Primeira Experiência Heterogênea
- Temas: Trocatroca, Oral, Masturbação, Carícias, Fetiche, Orgasmo
- Publicado em: 15/03/21
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- Autoria: Ramirorebouças
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Olá. Meu nome é Ramiro Rebouças e tenho 46 anos. Sou do interior paulista. Eu e minha esposa Luíza temos uma empresa no setor editorial. Ambos sabemos o que o outro gosta e conhecemos nossas limitações, medos e fetiches. Incrível como a vida nos reserva surpresas. Penso que temos que estar abertos ao que ela nos oferece e aprender sempre. Sexo é realmente algo indescritivelmente maravilhoso.
Isto que vou relatar agora aconteceu alguns anos atrás. Jamais contei isto para alguém que não fosse minha esposa. Vocês aqui serão os primeiros a saber.
Era início de ano e um amigo psicólogo (de nome Júlio, 40 anos) me pediu um favor. Júlio queria que eu fosse com ele no aeroporto buscar o seu irmão, que chegava da Europa. Na hora, eu estranhei, pois ele poderia ir de Uber. Mas, como é alguém que me admira como amigo, não neguei. No carro, enquanto eu dirigia, nós dois conversávamos, e Júlio foi me contando a história do irmão que estava chegando. No meio da conversa, eu compreendi o porquê dele ter insistido: ele precisava de auxílio em como se portar diante do irmão. Estava visivelmente envergonhado. Estranhei vê-lo oscilante nas palavras, pois eu e minha esposa Luíza o conhecíamos há anos – inclusive também conhecia a noiva dele, Marina, também psicóloga – e sempre o achei um profissional de psicologia clínica, autoconfiante e seguro.
Na ida para o aeroporto, ele me contou a história. Seu irmão foi, aos 18 anos, morar na Holanda (na cara e coragem) e vive lá até hoje. Hoje ele tem 38 anos e estava vindo para passar alguns dias aqui para ver a família, mãe e irmãos. Ocorre que, no meio da conversa, meio sem jeito, Júlio me contou que lá na Holanda esse seu irmão se descobriu mulher. Relatou detalhadamente todo o processo de mudança, uso de medicamentos etc. Mais tarde, ela (de agora em diante, vou me referir ao irmão de meu amigo utilizando seu nome, Heidi) casou-se com um homem e vive super feliz lá. Júlio contou também que ela não fez (e não fará) a operação para retirar o pênis, por opção dela. Por uma razão que desconhecemos, Heidi gosta de ostentar um caralho.
O marido dela, que é empresário holandês, não pôde acompanhá-la nesta vinda ao Brasil, devido a compromissos profissionais. Júlio me disse que já havia conversado com o cunhado holandês e que ele não se incomoda com o fato da esposa ter um pau. Eu percebia nitidamente o embaraço de Júlio, porque Heidi foi para a Holanda como homem e voltou mulher. Ele mostrou fotos dela com 18 anos e percebi que, na época, era um homem forte e musculoso. Júlio não sabia como reagir, pois seria a primeira vez que estaria fisicamente com ela. Das outras vezes em que ela veio visitar a família, Júlio (por razões diversas) não estava presente. Conversei demoradamente com ele na ida ao aeroporto, explicando tudo o que podia em termos de esclarecimentos sobre a sexualidade humana. E, no final, arrematei que o importante é sermos felizes com o nosso sexo, seja do jeito que for.
Ok, tudo certo. Contudo, quando Heidi apareceu no saguão do aeroporto, surgiu um clima muito inusual. Todos estávamos levemente envergonhados. Ela trajava roupas bem charmosas e andava de forma muito sensual. Apesar dos poucos traços ainda masculinos no rosto, seu corpo era muito feminino, deixando evidente que possuía lindos seios. Uma mulher de um metro e oitenta, mais ou menos. Linda. Quando fomos apresentados, percebi seu jeito bem feminino, com exceção da voz, que ainda é levemente masculina, falando português com sotaque. Ela me deu um abraço caloroso e senti que exalava um perfume delicioso. Confesso que não deixava de perceber que, por dentro, era homem, mas acredito que, se ninguém soubesse, pensariam que ela era uma mulher com um corpo bem gostoso. Ela passou a andar abraçada com o irmão, toda carinhosa, e eu fui andando ao lado, quase sem falar, deixando os dois conversarem. Ela veio com apenas duas malas – eu levava uma e o Júlio, outra. No carro, por sugestão dele, ela sentou-se na frente e meu amigo atrás. Heidi conversava animadamente com ele e eu, quieto, dirigia. Olhando para o corpo dela, confesso que me senti atraído. Pelo corpo, apenas – algo biológico, instintivo. E meu caralho ficou duro. Penso que talvez ela tenha percebido, mas de forma bem discreta. Ela cruzava as pernas, deixando à mostra coxas muito bem delineadas.
Heidi preferiu ficar em um hotel para não incomodar a família – até porque o marido dela era rico e podia pagar um local espetacular. Nós a levamos até o saguão do hotel e nos despedimos, pois ela tinha que descansar. Mas era nítido que um clima sensual ficara no ar. Quando ela me deu três beijinhos no rosto, disse, macio, em meu ouvido: "Amei conhecer vc". Um doce de fêmea. Confesso que fiquei impactado por todo esse clima sensual. Quando fui levar o Júlio até sua casa, percebi que ele estava diferente. Agora, no banco do passageiro, parecia mais solto. Voltamos a conversar sobre a mudança de sexo do irmão, sobre sexualidade e liberdade para fazermos o que queremos no quesito sexo. Foi então que, no meio do caminho, Júlio me confessou algumas coisas de sua puberdade. Ele já tinha realizado, uma vez, o famoso "troca-troca" com Heidi na adolescência. Contou que era inevitável ter ficado com tesão ao ver sua irmã tão linda hoje. Relatou em detalhes o episódio, que ocorreu em um porão, e disse ter gostado igualmente das duas experiências: de ter seu cuzinho devassado e de ter penetrado Heidi.
Como eu parecia aprovar tudo o que ele falava, Júlio se soltou cada vez mais. Contou, enquanto eu dirigia, que, apesar de se considerar heterossexual com Marina, sua noiva – a qual amava muito – ela tinha muita curiosidade em fazer sexo novamente com um homem. E que tais anseios repousavam quietos dentro dele até que este encontro com sua irmã deixasse a vazão aflorar. Júlio me contou que, uma vez, já tinha tido um leve relacionamento com um rapaz do trabalho que mais tarde fora demitido. Não chegou a fazer troca-troca por causa do ambiente profissional em que os dois se encontravam, mas o único encontro foi repleto de beijos, carícias íntimas no cuzinho e muito sexo oral. Confessou que adorou a experiência, mas, por vergonha e culpa, se arrependeu.
Quando comecei a falar sobre o quanto acho isto natural e normal, ele, sem olhar para mim, simplesmente colocou a mão esquerda sobre meu pau, por cima da bermuda, e começou a me acariciar. Levei um susto, mas fiquei atônito e sem reação. Ocorre que meu caralho já estava duro, em virtude das várias vezes em que eu olhei para o corpo da Heidi. E Júlio, percebendo que estava duro, desabotoou minha bermuda e, num gesto bem ousado e tranquilo, tirou meu pau para fora. Começou a me punhetar com a mão esquerda, olhando para frente, sem se virar para mim. Eu, dirigindo, e ele mexendo no meu pau – bem gostoso, de leve, para cima e para baixo. Só me acariciava enquanto eu dirigia, sem falar nada.
Confesso que essa carícia estava muito boa, tudo enquanto eu dirigia e deixava acontecer. Quando tudo começou a ficar muito gostoso, tive que tomar uma decisão. Desviei o carro e parei em um local mais afastado. Ao desligar o carro, ele, sem falar nada, baixou a cabeça e começou a me chupar. Fez isso de forma tão profissional que não parecia inexperiente. Lambia, sugava de forma lenta e vagarosa, acariciava e colocava tudo na boca, e era nítido que estava adorando. Foi quando retirei totalmente minha bermuda, baixando-a até os joelhos, para que ele tivesse liberdade. Ele percorria com a língua toda a extensão do meu pau duríssimo, segurava com a mão esquerda na base do meu cacete e, com a direita, procurava minhas coxas na base da bunda, acariciando meu cuzinho com um dedinho. Ele sabia o que estava fazendo. De repente, com a mão direita, tirou o próprio pau para fora e começou a se acariciar também. Júlio, deliciosamente, me chupava e se masturbava. Percebi que o pau dele também estava uma rocha. Deslizava a língua por toda a extensão da cabeça do meu pau e depois o engolia, até não sobrar nada para fora.
Era a primeira vez que eu estava sendo sugado por um homem. Inevitável que, após esse trabalho profissional, eu fosse gozar. Avisei-o para que decidisse se tirava o pau da boca ou não. Sem me olhar, continuou com a investida maravilhosa e, aí, eu gozei muito. Despejei muita porra na boca dele, e ele engoliu tudo. Depois, limpou com a língua, lambendo até a última gota, sorvendo com prazer. Voltou para seu lugar e continuou a se masturbar. Júlio abaixou sua bermuda até os pés e ficou completamente nu da cintura para baixo, masturbando-se de olhos fechados. Pude perceber que o pau dele era mais grosso que o meu – não comprido, apenas mais grosso – e estava muito duro. De repente, resolvi ajudar e coloquei minha mão esquerda por baixo dele, encostando um dedinho de leve em seu cuzinho. E foi o suficiente para que ele gozasse – gozou muito, com muita porra jorrando, chegando a sujar o banco. Dei-lhe lenços umedecidos que sempre levo no carro para ele se limpar.
Enquanto ele se limpava, eu simplesmente liguei o carro e, sem conversarmos, o levei até sua casa, onde originalmente o havia pegado. Nos despedimos de maneira formal. Mais tarde, ele me mandou um WhatsApp pedindo desculpas e se dizendo arrependido. Eu o tranquilizei, dizendo que tinha gostado, mas que fora uma experiência única – para ele ficar tranquilo, jamais contaria isto a alguém. Porém, deixei claro que, apesar de ter apreciado essa nova experiência, não ocorreria uma segunda vez. Ele apenas respondeu: "Que pena". Temos nos encontrado frequentemente na nossa roda de amigos, visto que Luíza (minha esposa) e Marina (sua noiva) são muito amigas. Luíza – minha parceira de tudo – obviamente soube do ocorrido e ficou muito feliz por eu ter partilhado com ela essa vivência inusitada e gostosa. Minha amizade com o Júlio permanece a mesma. Quando o encontro, parece que isso nunca aconteceu, visto que nunca mais tocamos no assunto, seja por WhatsApp ou pessoalmente. Mas confesso que foi uma experiência edificante e rica, e agradeço a ele por ter me proporcionado esse prazer heterogêneo. E a Heidi? Esta é outra história...
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