Reencontro com o Dono da Quitanda (1/3)
- Temas: novinha, velho, exibicionismo, submissão
- Publicado em: 30/08/25
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- Autoria: Liviamor
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Essa é uma continuação das minhas últimas histórias, não precisa ler as anteriores. Pode conter algumas referências ;)
Reencontro com o Dono da Quitanda
Parte 1>
Não é fácil ter um desejo que não se consome, que não acaba. Um desejo que arde constantemente e que te distrai todos os dias, os pensamentos são sempre intrusivos e parecem que, durante momentos importantes, acabam sendo mais intensos ainda.
Naquela tarde eu deixei bem claro que tinha virado a PUTA de um anão, foi uma trepada gostosa e excitante. Depois de tudo que aconteceu, eu ainda tinha que ir visitar o dono da quitanda, o Seu Antônio, eu prometi para ele que iria em sua casa na quinta a noite, que seria feriado.
Como contei na última história, enquanto eu estava dando para o anão, a minha amiga foi até meu quarto e viu estar aberto mais não tinha ninguém, então ela trancou e ficou com a minha chave. O Paulo chamou o zelador da república, Clélio, para abrir a porta para mim, ele acabou me pegando deitada no chão do quarto do anão, pelada e de pernas abertas com a porra do anão escorrendo da minha boceta (vou voltar nessa acontecimento depois). Mas pelo menos ele destrancou a porta do meu quarto e me deixou com a chave reserva, tomei um banho rápido e me arrumei, troquei de roupa e sai com a minha mochila com algumas coisinhas e depois fui para a rua passar um pouco de tempo, até porque não podia ficar na república, pois precisava evitar minha colega.
Depois de algumas horinhas na Livraria Cultura, eu liguei para o Seu Antônio e combinei com ele onde eu o encontraria, pois, não conseguiria pegar táxi para descer dentro da favelinha, então ele me encontrou no ponto de ônibus que eu sempre vou para pegar ônibus para a faculdade, foi o local mais fácil para a gente se encontrar. O caminho até lá foi rápido, até que ele passou, parou e eu entrei no carro e nos beijamos brevemente.
-Eu: Oi Seu Antônio, tudo bem com o senhor?
-Antônio: Achei que não ia mais lá em casa.
-Eu: Haha, eu disse pro senhor que viria, não disse?
-Antônio: Disse, mas eu estava duvidando. Hehe
-Eu: Mas agora eu estou aqui.
-Antônio: Eu bati muita punheta em sua homenagem desde aquele dia. Hehe
-Eu: Nossa, desperdiçou muito leite, eu queria.
-Antônio: Tem muito leite aqui pra você ainda. Hehe
-Eu: Eba! Vamos direto pra cama quando eu chegar, tá?
-Antônio: Que delicia, direto pra cama. Hehe
-Eu: E o seu vizinho está lá hoje?
-Antônio: Está sim, eu até falei que ia buscar minha namorada antes de sair. Hehe
-Eu: Ótimo, gostei. Haha, ele vai ouvir muito mais coisa hoje.
-Antônio: Eu abro as janelas todas pra você fazer o barulho que quiser. Hehe
-Eu: Sim, e nossa, pode ir com força igual da última vez, que eu gostei muito.
-Antônio: Combinado, vamos direto pra cama e eu vou meter com força.
-Eu: Já tô ficando molhada. Haha
-Antônio: E eu de pau duro.
Fomos conversando até chegar no portão da casa dele, nossa, quando chegamos o vizinho dele tava lá no quintal colocando toalha no varal, ele ficou bem surpreso quando me viu, talvez achou que a namorada do seu vizinho seria uma mulher mais velha, mas quando viu que eu era bem novinha ele ficou bem surpreso.
-Antônio: Esse é o Zé, ele que mora nessa casa aqui. E essa aqui é a minha namorada, a Lívia...
-Eu: Oieee, prazer, tudo bem?
-José: Tu-Tudo bem sim... E você?
Ele até gaguejou pra falar comigo.
-Eu: Estou ótima, obrigada!
-Antônio: Lívia, vamos lá botar o assunto em dia...
-Eu: Daqui a pouco eu volto aqui pra conversar com o Senhor.
-Antônio: O Zé... Daqui a pouco trago ela pra gente tomar umas cervejas, aguenta aí.
-José: Tudo bem, Até...
Entrando na casa do seu Antônio eu fui direto para o quarto, já tirando toda a minha roupa. Eu estava vestida até que bem comportada, camisa baby look e shortinho preto bem normal, era bem curtinho, mas não curto suficiente pra ser uma vadia. Fiquei peladinha e me posicionei de quatro pra ele na cama e puxei os travesseiros pra baixo de mim, queria sentir aquelas marretadas igual da outra vez.
Ele também não perdeu tempo, abriu as janelas da casa, acendeu todas as luzes, tirou a bermuda e a camiseta e parou atrás de mim com o pau duro, já passando na beira da minha bocetinha molhada.
-Antônio: Tô muito duro...
-Eu: Nossa... E eu já estou bem molhadinha.
-Antônio: Tava com muita vontade de meter a rola em você de novo...
-Eu: Então mete com força Seu Antônio, o senhor pode me comer igual uma vadia.
Ele segurou minha cintura e foi me puxando pra trás, o pau duro, grande e grosso dele foi entrando de forma suave e sem nenhuma resistência, eu já estava muito dilatada por causa da minha transa anterior, então o pau dele deslizou fácil pra dentro, sem dor nenhuma, senti somente um grande prazer.
-Eu: Hmmmmm... Nossa que delicia....
-Antônio: Caralho, que boceta gostosa... Ahhhhhh
-Eu: Vai seu Antônio, me come com força, tô com muita vontade de dar para o senhor...
Ele começou a me foder do jeito que eu queria, me puxando pra trás pelos cabelos e metendo com toda a força que tinha, não perdemos tempo, cheguei e fui direto levar vara daquele homem mais velho, queria ser arrombada por ele, eu já tinha adorado como ele me tratou da última vez. Com a puxada do cabelo minha cabeça até ardia, sentia entrando o pau inteiro dentro de mim, até mesmo as bolas batendo.
-Eu: Aiii... Ai... Issooo... Vai com... Força... Aiii... Aii...
-Antônio: Toma... Putinha.... Vadia deliciosa... Ahhh... Ahhh
-Eu: Isso seu Antônio... Me come.... Ahhh.... Aiii... Me come com força... Aiii... Aiii...
Meu corpo e minhas pernas até tremiam sem controle, eu não conseguia me controlar, o tempo ia avançando e ele não parava, muito menos diminuía o ritmo, ele era constante e metia com tudo, o barulho dos nossos corpos batendo eram intensos, até mesmo o som da minha boceta molhada era nítido: "PÁÁ! PÁÁ! PÁÁ! PÁÁ! PÁÁ!", com certeza o vizinho ouvia aquele barulho no meio dos meus gemidos de vadia.
E o homem não parava, o Seu Antônio parecia uma máquina, ele em pé, todo pelado e socando o pau bem fundo na minha boceta rosada depilada e babando de tesão, toda molhadinha, aquele pau duro socava e marretava em toda extensão do interior da minha boceta melada e batia com tudo no meu útero, eu estava adorando ele me comer com aquela força que eu até babava na cama.
-Eu: AHHH... AIII... AIII.... AIII..... AHHH.... HMMM... AHHHH....
-Antônio: Geme gostoso.. Geme no meu pau.... Gostosa!
-Eu: Ahhhh Seu Antônio... Ahhhh.... Seu Antônio... Ahhh... Que gostoso seu Antônio... Ahhhh... Ahhhh....
O tempo ia avançado, ele apertava e me puxava cada vez mais, ele estava aguentando todo esse tempo e parecia não dar sinal de parar, ele me puxava pra trás pelos cabelos cada vez mais forte. O que será que o vizinho dele estaria pensando naquele momento, com certeza ele estava ouvindo tudo, bem que ele poderia entrar ali e meter o pau na minha boca, nossa como eu estava excitada. Comecei a pensar até no anão me comendo ali no meio, me veio um monte de homem na minha mente que eu queria que estivesse ali, fazendo o mesmo comigo, eu estava insanamente excitada, comecei até a agarrar e puxar o lençol da cama enquanto ele me dava uns tapas bem forte no rabo, até que ele me pegou pelo pescoço com as duas mãos e me puxou com toda força para o lado dele.
-Antônio: Ahhh... Toma.... Ahhh... Só mais....... Um... Pouco.... Ahhh....
-Eu: Ahhhhh.... Aiii.... Aiii.... Aii..... Aiii.... Ahhhh.....
-Antônio: Mais um pouco... Mais um poucoo....
-Eu: AIII.... AIII..... AIII.... AHHH.... AHHHH... AIII.... AIII....
-Antônio: Mas um..... AHHH..... AHHHHHHHH
-Eu: AIIIIII..... AIIIII.... HMMMMMMM..... AIIIII..... AHHHHHHHH......
Aquele homem que me comeu igual uma vagabunda estava deixando um jato de porra quente dentro de mim, bem no fundo, deus, como eu gemi, meu corpo respondeu ao momento tremendo sem parar, até minha voz estava trêmula. Foi um ótimo jeito de começar aquela noite.
-Eu: Nossa... Ahhh... Ahh... Tô acabada...
-Antônio: Ahhhh... Eu também.... Fui com tudo...
-Eu: Foi mesmo... Achei que não ia parar...
-Antônio: Caralho... Gozei litros...
-Eu: Gosto... Gosto muito de fazer desse jeito, com muita força... Nossa, é muito gostoso. Olha... Não paro de tremer. Ahhh... é bom demais.
-Antônio: Menina, essa sua boceta é uma delícia, tem que ir com força pra arrebentar, depois encher de porra, "cê é louco", deliciosa demais.
A gente fez uma lambança, eu molhei muito, quase estava chegando no orgasmo. Eu não ligava mais pra nada, para quantos homens eu teria que dar pra ficar satisfeita? Eu estava ali naquela cama de solteiro de quatro, no meio da favela, dando para aquele homem velho, todo pelado, com o pau melado e com porra misturada com a baba da minha boceta, o suor escorria pela testa dele, estava todo suado pelo esforço.
-Eu: Ahhh... Ahhhh... Nossa... Não paro de tremer... Ahhh...
-Antônio: Hora que vi essa chupada no seu pescoço... Eu não resisti, aí fui com mais força... Queria ter prolongado, mas não aguentei.
-Eu: Nossa Seu Antônio... Foi muito forte... Muito gostoso dar para o senhor...
-Antônio: Mas e essa chupada aí? É do seu namorado? Hehe
-Eu: Você que é meu namorado, seu Antônio.
-Antônio: "Um dos", não é? Você deve ter vários namorados.
-Eu: Que eu estou chamando de namorado é só você por enquanto, até gostei da idéia.
-Antônio: Entendi... E você lembra que eu te falei da outra vez?
Eu estava tentando me recuperar, não conseguia parar de tremer.
-Antônio: Eu até vou gostar de saber que está transando com outros, lembra que te falei que gosto de ser corno?
-Eu: Ahh... Com essas pauladas que tava me dando, não tava lembrando de mais nada... Nossa... Haha
-Antônio: Essa chupada em você me deixou muito excitado, deixa ver de perto.
Ele chegou perto de mim na cama e deixou uma chupada bem do lado do que o anão da república deixou no meu pescoço.
-Antônio: Esse outro aí falou alguma coisa quando viu a chupada que eu deixei em você? Hehe
-Eu: Se eu te falar, ele deixou uma chupada no meu pescoço ao ver a sua.
-Antônio: Estou curioso, você transou com ele que dia?
-Eu: Você quer mesmo saber, né? Haha
-Antônio: Quero... Eu não esqueci da sua ideia de trazer um amigo pra cá pra você me trair com ele. Hehe
-Eu: Tá... Vou te falar... Eu transei com ele agora a tarde, algumas horas antes de vir pra cá.
-Antônio: Delicia, eu queria muito ter assistido isso, eu ia bater uma assistindo ele te comer e depois ia gozar na sua cara, você deixa?
-Eu: A gente pode arranjar alguém pra me comer e o senhor assistir, eu topo.
-Antônio: Você me deixa maluco assim...
-Eu: Essa é a intenção, haha, eu também gosto.
-Antônio: Que horas você vai embora? Vai ficar até mais tarde hoje? Eu quero te comer de novo e te dar um orgasmo antes de você ir.
-Eu: Haha, pra ser sincera... Pensei em passar a noite aqui com o senhor... Amanhã não trabalho.
-Antônio: Espera... Vai passar a noite aqui comigo? Até amanhã?
-Eu: Se o senhor deixar, fico aqui sim. Só pra ficar dando para o senhor de madrugada. Haha
-Antônio: Claro que vou deixar, vai ser uma delícia te comer durante a madrugada. Quero aproveitar bem esse tempo.
-Eu: Mas não vai te atrapalhar?
-Antônio: De jeito nenhum, eu estou é gostando disso.
-Eu: Então combinado, vou ficar aqui dando para o senhor até amanhã, haha
Eu então levantei da cama e comecei a pegar minhas peças de roupa.
-Antônio: Por mim você vestia uma coisa bem mais sensual agora. Hehe
-Eu: Eu trouxe a lingerie que você me deu na terça...
-Antônio: Eu ia levar é você lá pra conversar com o Zé... Então não pode ser lingerie... Pelo menos não ainda. Hehe
-Eu: Bem... Eu trouxe uma troca de roupa, tá aqui na minha mochila, acho que vai gostar.
Da última vez que estive na casa dele, eu estava com a roupa do trabalho e só, então antes de sair da república, dessa vez coloquei uma troca de roupa bem de vadia, além de biquíni, lingeries e alguns produtos de higiene. Aprendi com a situação a estar sempre preparada para uma diversão mais provocante e intensa.
Em breve posto a continuação =)
Beijinhos.
