Surpresa de aniversário

  • Temas: nude, masturbação, oral, penetração, orgasmo, provocação, surpresa
  • Publicado em: 23/06/20
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  • Autoria: Sr-Acauan
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Private Muse

Essa é uma história real dedicada à minha leitora querida sob o olhar dela mesmo.


Olá, meu nome é Paola, moro no Amazonas e hoje é o meu aniversário de 19 aninhos. Resolvi contar aqui uma aventura que aconteceu comigo no meu aniversário, um presente bem inusitado, uma surpresa.


Faz muito tempo que eu acompanho os contos aqui nesse site; adoro ver contos dos mais diversos temas, desde que bem escritos, e faz pouco mais de uma semana eu comecei a ler um conto ótimo sobre uma moça que era estuprada em um show.


Eram várias partes e, na parte final, a autora colocou o número do WhatsApp dela. Resolvi entrar em contato para elogiar. Qual foi a minha surpresa? Não era uma mulher, era um homem... rsrs.


Conversamos desde então sobre todo tipo de assunto, até a conversa começar a ficar mais séria ou mais safada. Ele me mandava fotos dos lugares ao redor do mundo que conheceu. Sabia conversar muito bem; não era como os garotos da minha idade que só queriam falar de putaria e pedir nudes o tempo todo.


Aquilo me encantou: o jeito, as fotos, a conversa, até que surgiu o primeiro nude. Nossa, ual! Era uma foto de pau duro com uma gozada. Confesso a vocês que aquilo me deixou de bucetinha melada, e depois ele me contou que aquela gozada era por mim.


Não resisti. Comecei a apertar o bico do meu peito, que, mesmo não sendo grande, é bastante sensível. No escuro do meu quarto, com o ventilador forte tentando esfriar meu corpo, eu só queria pegar fogo.


Desci a outra mão e fiquei brincando com meu grelinho, dando tapinhas na minha bucetinha e escutando aquele som molhado, tão excitante.


Tive que morder forte o travesseiro para abafar meus gemidos. Estava muito gostoso imaginar a mão dele percorrendo meu corpo; aumentei a velocidade e enfiei logo 2 dedos bem fundo para gozar.


AHHHH, que delícia! Meu corpo deu uma tremida e minha bucetinha se contraiu toda. Eu nunca contei isso para ele; só agora vai ficar sabendo.


Nossa conversa e intimidade iam aumentando; ele tinha um jeito meigo e tarado que me cativou. Quanto mais conversávamos, mais ele descobria sobre mim. Falei do meu aniversário e ganhei a promessa de um presente.


Eu sabia que ele morava longe e provoquei: "Por que você não vem na minha festa?" Um sorriso safado cresceu no meu rosto quando eu li: "me passa o endereço".


Claro que ele não iria vir, eram mais de 5 horas de avião de Minas Gerais até aqui e, bem, ele nem me conhecia; ninguém faria tamanha loucura, por isso eu passei o endereço.


Hoje é a festa. Todos os meus melhores amigos estão aqui; meus pais aproveitaram para jantar fora e nos dar mais liberdade. "Ahh, eu amo meus pais."


Alguém trouxe uma garrafa de tequila, acho que foi o Ricardo, e começamos a tomar shots. A música estava ótima e a companhia melhor ainda. O interfone tocou; meu coração, não sei por quê, disparou.


– Alô, quem é?


– Aqui é o Acauan, estou com sua surpresa.


Meu Deus!!! Eu não podia acreditar que ele tinha vindo mesmo. Impossível. Bati o interfone no gancho, puro nervosismo e susto. E agora, o que eu ia fazer? Eu não podia deixá-lo lá fora. Desci as escadas correndo e quase caí, porque eu não peguei o elevador?


Ele estava parado no portão, parecia olhar o interfone sem acreditar.


"Desculpa... Não achei que você viria e..." parei de falar na hora. Ele estava com um sorriso sacana e uma rosa na mão. "Esse é um pequeno presente para ti, o começo da surpresa."


Nossa, aquilo me desarmou por completo; fiquei vermelha e ele deve ter notado, porque o sorriso sacana ficou maior. Eu fiquei com vergonha, quase não olhava para ele; resolvi, dessa vez, pegar o elevador para irmos mais rápido. Fui na frente, guiando o caminho.


O ar tinha ficado quente; eu suava muito. Entramos no elevador e eu, para poder desviar daquele olhar, finji de arrumar o cabelo no espelho.


Acauan me segurou, pressionando-me contra o espelho; apertou meus peitos e começou a escorregar a mão pela minha coxa, subindo, buscando a abertura do vestido.


O espelho embaçou com minha respiração; uma lambida na minha orelha me fez tremer toda. Ele sabia como deixar uma mulher excitada.


"Hoje eu vou te fazer muito feliz, essa será a segunda parte da surpresa", ele sussurrou rouco no meu ouvido. Minha bucetinha ficou molhada na hora. Aquela situação toda estava me deixando louca e, no último fio de sanidade, eu lembrei que ainda estávamos no elevador, que ele ainda estava em movimento, subindo.


E se alguém aparecesse? O perigo de ser descoberta, a surpresa de estar sendo manipulada por alguém que eu nunca vi ao vivo me deixava louca.


Ele finalmente achou minha calcinha e, com habilidade, afastou-a para encontrar minha bucetinha molhada, um mar de prazer. Não houve delicadeza; ele foi até meio rude, mas enfiou direto dois dedos na buceta, que me fizeram gemer alto.


Os dedos entraram fundo e, na mesma velocidade com que entraram, saíram, deixando um barulho molhado na saída e me deixando com mais vontade. Acauan chupou os dedos que estiveram a poucos segundos dentro de mim. "Você é um doce de menina", e depois nada. Eu estava ofegante, querendo mais, e ele parou.


Minha bucetinha piscava de vontade, querendo o dono daqueles dedos mágicos. "Se com dois dedos ele fez tudo isso, imagina com o resto do corpo", pensei comigo.


O elevador chegou no meu andar e eu fui abrindo a porta para ele. A festa ainda estava com som alto; apresentei Acauan para meus amigos e logo ele já estava enturmado, contando sobre a vida dele.


Os meninos foram comprar mais uma garrafa de tequila e ficamos sozinhos no apartamento: só Acauan, eu e duas amigas.


Claro que ele não tirava os olhos de mim e não fazia questão nenhuma de disfarçar, tanto que as meninas logo deram uma desculpa para irem comprar mais Doritos, porque estava acabando (mesmo todo mundo sabendo que ainda tinha 3 pacotes grandes fechados).


Mal a porta do apartamento se fechou, ele já pulou em mim; como estávamos em almofadas no chão, ficou mais fácil ainda para ele pular. "Agora você é minha, não gostava tanto de me provocar?"


Eu fiquei com muito medo, excitada, mas com muito medo. O que ele iria fazer comigo? Não havia ninguém a quem eu pudesse pedir ajuda. De uma forma estranha, eu vi no olhar dele que ele não iria me fazer mal algum; vi um homem tarado, mas que iria me respeitar.


Fechei os olhos e senti minha boca sendo invadida pela língua dele, um beijo quente que brincava no céu da minha boca, me fazendo ver estrelas. Fui perdendo o fôlego no beijo de fogo, até que tive que afastá-lo para poder respirar melhor, mas não consegui; apesar do corpo magro, ele era forte.


Tive tempo de um suspiro enquanto ele descia a língua para o meu pescoço. Que delícia! Eu já estava muito molhada e sentia o pau dele duro, mesmo por cima da calça.


Ele ficou sentado e olhou nos meus olhos. Que olhar! As duas mãos dele subiram pelas minhas pernas e puxaram minha calcinha, que já estava mais do que molhada. Ele puxou e deu uma cheirada forte, fazendo um barulho engraçado. Eu fiquei morta de vergonha; o cheiro devia estar ruim, mas ele adorou.


Desceu a boca direto para minha bucetinha, sugou com força o meu grelinho e enfiou dois dedos. Ele sabia bem encontrar meu ponto G.


Meu corpo todo tremia; eu já gemia alto de novo, sem me importar com os vizinhos, eu só queria gozar. E gozei forte, prendendo os dedos dele na minha bucetinha. Minha respiração estava acelerada demais, meu corpo já se movia sozinho; eu ficava rebolando nos dedos dele, eu queria mais.


"Por favor... Não faz isso comigo."


"Eu ainda não fiz nada."


Eu passei minhas pernas pela cintura dele e consegui virá-lo, ficando em cima. Que cinto difícil de tirar! Consegui soltar a calça dele e encontrei o pau duro e babando; eu já não queria mais pensar.


Encaixei na entradinha da buceta e, com duas pinceladas no meu grelinho, eu já desci com tudo. Ahhh, que delícia de sensação! Ele conseguia mexer o pau dentro de mim; não era um pau grande nem exagerado, mas ele sabia usá-lo.


Eu fiquei parada, só escutando a batida do meu coração e o pau dele pulsando no mesmo ritmo. Comecei a descer e subir devagar para aproveitar... Eu conseguia senti-lo no fundo.


"Está muito gostoso, isso... ahhh, fode com força", eu gemia sem parar.


Ele subiu meu vestido pela cabeça e conseguiu tirar meu sutiã, ficou brincando no bico do meu peito. Eu já pulava no pau dele, sentindo outro orgasmo chegando.


"Aiiii", eu gozei forte e caí em cima dele. Acauan afastou meus cabelos e eu fiquei no peito dele, ouvindo a respiração pesada dele. Mas, claro, eu tinha gozado e ele ainda não; o pau dentro de mim estava bem vivo e querendo ação.


Com cuidado, ele saiu debaixo de mim, começou uma massagem nos meus ombros e eu ronronava como uma gatinha, mas meu tempo de descanso tinha acabado.


Ele meteu de uma vez na minha bucetinha; doeu, mas foi definitivamente um susto bom. Acauan bombava forte; sentir meu corpo pequeno se perdendo embaixo do corpo dele... a cada bombada o pau dele conseguia me atingir mais fundo.


Ele segurou meus cabelos, puxando de leve, como alguém que domava uma eguá no cio; ele ficou mais rápido.


"Agora você vai pagar por toda provocação", ele gemeu e continuou metendo forte. Sua boca veio no meu pescoço com um chupão, uma mordida. Eu senti dor, senti prazer e senti que o pau dele estava inchando; ele ia gozar.


"Vai goza dentro da sua putinha, mete fundo", eu gemia.


A mordida ficou mais forte; eu sentia minha pele sendo puxada. Ele meteu mais fundo e urrou, gozando tudo dentro.


Ficamos um tempo parados naquela posição. Eu sentia sua porra escorrendo; me sentia frágil e, ao mesmo tempo, protegida; me sentia a mulher mais feliz do mundo.


Era o melhor presente de aniversário que eu poderia ter recebido. O que será que ele vai me dar de Natal?


Quem quiser comentar, conversar comigo, fiquem à vontade; adoro receber elogios. Aqui vai meu zap para conversarmos melhor: (31) 92000790, ou, se é tímido, manda mensagem no meu email: lazarusmg@gmail. Com


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