Comando, Gozo e Castigo: a noite em que dominei (E8)

  • Temas: Traição, intensidade, dotado
  • Publicado em: 25/07/25
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  • Autoria: Tania32
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Private Muse

Parte 1: A chegada


Quando o relógio marcou oito em ponto, eu empurrei a porta do flat. Sabia que ele já estaria lá, esperando. Entrei sem pressa, os passos firmes sobre o piso da entrada. O macacão preto levemente solto, mas justo nos quadris, marcando minha cintura, e com um decote profundo que a parte interna dos meus seios à vista e deixava pouco à imaginação. Eu não estava usando sutiã. Não precisava.

Meu cabelo caía solto, levemente ondulado, descendo até a metade das costas. Eu tinha escolhido deixá-lo assim. Gosto do jeito como ele balança quando ando. Gosto mais ainda do jeito que mexe com ele.


Lucas me olhou como se estivesse vendo uma fantasia ganhar vida. Eu sorri — aquele sorriso que não é gentil, é promissor. Fechei a porta atrás de mim e caminhei até ele, sem tirar os olhos dos dele.

— "Tá me olhando como se fosse tua primeira vez comigo, seu safado" — murmurei, parando bem na frente dele.


Como havíamos combinado antes, ele não respondeu. Só me olhou. A boca entreaberta, as pupilas dilatadas. Já estava entregue, e eu nem tinha encostado ainda.

Ajoelhei lentamente, mantendo o contato visual, e deslizei os dedos pelas tiras dos meus saltos. Um pé de cada vez. Soltei os sapatos com a calma de quem sabe o efeito que provoca. Fiquei descalça ali, entre as pernas dele. Pousei as mãos nas coxas dele e subi, sentindo a tensão no corpo que ele tentava controlar.

— "Vamos ver se esse pau ainda me obedece..." — sussurrei.


Quando abri o zíper e vi aquilo saltar pra fora, meu sexo pulsou. Vinte centímetros de provocação, grosso, veias latejando, a glande larga e rosada começando a aparecer sob o prepúcio. Ele não era circuncidado — o que me deixava ainda mais excitada. Eu adorava o jeito como ele se descobria quando ficava duro. Tão cheio, tão pronto, tão meu.


Inclinei o rosto e passei a língua pela glande devagar, sentindo o calor, o gosto. Ele gemeu baixo.

— "Já vai gozar, puto?" — provoquei. — "Mal comecei a brincar."

E então, comecei de verdade.


Parte 2: Ajoelhada, com gosto de poder: 20h10 – 20h30


Eu não tinha pressa. Ajoelhada entre as pernas dele, com aquele pau todo à minha frente, eu estava no meu lugar preferido: no comando. Sentia meus mamilos roçando contra o tecido do macacão, já endurecidos. Meu sexo latejava. Mas eu não ia direto ao ponto. Ainda não.


Deslizei a língua ao longo da base, bem devagar, sentindo a espessura absurda dele preencher minha boca aos poucos. Usei a mão para expor mais a glande, puxando o prepúcio com delicadeza, deixando a ponta sensível totalmente à mostra. Ele estremeceu. Gemeu.

— "Tá sensível hoje, hein?" — murmurei, lambendo com mais pressão. — "Nem começou, já tá todo entregue."


Ele tentou responder, mas só saiu um suspiro preso. Uma das mãos agarrou o lençol. A outra pousou no meu cabelo, mas eu a afastei com um tapa leve.

— "Nem vem. Hoje quem comanda essa boca sou eu."


Abocanhei de novo, fundo, sentindo a glande roçar a garganta. Meu queixo encostava na base, e ainda assim parecia que ele me invadia mais do que eu aguentava. A sensação de preenchimento era perfeita. Um peso delicioso, quente, vivo. Senti minhas pernas tremerem. Eu estava sendo alimentada por ele. Literalmente.


Comecei a aumentar o ritmo, sem tirar os olhos dele. Enfiava até o fundo, depois voltava, só com a ponta nos lábios. Fazia barulho de propósito. Queria que ele escutasse o quanto estava me deixando molhada.

— "Gosta disso, né, puto?" — sussurrei, com a voz rouca. — "Gosta de ver tua casadinha de joelhos, engolindo tua rola como se fosse o último gole d’água."


Ele gemeu alto. E eu sabia o que vinha. Olhei direto nos olhos dele, abri mais a boca e deixei que ele explodisse. Gozou. Senti o jato quente preencher minha língua, espesso, intenso. Engoli sem tirar os olhos dele. Ele se contorceu, gemeu de novo. Outro jato. Depois outro. Três vezes ele veio. Devagar, espaçado. E eu bebi tudo.


Lambi os lábios com um sorriso malicioso e me levantei com firmeza.

— "Quanto leitinho, amor. Tá produtivo hoje" — brinquei, passando a mão na minha coxa como se limpasse algo invisível. — "E isso foi só o começo."


Parte 3: Strip, língua e domínio: 20h30 – 20h50


Ele ainda estava ofegante quando me levantei. Ajoelhada, passei as costas da mão pelos lábios, saboreando os últimos traços do gosto dele. Três jatos quentes e grossos. Eu tinha engolido tudo. Com gosto. Mas aquilo era só o aperitivo.


Fiquei de pé diante dele, ainda descalça, e então comecei a tirar o macacão. Sem pressa. Sem palavra. Só os olhos dele em mim, famintos.

Primeiro, deslizei as alças finas pelos ombros, deixando o decote descer, revelando meus seios um por um — firmes, os mamilos já duros, orgulhosos. Aquele olhar dele me dava ainda mais tesão. Eu sabia o que causava. E explorava isso como uma arma.


Virei de costas pra ele enquanto abaixava o tecido devagar. A cada movimento, mais da minha pele ia se revelando: costas nuas, curvas à mostra, a bunda marcada com perfeição antes de finalmente libertá-la do tecido. Deixei o macacão escorregar pelas coxas, até cair no chão, e me virei de novo, completamente nua à luz quente da suíte.

— "Pronto pra servir?" — perguntei, já subindo sobre ele.


Me posicionei com as pernas abertas, uma de cada lado do tronco dele, e fui descendo até sentar com firmeza no rosto que eu tanto conhecia. Meus cabelos soltos balançaram enquanto eu me encaixava. O gemido abafado dele me recebeu junto com a língua. Estava quente. Molhado. Faminto.

— "Isso, porra… me lambe direito. Sem frescura." — rebolava devagar, sentindo a língua dele deslizar entre os meus lábios, até alcançar o ponto exato. — "Quero tua cara suja de mim".


Segurei os cabelos dele com uma das mãos e guiei seus movimentos com o quadril. Era meu trono, e ele sabia disso. Me servia com a língua e com o gemido abafado. Era um som de submissão — e de adoração. E me deixava ainda mais molhada.


A pressão da língua no meu clitóris fazia minha pele arrepiar. Eu gemia cada vez mais alto. Sentia as coxas tremendo, a respiração falhando. A boca dele era meu brinquedo. Meu templo. Meu lugar.

— "Isso… isso, caralho… não para!" — gritei, gemendo descontrolada. — "Engole tudo, seu puto. Eu vou gozar nessa tua boca!"


E gozei. Com força. Com gosto. Meus quadris travaram por alguns segundos, e meu corpo inteiro vibrou com os espasmos do orgasmo. Fiquei ali, imóvel, sentada no rosto dele, o sexo ainda latejando, os pelos dele grudados de suor e prazer.


Levantei devagar, as pernas bambas, e encarei aquele rosto molhado, vermelho, brilhando com o meu gosto.

— "Olha que coisa linda… é assim que eu gosto de ver homem: rendido, marcado, sujo de mim."


Ele não respondeu. Só lambeu os lábios, ofegante. E aquilo me fez sorrir. De novo.


Parte 4: Silêncio quente e cheiro de domínio: 20h50 – 21h20


Depois do meu gozo, tudo ficou em silêncio por alguns segundos. Eu me levantei do rosto dele com calma, deixando um rastro úmido no queixo dele. O cabelo caía sobre meus ombros, desgrenhado, misturado com o suor que começava a surgir na minha pele. Me senti linda daquele jeito. Selvagem. Satisfeita. Voraz.


Fui até a cama com passos lentos. Sabia que ele estava me observando — cada curva, cada músculo se contraindo com o andar. Deitei de lado, nua, e bati com os dedos na lateral do colchão.

— "Vem aqui, vai. Quero sentir tua respiração tentando se acalmar perto da minha."


Ele veio. Deitou ao meu lado, ainda meio atordoado. Puxei a cabeça dele pro meu colo e comecei a passar os dedos no cabelo dele, devagar. Ele fechou os olhos. Achei fofo. Mas não por muito tempo.

— "Tu sabe que eu ainda não tô nem na metade, né?" — sussurrei, deslizando a unha pela têmpora dele. — "A gente tem tempo, e eu vou usar cada minuto."


Ele sorriu de canto, sem abrir os olhos. O corpo dele ainda estava reagindo ao que tinha acontecido, mas eu podia sentir: o pau dele começava a endurecer de novo. Lento, mas determinado. Como se soubesse que não tinha escolha.

— "Isso. Assim que eu gosto " — murmurei, passando os dedos pela pele do pescoço dele, depois pelo peito, pela barriga. — "Gosto de homem que não me faz esperar. Gosto de pau que entende o que é servir."


Inclinei o corpo, beijei o pescoço dele com calma, depois mordi de leve. As mãos dele vieram até minha cintura, mas eu empurrei de volta.

— "Não. Hoje é tua vez de ficar quietinho. Só sente."


Beijei o peito dele, depois desci até os mamilos. Chupei com calma, só pra vê-lo se contorcer. O corpo reagia mesmo quando a boca dele tentava fingir que estava em paz. Era delicioso ter esse controle. Estimulante. Viciava.


Voltei pra cima, deitei por cima do peito dele, barriga com barriga, o rosto a poucos centímetros do dele.

— "Eu quero que tu guarde o cheiro dessa noite, Lucas" — sussurrei, roçando meu nariz no dele. — "O cheiro do meu corpo, do meu gozo, do meu cabelo no teu travesseiro. Porque é isso que vai te foder por dentro quando tu estiver sozinho."


Ele abriu os olhos e me olhou como se eu tivesse acabado de morder a alma dele. E eu soube: eu estava vencendo mais uma vez. Ficamos ali por alguns minutos. Eu acariciava o corpo dele, alternando entre carinho e provocação. O pau dele já estava duro de novo, apontando pra mim como uma oferta — ou um pedido. E o relógio dizia: era hora de montar.


Parte 5: Comando no quadril, domínio no olhar: 21h20 – 21h40


Quando montei nele, não era só desejo. Era posse. Eu já estava por cima emocionalmente, e agora era literal. Subi com um joelho de cada lado do corpo dele, o cabelo caindo como uma cortina ao redor do meu rosto, e segurei aquele pau com a mão. Estava rijo. Quente. Tão grosso que meus dedos mal fechavam ao redor da base. A glande brilhava, exposta, pulsando — a pele fina do prepúcio já completamente retraída. Aquilo era quase um desafio. E eu adorava vencer desafios.


Desci devagar. Só a ponta primeiro. Senti minha buceta se abrir ao redor dele, e respirei fundo. O corpo todo respondeu. Ele gemeu.

— "Sente só..." — murmurei, entre dentes. — "A buceta que te molda cada vez que entra."


Fui descendo, centímetro por centímetro, até estar completamente encaixada. Ele estava dentro até o fim. Me preenchia como se tivesse sido feito pra isso. E talvez tivesse.

Comecei a rebolar lentamente, o quadril girando com precisão. Ele tentou tocar meu corpo, mas eu segurei os pulsos dele e empurrei contra o colchão.

— "Não. Só me olha."


E ele obedeceu. Meu quadril acelerava aos poucos, e a fricção no ponto exato dentro de mim já fazia minha respiração falhar. Os músculos das minhas coxas tremiam, mas eu continuava. Cavalgava com elegância e fúria. O barulho dos corpos se chocando era sujo, indecente — e delicioso.

— "Tá vendo o que tu causa?" — gemi, com o rosto a poucos centímetros do dele. — "Eu aqui, toda molhada, fodendo teu pau do jeito que nenhuma mulher nunca vai foder."


Os olhos dele ardiam de tesão e raiva. Uma mistura que me deixava ainda mais excitada. E eu fui mais fundo. Literalmente.

— "Tu é meu, Lucas." — Apertei com força os pulsos dele. — "Meu brinquedo, meu puto. E hoje tu vai gozar comigo de novo… só que não agora."


Eu sabia que estava perto. O calor subia da base da minha coluna até o peito. A sensação de preenchimento era absurda. Incontrolável. Cavalguei mais rápido, o clitóris pressionado contra o púbis dele, e então aconteceu. Gozei com força, os quadris parando por instinto no ápice, o corpo inteiro em espasmos, a cabeça jogada pra trás. Foi intenso. Molhado. Longo.


Fiquei ali, sobre ele, com o peito ofegante, os olhos fechados, sentindo o pau dele ainda pulsando dentro de mim. Só então abri os olhos e encarei o dele, que nunca desviou.

— "Viu o que acontece quando tu me obedece?"


Ele só assentiu.


Parte 6: Pausa entre dois incêndios: 21h40 – 22h10


Desci dele com as pernas ainda bambas e o sexo latejando. A sensação de estar cheia ainda me acompanhava mesmo depois de tê-lo deixado ali, duro e brilhando de tesão. Peguei a garrafa d’água ao lado da cama e bebi sem pressa, o peito ainda subindo e descendo. Depois ofereci a ele, que aceitou como quem aceita um presente. Era quase isso, mesmo. Um intervalo concedido. Uma trégua temporária.

— "Tu tá vivo ainda?" — perguntei, deitada de lado, encarando o perfil dele.

— "Sobrevivendo…" — ele respondeu, com um sorriso fraco, na primeira fala autorizada da noite.

— "Covarde" — brinquei, dando um tapa leve no peito dele. — "E a gente só tá na metade da noite."


Ele virou o rosto, me olhou de verdade. Aquele olhar que mistura exaustão com adoração. E, lá no fundo, um pouco de desespero. Eu sabia que ele queria mais. Sabia que ele precisava. Mas também sabia que estava sendo empurrado além do limite. E era exatamente esse o ponto.

— "Tá arrependido?" — provoquei, acariciando o rosto dele com as costas da mão.

— "De quê?" — ele perguntou, com a voz rouca.

— De ter me deixado te foder desse jeito.


Ele riu. Um riso breve. Sincero.

— "Tarde demais pra arrependimento, Tania. Tu já me fodeu como nenhuma outra fez."


Aquilo me fez sorrir. Não de escárnio. De orgulho. Era verdade, e nós dois sabíamos. Inclinei o corpo, encostei a boca na dele e o beijei. Foi lento, profundo, sem nenhuma pressa. Só língua, saliva, calor. Beijo de quem já conhece o gosto do outro. De quem sabe exatamente o que vem depois. E quer prolongar a expectativa.


Me deitei sobre o peito dele de novo, as pernas entrelaçadas nas dele. Ficamos ali por alguns minutos. Sem palavras. Só a respiração e o cheiro do sexo ainda pairando no ar. Meu perfume nas almofadas, o suor da pele dele misturado com o meu. Tudo fazia parte da mesma composição. A mesma nota. A mesma música.


E então, quando senti o pau dele começar a endurecer de novo, dei uma risadinha baixa e levantei.

— "Olha só… ele ressuscita. Esse pau é um milagre."


Ele sorriu, mas nem teve tempo de responder. Porque eu já estava em movimento.


Parte 7: Dentro de mim, dentro de nós: 22h10 – 22h40


Quando subi sobre ele de novo, senti meu corpo reagir no mesmo instante. Já me sentia aberta, quente, marcada. Ainda assim, quando segurei o pau dele e direcionei à minha entrada, a sensação de preenchimento me tomou inteira de novo. Desci devagar, saboreando cada centímetro, até estar completamente encaixada. Ele gemeu baixo, e eu mordi o lábio.


Mas eu não ia ficar por cima por muito tempo. Aquela fase da noite pedia mais do que domínio físico. Pedia contato. Pele contra pele. Olho no olho. Alma contra alma. Inclinei meu corpo sobre ele, beijei sua boca com vontade e sussurrei:

— "Agora tu vai me foder direito. Quero tuas mãos no meu corpo. Teu peso. Tua força."


Girei de lado, levando ele junto, até que ficasse por cima. Ele entendeu o recado. Se posicionou entre minhas pernas, mas antes que ele se movesse, entrelacei as minhas nas dele, travando nossas coxas juntas, como se eu o prendesse ali com meu próprio corpo.

— "Acha que tá me dominando agora, é?" — provoquei, sorrindo. — "Eu só deixei tu subir pra te fazer gozar do meu jeito."


Ele se apoiou com os antebraços ao lado da minha cabeça, o rosto a poucos centímetros do meu. E então começou a se mover. Lento. Profundo. Com precisão cirúrgica.


A cada investida, sentia ele me preencher por completo. O atrito da glande contra minhas paredes internas fazia meu corpo vibrar. E o encaixe das pernas tornava tudo ainda mais apertado. Mais íntimo. Mais inevitável.

— "Puta que pariu…" — ele gemeu, os olhos quase revirando.

— "Goza comigo. Tu vai gozar comigo" — murmurei, segurando seu rosto com as duas mãos. — "Não antes, não depois. Comigo."


O ritmo aumentou. Meus quadris acompanharam os movimentos, mesmo presos. Minhas pernas o puxavam pra dentro, como se meu corpo recusasse qualquer chance de separação. E então, como se o tempo parasse, veio o momento.


Gozei primeiro — ou talvez ao mesmo tempo. Não sei. Só lembro do grito que soltei contra o pescoço dele, dos espasmos que tomaram meu ventre, da explosão de calor. E senti o corpo dele se entregar junto. Os músculos tensionados, os quadris colados aos meus, e o calor do gozo preenchendo tudo por dentro. Muito. Farto. Quente. Profundo.


Ele ficou ali, colado em mim, o pau ainda latejando, os corpos grudados, pernas entrelaçadas. E a respiração dele misturada com a minha.

— "Isso…" — sussurrei no ouvido dele. — "Assim que se goza. Quando eu deixo."


E ele sabia disso.


Parte 8: Descanso com tensão nos dedos dos pés: 22h40 – 23h10


Ele ainda estava dentro de mim quando o corpo relaxou. A respiração dele pesava contra o meu pescoço, quente, irregular. Senti o pau dele amolecendo aos poucos, mas sem sair. Ainda me preenchia. Ainda era meu.

Abracei ele com as pernas por mais alguns segundos, depois afrouxei o encaixe e deixei que ele escorregasse para o lado. Meu corpo estava quente, suado, pulsando. Me sentia deliciosa. Dominante. Suja. Exatamente como eu gosto.

— "Tu goza bonito quando me obedece" — murmurei, com a voz rouca. — "Deveria fazer isso mais vezes sem reclamar."


Ele não respondeu. Só sorriu. Deitou de barriga pra cima, tentando recuperar o fôlego. E eu me aproveitei.

Apoiei o queixo na mão, olhando pra ele de lado, e levantei uma das pernas com leveza, apoiando a planta do meu pé bem no peito dele. Ele olhou pra mim sem entender. Então comecei a brincar com os dedos. Deslizei o dedão pelo esterno dele, depois até o mamilo, apertando com sutileza. Meus pés estavam mornos, úmidos do calor do quarto. Ele estremeceu.

— "Tá sensível aí também?" — provoquei, fazendo o caminho de volta com o dedão, até a clavícula.

— "Tu não cansa, né?" — ele murmurou, entre um riso e um suspiro.

— "Claro que não. Sexo bom não cansa. Vicia."


Usei os dois pés agora. Um explorava o abdômen dele, traçando o caminho até o osso do quadril. O outro provocava os mamilos. Ele começou a reagir. O corpo dele se mexia involuntariamente. E eu percebi: o pau dele estava voltando à vida. Sorri.

— "Olha só…" — murmurei. — Meu brinquedo tá despertando de novo.


Me sentei na cama, o cabelo desgrenhado, caindo sobre os ombros, as coxas ainda brilhando com o sêmen quente que ele deixou dentro de mim. Cruzei as pernas, ereta, sem pressa, como uma deusa entediada que acabara de decidir brincar mais uma vez.

— "Te prepara, Lucas. Eu ainda não terminei contigo. Lembra que eu disse que ia usar cada minuto da noite?"

— "Tu vai me matar" — ele disse, rindo.

— "Eu vou te ensinar a morrer gozando. Bem devagar."


E comecei a descer pela cama de novo.


Parte 9: Rebolando com gosto, gozando por cima: 23h10 – 23h40


Quando subi de novo, ele já estava duro. Impressionante o que aquele pau fazia por mim — e por ele. Três gozos e ainda me encarava, rijo, latejando, com aquela glande larga, rosada, exposta, como se dissesse: me usa de novo, porra. E eu usei. Mas dessa vez, de costas.


Virei-me sem dizer uma palavra, ajoelhei sobre ele e sentei devagar, empinando a bunda, com a mão guiando a entrada. O momento em que ele deslizou pra dentro foi como um estalo. Um clique. Um encaixe inevitável. Soltei um gemido mais rouco, mais animalesco. Rebolei logo em seguida, só pra sentir o impacto da base dele batendo em mim. Ele segurou minha cintura, mas eu afastei as mãos.

— "Não. Fica aí. Só sente" — falei, sem olhar pra trás.


Comecei a cavalgar com força. Rápido. Quase agressiva. Meus cabelos batiam nas costas, o suor escorria pela espinha. A palma da minha mão firme nos quadris me dava impulso. O som dos nossos corpos era molhado, obsceno, delicioso. E eu gemia alto. Sem vergonha. Sem filtro.

— "Gosta, né? Gosta dessa bunda te fodendo como se tu fosse um pedaço de carne?" — cuspi entre os dentes, sentindo o prazer subir rápido. — "Diz logo, vai. Diz que tu ama ser usado por mim assim, seu puto."

— "Caralho, Tania…" — ele gemeu, quase implorando.

— "Isso! Geme, porra. Quero tua voz suando debaixo de mim."


Rebolei mais forte. Sentia meu clitóris esfregar contra a base dele a cada descida. Os gemidos escapavam entre as respirações entrecortadas. Minhas mãos apertavam as coxas, e o quadril não parava. E então veio. O quarto orgasmo da noite. Um estouro que começou na barriga e explodiu nas pernas. Meu corpo tremeu inteiro. Apertei os lençóis, gritei o nome dele, rebolando mais lento, prolongando a sensação. Foi intenso. Quente. E, mais do que tudo, livre.


Depois fiquei parada, ainda com ele dentro. Ofegante. A cabeça caída pra frente, o corpo trêmulo.

— "Porra…" — soltei, rindo, exausta. — "Nem acredito que ainda tenho força pra isso."

— "Eu também não. Mas tu é foda..." — ele disse, ainda tentando recuperar o ar.


Sorri de lado, ainda montada, e balancei os quadris só mais uma vez — por pura provocação.

— "Pois guarda esse momento. Eu montada. De costas. Gozando com gosto. Essa imagem vai te seguir por um bom tempo."


Parte 10: Silêncio suado e promessas na pele: 23h40 – 00h00


Saí de cima dele devagar, sentindo o corpo inteiro vibrar com o eco do meu último orgasmo. Minhas pernas tremiam levemente. Me sentei na beira da cama, cabelos desgrenhados caindo sobre o rosto, e respirei fundo.

Lucas me olhava como se eu fosse uma visão. O corpo dele estava suado, o peito arfando, os olhos vidrados em mim como se não soubesse se me admirava ou implorava por descanso.

— "Sobreviveu" — comentei, virando o rosto com um sorriso preguiçoso. — "Parabéns, Lucas. Não é todo mundo que termina isso inteiro."

— "Inteiro?" — ele riu, rouco. — "Tu me desmontou e remontou pelo menos umas três vezes hoje."


Fui até ele de joelhos, me deitei ao lado, a cabeça sobre seu ombro, a mão espalmada sobre o peito dele.

— "Não reclama. Tu gosta. Teu pau diz mais que tua boca."


Ele não discutiu. Só passou os dedos pelo meu braço nu, como quem tenta guardar a textura da pele. O toque era leve, íntimo. A tensão sexual ainda pairava no ar, mas agora vinha acompanhada de uma outra coisa. Uma calma. Um pertencimento que nenhuma das fodas anteriores tinha construído — mas que todas, juntas, tinham revelado. Silêncio por alguns segundos. Só o barulho do ar-condicionado e das nossas respirações aos poucos voltando ao ritmo normal. Eu sentia o sêmen ainda escorrendo entre minhas coxas, meu corpo quente, satisfeito. Mas não acabado.


Levantei o tronco devagar, montei de leve sobre o quadril dele, sem penetração, e deslizei os dedos pelo abdômen suado até o baixo ventre.

— "E agora, a gente vai encerrar essa noite do jeito certo."

— "Ainda tem mais?" — ele fingiu espanto, embora o pau dele já começasse a endurecer outra vez.

— "Tu achou que ia embora sem gozar na minha cara?"


A expressão dele mudou. Um misto de surpresa, reverência e puro tesão. Inclinei o corpo pra frente e deixei meus seios tocarem o abdômen dele, bem lentamente.

— "Fica aí. Não fala nada. Só sente."


E desci por ele como se fosse a última vez.


Parte 11: A marca que fica: 00h00 – 00h30


Desci deslizando sobre o corpo dele. Senti o calor da pele suada, o leve tremor involuntário de quem já foi longe demais, mas ainda quer mais. Me ajoelhei entre suas pernas, sentindo o joelho pressionar o lençol úmido de gozo, suor e perfume. A posição era confortável — mas o que importava era o que viria a seguir.


O pau dele já estava ali de novo. Duro. Impossivelmente ereto. Vinte centímetros de provocação, com as veias saltadas, a glande larga já úmida sob o prepúcio meio retraído. Mesmo depois de tudo, ainda erguido como se soubesse que era a última missão da noite.

— "Olha pra mim" — ordenei, com a voz baixa.


Ele ergueu a cabeça e me viu ali, nua, ajoelhada, os cabelos soltos cobrindo parte dos seios, os olhos cravados nele. Me aproximei da base e lambi devagar, com reverência e provocação. Do saco até a ponta. Um gemido escapou dos lábios dele.

— "Tu vai gozar assim, Lucas. Na minha cara. No meu rosto. No meu olhar."


Abocanhei com firmeza, chupando com ritmo preciso. Minha boca o engolia e libertava como um pulso. Quente, molhada, decidida. Usei as mãos pra acariciar os testículos, massageando com leveza, enquanto acelerava. O som da minha boca trabalhando nele preenchia o quarto.

— "Isso, porra... isso, Tania..." — ele gemeu, já arqueando o quadril.

— "Segura. Não goza ainda. Quero ver tua cara quando tu explodir em mim."


E então, quando percebi o momento exato, tirei da boca, segurei com a mão e masturbei com força, olhando pra cima com um sorriso sujo, safado, merecido.


O primeiro jato veio forte. Direto na minha bochecha. Depois outro, na boca. O terceiro espalhou na testa e desceu pela ponte do nariz. Espesso, quente, denso. Senti cada gota escorrer lentamente, marcando meu rosto.

Fechei os olhos por um instante, saboreando o momento. Depois abri, passei a língua nos lábios devagar e olhei pra ele, que estava deitado, sem ar, maravilhado.

— "Guarda essa imagem" — murmurei, passando os dedos pelo rosto e lambendo com gosto. — "É assim que termina uma noite sob meu comando."


Ficamos em silêncio depois disso. Eu me deitei ao lado dele. Não disse mais nada. Só deixei meu cheiro, meu gosto, minha marca naquela cama.

E ele sabia: nada na vida dele superava aquilo.



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