Minha namorada virou puta e eu virei corno manso.
- Temas: Traição, Amizade
- Publicado em: 16/09/25
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- Autoria: Cornodamulata25
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Desde o começo do namoro com Jô, eu sempre soube que havia algo nela que mexia com todos os homens à sua volta. Jovem, de aparência delicada, magrinha, mas com um encaixe perfeito para as mãos na cintura dela, pernas lisas e aquele olhar inocente que enganava qualquer um, morena de cabelo cacheado e uma boquinha carnuda. Até hoje me lembro da primeira vez que a vi de saia… A saia desenhava a bunda dela, na maioria das vezes ela nem usava calcinha, o que deixava mais marcado ainda. Mas nunca tinha sido uma saia tão curta como a que ela vestiu naquela noite.
E o detalhe mais cruel? Ela não quis vestir essa saia por vontade própria. Foi resultado de uma aposta idiota minha com meu melhor amigo, Elber.
Estávamos jogando futebol e combinamos: quem não levasse nenhum gol poderia impor qualquer desafio ao outro. Eu, confiante demais, aceitei sem pensar. Acabei tomando um gol bobo. Ele sorriu de um jeito estranho e disse: "Quero ver a Jô de saia curta, bem putinha, andando na rua." Você vai levá-la assim até a padaria.
Na hora, ri sem graça, mas algo dentro de mim se incomodou. Conhecia Elber desde criança e sempre notei os olhares que ele lançava para Jô. Aqueles olhares demorados, disfarçados, que a analisava por completo, era notável o quanto ele gostava de ficar perto dela. Eu nunca quis acreditar que ele sentia algo por ela… Mas naquele momento eu senti muito ciúme, fiquei sem entender, porque tinha que ser esse desafio, porque ele queria que eu fosse humilhado dessa forma.
Ela é minha namorada, cara, não posso exibir dessa forma.
Elber, com um sorriso safado no rosto, eu só quero ver como você vai ficar com tudo isso, cara, não é nada demais, respondeu ele.
Quando contei a Jô sobre o desafio, ela arregalou os olhos.
Você está maluco? Quer que eu saia assim, mostrando tudo?
Eu, todo sem graça: "É só uma aposta, amor." É a primeira e última vez que vou te pedir isso.
Ela cruzou os braços, encarando-me séria.
Você sabe que o Elber sempre me olhou diferente, não sabe? Está na cara que essa “aposta” é só desculpa para ele me ver desse jeito.
Naquele instante, senti muito ciúmes e raiva ao mesmo tempo. Eu sempre desconfiava, mas ouvir da boca dela me fez ficar envergonhado.
Você está exagerando, tentei defender o meu melhor amigo, mesmo sentindo ciúmes e duvidando da intenção dele.
Ela deu uma risadinha irônica.
Exagerando? Você é abestalhado demais… sempre esteve na cara. Ele sente tesão em mim, é louco para me colocar de quatro e foder a minha buceta. Com certeza ele está em casa agora, batendo uma, imaginando como eu vou ficar nessa saia. Com certeza ele também ama ver a sua cara de idiota. Ele arrumou um jeito de me ver vestida como uma puta, com você ainda por cima sendo corno.
Olhei para a saia em suas mãos e realmente parecia ser muito curta. Minha namorada estava praticamente me humilhando e tentando me convencer que meu melhor amigo, na verdade, só queria foder com ela, mas isso não entrava na minha cabeça.
Mas, no fim, ela suspirou e vestiu a saia. Quando ela se abaixou para calçar as sandálias, vi a calcinha fio dental toda enfiada no rabo dela. E percebi que, na rua, qualquer homem também veria.
A saia era muito curta, ela andava e a saia subia cada vez mais, deixando à mostra a poupa da bunda dela, uma bunda redondinha e empinada. Eu fiquei de pau duro olhando para aquela morena com carinha de inocente, mas estava parecendo uma puta e eu amei isso, mas também senti ciúmes.
Como combinado, antes da padaria, tínhamos que passar pela casa de Élber, que ficava no caminho. Eu já estava desconfortável, mas o pior seria ver a reação dele.
Quando Jô bateu na porta, Elber travou. O olhar dele percorreu cada centímetro do corpo dela, subindo pelas pernas até chegar na bunda dela.
Caralho, mano… você é um herói por trazer ela assim aqui. Disse, rindo, mas sem desviar os olhos dela.
Jô, para minha surpresa, não se escondeu. Ela puxou mais um pouco a saia, de propósito, e cruzou as pernas devagar ao sentar. Elber conseguiu ver a pequena calcinha dela, escondendo aquela linda bucetinha apertadinha; eu quase me enfartei.
Gostou do desafio, Elber? Ela perguntou com ironia.
Ele riu baixo.
Está além do que eu imaginava…
Eu estava com muita raiva; parte de mim queria levantar e socá-lo. Outra parte sentia um calor estranho de ver os dois trocando olhares.
Elber pediu para ela levantar e deixá-lo ver aquele corpo maravilhoso, Elber olhava dentro dos olhos de Jô, um olhar de desejo e muito tesão, era perceptível que ele queria tocar e beijar ela todinha, Jô levantou e a sua saia estava ainda mais em cima do que quando ela chegou na casa de Elber, ela deu uma voltinha exibindo a sua bunda, a saia já estava na metade da bunda dela, Elber estava paralisado olhando aquela calcinha pequena vermelha enfiada naquele rabo maravilhoso, os peitos de Jô durinhos no top que ela usava, com um decotezinho que deixa a mostra aqueles peitinhos pequenos, ela realmente estava parecendo uma puta, eu não sabia o que fazer, estava com tesão, ciúmes e raiva, estava me sentindo péssimo com aquilo, mas ao mesmo tempo queria que ele fizesse algo além de olhar.
Saímos dali e seguimos pela rua. Cada passo era uma tortura. Os homens na calçada, no bar da esquina, no ponto de ônibus… todos paravam o que estavam fazendo para olhar. Comentários vinham de todos os lados:
Que delícia, hein, princesa!
Se fosse minha, não deixava sair assim, não…
Olha essa bunda, meu Deus…
Que putinha gostosa, hein...
Vou enterrar meu pau nesse rabo...
Eu cerrava os punhos, com vontade de brigar, mas Jô só sorria, andando com rebolado, como se quisesse provocar ainda mais.
Está vendo, amor? Agora todo mundo sabe o que eu escondia só para você.
Meu peito doía. Eu não sabia se sentia raiva, ciúme ou tesão. Talvez tudo junto.
Os homens passavam por ela, loucos para pegar e beijar. A saia dela não parava de subir, eu puxava para baixo e, pouco tempo depois, a saia estava lá em cima novamente. Até que chegou um momento em que a saia já tinha passado do meio da bunda dela. Nessa hora, estávamos passando por um beco escuro, onde tinha dois homens parados conversando. Tínhamos que passar no meio deles. Quando estávamos chegando perto, tentei puxar a saia para baixo, mas dessa vez Jô não deixou.
Não era isso que você queria? Que seu amigo e outros homens me observassem vestida igual a uma puta, amor.
Agora aguente, disse ela com um tom de voz ríspido. O beco era muito estreito para passar os dois ao mesmo tempo no meio daqueles dois homens, então eu passei primeiro e Jô passou logo depois, mas assim que ela passou, os homens viram a saia dela toda levantada e a calcinha só o fio.
Um dos homens segurou o cabelo dela e puxou: "Venha aqui, vagabunda."
O outro homem segurou a cintura dela e deu um tapa na bunda dela. Jô, na hora, deu um leve gemido de dor misturado com tesão, mas, para nossa surpresa, os dois homens eram conhecidos da família dela e a reconheceram.
Jô, meu Deus...
Você está vestida assim, sua mãe sabe disso?
Jô, sem palavras, só puxou a saia, segurou na minha mão e saiu...
Eu não sabia onde enfiar a cara, também não sabia o que eu ia fazer se eles não fossem conhecidos, mas, para piorar, não sabia o que iria fazer quando toda a família dela soubesse do que estávamos fazendo.
Quando entramos na padaria, o silêncio quase tomou conta. Todos os olhares se voltaram para ela. Foi ali que vi o momento em que Jô cruzou o olhar com um homem alto, forte, negro, de ombros largos e olhar penetrante.
Ele a observou de cima a baixo, e percebi que ela também não conseguia desviar os olhos. Algo aconteceu naquele instante, algo que nunca tinha visto antes. Jô, pela primeira vez, desejou outro homem.
Eu queria acreditar que era coisa da minha cabeça, mas não era.
Jô não conseguia parar de olhar para os braços e mãos dele; pelo visto, ela gosta de caras fortes e eu não sabia. Além de não ter o físico, o homem se aproximou e segurou a cintura dela, deslizando até o meio das costas e descendo até a bunda dela.
Boa noite, posso saber o seu nome, morena?
Jô, ela disse, com a voz meio trêmula...
O meu é Jefão, ele é seu namorado?
Antes que eu pensasse, Jô respondeu, sim...
Foi um alívio escutar aquilo; eu pensei que ela não diria.
Jefão apertava a bunda de Jô e, aos poucos, levantava a saia dela. Os dois não paravam de conversar e Jefão não parava de tentar levantar a saia dela. Os clientes todos olhando, julgando não só eles dois, mas dava para escutar todos me chamando de corno manso. Eu estava de pau duro e morrendo de ciúmes.
Quando saímos, ele nos seguiu. A cada esquina, eu ouvia seus passos atrás. Meu coração acelerava, mas não consegui fazer nada. Quando viramos para passar no beco escuro novamente, ele estava lá, encostado na parede, esperando.
Provavelmente ele entrou em outra e foi correndo para chegar no beco primeiro.
Tem certeza de que ela é sua namorada?
Perguntou para mim, mas sem tirar os olhos dela.
Dessa vez Jô me deixou responder, sim, com certeza ela é a minha namorada.
Você quer ser apenas dele?
Jô pensou demais para responder; naquele momento eu enlouqueci por dentro, eu não estava acreditando que ela estava querendo fazer algo que não tinha feito nem comigo ainda.
Jô respondeu com um sorriso muito safado: "Para falar a verdade, eu quero ser sua também..."
Então fica quieto aí no cantinho, corno, e assiste.
Jô me olhou. Vi em seus olhos a mistura de medo, excitação e algo que nunca tinha visto antes, olhar de uma verdadeira puta, estava estampado na cara dela, ela queria foder com Jefão e eu não podia fazer nada.
Jefão segurou na cintura dela e a puxou, começou a beijar lentamente aquela boquinha carnuda e pequena, aos poucos ela foi se soltando e retribuindo o beijo, nossa, que beijo.
Mas Jefão não queria muita burocracia, levantou a saia e puxou a calcinha dela com tanta força que rasgou. Nessa hora eu pensei em falar alguma coisa, mas só consegui andar para mais perto e ver Jefão colocando ela de quatro com as mãos na parede. Jefão colocou o seu pau para fora da calça. Nossa, que rola enorme e grossa ele tinha.
Ele colocou a cabeça na porta da buceta da minha namorada e eu não conseguia fazer nada, estava paralisado e de pau duro, aquela rola enorme foi entrando aos poucos e Jô gemia alto, mas muito gostoso. Até que ele começou a meter, segurando o cabelo dela e batendo na bunda, três metidas na buceta e um tapa na bunda.
Jô olhou pra mim, coloca esse pau pra fora e bate uma, vai, seu corno...
Eu não podia fazer nada, a não ser obedecer...
Coloquei meu pau para fora e comecei a bater uma. Jefão puxou Jô e colocou para ela se segurar em mim. Nessa hora, ele meteu mais forte ainda, segurando na cintura dela e batendo na bunda. Ela gemia muito gostoso. Ela colocou a cabeça no meu peito e o gemido foi abafado. A única coisa que eu consegui fazer foi fazer um carinho no cabelo dela.
No meio dos gemidos e barulhos de tapas, ela sussurrou: "Goza pra mim, seu corno, goza, vai..."
Eu gozei muito, com ela no meu peito e Jefão arregaçando a buceta dela, logo em seguida ela gozou também, minha namorada gozou pela primeira vez e não foi comigo.
Jô era virgem. E, naquela noite, no beco, diante de mim, deixou de ser. Mas não comigo.
Eu fiquei paralisado, encostado na parede, assistindo enquanto ela era arregaçada de uma forma que nunca poderia esquecer.
A bunda dela já estava toda vermelha, as pernas estavam bambas, a verdade é que ela só estava ali aguentando porque eu estava a segurando.
Mas, pouco tempo depois, eu vou gozar corno, vou gozar dentro da sua princesinha, posso?
Um silêncio foi criado nesse momento, até Jô parou de gemer. Posso gozar dentro dela, corno? Responde, porra. Nem eu estava acreditando no que eu ia falar, mas, pela carinha dela, era isso que ela queria.
Goza dentro, eu disse com vergonha, ciúmes, raiva e tesão, tudo ao mesmo tempo.
Jefão virou Jô de costas para mim e pediu para ela abrir a buceta. Eu vi a porra dele escorrendo da bucetinha dela. Nossa, que coisa maravilhosa.
Quando tudo terminou, Jô estava ofegante, cabelos bagunçados, a saia amassada, a calcinha tinha rasgado, pernas tremendo. A bunda toda vermelha de marcas de tapas e a buceta toda arregaçada e cheia de porra, ela olhou para mim, e antes que eu dissesse qualquer coisa, ela disse ainda ofegante.
Agora você sabe que seu amigo sempre quis me ver como uma putinha… e conseguiu, mas não foi com ele a melhor parte, você queria que eu fosse uma putinha, agora eu sou uma puta cheia de porra escorrendo da minha buceta. Você deixou isso acontecer.
Eu não tinha resposta. Minha mente estava em caos. Parte de mim queria gritar, outra queria chorar, outra… sentia uma excitação doentia por tudo que tinha assistido.
Saímos do beco em silêncio. Eu sabia que nada mais seria igual.
