A ruivinha e o anal
- Temas: Novinha; anal; aventura
- Publicado em: 30/07/25
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- Autoria: jackdaulimpre
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Havia acabado de chegar da corrida e me deparo com a jovem tomando seu desjejum na área de café da pousada. Noto que ela estava sozinha, já que antes a havia visto acompanhada de um rapaz, talvez seu provável namorado ou marido. Reparo também que ela usava a mesma camiseta de corrida que eu, e aí já servia de gancho para puxar um papo.
Era bem jovem, talvez na metade da minha idade, já que eu chutava que teria na casa de uns 20 anos. Estava no auge da forma física, com destaque para suas coxas grossas e bem torneadas, a bundinha redonda e deliciosa, exageradamente representava no short de lycra cor marrom. Papo vai e vem e cuidadosamente descubro que o rapaz que a acompanhava era um amigo gay, que salientava que até tinha me dado umas olhadas interessadas.
-Ele gosta do que eu também gosto... E você, gosta também do que a gente gosta?
Sua pergunta não era inocente, e sim bastante direta, me deixando até um pouco constrangido.
-Eu gosto de outras coisas, que eu acho que talvez você não goste, mas não dá pra afirmar!
Faço o seu jogo, sem ser grosseiro, também tentando não ser ousado demais, mas percebo que ela tinha alguma pressa e pouca paciência para muito jogo. Minha fala era acompanhada de um olhar não muito discreto para suas tentadoras pernas que cruzavam e descruzavam. A elogio sem freio, falando de seus bonitos traços faciais, de que parecia uma deusa grega e outras rasgações de seda.
-Espero que não tenha se cansado muito na corrida...
Dizia ela enquanto a conduzia para meu quarto. Ela fazia uma análise detalhada com os olhos de minha pessoa, tentando decifrar cada detalhe na minha silhueta. Falava que não tinha muito tempo, pois teria um compromisso mais tarde, mas sua fala parecia descolada da realidade do que algo mais pontual.
Tinha um jeito mais para frentex, mas dentro das quatro paredes assumia uma posição mais passiva, do tipo que preferia ser conduzida. Sento na cama e a puxo para meu colo, sem nenhum tipo de resistência de sua parte. Enquanto ela falava que tinha uma queda por homens mais velhos a puxo para meu colo. Tinha estatura média e uma estrutura de corpo bem firme, com musculatura bem perceptível. Seu perfume invade minhas narinas, me fazendo viajar por uns breves instantes.
Começamos a nos amassar mutuamente, com beijos longos e irracionais. Levanto seu top e começo a chupar seus pequenos e deliciosos seios, que a faz virar os olhos. A deito de barriga para baixo, para brincar com suas costas trabalhadas em várias horas de academia e a bunda escandalosa, com dois glúteos generosos. O traseiro era outro ponto fraco dela, que só em tocar já a fazia se segurar e morder o travesseiro para não gemer mais alto.
Ela levanta o corpo e fica de quatro, que faz sua bunda ganhar um volume maior. Enquanto vou explorar suas curvas ela leva a mão até meu fino short de corrida, apalpando o relevo de meu pau sobre o tecido. Ela estava pegando fogo. Era jovem e os hormônios estavam bem ativos. Tiro seu short de lycra da academia com alguma dificuldade, dado que era bem justo e grudado em seu corpo. Por baixo usava uma calcinha fio-dental roxa, que se perdia em sua bunda. Acaricio, dou beijos, vou escorregando enquanto a umidade reinava em sua tabaca. Levo a umidade para seu buraco de anjinha, estudando qual seria sua reação.
-Vai seu puto ...
Dizia ela, com bastante dificuldade. Falava que não era virgem no cu e que se eu fosse nele teria que tomar cuidado, pois ela não havia se preparado. Continuava falando que adorava cagar. Sem perder tempo me ajeito atrás dela, colocando um dedo para dilatar seu anel. O primeiro entrava fácil, e o segundo com um pouco mais de dificuldade, mas lá dentro, quando ela relaxava fluía bem.
Pincelo meu pau no seu anel e vou colocando aos poucos, analisando sua expressão facial. Forço um pouco a entrada, com ela segurando um pouco, mas relaxando para eu entrar. Como na famosa máxima, após passar a cabeça meu pau escorrega para dentro, com ela mordendo seus lábios inferiores, fazendo expressões num misto de dor e prazer. Ela era bem forte e tinha alguma experiência, pois sentia seu cuzinho apertando meu pau, e não muito depois encher seu rabo de porra.
-Quer deixar aí dentro, eu gosto!
Para não tirar de dentro tinha que ficar engatado atrás dela, as vezes por cima e outras de lado. Conversávamos sobre temas aleatórios e putarias, como das vezes que ela dava o cuzinho. Falou que ainda nessa semana um cara havia oferecido uma garrafa de vinho para enfiar o dedo no seu toba, bebendo bastante naquele dia. Achava que homens que gostavam de comer cus eram gays, mas que comigo teve que mudar de opinião.
Passados alguns minutos começo a me excitar, com ela forçando seu anelzinho quase num tipo de massagem. Ela era uma gatinha muito quente e seu calor mais uma vez me invade. Instintivamente, começo a bombar na sua bunda, sendo mais bruto que na primeira vez. Ela falava que poderia ir com força, que ela aguentaria, mesmo fazendo caretas e revirando os olhos. A segunda gozada no seu cuzinho não foi fácil, mas nos faz sentir um prazer sem igual.

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