Dei para um viúvo de 64 anos (E22)

  • Temas: traição
  • Publicado em: 25/09/25
  • Leituras: 5582
  • Autoria: Tania32
  • ver comentários
Private Muse

Três meses se passaram desde aquele ménage em Poços de Caldas, uma noite que dois homens, com seus toques intensos e a entrega, me levaram além dos meus próprios limites. Foi minha primeira vez com dois homens, horas seguidas de sexo, vários orgasmos e a sensação incrível proporcionada pela dilatação de ter dois paus dentro de mim, algo que marcou minha pele e minha alma. Desde então, não tinha tido a oportunidade de acender aquele mesmo fogo, até que a ausência do meu marido, viajando a trabalho, fez a excitação pulsar de novo.


Foi nesse vazio inquieto que conheci Aquiles, em um bate-papo virtual. Aos 64 anos, viúvo, empresário, ele era 33 anos mais velho que eu, e essa diferença acendeu uma curiosidade nova, uma fantasia que eu ainda não havia explorado. Sua foto mostrava cabelos e barba grisalha, bem cortados, uma expressão calma que escondia um brilho sedutor nos olhos. Sua voz, quando trocamos mensagens de áudio, era grave, pausada, como se cada palavra fosse escolhida para me envolver. Ele se apresentou com uma elegância à moda antiga, educado, atencioso, mas com um toque de mistério que me fez querer mais. “Eu não corro, eu navego,” ele escreveu em uma das mensagens, e aquilo me fisgou. Aquiles não prometia pressa, mas profundidade. E eu, já encantada, sabia que precisava conhecê-lo.


Ao longo daquela sexta-feira, 31 de março, as palavras de Aquiles continuaram a me envolver como uma corrente suave, mas irresistível. Ele sabia exatamente o que dizer, cada frase cuidadosamente escolhida, como se conhecesse os contornos da minha alma. “Quero te ver brilhar, Tânia, com a calma que merece,” ele escreveu, e minha resistência desmoronou. Por volta das 21h, meu coração batia acelerado enquanto eu me preparava. O vestido midi de tricô bege abraçava meu corpo, a fenda lateral discreta sugerindo mais do que revelava. Optei pela elegância, com os cabelos presos em um coque baixo, alguns fios soltos dançando na nuca, e o perfume amadeirado floral marcando minha presença, e dirigi-me ao flat dele no centro de Brasília, sentindo a noite pulsar com promessas de um encontro que seria diferente de tudo.


O Encontro


Cheguei ao flat por volta das 21h. O cheiro de vinho tinto estava no ar, e um jazz instrumental tocava baixo, criando uma vibe calma e íntima. Aquiles me recebeu com um blazer azul-marinho, os cabelos grisalhos bem arrumados, e um olhar que me fez sentir notada.

- “Você está mais bonita do que imaginei,” ele disse, com aquela voz grave que parecia me acertar direto.


Ele me ofereceu uma taça de vinho tinto e sentamos no sofá de couro. Conversamos por quase uma hora, sobre coisas simples — um livro que gostamos, uma música que marcou, um momento que ficou na memória. Aquiles não falava muito, mas quando falava, era certeiro. Ele elogiava minha risada, a forma como meu cabelo caía solto na nuca, e até como eu segurava a taça.

- “Você tem uma energia que puxa a gente, Tânia,” ele disse, e eu senti meu rosto esquentar.


A conversa fluiu fácil, com o vinho me relaxando e o jazz nos envolvendo, até que ele se aproximou, sua mão grande tocando meu rosto com cuidado, e o primeiro beijo aconteceu, quente e sem pressa. Um toque leve dos lábios, seguido de uma pressão maior. Em poucos segundos, estávamos nos abraçando e beijando com maior volúpia, com as línguas sentindo o toque uma da outra. Então ele levantou, me estendeu a mão, que aceitei, e me fez segui-lo…


O Envolvimento


Aquiles me levou ao quarto, onde uma cama ampla e bem arrumada, macia, nos aguardava.

- “Deita aqui, Tânia,” ele murmurou, voz grave, quase um comando suave.


Eu me estiquei na cama macia, o vestido midi de tricô bege ainda no corpo, sem sutiã, o tecido colando nos meus seios que já apontavam, duros de excitação. Fechei os olhos, coração disparado.

- “Você é tão linda assim,” ele disse, enquanto suas mãos grandes subiam pelas minhas coxas, empurrando a barra do vestido até a cintura. Minha lingerie de renda creme apareceu, e ele a deslizou devagar, tirando-a com cuidado.

- “Perfeito,” ele sussurrou, olhando minha buceta exposta.


Senti um arrepio, o calor molhado crescendo entre as pernas, meus mamilos apertando contra o tricô. Ele se posicionou, rosto perto, o fôlego quente roçando minha pele.

- “Relaxa, deixa eu te sentir.”


Sua língua tocou meu clitóris, lenta, lambidas longas que me fizeram arquear as costas.

- “Isso, Tânia,” ele murmurou, chupando com calma, explorando cada dobra macia, a entrada apertada. Meu corpo tremia, pernas tensas, respiração saindo em suspiros curtos.

- “Tá gostando?” ele perguntou, voz abafada, e eu só consegui gemer baixo,

- “Sim... Continua.” Ele intensificou, língua firme, sugando meu clitóris com precisão. Assim foram longos minutos, enquanto o prazer subia devagar, quente, até explodir em um orgasmo silencioso. Meus músculos pulsaram, pernas tremendo, enquanto eu mordia o lábio.

- “Boa menina,” ele disse, erguendo o rosto com um sorriso, e eu abri os olhos, ofegante, querendo mais.


Depois do orgasmo, ainda tremendo, abri os olhos, me apoiei nos cotovelos, e vi Aquiles se levantar da cama.

- “Agora é minha vez,” ele disse, com um sorriso calmo, a voz grave me arrepiando.

Ele tirou a roupa desabotoando a camisa branca devagar, revelando o peito largo coberto por pêlos grisalhos. Seus ombros eram fortes, a barriga levemente saliente, mas firme, mostrando a força de um homem que viveu bem seus 64 anos. Quando ele deixou a calça cair, meu olhar desceu.

- “Hummm, olha só pra você,” murmurei, mordendo o lábio. O pau dele estava ali, livre, a base grossa e firme, a glande larga, avermelhada, brilhando sob a luz suave do quarto. Todo bem cuidado, depilado, um saco grande com bolas marcadas e pesadas penduradas bem abaixo do pau. Não estava totalmente duro ainda, mas já impressionava, prometendo resistência.

- “Gostou?” ele perguntou, uma sobrancelha erguida, enquanto se aproximava. Senti minha buceta pulsar só de olhar, o calor voltando.

- “Muito,” respondi, a voz rouca, esticando a mão para tocar, sentindo a pele macia da glande sob meus dedos. Ele gemeu baixo,

- “Cuidado, Tânia, você já tá me deixando louco, menina.”


Eu sorri, ainda com o corpo quente do orgasmo, sentei na beirada da cama, subi o vestido, tirando-o todo e jogando-o de lado, agora só com a pele nua e o perfume marcando o ar. Aquiles estava em pé na minha frente, o pau a poucos centímetros do meu rosto, ainda meio mole, mas já impressionado com seus 17 centímetros, a base grossa e a glande larga.

- “Quero te sentir agora,” murmurei, olhando pra ele, que sorriu com aquele brilho calmo nos olhos. Peguei o pau dele com uma mão, sentindo o peso, a pele quente e lisa.

- “Vai, Tânia,” ele disse, voz grave, enquanto eu passava a língua devagar pela glande, lambendo em círculos, o gosto salgado me excitando. Ele gemeu baixo, mas demorava pra endurecer, e isso só me deixou mais determinada.

- “Tá gostoso?” perguntei, chupando a cabeça com calma, minha boca envolvendo ele enquanto minha mão massageava a base e apalpava as bolas que enchiam a mão.

- “Demais,” ele respondeu, a mão grande na minha nuca, guiando sem forçar.


Chupei mais fundo, a língua dançando pelas veias, sentindo ele crescer aos poucos na minha boca, ficando mais firme, mais pesado. Minha buceta pulsava só de ver ele reagir, meus seios roçando nas coxas dele enquanto eu acelerava o ritmo.

- “Porra, Tânia, você sabe fazer isso, que boca gostosa” ele grunhiu, o pau agora duro, esticando minha boca com a glande larga. Parei por um segundo, olhando pra ele, ofegante.

- “Pronto pra mim?” perguntei, sorrindo. Ele assentiu, o olhar intenso, e eu soube que estávamos prontos para o próximo passo.


Com o pau de Aquiles bem duro na minha mão, ele me puxou com cuidado.

- “Deita aqui comigo,” ele disse, voz grave, me guiando para a cama. Deitei de lado, nua, o calor do corpo dele se encaixando atrás de mim, colando no meu.

- “Assim, Tânia,” ele murmurou, beijando meu ombro enquanto erguia minha coxa um pouco, abrindo espaço. Senti a glande avantajada roçar minha buceta, já molhada, antes de ele colocar a camisinha.

- “Pronto?” perguntei, virando o rosto para encontrar aqueles olhos profundos.

- “Sempre,” ele respondeu, e, já devidamente encapado, afastou minhas nádegas com as mãos, e entrou devagar, a base grossa esticando minha buceta apertada, me fazendo soltar um gemido rouco.


- “Caralho, que gostoso,” sussurrei, e ele sorriu, beijando meu ombro de novo, a barba rala roçando minha pele. O ritmo era lento, cada estocada profunda, constante, como uma dança sem pressa. Nossos olhos se cruzaram, e eu sentia ele me preenchendo, não só o corpo, mas algo mais fundo.

- “Você é incrível,” ele disse, a mão grande apertando meu quadril, me segurando firme. Minha buceta pulsava ao redor dele, o prazer subindo em ondas suaves, sem precisar de mais nada.

- “Tá sentindo, Aquiles?” perguntei, a voz tremendo.

- “Tudo, Tânia,” ele respondeu, mantendo o ritmo.


A rigidez prolongada e o ritmo constante foram irresistíveis, e meu segundo orgasmo veio calmo, como uma maré, meu corpo tremendo contra o dele, pernas tensas, enquanto ele me abraçava, beijando minha nuca. -“Isso, minha menina,” ele sussurrou, e eu me derreti, ainda conectada a ele.


Ainda tremendo do orgasmo de ladinho, senti Aquiles sair de mim, deixando um vazio. Ele me virou com cuidado.

- “Quero te olhar de frente agora,” ele disse, a voz grave me envolvendo.


Deitei de costas, as pernas abertas, flexionadas mas com os pés apoiados na cama, e a buceta ainda pulsando e molhada. Ele se posicionou entre mim, o pau duro, a glande larga brilhando com a camisinha.

- “Abre, Tânia,” ele murmurou, segurando minhas mãos, nossos dedos se entrelaçando. Ele entrou devagar, me alargando de novo, e enfim chegando ao fundo, eu soltei um gemido baixo.

- “Porra, isso é tão bom,” sussurrei, olhando nos olhos daquele senhor, que pareciam me devorar.

- “Você é perfeita,” ele repetiu, começando a se mover, estocadas profundas e constantes, sem pressa.


Eu recebia calada, gemente, com minhas mãos acariciando as costas e o rosto dele, alternadamente. Cruzei minhas pernas nas coxas dele, e ajudava puxando-o mais para dentro de mim. Cada movimento era intenso, como se ele quisesse me sentir inteira. Meus gemidos eram suaves, misturados com os dele, a respiração pesada.

- “Olha pra mim,” ele pediu, e eu obedeci, os olhos marejando enquanto o prazer crescia, uma onda emocional que apertava meu peito. Não resisti, e enquanto minha buceta apertava ele, pedi:

- “Ahhhh Aquiles, me come.. Vou gozar de novo”, o corpo tremendo, e o orgasmo veio forte, profundo, o terceiro, e mais intenso da noite.

- “Aquiles...” gemi de novo, voz quebrada. Ele segurou firme minhas mãos, o ritmo firme, e então gozou, um grunhido baixo, a expressão suave enquanto respirava pesado.

- “Minha Tânia,” ele sussurrou, ainda dentro de mim, e eu senti ele pulsar, a camisinha segurando tudo. Ficamos ali, conectados, o momento tão íntimo que quase doía.


Ainda ofegante, com o coração batendo forte após a foda, senti Aquiles deslizar para fora de mim, a camisinha ainda no lugar:

- “Vira pra mim, Tânia,” ele disse, a voz grave me guiando, mas então completou “Porra, a camisinha me derruba, vai amolecer”.


Fui até ele, tirei a camisinha, segurei o pau todo lambuzado do gozo e comecei a punhetar. Sentindo a demora, não hesitei e levei minha boca, chupando o pau com vontade gemendo baixinho… senti a resistência se formar, e ele endurecer. Parei, me posicionei de quatro na cama, os joelhos afundando no colchão, a bunda empinada, a buceta molhada e sensível exposta pra ele.

- “Caralho, que visão,” ele murmurou, as mãos grandes acariciando minhas nádegas, os dedos firmes traçando a curva do meu quadril.


Olhei por cima do ombro, vendo o desejo nos olhos dele, aquele brilho calmo, mas intenso.

- “Vem, me come” eu pedi.

- “Mas, e a camisinha?”, ele respondeu.

- “Deixa, vem”.... Eu retruquei.


Ele então se ajustou atrás de mim, o pau duro, a glande larga roçando minha entrada antes de entrar.

- “Devagar, tá?” pedi, e ele assentiu,

- “Sempre, minha menina.” Centímetro por centímetro ele entrou, e depois de chegar lá no fundo, afirmou

- “Essa buceta é perfeita. Sentir ela na carne melhor ainda. Como é quente, macia, inchada”.


Começou a meter. Cada estocada era lenta, me preenchendo até o fundo, fazendo meu corpo balançar.

- “Tá gostando?” ele perguntou, uma mão no meu quadril, a outra subindo pra apertar meu ombro.

- “Muito... Continua,” gemi baixo, sentindo minha buceta apertá-lo, o prazer quente e constante. Ele mantinha o ritmo, sem pressa, cada movimento com intenção, como se quisesse gravar cada sensação.

- “Você é tão apertada,” ele disse, a voz rouca, e eu empinei mais, querendo senti-lo ainda mais fundo.


O jazz ao fundo misturava-se aos meus suspiros, e o momento parecia eterno, puro, como se fosse só nós dois no mundo. O novo orgasmo não veio. Nem meu, nem dele. Não o orgasmo clássico. Mas sentia meus pés formigando e minha buceta queimando em ondas de prazer quase explícito. Ele meteu demoradamente, enquanto tinha fôlego para isso, até que o pau, enfim, começou a perder rigidez, e parou.


Depois de me ter de quatro, Aquiles deslizou para fora.

- “Vem cá, Tânia,” ele disse, a voz agora mais suave, me puxando para deitar ao seu lado. Me aninhei no peito dele, ainda nu, o calor do corpo dele contra o meu, nossos suores misturados.

- “Você foi incrível,” ele murmurou, a mão grande subindo até minha nuca, os dedos acariciando devagar, me fazendo relaxar completamente.

- “Você também,” sussurrei, ouvindo a respiração dele, calma e profunda, como um ritmo que me embalava.


O jazz ainda tocava baixo, o cheiro de vinho tinto e sexo pairando no ar.

- “Hoje fui tua embarcação,” falei, lembrando a frase dele, e ele riu baixo,

- “E eu naveguei em você.”

- “Vc mergulhou em toda a profundidade”.


Fiquei ali, abraçada, sentindo uma paz que não explicava, encantada com a força silenciosa daquele homem. Ele não era só sexo, era presença, respeito, atenção. Quando me levantei, 3 horas e meia depois de ter chegado, saí leve, preenchida por dentro e por fora, a noite marcada como uma memória que eu sabia que ia carregar por muito tempo.



Comentários: