A tia Solange

  • Temas: Coroa, insatisfeita, tio ausente, sexo total
  • Publicado em: 28/08/25
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Por vezes fico a pensar sobre o certo e o errado, será errado sentir tesão pela tia? Pois é, eu sinto o maior tesão pela tia Solange, uma coroa de cinquenta e dois anos, irmã mais velha do meu pai e casada com o tio Evandro. Na juventude dos meus dezoito anos, até que sou um cara boa pinta, já namorei e comi algumas gatinhas, mas todas não quiserem me dar uma segunda vez, disseram que meu pau é muito grande. Confesso que sou mesmo um pouco fora da média, minha rola mede vinte centímetros e grossa, meus amigos costumam me chamar de pé de mesa.


A tia Solange é alta, peitos grandes, quadril largo, bunda grande, coxas grossas e uma incrível cintura bem delineada, proporcionando ao seu corpo aquilo que podemos chamar de violão. Muitas e muitas vezes, na solidão do meu quarto, prestei homenagem a ela, gozando com punhetas memoráveis. Não sei precisar bem quando essa atração começou, mas acredito que foi desde que comecei a ter pelo no saco e a vi de maiô. Ela tem uma chácara de veraneio com piscina e todo verão ela passa alguns dias lá com a família, sempre fez questão que eu fosse junto.


Além da piscina, próximo à chácara também tem um rio com águas cristalinas e uma pequena cachoeira, onde costumamos ir. Lá a tia também sempre foi alvo de olhares curiosos de homens que, com certeza, gostariam de desfrutar daquele corpo tentador. Como é natural, com o passar dos anos algumas marcas no corpo se fazem notar, os seios já não são tão empinados, umas poucas celulites e estrias são percebidas, mas nada que a desmereça. Mais um verão chegou e lá fomos nós de novo na chácara.


Desta vez meus primos não foram, já trabalhavam, por isso apenas eu, a tia e o tio viajamos para a chácara. Era inevitável, toda vez que eu via a tia Solange de maiô, meu pau ficava duro e, para não chamar a atenção, sempre usei cueca e um short por cima, desta forma disfarçava a minha ereção. Além disso, ela sempre foi muito carinhosa comigo, me enchia de beijos e abraços, apesar de gostar, isso era uma tortura para mim. No terceiro dia que estávamos lá o meu tio recebe uma ligação da empresa, surgiu um problema sério com um cliente em outro estado que exigia a presença dele.


Minha tia ficou desolada e ao dizer que ia arrumar as malas para irmos embora meu tio falou:

- Nem pense nisso querida, fica aqui e aproveita com o Cauã, acredito que em uma semana estarei de volta.

Meu tio partiu de tarde e à noite minha tia preparou uns lanches para nós. Era a primeira vez que ficávamos completamente sozinhos, eu não sabia muito bem como me comportar, mas minha tia estava tranquila:

- E aí Cauã, me conta, muitas namoradas?

- Estou sozinho tia.


Ela deu um sorriso mostrando seus dentes perfeitos, alvos e disse:

- Não posso acreditar, um jovem tão bonito como você e sem uma namorada para aliviar as tensões.

Apesar de jovem não sou bobo e entendi muito bem o que ela quis dizer com tensões, melhor se ela tivesse sido direta e dizer aliviar o tesão:

- Pois é tia, a gente se vira como pode né – eu disse também sorrindo.

Ficamos ali falando sobre amenidades até uma certa hora e depois fomos dormir. Não preciso dizer que bati uma deliciosa punheta pensando nela.


Na manhã seguinte ao levantar, a mesa do café está posta e minha tia na lavanderia. Quando ela entra na sala eu quase que perco o fôlego, sua camisola, um tanto transparente, permitia visualizar as auréolas dos seios, mas ela agia com naturalidade:

- Vamos tomar café meu querido, hoje vamos na cachoeira.

Assim que terminamos o café, fomos nos trocar. Como ia estar sozinho com ela, ao invés de colocar a cueca por baixo do short, eu vesti uma sunga, que marca melhor o volume do meu pau, dependendo da situação eu tiro o short. Me troquei e fui para a sala. Pouco depois minha tia chega, vestindo uma saída de banho, deixando à mostra apenas parte das suas pernas, pensei que já fosse vê-la de maiô.


Pegamos nossa tralha e fomos para a cachoeira. É um lugar aprazível, na queda da cachoeira se forma um pequeno lago, cujas bordas se parecem com uma pequena praia. O local é bem conservado e se torna um ponto turístico, bem frequentado. Ao chegarmos algumas pessoas já estavam no local. Nos acomodamos e quando minha tia tira a saída de banho e meu coração dispara, ela usava um biquíni.


Ela percebe meu olhar atônito, dá um giro de corpo e pergunta:

- Não gostou?

Como poderia não gostar, era um biquíni pequeno, o sutiã deixava à mostra boa parte dos seios e a calcinha, não era um fio dental, mas do tipo asa delta, deixando visível boa parte do seu rabão delicioso. Não é preciso dizer que vários homens desviaram o olhar para ela, um deles até levou um beliscão da mulher que o acompanhava. Meio que gaguejando eu falei:

- Eu gostei, mas acho que o tio Evandro não ia gostar.

- Ele que me deu de presente, nunca usei porque achava pequeno demais.

- Tia, você está linda


Ela apertou minha bochecha e disse que eu era um amor de garoto. Não tive como segurar a excitação, ver minha tia naquele traje fez meu pau endurecer e num ato de ousadia eu resolvi tirar o short e ficar só de sunga. Ao ver a minha reação ela comentou:

- Caramba Cauã, pensei que ia passar o resto da vida vendo você só de short, está ótimo assim.

Ela disse isso olhando direto para o volume que se formava debaixo da minha sunga. Confesso que fiquei um tanto constrangido, eu era um frangote diante daquela mulher madura e experiente.


Ela estendeu a esteira, pegou o protetor solar e pediu:

- Vem cá meu amor, passa o protetor na titia.

Meu Deus, será que eu tinha ouvido certo. Vendo a minha indecisão ela insistiu:

- Vem logo, o sol está ficando forte e não quero ficar queimada.

Ela deitou de bruços e comecei pelas costas, depois para as pernas, de baixo e fui subindo até chegar perto da bunda e parei:

- Nada disso meu querido, pode passar na minha bunda também, se ela ficar queimada não vou poder sentar.


Meu pau já doía de tão duro que estava, alisar a bunda que eu tanto desejava, seria um martírio para mim, mas se ela pediu. Deslizei minha mão naquele rabo delicioso, minha excitação era tamanha que minha sunga ficou marcada com o mel que brotava da minha rola. Minha tia se vira, fica deitada de costas e diz:

- Agora na frente.

Comecei pelo seu rosto, pescoço e sem temer passei nos seios também. O curioso é que os biquinhos dos seus seios enrijeceram e eram visíveis, espetando o fino tecido do sutiã. Demorei mais do que era necessário e ela falou:

- Tem uma mão deliciosa meu querido, as garotinhas devem ficar malucas com você.


Mais uma insinuação da minha tia, o que será que ela está querendo? Desci para a barriga e caprichei, deslizei minha mão até o elástico da calcinha, minha vontade era de enfiar a mão dentro e tocar na sua buceta, mas é claro que me contive. Aos passar nas pernas, ela as entreabre um pouco para facilitar a minha ação nas grossas coxas. Capricho ali e ousadamente chego a encostar minha mão na sua buceta, como se fosse um ato descuidado, mas premeditado da minha parte, ela não ralhou comigo. Missão terminada, ela senta numa das cadeiras e quando me levanto, mais uma vez ela olha direto para o meu pau e vê a mancha na sunga. Ela sorri, olha para mim e diz:

- Tudo isso por minha causa, assim a titia fica lisonjeada.


Entrei no joguinho dela:

- Sabe tia, você é uma mulher atraente, bonita, não viu como os homens olharam para você quando ficou só de biquíni?

- Vi como você ficou e isso para mim foi o suficiente.

Sentei na outra cadeira e ficamos ali conversando. Quando o calor já era escaldante ela fala:

- Vamos entrar na água.

Ela pega na minha mão e caminhamos para dentro da praia que era aquela beira de rio. A água estava tépida. Entramos até a cintura e ela pede para irmos debaixo da cachoeira, para sentir a água caindo.


Era como se fosse hidromassagem, uma sensação deliciosa. Num determinado momento ela perde o equilíbrio e para evitar que ela caísse, eu a amparo, mas nesse momento, minha rola que permanecia dura, encosta na sua coxa. Com certeza ela sente a rigidez, mas não se afasta, pelo contrário, ela diz:

- Acho melhor você continuar me segurando, não quero correr o risco de escorregar.

Quem era eu para discordar de uma ordem como essa. A queda d’água nos dava uma certa privacidade, eu precisava saber até onde iria a permissividade da tia, por isso enlacei sua cintura, a abracei por trás e encoxei sua bunda, fazendo com que ela sentisse minha rola dura.


Também desta vez ela não esboça nenhuma reação, muito pelo contrário, dá uma rebolada como que ajustando melhor sua bunda contra a minha rola, ela estava gostando. Com a água até a cintura, eu ouso e começo a acariciar sua barriga, meu coração estava acelerado, queria descer minha mão mais um pouco, mas qual seria a reação dela? Só tinha um jeito de saber, tentar. Quando ia fazê-lo ela diz:

- Cauã meu amor, se continuarmos vão nos expulsar daqui, acho melhor irmos para casa, lá estaremos mais tranquilos, o que você acha?

Claro que concordei e saímos dali, fui tentando de todo jeito esconder o pau duro sob a sunga.


Chegamos em casa e eu não sabia ao certo o que fazer, mas minha tia estava decidida:

- Cauã meu querido, o que foi aquilo lá no rio?

Me fiz de desentendido:

- Aquilo o que tia?

- Aquela coisa dura espetando minha bunda.

Sem dar chance para que eu respondesse, ela se aproxima de mim, olha para a minha sunga estufada e diz:

- Menino do céu você deve fazer a alegria das menininhas.


Quem me dera, nenhuma quis transar comigo pela segunda vez e eu disse:

- Elas não gostam muito tia.

- Porque?

- Acho que você pode imaginar né.

- Acho que sim, mas gostaria ter certeza, posso ver?

Aquela conversa tinha alimentado a minha excitação e meu pau estava duro. Sem que eu tivesse alguma reação, ela se aproxima mais, passa a mão no meu pau, tira para fora da sunga e diz com espanto:

- Uau, o que é isso menino, que tamanho é esse, não acredito o que estou vendo.


Meu pau pulsava de tão duro e empinado, chegando quase a encostar na minha barriga. Ainda com meu pau na mão ela diz:

- Que loucura, nunca vi nada igual, o do seu tio é miudinho perto disso.

A intenção dela estava consumada e eu iria realizar o sonho de comer a minha tia. Passo a mão nos seios e sinto os biquinhos enrijecidos. Minha tia geme baixinho sussurrando:

- Ai que gostoso, aperta os bicos meu amor.

Solto o laço do sutiã e seus seios pendem soltos da prisão. Quando ia me abaixar para chupa-los ela diz:

- Vem meu querido, vamos lá na cama da titia.


Fui puxado pelo pau e ao chegar no quarto ela literalmente me jogou sobre a cama, ajoelhou entre as minhas pernas, olhou para mim e disse:

- Quero sentir o gostinho dessa delícia.

Lambeu a cabeça do meu pau, beijou, roçou os dentes que me fez arrepiar. Já fora chupado outras vezes, mas a boca da titia era diferente, parecia ser mais quente, principalmente quando ela começou a engolir minha rola. Tentou o máximo que pode, mas chegou só até a metade e engasgou. Babando ela falou:

- Queria engolir tudo, mas é grande demais essa delícia.


Puxei minha tia e colei minha boca na dela. O beijo já começou intenso, molhado, sugado. Nossas línguas se buscavam em frenesi. Eu estava possuído por um desejo enorme em sentir o corpo dela como um todo. Lambi seu pescoço, mordisquei sua orelha e senti sua pela ficar arrepiada. Desci minha boca para os seios e beijei com fervor. Com as mãos ela segurou suas tetas, ofereceu os bicos e falou:

- Vai bebezinho, mama bem gostoso na titia.

Chupei como um garotinho faminto, enfiei minha cara entre os seios e senti todo o calor daquele corpo maduro.


Corri minha boca para baixo e cheguei na sua buceta, recoberta por pelinhos bem aparados. Ela arreganhou as pernas e pediu:

- Chupa gostoso minha buceta bebê, porque seu tio não gosta muito de fazer isso.

Olhei para aquela fenda molhada, o grelo saltava para fora dos lábios e eu não resisti, colei minha boca nele e suguei com vontade. Enfiei minha língua o mais profundo que consegui, lambi seus lábios melados e me deliciei com o seu mel que vertia abundante. Meti um dedo, depois dois e sincronizei os movimentos com a ação da minha boca, foi fatal, minha tia começou a gozar freneticamente:

- Porra que coisa gostosa bebê, chupa forte a titia, vou encher sua boca com minha porrinha, seu safado delicioso.


O orgasmo veio forte, convulsivo, o corpo da minha tia tremia todo, nunca tinha visto nada igual. Minha boca e meu rosto ficaram melados do seu suco agridoce, mas me mantive firme ali, até seu tremor cessar. Mal ela se recuperou do seu prazer foi logo dizendo:

- A titia quer leitinho na boca, vem me dar, meu machinho tesudo.

Ela permaneceu deitada, me posicionei, deixei meu pau perto da sua boca e ela começou a mamar. Chupou, lambeu, enfiou minhas bolas na boca, apertou minha bunda me puxando contra si e isso tudo foi insuportável para mim.


Por mais que tentei me controlar, foi inevitável, eu gozei, e como gozei, meu Deus, como nunca tinha acontecido antes. Nem sei quantas golfadas foram, mas não parava mais e minha tia ficou ali, firme com meu pau dentro da boca e recebendo todo o resultado do meu prazer. Ela engoliu tudo, passa a língua nos lábios dizendo:

- O que foi isso menino, quase me afogou de tanta porra, mas foi bom demais.

O vigor da minha juventude fez com que meu pau não perdesse a rigidez, permaneceu duro e minha tia deu vivas a isso:

- Nada como um jovem garanhão, seu tio só da uma e quando dá, logo fica murchinho, olha só essa pica ainda dura e pulsante, vem cá meu tesouro, fode a buceta da titia, deixe-a arrombada com esse pauzão.


Deitei sobre a minha tia e ela mesma guiou meu pau para a entrada da sua buceta que, apesar da idade, era bem apertada. Forcei e ela pediu:

- Devagar meu querido, não estou acostumada a receber uma visita dessa envergadura, deixa a tia comandar a penetração.

Assim aconteceu, deixei meu corpo parado e ela foi se movendo, à medida que ia entrando ela dizia:

- Agora, mete mais um pouquinho.

Foi assim que depois de algum tempo meu pau estava todo dentro dela que choramingava:

- Puta que pariu que coisa boa, isso sim que é um caralho de verdade, não aquela merdinha do seu tio, me fode forte agora, vai, soca essa vara na titia.


Eu meti hein, soquei firme o pau na minha tia que delirava, dizia palavras desconexas, suava, seu corpo estava coberto de gotículas que eu aproveitava para lamber. Ela envolve meu corpo com suas pernas e diz:

- Vou gozar putinho, mete forte e fundo.

Eu estava alucinado, minha tia, objeto do meu desejo e inspiração das minhas punhetas estava ali, debaixo de mim, prestes a gozar no meu pau, era demais e eu disse que também iria gozar:

- Goza meu lindo, enche a buceta da tia de porra, pode gozar dentro.


Nós dois gozamos, com nossas bocas coladas num beijo intenso e cheio de tesão. Após o estertor do prazer permanecemos deitados por alguns minutos, trocando carícias até ela dizer:

- Depois de sentir sua rola me fodendo do jeito que fez, vai ser difícil sentir prazer com seu tio.

- Por isso não tia, estarei sempre ao seu dispor, basta me chamar.

Ela segura no meu pau que já dava sinais de uma nova ereção e diz:

- Que fogo é esse moleque, já está ficando duro de novo!


Eu sorri e falei que ela era a causa de todo esse meu tesão. Puxei-a contra meu corpo e sua bunda ficou virada para cima, alisei, dei um tapa e falei:

- O tio deve fazer a festa nesse bundão né?

Ela deu uma sonora risada e falou:

- Que nada meu querido, seu tio é cheio de melindres e frescuras, canso de pedir para ele lamber, comer a minha bunda, mas ele sempre dá uma desculpa.

- Você gosta de dar bunda tia?

- Vou te contar um segredo, gosto tanto que até comprei um consolo para brincar com ele.


Era tudo o que eu precisava ouvir e não perdi tempo:

- Deixa eu comer seu cuzinho?

Com certeza ela queria isso, pois logo ficou de quatro e disse:

- Ele é todo seu, faça o que quiser.

Fiquei atrás dela, admirando aquele bundão, passando as mãos e expus seu cuzinho. Já lambi o cuzinho das garotas que comi, não tenho frescuras e era evidente que minha tia queria, por isso caí de boca e lambi suas pregas. Me deliciei naquele rabo que piscava a cada toque da minha língua. Enfiei um dedo, depois dois e por fim um terceiro. Girei os dedos para lacear bem aquelas pregas que logo receberiam minha rola.


Ela rebolava feito uma gazela no cio e dizia:

- Ai como é bom alguém brincando no meu cu.

Sentindo que ela estava preparada, tirei os dedos e encostei a cabeça da rola na entrada do seu cuzinho e forcei. Ela deu uma recuada e pediu:

- Devagar menino, sua pica é mais grossa que o meu consolo.

Amenizei a minha ansiedade em meter logo e fui cauteloso. Ela mesma também movia a bunda contra meu pau, demonstrando o quanto eu podia avançar. Foi nesse joguinho que logo meu pau estava todo dentro do seu rabo.


Ela empinou a bunda, enfiou a cabeça no travesseiro, agarrou o lençol com as mãos e entre soluços pedia:

- Isso garoto, arregaça meu cu, deixa a tia arrombada, ai meu Deus, que coisa boa.

Eu metia feito um alucinado e minha tia pedindo cada vez mais:

- Vai seu puto, mete com força, quero sentir seu saco batendo na minha buceta.

No clímax da sua entrega ela fala:

- Incrível, estou quase gozando pelo cu, nunca me aconteceu isso, me faz gozar moleque safado.


Eu também não estava mais conseguindo segurar meu gozo, por isso acelerei ainda mais o meu movimento pélvico e quando ouço ela dizer que estava gozando eu digo:

- Vou gozar tia, vou encher seu rabo de porra.

Nós dois estávamos extenuados e ficamos jogados sobre a cama. A noite começava a cair quando fomos tomar banho. Ela ensaboou meu corpo, dedicou muita atenção ao lavar meu pau, não se cansando em dizer o quanto o achava bonito. Depois do jantar ficamos sentados na sala assistindo TV e foi quando minha tia falou:

- Tenho uma amiga, a Catarina, tenho certeza que ela iria gostar muito em conhecer você, o que acha meu querido?


Dei um sorriso maroto e falei:

- Ela é tão gostosa quanto você?

- Tem o corpo muito parecido com o meu, dois anos mais velha, mas muito conservada.

- Então será um prazer em conhece-la.

Meu tio ficou fora uma semana e transei com minha tia todos os dias, alguns até duas vezes. Terminada as férias voltamos à rotinha, mas vez por outra eu me encontro com a minha tia e transamos adoidados, até que ela me apresentou a amiga, mas isso eu conto depois.


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