Brincando de ser Vadia
- Temas: novinha, velho, interracial, exibicionismo, submissão
- Publicado em: 05/08/25
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- Autoria: Liviamor
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Essa é uma continuação das últimas três histórias que postei. Contém algumas referências, mas não precisa ler as anteriores. ;)
Um breve resumo, nos dois últimos dias daquela semana em que mudei para a república aconteceram várias coisinhas. Primeiro, eu me envolvi com o porteiro do prédio em que morava com meus tios. No mesmo dia, acabei pagando um boquete no meu vizinho de quarto, que era um anão, e por último, transei bem gostoso com o dono de uma quitanda perto do meu trabalho, onde eu era estagiária. Faltei dois dias seguidos do cursinho, mas não me arrependi, eu estava adorando o gostinho da minha nova liberdade, não tinha que dar satisfação para ninguém quando saía ou quando voltava.
Se bem que, para mim, seria ótimo ter alguém me mantendo com o pé no chão e me cobrando responsabilidades, eu estava me tornando uma garota muito descontrolada.
Eu fiquei com assuntos pendentes com esses três últimos homens, além disso, eu contava tudo que acontecia para o meu amigo de Campinas, ele era quem me influenciava cada vez mais a ser promíscua. Isso que há pouco tempo atrás eu estava me divertindo exclusivamente com taxistas, minhas ações e aventuras mais fáceis e controladas, eram previamente planejadas.
Mas com a minha liberdade recém-conquistada, tudo acontecoa de forma muito aleatória, não tinha planejamento, eu só aceitava.
E na quarta-feira, dia seguinte da minha aventura com o dono da quitanda, eu já fui trabalhar mais animada, afinal tive um delicioso orgasmo na noite passada, gritei igual uma vadia com as marretadas que levei, tive até que passar uma boa maquiagem para esconder a chupada que ele me deixou no pescoço, estava muito visível. Também tem o detalhe de que evitei encontrar minha colega dentro da república, não queria dar satisfação do porquê faltei dois dias do cursinho e também evitei o máximo possível encontrar o anão que era meu vizinho de quarto, eu sabia que a gente acabaria na cama e que dessa vez não seria só uma mamada.
Mas, como disse, essa era uma semana com muitas anomalias.
Quando passei na quitanda durante a hora do almoço para pegar umas coisinhas, o Seu Antônio (que me comeu na noite passada) já abriu aquele sorrizão ao me ver. Nos cumprimentamos de forma meio vergonhosa, sim, eu ainda sinto vergonha pelas coisas que faço, tinham até mesmo algumas outras pessoas ali dentro fazendo compras. Ele disse o quanto gostou da noite passada, eu também correspondi, a noite passada foi sim, uma delícia.
- Seu Antonio: Menina... Eu não consigo parar de pensar em você... Quando vai passar lá em casa de novo?
- Eu: Nossa... Eu também gostei muito de ontem. Hoje eu preciso ir pro cursinho, mas posso ver de passar lá amanhã, é feriado, o que acha?
- Seu Antonio: Eu quero, amanhã eu vou passar o dia na casa da minha filha, mas vou estar em casa à noite, vai lá para casa.
- Eu: Posso ir à noite sim, melhor ainda. Chegando, vamos direto para a cama fazer daquele jeito de novo, bem gostoso.
- Seu Antonio: Só de falar, eu já estou com vontade...
- Eu: Foi muito bom, eu amei. Eu quero fazer aquilo de novo.
- Seu Antonio: Então é só você ir lá para casa.
- Eu: Tá bom então, combinado! E o seu vizinho? Ele chegou muito tarde ontem?
- Seu Antonio: E pior, ele já estava lá...
- Eu: Sério? Nossa... A gente não escutou ele chegando...
- Seu Antonio: Ele tinha chegado mais cedo, ele estava cochilando quando a gente começou.
- Eu: Mas ele escutou algo?
- Seu Antonio: Escutou, eu perguntei pra ele e ele disse "mas essa é barulhenta".
- Eu: Haha, nossa, quero fazer mais barulho dessa vez, já deixa tudo aberto para quando eu chegar lá amanhã.
- Seu Antonio: Você quer que ele veja de todo jeito, não é mesmo?
- Eu: Quero, vai ser excitante.
- Seu Antonio: Leva a lingerie que eu te dei, eu gostei, vamos fazer mais forte dessa vez.
- Eu: Ebaaa, eu quero, super topo!
Conversamos mais um pouco de forma bem discreta, depois me despedi e voltei para o trabalho. Já o resto do dia foi normal, mas quase às 16h o meu amigo de Campinas (Rogério) me ligou todo afobado. Eu tive que ser bem discreta ao falar com ele no celular.
- Rogério (cel): Te falar, arranjei uma coisa pra você... Mas precisa se arrumar correndo e ir para a rodoviária, tem que ir só agora.
- Eu (cel): Mas eu estou no trabalho... E tenho que ir para o cursinho hoje...
- Rogério (cel): Isso para mim não interessa. Você queria que eu arranjasse alguém, minha parte eu fiz. Só escuta, tem um cara aqui da academia que estava dizendo que vai para São Paulo pegar os filhos, aí eu disse que tinha uma amiga que estava esperando na rodoviária até amanhã, mostrei você para ele no Facebook e passei seu número, vou te mandar o dele para combinar algo, inventa qualquer coisa para sair com ele.
- Eu (cel): Nossa... Mas está muito em cima da hora, não vai dar tempo...
- Rogério (cel): Você vai ter que se virar, depois você me avisa se deu certo, só isso que quero saber, então vai logo e não perde tempo.
Eu pensei rápido e avisei meu gerente que precisava sair um pouco mais cedo para resolver um problema, peguei um táxi e fui para a república trocar de roupa. Assim que entrei no táxi, comecei a rir do quão boba eu era, não precisava fazer nada que ele me pedis, eu poderia simplesmente ignorar. Mas sou movida pela curiosidade e pelo desejos, tive medo de perder o momento, aquilo não estava nos meus planos, mas mesmo assim eu queria ver onde ia dar. Até me perguntei por que eu não estava satisfeita com os últimos dias, já tinha me divertido mais do que deveria e iria faltar do curso novamente. Mas eu corri para a república, tomei um banho rápido, troquei de roupa para algo mais bonito e peguei outro táxi até a rodoviária. Levei até uma mochila com algumas coisas só para fingir que eu realmente tinha chegado de viagem, era uma ideia muito idiota.
No caminho, liguei para o número que ele me passou, o homem que me faria companhia se chamava Alexandre. Aí conversamos e combinamos onde eu ia encontrá-lo na rodoviária, inventei que vim pra São Paulo passar alguns dias na casa dom meus tios, mas que o voo deles tinha atrasado e que só chegariam amanhã, então estava presa sem o que fazer na rodoviária e não saía porque tinha medo, era uma mentira mal elaborada, não tive tempo de criar uma melhor, mas ele ainda demoraria para chegar, então fiz toda aquela correria sem motivo.
Quando cheguei na rodoviária, subi e achei um lugar para sentar e esperar, pensei coisas idiotas a todo instante, olha o trabalho que eu estava tendo só para dar uma trepada com um desconhecido, será que eu estaria sendo igual a uma acompanhante de luxo? Se bem que uma acompanhante ganharia algo pela noite, eu não ganho nada, então por que eu estava ali? Era só por causa da curiosidade ou o desejo intenso que ardia em meu corpo? Era isso que me controlava? Eu não sei, tinha muitas coisas que eu fazia que não tinham sentido algum.
Esperei no mesmo banco daquela rodoviária por quase uma hora. Quando ele me ligou dizendo que estava parado ali perto, comecei a sentir calafrios e uma forte ansiedade. Achei que já tinha superado essas sensações, acho que saber que eu vou para o abatedouro para as mãos de um estranho, me deixava muito excitada.
Bem, eu desci e procurei pela placa do carro, quando vi ele, me apresentei, ele saiu do carro e veio me cumprimentar com um abraço e um beijo no rosto, eu tinha medo de ser um homem bem novo, mas ele estava na casa dos quarenta, é o único quesito para estar comigo. Aliás, ele até que era bem bonito comparado aos meus últimos parceiros, forte, os braços eram quase mais grossos que minha coxa, parecia um touro negro, ele estava bem arrumado, como se fosse para sair em um encontro. Mas eu também estava arrumada para um encontro, vestido floral curto, de alcinha bem solto, jaqueta preta que deixava meu decote um pouco controlado e botas de cano alto, não era algo sensual, mas eu estava bem bonita. Ele usava uma camisa social azul-marinho bem colada e calça jeans preta, cabeça toda raspada e barba feita, sem contar que estava muito cheiroso.
- Alexandre: Então você é a Livia!
- Eu: E você é o Alexandre? Haha
- Alexandre: Já vi que você é bem engraçadinha. Hehe.
- Eu: Haha, acho que é porque estou aqui há muito tempo...
- Alexandre: Então, que chato isso com seus tios. Aí você não tem onde ficar até amanhã?
- Eu: Acho que vou ficar em um hotel, será que tem algum aqui perto?
- Alexandre: Com certeza vários, aqui tem tudo. Você ficou com medo de sair da rodoviária?
- Eu: Sim, nossa, tem muita gente aqui, fiquei com medo de sair, até tentei. Mandei até mensagem para o Rogério para ver se ele me ajudava, porque ele diz que sempre vem para cá.
- Alexandre: Mas entra, vamos achar um lugar para você ficar, deve ter muito lugar aqui perto.
Coloquei minha mochila atrás e entrei no banco do passageiro, na frente.
- Alexandre: Você conheceu o Rogério como?
- Eu: Ah, ele é amigo da família faz tempo... E você?
- Alexandre: Faz uns dias que sou o personal dele lá na academia.
- Eu: Ahhhh, entendi!
- Alexandre: Vou pesquisar aqui no celular algum hotel para você.
- Eu: Muito obrigada mesmo, nossa... Ia ser ruim ter que passar a madrugada na rodoviária.
- Alexandre: Isso é verdade... E você está com fome? Quer comer algo?
- Eu: Olha, eu comi um salgado lá na rodoviária, mas eu comeria alguns petiscos.
- Alexandre: Entendi, então pode ser uma lanchonete ou um barzinho, o que você prefere?
- Eu: Hmmm, não sei qual, qual é o mais perto da gente?
- Alexandre: Então, não conheço muito essa região.
- Eu: Tem algum lugar que você esteja acostumado a ir?
- Alexandre: Tem uns bares no centro que sempre vou, você topa? Mas é um pouco longe.
- Eu: Não vai te atrapalhar? Se você quiser, eu topo!
- Alexandre: Não atrapalha não.
Conversamos bastante no caminho, mas em nenhum momento ele citou que ia buscar os filhos ou coisa similar, disse apenas que veio visitar o irmão dele. Fiquei em dúvida se meu amigo de Campinas me passou informação errada ou se ele omitiu essa informação propositalmente. Até porque, mesmo que ele falasse que tem filhos, isso não me incomodaria, a maioria dos homens com essa idade tem filhos.
Ele parou em um estacionamento e tivemos que andar algumas quadras, o bar estava em uma esquina no calçadão, eu já conhecia o lugar, mas tinha que fingir estar perdida. Sentamos, ele pediu cerveja e eu pedi um suco, expliquei para ele que eu não bebia, mas aceitei tomar uns goles da cerveja dele. Ficamos um bom tempo conversando, preferências musicais, o que a gente gosta de fazer, faculdade e sobre exercícios físicos.
- Alexandre: Então, você faz ioga?
- Eu: Fazem uns dois anos já, academia não fiz ainda, mas eu ando muito, conta? Haha.
- Alexandre: É bom fazer uns exercícios para definir melhor o corpo, depende do objetivo. Caminhar sempre faz bem para a saúde. Ioga é bacana, mas indico sempre fazer academia.
- Eu: Entendi, quem sabe eu não consiga uma academia perto de casa. Haha.
- Alexandre: Se fizer combinado com as caminhadas e a ioga, vai ter um resultado legal.
- Eu: Mas se eu te falar que a Ioga é só para ter flexibilidade, eu pratico ela todo dia.
- Alexandre: Ajuda mesmo? Alguns lugares em que trabalhei ofereciam pilates.
- Eu: Pilates nunca fiz, mas ioga é bem relaxante e funciona bem para deixar o corpo mais flexível.
- Alexandre: Interessante... E fazem dois anos que você pratica?
- Eu: Sim, um pouco mais para ser exata, já estou pronta até para dar aula, haha.
- Alexandre: Bom saber, hehe. Quem sabe a gente não troca alguns serviços.
- Eu: Com certeza. Haha.
Independente do assunto que a gente estava, ele evitou a todo momento o assunto de idade. Eu tinha curiosidade de perguntar a idade dele, mas resolvi deixar rolar. A conversa passou a ser divertida e falamos muito sobre nossos passatempos. Conversamos por mais de duas horas até esse momento, ele acabou bebendo várias cervejas e estava bem alegrinho. Em dado momento em que falávamos sobre viagem, ele quis mostrar algumas fotos, mas a gente estava em uma mesa que tinha apenas duas cadeiras e eu estava do lado oposto. O barzinho estava até que bem cheio para o horário, ainda mais por conta do feriado. Para facilitar a conversa sobre viagem, eu levantei e arrastei minha cadeira até o lado dele e continuei vendo as fotos, ficamos bem próximos um do outro. Ele até entregou o celular na minha mão para eu passar as fotos, aí colocou uma mão atrás do encosto da minha cadeira e ficou bem encostado em mim enquanto eu fingia interesse no que via no celular.
Ele explicava sobre algumas delas, muitas eram eventos que ele foi de musculação, levantamento de peso, a maioria mostrava ele e seu corpo bem definido. Eu fingi estar muito interessada e dava zoom em várias das fotos para demonstrar algo mais. Nisso, conversa vai e conversa vem, ele começou a fazer carinho no meu braço com a mão que passava por trás das minhas costas. Notei que, depois de tantas saídas que tive com homens desconhecidos, essa seria a primeira vez que tive uma conversa profunda com alguém.
No meio desse carinho que ele fazia no meu braço, eu comecei a encostar minha cabeça em seu ombro e, segundos depois, com a mão que estava livre, ele começou a acariciar meu rosto. Eu inclinei e nossos lábios ficaram bem próximos e ele começou a esfregar a boca bem perto da minha, até que começamos a nos beijar suavemente. Foi o primeiro momento após horas em que ficamos em silêncio. Mas assim que nos beijamos, não paramos mais, os beijos eram longos, usávamos a língua, ele me acariciava bastante no rosto e a sua mão logo encontrou seu caminho entre as minhas pernas, ele apertava e acariciava minhas coxas com fervor. Só que a gente estava se controlando muito, o local onde estávamos no barzinho era no canto, mas a nosa diferença de idade chamava muito a atenção, por estar lotado ficou difícil avançar mais do que isso. Mas continuamos os beijos por mais um tempo, até que ficou difícil ignorar os olhares fixos das outras pessoas.
- Alexandre: Acho melhor a gente ir...
- Eu: É mesmo, acabou ficando muito tarde.
- Alexandre: Sim... E, apesar de amanhã ser feriado, tenho um compromisso importante.
Mas terminamos no bar e voltamos para o carro, tivemos mais algumas conversas até chegar na porta de um hotel bem simples que ele tinha achado no Google.
- Alexandre: Esse aqui serve para você?
- Eu: Serve sim...
- Alexandre: Será que eu consigo usar o banheiro?
Entendi na mesma hora o que ele queria, era subir comigo para garantir a noite, é claro que eu iria deixar, porque também estava querendo garantir a minha.
- Eu: Consegue sim, você pode subir comigo para usar o banheiro.
- Alexandre: Ótimo, eu esqueci de ir lá no bar.
Fiz de conta que acreditei, então fomos até a recepção do hotel para dar entrada, mas para dar certo, falei rapidamente com o atendente.
- Eu: Oi, queria um quarto de hoje para amanhã, só uma diária.
O atendente era um rapaz novo, nos seus 20 e poucos anos, ele olhou para o Alexandre e para mim.
- Atendente: Cama de casal?
- Eu: Sim!
Assim que respondi, o Alexandre olhou para minha cara e não falou nada, mas parece ter entendido o que ia acontecer. Preenchi a entrada mentindo minha idade, pegamos a chave e fomos para o quarto, disse para o atendente que não precisava nos acompanhar. Quando entramos no elevador e começamos a subir, ele me lascou um beijo bem gostoso enquanto me apertava contra ele, mas dessa vez pegando na minha bunda e apertando, com a diferença de altura, tive até que me levantar para alcançar os seus lábios. O beijo durou até o elevador parar e a gente sair.
- Alexandre: Hoje à noite foi boa, não acha?
- Eu: Simmm, eu me diverti muito.
- Alexandre: Que bom que você se divertiu.
Chegamos até o quarto, eu entrei primeiro já tirando minha jaqueta, ele trancou a porta e veio até mim.
- Eu: E você, se divertiu?
- Alexandre: Eu ainda quero me divertir mais um pouco.
Ele veio para cima de mim e começou a me beijar, passando as mãos pelos meus seios e bunda, até o momento em que ele puxou o zíper do meu vestido e abriu. Nós não parávamos de nos beijar, enquanto a língua dele estava dentro da minha boca eu fui tirando meu vestido, eu também comecei a desabotoar a camisa dele e nossa, ele tinha muito músculo, era tudo muito grande e exagerado.
Assim que tirei a camisa dele, fui beijando seu peitoral e continuei descendo, passei pelo abdômen até chegar na calça, soltei o cinto, o zíper e puxei a calça para baixo, ele estava de boxer preta e com um grande volume de excitação. Me ajoelhei na frente dele, puxei a boxer para baixo e nossa, aquele pau duro depilado cheio de veia estava durinho na minha cara, a cabeça era bem grande e vermelha e tinha muito caldinho na ponta, fui beijando e lambendo devagar, sem pressa e aproveitando o momento com ele passando a mão na minha cabeça, sem me apressar. Comecei a mamar bem devagarzinho, só a cabeça, e engolindo cada vez mais.
- Alexandre: Que delícia de boca, que visão maravilhosa, caralho!
- Eu: Hmmmmm... Slurp.
Fui bem devagar e de forma ousada, chupando aquele pau da cabeça até o talo, sentia até as veias na minha língua e com os olhos virados para cima, eu também me deliciava com a visão daquele homem na minha frente em pé, socando o pau na minha boca. Aquelas mãos que seguravam minha cabeça começaram a me guiar, me puxar para frente e para trás enquanto toda a extensão daquele pau preto da cabeça vermelha deslizava para dentro da minha boca e as bolas batiam ligeiramente em meu queixo. "Vou deixar ele fazer o que quiser comigo", era o que eu pensava.
Depois de umas belas chupadas, ele me levantou e me empurrou para a cama, me deitando. Ao levantar minhas pernas, ele mesmo tirou minha calcinha, foi beijando dos meus pés até minha virilha, deu vários beijos em volta da minha boceta depilada e molhada, de forma suave, começou a beijar e chupar meu clítoris. Eu me torcia de prazer com aquele hálito e saliva quente me chupando e passando a língua em várias direções, até que senti um dedo entrando, bem devagar, entrava e saía enquanto ele me chupava. Quando ele percebeu que eu já estava bem molhada, começou a socar os dedos em mim com força e velocidade, eu me contorcia e gemia deitada naquela cama de hotel.
- Eu: Ahhh... Ahhh... Nossa.... Hmmmm.... Delícia.... Haaaa.... Issooo.....
Quando ele parou, se levantou e puxou minha perna esquerda para cima, me deixando parcialmente em cima da cama, consegui ver ele roçando o pau na minha boceta e começando a me penetrar, eu vi aquele pau entrando todinho em mim bem devagar, aquele negão bombado estava metendo seu pau preto, duro e cheio de veias em mim, eu via tudinho e isso me matava de tesão. Então ele começou a meter, cada vez mais forte e mais rápido, no que metia ia me puxando para fora da cama, até eu ter que me segurar com as mãos enquanto ele me fodia com força, me arrastando igual a uma cadela.
- Eu: Isso... Mete... METE com força... Hmmm... Aiii.... Ahh... Ahh.... Hmmmm....
- Alexandre: Vou meter... Com força... Sim... Gostosa... Delícia...
- Eu: Issooooo... Fodeee.... Fode sua vadia.... Fodeee... Ahhhh....
Eu lá, sendo arrastada pelo quarto, de cabeça pra baixo e usando minhas mãos pra apoiar enquanto ele me fodia naquela posição, enquanto aquele pau entrava e saía ferozmente, um touro gigante que dominava uma criatura inferior, a visão era deliciosa, eu estava amando ele me arrastar daquele jeito. Quando ficou sem espaço para mover, ele me ergueu como se eu fosse nada e me devolveu para cama e veio para cima, meteu e começou a me beijar enquanto eu cruzava minhas pernas atrás de suas costas. Ele não parava de meter, o ritmo ia aumentando cada vez mais. Ele soltou minhas pernas e as posicionou em seus ombros e me levantou da cama, me deixando no ar e me fez quicar em seu pau preto, eu estava sendo jogada para cima e para baixo sem dó, quanto era pra descer ele me puxava com força contra ele, fazendo aquele barulho delicioso de impacto de nossos corpos se encontrando. Ele era um animal, quando ele começou a gemer sinalizando que ia gozar, eu o agarrei em volta do pescoço com mais força ainda e o envolvi com minhas pernas.
- Eu: Ahhh... Ahh... Não para.... Ahhh... Goza dentro... Ahhh.... Me enche de porra.... Ahhh... Hmmmm.... Hmmm.....
- Alexandre: Vou.... Gozar..... AHHHHHHHH
Ele me encostou na parede e me pressionou enquanto gozava bem dentro da minha boceta, gozou bem no fundo, eu vi aquele touro gemendo e gozando de forma deliciosa. Quando ele se recompôs, me levou até a cama e me colocou deitada, quando seu pau saiu dentro da minha boceta deu aquela vazada de leite, quando vi o corpo dele estava todo suado pelo esforço. Então, ele se deitou do meu lado.
- Alexandre: Ufa... Gozei pra caralho.
- Eu: Nossa.... Ahh... Ahh.... Essa foi intensa... Ahh.... Ahh.....
- Alexandre: A brincadeira foi boa.
- Eu: Foi mesmo... Ahhh... Estou até… tremendo... Nossa...
Do nada, ele se levantou e começou a se vestir, foi muito rápido, se vestiu e foi ao banheiro. Eu continuei deitada até ele sair.
- Alexandre: Quase meia-noite já, eu preciso ir.
- Eu: Haha, tudo bem...
- Alexandre: Você vai ficar bem aqui?
- Eu: Vou sim, mas não precisa correr depois de ter me usado. Haha
- Alexandre: Não é isso...
- Eu: Haha, bobo, não se preocupe, eu gostei da transa. A gente devia ter vindo para o hotel mais cedo, para termos mais tempo.
- Alexandre: É sim... é que tem gente me esperando, aí ficou tarde.
- Eu: Está tudo bem, mas quando você quiser me comer de novo, tem o meu contato.
- Alexandre: E também pode me ligar caso você for para Campinas.
- Eu: Com certeza vou ligar, haha.
- Alexandre: Então é isso, a gente se vê.
E assim ele foi embora. Já aquela noite foi longa, realmente perdemos muito tempo conversando e já era bem mais de meia-noite, só confirmei para mim mesma que eu realmente prefiro ir direto ao ponto do que ficar enrolando com muita conversa ou tentando criar algum tipo de vinculo, eu também só queria uma trepada bem gostosa, ele pode até ter pensado que eu apenas era mais uma na lista dele, mas ele também era só mais um na minha lista.
Enquanto estava ali jogada na cama, pensei como tinha sido minha semana, Deus... Como perdi tempo, nossa. Até liguei para o meu amigo de Campinas para avisar o que eu fiz. Conversamos um pouco madrugada adentro, até acabei dormindo no hotel com a boceta cheia de porra, assim adicionei mais um desconhecido em minha vida.
Mas essa aventura não termina aqui, em breve continuo com acontecimentos da quinta-feira, um feriado, espero que tenham gostado até aqui.
Beijinhos. ;)

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