Meu corninho me deixou sozinha no clube
- Temas: Clube, corno, dotados, swing, troca, exibicionismo, voyeurismo, cuckold, ménage, anal, hotwife
- Publicado em: 20/05/23
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- Autoria: kazadanit
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Sou uma mulher madura, casada com meu maridinho há anos. Tenho 1,68 de altura, 58 kg, 103 cm de bumbum e 93 cm de seios turbinados. Atualmente estou loira, cabelos compridos, em boa forma ainda, sempre me cuidei e por muitos anos malhei diariamente. Tenho dois filhos que já se viram. Meu casamento é legal, sempre fui safada, sacana, devassa e meu marido sempre soube; adora, incentiva e às vezes participa das safadezas que sempre fiz com ou sem ele. Gosto de me exibir, dançar, beber, usar roupas provocantes, escutar cantadas, provocar e de picas, amo. Não dei sorte no casamento pelo tamanho do piruzinho do marido, 15 cm, sempre me satisfez desde o namoro mas não me sacia. Gosto de picas maiores, mais grossas; essas merecem tratamento especial, rs, mas não desprezo as outras.
Um casal amigo, de mais idade que a gente, nos convidou para num domingo irmos passar o dia em um clube aqui na cidade, onde são sócios, para comemorar o aniversário da nossa amiga num almoço com seus parentes e amigos, que até conhecíamos alguns. O "corninho" dela e o meu curtem muito pescaria (o dela então, religiosamente todo domingo às 06:00, chova ou faça sol, sai para pescar em sua lancha em mar aberto).
No domingo combinado, meu corninho levantou às 05:30, pois o corninho amigo nosso o pegaria lá em casa para irem para o clube (esse clube que eles são sócios tem total estrutura para barcos e lanchas: garagem, cais, guindaste, etc). Eles foram embora, era muito cedo, então virei pro lado e voltei a dormir.
Acordei depois das 09:00, liguei para a amiga aniversariante dando parabéns. Ela já estava no clube arrumando o que iria virar bagunça, agradeceu e pediu pra eu ir logo para podermos aproveitar o sol do dia ensolarado de outono e colocarmos as fofocas em dia, rsrs.
Levantei, tomei café, banho e me arrumei. Como todos já me conheciam e eu não tenho nada a esconder — pelo contrário, tenho é muito o que mostrar, graças a Deus e aos sacrifícios da malhação e dieta, rsrs — vesti um biquininho com a parte de cima cortininha e a de baixo com lacinho, uma camiseta baby look, um boné, óculos escuros, calcei tamancos de salto, me enrolei numa canga que tenho da bandeira do Brasil, peguei protetor solar, carteira e celular, enfiei na bolsa e fui para o clube ao encontro da amiga.
Chegando no clube por volta das 10:30, estacionei e a amiga me recebeu na portaria e foi me acompanhando para o local que ela havia reservado, uma área mais afastada onde havia uma pequena praia voltada para a enseada, de onde se tinha a vista da cidade, com ducha, churrasqueira, TV (para manter nossos corninhos assistindo aos jogos da tarde e não irem embora logo após o almoço), cozinha e banheiros. O som e as bebidas já rolavam animando os convidados, parentes e amigos, jovens e velhos, não mais de 30 pessoas.
Deitei em uma cadeira ao lado da amiga e ficamos conversando, bebendo cervejas e caipirinhas enquanto esperávamos nossos corninhos voltarem do mar.
Já passavam das 13h quando os nossos maridinhos aparecem, bêbados e vermelhos de sol, pareciam dois tomates. Estavam acompanhados de dois homens, amigos do nosso amigo, um deles eu já conhecia de vista de outras festividades do nosso casal amigo, era um careca, barrigudo, estava de sunga, uma camisa de estampas floridas, óculos escuros e chapéu, parecia um turista, simpático, educado, falante, sempre prestativo. O outro também coroa, mulato, alto (parecia jogador de basquete), forte, de short e sem camisa, meio tímido, mas olhava que falava. Os quatro sentaram à mesa do nosso lado enquanto eu e a amiga nos exibíamos para o sol. Notava que o coroa e o mulato não tiravam os olhos da gente, enquanto bebiam mais e conversavam com nossos corninhos, olhavam sem disfarçar, que a amiga chegou a comentar que eu estava sendo comida com os olhos, rindo respondi que queria ser comida por paus, e caímos na gargalhada, chamando atenção dos quatro que nos olharam.
O comentário da amiga aumentou o fogo dentro de mim, já aceso pelas bebidas. Excitada e provocante, levantei exibindo meu corpo e fui em direção à mesa onde os quatro estavam, enquanto ajustava a cortininha do biquíni. Pedi ao meu corninho bêbado reapertar os lacinhos da parte de baixo e disse: "Mô, aperta os lacinhos com força, depois ele cai e você não vai gostar do que os outros irão ver", arrancando gargalhadas dos quatro. O coroa comentou: "Que bela, daquele jeito não tinha quem não gostasse de ver", todos rindo novamente. Me enrolei na canga e fui em direção à amiga que, já alterada, ali ao lado de nossa mesa, dançava todos os ritmos com as crianças, meninos, meninas, genro, sobrinho... Ao chegar perto, me puxou para sambar com ela. Dançávamos, bebíamos e eu olhava para a mesa e o que via era: meu corninho debruçado na mesa e o dela sentado, cochilando; o coroa e o mulato não desgrudavam os olhos de cada passo, requebrada ou rebolada que eu dava.
Em dado momento, a amiga veio por trás de mim e puxou minha canga, me fazendo ficar só de biquíni sambando e exibindo meu rabão, com o coroa e o mulato de olhos arregalados. Excitada com o que acontecia, sambando cheguei perto da nossa mesa, rebolava sensualmente, ia até o chão, me curvava para frente fazendo que meu rabão engolisse meu biquíni. De frente pra nossa mesa, me movimentei tanto que um dos seios saiu todo da cortininha, proporcionando ao coroa e ao mulato que apreciavam enquanto eu, sacanamente, olhando para eles, segurava o seio fujão massageando o biquinho, a essa altura durinho de tesão, antes de guardá-lo, observada pelos olhares gulosos do coroa e seu amigo.
Peguei minha canga, minha blusa baby look e fui ao banheiro fazer xixi e me recompor. Voltei de blusa, sem a parte de cima do biquíni, e com a parte de baixo coberta pela canga da bandeira do Brasil amarrada à cintura. Fui para a nossa mesa e sentei com os quatro. Logo, meu corninho, que não estava bem, disse que iria assistir ao jogo em casa e que, se eu quisesse ficar depois, ele voltava para me pegar. Antes que eu respondesse, o corninho da nossa amiga disse para não me preocupar que me levava mais tarde. Como eu não estava a fim de ir embora naquela hora, resolvi aceitar ficar mais um pouco, com a concordância do meu corninho, que pegou as chaves do carro e, se arrastando, foi pra casa, me deixando ali com nosso amigo, o coroa e o mulato.
Com o passar da hora, o jogo das 16h começou, muitos convidados foram embora esvaziando o almoço, ficando somente eu, o casal de amigos, o coroa e o mulato. Conversando e bebendo, eu já alterada, me levantei, me desenrolei da canga, ficando só de biquíni e blusinha baby look, puxei a amiga e fomos dançar. Dançava, rebolava e exibia meu corpão e rabão para deleite dos olhares gulosos. Minha amiga chamou o corninho dela para dançar e o coroa que sabia dançar para me fazer par; ele me segurava pela cintura, abraçava, colava seu corpo junto ao meu e volta e meia encostou seu pau duro em mim que, excitada, encostava meu rabão nele, ou fingindo ser sem querer, palmeia seu pau, até que em dado momento o corninho da minha amiga escorregou, deu com a testa no chão abrindo o supercílio. Com ele sangrando, minha amiga correu se arrumar para ir ao hospital, se desculpando por não poder me levar, disse que pegaria um táxi e não teria problema.
Voltei à mesa, onde o coroa e o mulato assistiam ao jogo, que estava em seu intervalo, e sentei ao lado do coroa que me serviu uma caipirinha fresquinha que comecei a beber. Ele, o coroa, passando sua mão em minhas coxas do joelho quase até tocar minha vulva, me deixando arrepiada, dizia que não me preocupasse, que eu não precisava chamar meu marido para ir nem gastar dinheiro com táxi, que ele me levaria após o jogo. Fiquei ali com eles bebendo, jogando conversa fora enquanto assistiam ao jogo.
Com o jogo reiniciado, o mulato se levantou da cadeira com seu copo na mão e aflito foi para próximo da TV, se apoiando no balcão do bar vazio. Entre um gole de caipirinha e outro de cerveja, e já alterada, fiquei sentada de perna cruzada tipo índio ao lado do coroa, bebendo cerveja, e ele chegou bem pertinho do meu ouvido e falando baixinho quase sussurrando, dizia que faria tudo para me ter na cama. Passando lentamente a mão por cima da blusinha, massageava o bico duro do meu seio, quase furando a blusa. Segurou meu rosto me beijando, ao mesmo tempo que correspondi, fui afastando ele, apontando para o mulato assistindo fixamente ao jogo sem nos notar. Lentamente ele foi deslizando sua mão gorda pela parte interna da minha coxa, toda arrepiada com o seu toque, do joelho indo até quase tocar minha xota, que pulsava. Pensei em mandar parar, mas o tesão falou mais alto, abri mais as pernas, peguei sua mão e coloquei sobre minha xota faminta e melada por cima do biquíni, enquanto por cima da sua sunga minha mão acariciava, apalpava e apertava seu pau furioso preso, grosso, grande, com a cabeçona melando a sua sunga, como adoro, rs. De repente, gol do time do mulato, que gritou, pulou, comemorou e se virou vindo em nossa direção sentar em seu lugar. Nós, disfarçadamente, nos recompomos como se nada houvesse acontecido.
Já quase 18h, escuro e com o jogo chegando ao fim e o mulato já acomodado em seu lugar, me levantei e fui ao banheiro fazer xixi e me recompor para ir embora. Arrumei o cabelo num rabo de cavalo, tirei a blusinha, ficando com meus seios soltinhos e só com a tanga de lacinho, me envolvi na canga fazendo dela um vestido tomara que caia e voltei amarrar a canga pra mesa. Ao chegar, os dois já estavam de pé me aguardando para irmos embora. Comentei que pra fechar com chave de ouro faltava a saideira, eles se olharam, me olharam, sorriram e disseram que no isopor do carro deveria ter uma meia dúzia de latinhas, se serviria como saideira. Rindo, respondi que sim, seriam duas pra cada, e dando risadas fomos em direção ao carro.
Fomos nós três juntos, lado a lado. Ao chegar no estacionamento, ele estava vazio, sem nenhum carro, até porque só tinha a gente e o segurança no clube. Perguntei ao coroa pelo carro, ele disse que como o estacionamento estava lotado quando chegaram, havia estacionado numa viela ao lado do clube, e fomos em direção à tal travessa, realmente do lado do clube.
Entramos na travessa e só havia o carro do coroa estacionado em um terreno vazio. Nem sei que marca era, era uma dessas pick-up 0km, vidro preto, que cabem umas oito pessoas. Já escuro, a travessa só tinha terrenos vazios, sem nenhuma casa ou iluminação. Fomos em direção à mala do carro, que ao abrir a mala, a luzinha iluminava o isopor que ele abriu tirando, ainda geladas, uma cerveja pra cada. Bebemos e conversamos ali em pé até que o mulato se afastou uns três metros da gente para fazer xixi. Mesmo com a pouca iluminação e pela demora dele em colocar seu pau para fora, ele deveria ser enorme. Já na volta dele, tomamos as três últimas cervejas, o coroa fechou a mala do carro, com o mulato já sentado no banco do carona e o coroa ao volante. Eu tentava abrir a porta traseira, que não abria. Falei com o coroa, e ele saltou, se aproximou, se encostou na lataria e rindo disse que esse modelo era assim mesmo, só abria a porta traseira com o dono ganhando beijinhos... eu rindo falei para ele parar de brincadeira, que aquilo não era hora. Ele me agarrou, mesmo comigo relutando, me puxou contra seu corpo para me beijar, não resisti mais e entrelaçando minha língua na dele, cheia de tesão, me agarrava a seu corpo enquanto ele me apalpava, apertava meu rabão com as duas mãos, me deixando com tesão, sentindo sua picona dura entre as minhas pernas, até que o mulato, com a nossa demora, saiu do carro nos surpreendendo nos amassando e sarrando. Assustada, afastei o coroa dizendo que agora chegava, o carro já podia abrir a porta. Ele, às gargalhadas, disse que agora para o carro abrir a porta, como o mulato também tinha saído do carro, as portas só se abririam se ele também ganhasse um beijo. Com o mulato sem entender nada e sorrindo, eu comecei a xingar, falando que ele era um babaca, um escroto, e dizendo que seria só um beijinho. Eles sorriram, dei um beijinho no mulato e ele disse que não tinha valido, queria um igual ao do coroa, me puxando contra seu corpo, se curvando, me beijando, enfiando sua língua enorme em minha boca, que, cheia de tesão a essa altura, já entrelaçava a minha na dele, me pendurando ao seu corpo pelo pescoço, entrelaçando minhas pernas em volta da sua cintura, literalmente em seu colo. Sentia sua pirocona, suas mãos grandes, com dedos grossos, passearem pelo meu rabão, minhas costas, me deixando arrepiadíssima de tesão. Com o beijo terminado, ele me recolocou no chão e, mesmo com a pouca luminosidade que vinha do clube, me deparei com o velho encostado na lataria do carro punhetando seu picão, me olhando e rindo, foi dizendo: "Aí, gostosa, o carro agora só sai se você colocar o boneco aqui pra gozar," com raiva, xinguei ele de novo, me virei para o mulato para pedir ajuda e me assustei: ele já estava com seu short abaixando até os pés, segurando uma piroca de tamanho e largura descomunais. Me olhava e dizia que era só fazer eles gozarem e pronto, iríamos embora. Por trás, o coroa encostado na lataria do carro me puxou contra seu corpo, dependendo da canga que cobria meu corpo, libertando e deixando soltinhos meus seios duros, com mamilos arrepiados e os biquinhos apontando para o céu, me deixando só de biquíni de lacinho e tamancos de salto, totalmente vulnerável ali à frente deles. O mulato se aproximou, me fazendo de recheio entre ele e o coroa, encostando sua pirocona duríssima na altura do meu abdômen; cheia de tesão, não tendo como me livrar deles, me entreguei.
Por trás, o coroa lambia meu pescoço e orelha, enquanto eu segurava sua tora punhetando seu pau. Pela frente, o mulato me beijava enquanto sua enorme mão cobria todo meu seio duro, apertando e massageando o bico. Com a outra, com seus dedos grandes e grossos, dedilhava meu grelo. Louca, eu rebolava meu rabão no coroa e abria as pernas facilitando a entrada de um, dois, três dedos do mulato em meu bucetão melado, que agora chupava, mamava e lambia com maestria meus seios, me arrancando sussurros e gemidos.
Me virei de costas para o mulato e de frente para o coroa encostado no carro. Me agachei, peguei o picão do coroa pelo talo, fui abocanhando, intercalando, abocanhava, chupava, mamava, engolia, doida, fodia aquela picona com minha boca num frenético vai-e-vem. Por trás, o mulato agachado lambia minhas costas, da nuca ao cóccix, enfiava os dedos em meu bucetão, me fazendo rebolar em sua mão. Assim, agachada, enquanto o coroa fodia minha boca, com as duas mãos eu abri meu rabão. Agora o mulato enfiava um, dois dedos na minha xota e no cu, e vice-versa, me fazendo rebolar ainda mais buscando o gozo.
Ainda por trás de mim, o mulato me suspendeu pela bunda, me deixando com minha buceta aberta na altura da boca do coroa que enfiou a cara entre minhas pernas, foi lambendo minhas coxas lentamente até enfiar sua boca em minha buceta. Lambia, chupava, enfiava língua, um, dois, três dedos, enquanto suspensa rebolava minha xota contra sua boca, querendo gozar. O mulato me recolocou no chão; me virei para ele, me curvei pra frente, segurei sua pirocona, a maior de todas que aguentei até hoje, tinha mais de 25 cm de pica, e fui lambendo, apreciando e me deliciando naquela enormidade. Por trás, o coroa posicionou seu picão na entrada da minha xota e foi socando ela toda dentro de mim, que rebolava meu rabão contra ele, que me agarrando pela bunda trotava forte num vai-e-vem frenético enquanto eu mamava o mulato, me fazendo gritar e gemer, pedindo para ele não parar e socar mais forte, rebolando meu rabão ao encontro do seu picão. Saí dele, me virei pro mulato, abri bem as pernas, empinei meu rabão, mesmo de salto fiquei na ponta dos pés para facilitar a entrada da pirocona, o mulato salivou minha xota e enfiou de uma vez três dedos juntos nela para abrir caminho pro que ainda viria. Salivou também o cabeção da sua piroca e, pressionando na entrada do meu bucetão, curvei meu corpo pra frente, com as duas mãos abri o máximo meu rabão, gemia, rebolando contra aquele cabeção que ia forçando a entrada da minha xota enquanto o coroa me beijava, mamava meus seios. Quando o cabeção passou, senti uma dor, uma ardência que logo era substituída pelo tesão, êxtase e prazer de sentir aquela piroca me rasgando e dilatando os minúsculos da minha buceta molhada. Lentamente ele aumentava o movimento, enfiando cada vez mais aquela pirocona pra dentro, me fazendo saltar, sussurros, gemidos e gritos. Pela frente, o coroa posicionava seu picão na frente da minha boca, o tesão era tanto que abocanhei tudo de uma vez enquanto ele ficava todo boca adentro.
Por trás, o mulato aumentava o movimento de sua pirocona dentro do meu bucetão guloso que já acomodava aquele monstro quase todo. Comecei a punhetar o coroa, rebolava contra a pica do mulato, que me segurando aumentava o vai-e-vem comigo gritando: mete, mete, me arromba com essa pirocona que eu quero gozar nele! Ele, por trás, me agarrou pelos dois braços e me puxava contra ele socando forte, me fazendo urrar num gozo intenso e prolongado rebolando naquele pau, rebolava, gemia, gritava, urrava, gritando “me come, me come, me come, me come, que tô gozando, gozando nessa pirocona”, tive orgasmos múltiplos, gozei umas três vezes tremendo naquela pica gigante que me arrombaram. Ainda trêmula, me agachei punhetando e chupando o coroa que logo gozou na minha boca. O mulato punhetava seu picão duro, começou a esfregar entre meus seios, fazendo uma espanhola até encher meu rosto, seios e boca com sua porra, densa, farta e grossa, me lambuzando toda.
Arrombada, ardida e saciada, me limpei, me arrumei, e finalmente as portas do carro 0 km se abriram e pudemos embarcar, com eles me levando até em casa, onde meu corninho me aguardava. Entrei falando: “mozinho, vc não sabe o que aconteceu...” e contei tudinho pra ele, que me agarrou, me levou pra sauna e meteu o seu pintinho até de madrugada, me fazendo gozar outras vezes, sendo que nenhuma foi igual ao orgasmo proporcionado pelo mulato. Depois desse dia, viciei em pirocas com 25 cm.
