida até gozar forte na sua boca.
Sem me dar tempo de respirar, você me virou de costas, massageando minhas costas e me penetrou devagar. Um gemido escapou da minha garganta na mesma hora. Seu pau deslizava fundo, me preenchendo toda. Às vezes você socava forte, batendo com violência, falando putaria no meu ouvido, me chamando de safada, de vadia. Outras vezes entrava devagar, só pra me fazer apertar sua pica com a buceta, do jeito que você adora.
A foda foi ficando cada vez mais intensa, nossos corpos suados, gemidos ecoando no quarto. Até que você avisou, urrando que ia gozar, e despejou tudo dentro de mim. Senti sua porra quente escorrer, pingando entre minhas pernas, e quase gozei de novo só de sentir o calor.
Mas não acabou ali. Domingo era nosso, sem pressa. Ficamos deitados, trocando carícias, confidências, rindo como cúmplices que somos. E, claro, antes de ir embora, ainda teve mais uma foda.
Saí exausta, pernas bambas, buceta latejando, mas leve. Mais uma tarde deliciosa, mais uma memória indecente com meu amante, meu vício, meu segredo mais gostoso.
